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Foram encontradas 60 questões.

1243420 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: UFAC
Orgão: UFAC

Leia o Texto 2 abaixo, publicado no site do jornal BBC Brasil em 27/09/2021.

Vazamento no Facebook: o que novo escândalo revela sobre práticas da empresa

O Facebook enfrentou nos últimos dias uma série de acusações sobre seu funcionamento interno, após revelações do jornal americano Wall Street Journal e de outros veículos.

Muitas das informações vêm de próprios documentos internos do Facebook, sugerindo que pessoas de dentro da empresa estão vazando informações para a imprensa.

Os documentos representam bastante trabalho para governos e reguladores, que terão de analisar tudo que foi revelado e considerar quais medidas tomar, se forem cabíveis.

O Facebook se defendeu de todas as acusações feitas na imprensa. [...]

No trecho “O Facebook se defendeu de todas as acusações feitas na imprensa. [...]”, presente no Texto 2, marque a alternativa adequada:

 

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1243419 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: UFAC
Orgão: UFAC

Leia o Texto 2 abaixo, publicado no site do jornal BBC Brasil em 27/09/2021.

Vazamento no Facebook: o que novo escândalo revela sobre práticas da empresa

O Facebook enfrentou nos últimos dias uma série de acusações sobre seu funcionamento interno, após revelações do jornal americano Wall Street Journal e de outros veículos.

Muitas das informações vêm de próprios documentos internos do Facebook, sugerindo que pessoas de dentro da empresa estão vazando informações para a imprensa.

Os documentos representam bastante trabalho para governos e reguladores, que terão de analisar tudo que foi revelado e considerar quais medidas tomar, se forem cabíveis.

O Facebook se defendeu de todas as acusações feitas na imprensa. [...]

Ainda de acordo com o Texto 2, marque a alternativa adequada.

 

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1243418 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: UFAC
Orgão: UFAC

Leia o Texto 2 abaixo, publicado no site do jornal BBC Brasil em 27/09/2021.

Vazamento no Facebook: o que novo escândalo revela sobre práticas da empresa

O Facebook enfrentou nos últimos dias uma série de acusações sobre seu funcionamento interno, após revelações do jornal americano Wall Street Journal e de outros veículos.

Muitas das informações vêm de próprios documentos internos do Facebook, sugerindo que pessoas de dentro da empresa estão vazando informações para a imprensa.

Os documentos representam bastante trabalho para governos e reguladores, que terão de analisar tudo que foi revelado e considerar quais medidas tomar, se forem cabíveis.

O Facebook se defendeu de todas as acusações feitas na imprensa. [...]

Marque a alternativa adequada de acordo com o Texto 2.

 

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1243417 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: UFAC
Orgão: UFAC

“Para a fauna, é uma guerra nuclear”: após erupção, animais mudam de comportamento em La Palma

Pesquisador espanhol encontra um cenário surpreendente e desolador ao lado dos rios de lava, com animais desorientados e à deriva, em um estudo pioneiro em plena catástrofe vulcânica

“Para a fauna, o cenário é o de uma guerra nuclear”. Manuel Nogales há 40 anos estuda a biodiversidade das ilhas Canárias e está encontrando uma alteração da conduta dos animais de La Palma como não havia visto até agora. Tudo são surpresas, comenta. “Estão muito assustados com esse fenômeno, toda a fauna mudou seu comportamento”, diz, acelerado, no começo da manhã de sexta-feira, após dormir quatro horas, antes de ir novamente com seu jipe à área de exclusão da ilha, onde só vão os cientistas. Nogales também se mostra desolado ao contar a situação em que está encontrando os animais domésticos livres na região mais afetada pela lava, “à deriva”, comendo vegetação cheia de cinzas. E os pescadores de Tazacorte, na costa mais próxima ao vulcão, falam de uma escassez notável de peixes.

Nogales, delegado do CSIC (agência espanhola de pesquisa científica) nas Canárias, passa o dia ao lado das línguas de lava cercado de vulcanologistas, “que são as autênticas estrelas da equipe”, mas seu trabalho é muito diferente. O biólogo estuda o que está acontecendo com a vida no entorno. As plantas, por exemplo, estão muito desidratadas, e 40% está muito murcha e em mau estado. Mas são os animais que mais preocupam o pesquisador do Instituto de Produtos Naturais e Agrobiologia (IPNA). Na região, a fauna basicamente é composta de aves e répteis, sobretudo lagartos, que já não se encontram. “Os lagartos praticamente desapareceram do terreno. Agora quase não se vê nada”, diz Nogales, que registrou em seu trabalho de campo atual somente 10% do que observaria normalmente.

