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Homem de 39 anos, descendente de imigrantes japoneses, grande fumante, comparece à consulta,
devido a dor nas panturrilhas ao andar 500m no plano e lesão ulcerada dolorosa no pé direito. Nega
hipertensão arterial e diabetes, bem como história familiar de aterosclerose, artralgias, lesões cutâneas,
disfagia, tosse, dispneia, disúria ou oligúria. Nega uso de drogas ilícitas. Seus pulsos femorais e poplíteos
são normais, enquanto os tibiais posteriores estão muito reduzidos. Há pequena ulceração dolorosa no
pé direito e as extremidades de ambos os pés são frias. A arteriografia mostrou ausência de placas de
aterosclerose obstrutivas nas artérias proximais e obstruções com recanalização em segmentos de
artérias distais dos membros inferiores, com circulação colateral espiralada nessas regiões.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar que:
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Idoso de 65 anos, sabidamente hipertenso desde a adolescência, já com hipertrofia concêntrica do
ventrículo esquerdo, cuja fração de ejeção varia em torno de 45%, resolve parar os anti-hipertensivos que
usa habitualmente, por não tolerar mais uso de polifarmácia, bem como efeitos colaterais de alguns
fármacos. Procura emergência no final da madrugada, com intensa dispneia, ortopneia, turgência jugular
patológica, sudorese fria, terceira bulha cardíaca audível, além de estertores bolhosos até quase os
ápices pulmonares, e pressão arterial de 200x120mmHg. O eletrocardiograma mostra taquicardia sinusal
com hipertrofia ventricular esquerda e alterações secundárias da repolarização ventricular. Das drogas
frequentemente usadas no manejo inicial de pacientes com a condição apresentada, a que tem sido
relacionada a aumento de mortalidade é:
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Mulher de 70 anos queixa-se de doença de início insidioso nos últimos 18 meses, com dores pelo
corpo, fraqueza, anorexia e perda de peso, além de febre baixa. Procurou diversos médicos, que
prescreveram antibióticos e pediram culturas que foram sempre negativas. As tomografias de tórax e de
abdômen não revelaram alterações e o ecocardiograma foi normal. Ao longo desse período, surgiram
cefaleia e anemia normocrômica e normocítica. A paciente comparece à consulta porque notou perda
fugaz da visão no olho esquerdo. Seu último exame de sangue mostrava 10 mil leucócitos com diferencial
normal, hemoglobina = 10,5g/dL, plaquetas = 200.000/mm3, VHS = 110, cálcio = 10mEq/L e creatinina =
1mg/dL. A melhor conduta, nesse momento, é:
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Mulher de 68 anos possui histórico de emagrecimento, queda do estado geral e dor lombar
progressiva há cinco meses. Posteriormente, apresentou alteração do nível de consciência, dor
abdominal, náuseas e vômitos. Os exames laboratoriais mostram: hemoglobina = 9g/dL; leucócitos =
9.000/mm3; ureia = 55mg/dL; creatinina = 1,4mg/dL; cálcio = 11,5mg/dL; fósforo = 5,5mg/dL; proteína
total = 7g/dL; globulina = 3g/dL; gama-GT = 45U/L; e fosfatase alcalina = 1.000U/L. A TC mostra lesões
mistas (líticas e blásticas) nas vértebras toracolombares, sem fraturas patológicas. Para confirmar a
principal hipótese diagnóstica, deve-se realizar:
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Mulher de 65 anos, IMC de 30kg/m2, em investigação diagnóstica de mal-estar e edema de membro
inferior direito, recebeu o diagnóstico de trombose venosa profunda há alguns dias. Inicia uso de 40mg
de atorvastatina e 10mg de varfarina. Após cinco dias, apresentou dor, vermelhidão e edema em região
da mama esquerda, com bordas bem definidas e aparecimento de petéquias, bolhas purpúricas e
necrose na sua parte central, com piora progressiva em algumas horas. Os exames laboratoriais de antes
do início do anticoagulante mostram tempo de pró-trombina, tempo de tromboplastina e plaquetas
normais e redução dos níveis da proteína C. Em relação a essa complicação, é correto afirmar que a:
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Homem de 65 anos, hígido, apresenta dor epigástrica em queimação há vários anos. Há poucas
horas apresentou quadro de hematêmese volumosa, sendo atendido na emergência. Ao exame físico,
encontra-se sonolento, hipocorado++/4, PA = 120x80mmHg deitado, PA = 80x60mmHg sentado e FC =
120bpm. As extremidades estão frias, o exame do aparelho cardiopulmonar não mostra alterações nem
visceromegalias. Os exames complementares mostram hemoglobina = 12g/dL, leucócitos = 10.000/mm3,
plaquetas = 250.000/mm3 e TAP com INR = 1,1. A melhor conduta terapêutica, nesse momento, será:
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Homem de 45 anos, com história de aumento do volume e dor abdominais, de início há algumas
semanas, procura atendimento médico para investigação de ascite. Nega tabagismo, mas é etilista de
destilados. O exame físico do pescoço não mostra alteração. A paracentese apresenta proteína total =
3,2g/dL, albumina = 2,2g/dL, adenosina deaminase = 20UI/L, citologia global = 250 células/mm3, com
50% de células mononucleares. O laboratório mostra hemoglobina = 12g/dL, creatinina = 1mg/dL,
proteína total = 6,5g/dL e albumina = 2g/dL. Os achados mais compatíveis com o provável diagnóstico do
quadro são:
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Homem de 44 anos relata história de dor epigástrica em queimação há quatro anos, de difícil
controle, sem relação com a alimentação, associada à diarreia aquosa, em média quatro episódios
diários. A endoscopia digestiva alta mostra pregas gástricas exuberantes, úlcera gigante de 2,5cm em
antro gástrico, além de outra úlcera localizada em segunda porção duodenal. As biópsias da úlcera
gástrica demonstram ausência de malignidade, pesquisa de H. pylori negativa e ausência de parasitas ou
granulomas. O anti-HIV é negativo. O hemograma e a bioquímica são normais. O achado mais provável
de ser encontrado, nesse caso, é:
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Mulher de 55 anos, com cistite actínica há alguns anos, apresentando hidronefrose bilateral e
necessidade de pielostomia bilateral, vem ao hospital com febre, urina turva e alteração do nível de
consciência. Os sinais vitais estão estáveis e os exames laboratoriais mostram: hemoglobina = 9g/dL;
leucócitos = 10.000/mm3; plaquetas = 230.000/mm3; 6% de bastões; glicemia = 100mg/dL; creatinina =
1,8mg/dL; uréia = 55mg/dL; sódio = 135mEq/L; potássio = 5,6mEq/L; cloro = 114mEq/L; pH =7,18; pO2 =
67mmHg; pCO2 = 25mmHg; bicarbonato = 14mEq/L; lactato = 1,8mmol/L. O exame de urina mostra piúria
maciça e pH urinário de 6,5. O provável diagnóstico do distúrbio ácido-base é acidose:
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Mulher de 21 anos, com diabetes mellitus tipo 1 há vários anos, inicia quadro de poliúria, polidipsia e
alteração do nível de consciência, sendo internada em cetoacidose diabética. Recebe hidratação venosa
e insulina em infusão venosa contínua. Após algumas horas de tratamento adequado, a glicemia é de
220mg/dL, a creatinina, de 1mg/dL, e o potássio, de 4,2mEq/L. O melhor parâmetro a ser seguido para
mudar de infusão venosa para insulina regular subcutânea é:
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