E quando os lagartos desaparecem, a base da alimentação de muitas aves de rapina, todo o ecossistema se altera. “Os peneireiros tentam capturar aves, e isso é algo que me surpreende porque nas Canárias é bem incomum”, reconhece o biólogo. Na área há outras aves de rapina que incluem aves menores em seu menu, como os gaviões e os falcões, como o tagarote. “Esses são especialistas na captura de aves. Mas agora os peneireiros precisam tirar de onde puderem, uma mudança completamente inesperada, porque não conhecemos esse cenário totalmente novo”, acrescenta o pesquisador.

O restante das aves também alterou sua forma de interagir no entorno. Antes, quando o cientista ia a campo para anotar todos os contatos em um determinado perímetro, a maioria das notícias que recebia de sua presença era por via acústica: seu canto. “Agora, curiosamente, vemos muito mais aves das que costumávamos ouvir, completamente ao contrário do habitual”. O pesquisador conclui: “A fauna está mudando seus hábitos, seu comportamento, definitivamente. As espécies têm muito menos medo e temor à presença do ser humano, está chamando muito nossa atenção”. Os morcegos, que dependem de insetos, continuam presentes. [...]

Ainda de acordo com o trecho do jornal El País, “Pesquisador espanhol encontra um cenário surpreendente e desolador ao lado dos rios de lava, com animais desorientados e à deriva, em um estudo pioneiro em plena catástrofe vulcânica [...]”, marque a alternativa adequada:

 

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1243416 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: UFAC
Orgão: UFAC

“Para a fauna, é uma guerra nuclear”: após erupção, animais mudam de comportamento em La Palma

Pesquisador espanhol encontra um cenário surpreendente e desolador ao lado dos rios de lava, com animais desorientados e à deriva, em um estudo pioneiro em plena catástrofe vulcânica

“Para a fauna, o cenário é o de uma guerra nuclear”. Manuel Nogales há 40 anos estuda a biodiversidade das ilhas Canárias e está encontrando uma alteração da conduta dos animais de La Palma como não havia visto até agora. Tudo são surpresas, comenta. “Estão muito assustados com esse fenômeno, toda a fauna mudou seu comportamento”, diz, acelerado, no começo da manhã de sexta-feira, após dormir quatro horas, antes de ir novamente com seu jipe à área de exclusão da ilha, onde só vão os cientistas. Nogales também se mostra desolado ao contar a situação em que está encontrando os animais domésticos livres na região mais afetada pela lava, “à deriva”, comendo vegetação cheia de cinzas. E os pescadores de Tazacorte, na costa mais próxima ao vulcão, falam de uma escassez notável de peixes.

Nogales, delegado do CSIC (agência espanhola de pesquisa científica) nas Canárias, passa o dia ao lado das línguas de lava cercado de vulcanologistas, “que são as autênticas estrelas da equipe”, mas seu trabalho é muito diferente. O biólogo estuda o que está acontecendo com a vida no entorno. As plantas, por exemplo, estão muito desidratadas, e 40% está muito murcha e em mau estado. Mas são os animais que mais preocupam o pesquisador do Instituto de Produtos Naturais e Agrobiologia (IPNA). Na região, a fauna basicamente é composta de aves e répteis, sobretudo lagartos, que já não se encontram. “Os lagartos praticamente desapareceram do terreno. Agora quase não se vê nada”, diz Nogales, que registrou em seu trabalho de campo atual somente 10% do que observaria normalmente.

E quando os lagartos desaparecem, a base da alimentação de muitas aves de rapina, todo o ecossistema se altera. “Os peneireiros tentam capturar aves, e isso é algo que me surpreende porque nas Canárias é bem incomum”, reconhece o biólogo. Na área há outras aves de rapina que incluem aves menores em seu menu, como os gaviões e os falcões, como o tagarote. “Esses são especialistas na captura de aves. Mas agora os peneireiros precisam tirar de onde puderem, uma mudança completamente inesperada, porque não conhecemos esse cenário totalmente novo”, acrescenta o pesquisador.

O restante das aves também alterou sua forma de interagir no entorno. Antes, quando o cientista ia a campo para anotar todos os contatos em um determinado perímetro, a maioria das notícias que recebia de sua presença era por via acústica: seu canto. “Agora, curiosamente, vemos muito mais aves das que costumávamos ouvir, completamente ao contrário do habitual”. O pesquisador conclui: “A fauna está mudando seus hábitos, seu comportamento, definitivamente. As espécies têm muito menos medo e temor à presença do ser humano, está chamando muito nossa atenção”. Os morcegos, que dependem de insetos, continuam presentes. [...]

Leia o trecho do Texto 1 para marcar a alternativa adequada: “Pesquisador espanhol encontra um cenário surpreendente e desolador ao lado dos rios de lava, com animais desorientados e à deriva, em um estudo pioneiro em plena catástrofe vulcânica [...]”

 

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1243415 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: UFAC
Orgão: UFAC

Leia, abaixo, o fragmento do Texto 1 publicado no site da revista El Pais em 26 de Setembro de 2021.

“Para a fauna, é uma guerra nuclear”: após erupção, animais mudam de comportamento em La Palma

Pesquisador espanhol encontra um cenário surpreendente e desolador ao lado dos rios de lava, com animais desorientados e à deriva, em um estudo pioneiro em plena catástrofe vulcânica

“Para a fauna, o cenário é o de uma guerra nuclear”. Manuel Nogales há 40 anos estuda a biodiversidade das ilhas Canárias e está encontrando uma alteração da conduta dos animais de La Palma como não havia visto até agora. Tudo são surpresas, comenta. “Estão muito assustados com esse fenômeno, toda a fauna mudou seu comportamento”, diz, acelerado, no começo da manhã de sexta-feira, após dormir quatro horas, antes de ir novamente com seu jipe à área de exclusão da ilha, onde só vão os cientistas. Nogales também se mostra desolado ao contar a situação em que está encontrando os animais domésticos livres na região mais afetada pela lava, “à deriva”, comendo vegetação cheia de cinzas. E os pescadores de Tazacorte, na costa mais próxima ao vulcão, falam de uma escassez notável de peixes.

Nogales, delegado do CSIC (agência espanhola de pesquisa científica) nas Canárias, passa o dia ao lado das línguas de lava cercado de vulcanologistas, “que são as autênticas estrelas da equipe”, mas seu trabalho é muito diferente. O biólogo estuda o que está acontecendo com a vida no entorno. As plantas, por exemplo, estão muito desidratadas, e 40% está muito murcha e em mau estado. Mas são os animais que mais preocupam o pesquisador do Instituto de Produtos Naturais e Agrobiologia (IPNA). Na região, a fauna basicamente é composta de aves e répteis, sobretudo lagartos, que já não se encontram. “Os lagartos praticamente desapareceram do terreno. Agora quase não se vê nada”, diz Nogales, que registrou em seu trabalho de campo atual somente 10% do que observaria normalmente.

E quando os lagartos desaparecem, a base da alimentação de muitas aves de rapina, todo o ecossistema se altera. “Os peneireiros tentam capturar aves, e isso é algo que me surpreende porque nas Canárias é bem incomum”, reconhece o biólogo. Na área há outras aves de rapina que incluem aves menores em seu menu, como os gaviões e os falcões, como o tagarote. “Esses são especialistas na captura de aves. Mas agora os peneireiros precisam tirar de onde puderem, uma mudança completamente inesperada, porque não conhecemos esse cenário totalmente novo”, acrescenta o pesquisador.

O restante das aves também alterou sua forma de interagir no entorno. Antes, quando o cientista ia a campo para anotar todos os contatos em um determinado perímetro, a maioria das notícias que recebia de sua presença era por via acústica: seu canto. “Agora, curiosamente, vemos muito mais aves das que costumávamos ouvir, completamente ao contrário do habitual”. O pesquisador conclui: “A fauna está mudando seus hábitos, seu comportamento, definitivamente. As espécies têm muito menos medo e temor à presença do ser humano, está chamando muito nossa atenção”. Os morcegos, que dependem de insetos, continuam presentes. [...]

Leia o seguinte trecho presente no Texto 1: “Para a fauna, o cenário é o de uma guerra nuclear”. Manuel Nogales há 40 anos estuda a biodiversidade das ilhas Canárias e está encontrando uma alteração da conduta dos animais de La Palma como não havia visto até agora.

 

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1243414 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: UFAC
Orgão: UFAC

Leia, abaixo, o fragmento do Texto 1 publicado no site da revista El Pais em 26 de Setembro de 2021.

“Para a fauna, é uma guerra nuclear”: após erupção, animais mudam de comportamento em La Palma

Pesquisador espanhol encontra um cenário surpreendente e desolador ao lado dos rios de lava, com animais desorientados e à deriva, em um estudo pioneiro em plena catástrofe vulcânica

“Para a fauna, o cenário é o de uma guerra nuclear”. Manuel Nogales há 40 anos estuda a biodiversidade das ilhas Canárias e está encontrando uma alteração da conduta dos animais de La Palma como não havia visto até agora. Tudo são surpresas, comenta. “Estão muito assustados com esse fenômeno, toda a fauna mudou seu comportamento”, diz, acelerado, no começo da manhã de sexta-feira, após dormir quatro horas, antes de ir novamente com seu jipe à área de exclusão da ilha, onde só vão os cientistas. Nogales também se mostra desolado ao contar a situação em que está encontrando os animais domésticos livres na região mais afetada pela lava, “à deriva”, comendo vegetação cheia de cinzas. E os pescadores de Tazacorte, na costa mais próxima ao vulcão, falam de uma escassez notável de peixes.

Nogales, delegado do CSIC (agência espanhola de pesquisa científica) nas Canárias, passa o dia ao lado das línguas de lava cercado de vulcanologistas, “que são as autênticas estrelas da equipe”, mas seu trabalho é muito diferente. O biólogo estuda o que está acontecendo com a vida no entorno. As plantas, por exemplo, estão muito desidratadas, e 40% está muito murcha e em mau estado. Mas são os animais que mais preocupam o pesquisador do Instituto de Produtos Naturais e Agrobiologia (IPNA). Na região, a fauna basicamente é composta de aves e répteis, sobretudo lagartos, que já não se encontram. “Os lagartos praticamente desapareceram do terreno. Agora quase não se vê nada”, diz Nogales, que registrou em seu trabalho de campo atual somente 10% do que observaria normalmente.

E quando os lagartos desaparecem, a base da alimentação de muitas aves de rapina, todo o ecossistema se altera. “Os peneireiros tentam capturar aves, e isso é algo que me surpreende porque nas Canárias é bem incomum”, reconhece o biólogo. Na área há outras aves de rapina que incluem aves menores em seu menu, como os gaviões e os falcões, como o tagarote. “Esses são especialistas na captura de aves. Mas agora os peneireiros precisam tirar de onde puderem, uma mudança completamente inesperada, porque não conhecemos esse cenário totalmente novo”, acrescenta o pesquisador.

O restante das aves também alterou sua forma de interagir no entorno. Antes, quando o cientista ia a campo para anotar todos os contatos em um determinado perímetro, a maioria das notícias que recebia de sua presença era por via acústica: seu canto. “Agora, curiosamente, vemos muito mais aves das que costumávamos ouvir, completamente ao contrário do habitual”. O pesquisador conclui: “A fauna está mudando seus hábitos, seu comportamento, definitivamente. As espécies têm muito menos medo e temor à presença do ser humano, está chamando muito nossa atenção”. Os morcegos, que dependem de insetos, continuam presentes. [...]

Segundo o Texto 1, o ecossistema de La Palma foi afetado pela erupção do vulcão, o que provocou:

 

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1243413 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: UFAC
Orgão: UFAC

Leia, abaixo, o fragmento do Texto 1 publicado no site da revista El Pais em 26 de Setembro de 2021.

“Para a fauna, é uma guerra nuclear”: após erupção, animais mudam de comportamento em La Palma

Pesquisador espanhol encontra um cenário surpreendente e desolador ao lado dos rios de lava, com animais desorientados e à deriva, em um estudo pioneiro em plena catástrofe vulcânica

“Para a fauna, o cenário é o de uma guerra nuclear”. Manuel Nogales há 40 anos estuda a biodiversidade das ilhas Canárias e está encontrando uma alteração da conduta dos animais de La Palma como não havia visto até agora. Tudo são surpresas, comenta. “Estão muito assustados com esse fenômeno, toda a fauna mudou seu comportamento”, diz, acelerado, no começo da manhã de sexta-feira, após dormir quatro horas, antes de ir novamente com seu jipe à área de exclusão da ilha, onde só vão os cientistas. Nogales também se mostra desolado ao contar a situação em que está encontrando os animais domésticos livres na região mais afetada pela lava, “à deriva”, comendo vegetação cheia de cinzas. E os pescadores de Tazacorte, na costa mais próxima ao vulcão, falam de uma escassez notável de peixes.

Nogales, delegado do CSIC (agência espanhola de pesquisa científica) nas Canárias, passa o dia ao lado das línguas de lava cercado de vulcanologistas, “que são as autênticas estrelas da equipe”, mas seu trabalho é muito diferente. O biólogo estuda o que está acontecendo com a vida no entorno. As plantas, por exemplo, estão muito desidratadas, e 40% está muito murcha e em mau estado. Mas são os animais que mais preocupam o pesquisador do Instituto de Produtos Naturais e Agrobiologia (IPNA). Na região, a fauna basicamente é composta de aves e répteis, sobretudo lagartos, que já não se encontram. “Os lagartos praticamente desapareceram do terreno. Agora quase não se vê nada”, diz Nogales, que registrou em seu trabalho de campo atual somente 10% do que observaria normalmente.

E quando os lagartos desaparecem, a base da alimentação de muitas aves de rapina, todo o ecossistema se altera. “Os peneireiros tentam capturar aves, e isso é algo que me surpreende porque nas Canárias é bem incomum”, reconhece o biólogo. Na área há outras aves de rapina que incluem aves menores em seu menu, como os gaviões e os falcões, como o tagarote. “Esses são especialistas na captura de aves. Mas agora os peneireiros precisam tirar de onde puderem, uma mudança completamente inesperada, porque não conhecemos esse cenário totalmente novo”, acrescenta o pesquisador.

O restante das aves também alterou sua forma de interagir no entorno. Antes, quando o cientista ia a campo para anotar todos os contatos em um determinado perímetro, a maioria das notícias que recebia de sua presença era por via acústica: seu canto. “Agora, curiosamente, vemos muito mais aves das que costumávamos ouvir, completamente ao contrário do habitual”. O pesquisador conclui: “A fauna está mudando seus hábitos, seu comportamento, definitivamente. As espécies têm muito menos medo e temor à presença do ser humano, está chamando muito nossa atenção”. Os morcegos, que dependem de insetos, continuam presentes. [...]

De acordo com o Texto 1, marque a alternativa adequada:

 

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1243471 Ano: 2020
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFAC
Orgão: UFAC
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O Movimento de Reconceituação foi um marco para o serviço social, resultando em transformações, tanto na formação dos profissionais, como também em seus respectivos processos de trabalho. Sobre esse Movimento, é correto afirmar:

I – O avanço na compreensão do Estado capitalista, das políticas, dos movimentos sociais, dos direitos sociais, da cidadania, da democracia, do processo de trabalho, entre outros temas, foi marcante, porém não garantiu que o Assistente Social ultrapassasse a condição de executor das políticas sociais para assumir posições de planejamento e gestão;

II - O conjunto de tendência teórico-metodológico e as posições ideopolíticas se confrontaram nesse período, sendo inegável a centralidade na teoria marxista expressa nas diretrizes curriculares e nos Códigos de Ética a partir da década de 1980.

III - A partir desse Movimento, a produção teórica do Serviço Social brasileiro passa a gerar bibliografia própria e tem criação e expansão da pós-graduação, com cursos de mestrado e doutorado, bem como convênios internacionais para estudos e formação.

Marque a opção CORRETA:

Questão Anulada

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1243430 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: UFAC
Orgão: UFAC

Ao navegar pela internet, caso o usuário não tome o devido cuidado, pode estar vulnerável, muitas vezes sem perceber, a algumas “pragas da internet”. Uma dessas “pragas” são programas espiões que utilizam a internet, que uma vez instalados no sistema do usuário, realiza o monitoramento de suas atividades e enviam as informações coletadas para terceiros. A descrição desta “praga virtual” refere-se a:

Questão Anulada

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