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Foram encontradas 55 questões.

2642335 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFBA
Orgão: UFBA
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Pesquisas do Instituto Paulo Montenegro realizadas desde 2001 apontam que, no Brasil, apenas 25% da população pode ser considerada plenamente alfabetizada — ou seja, é capaz de compreender textos típicos da vida moderna como um artigo jornalístico longo, um relatório de trabalho ou um manual de instruções. Essa proporção tem se mantido estagnada ao longo da última década. Dentro desse grupo já reduzido, é de se presumir que apenas uma diminuta fração seja capaz de ler e apreciar os produtos superiores do intelecto humano, como a alta literatura ou os melhores livros históricos, filosóficos ou científicos.

“Como ler livros”, escrito por dois professores americanos — um, filósofo e o outro, historiador — destina-se, como a maioria dos demais livros, à parcela plenamente alfabetizada do público; seu objetivo, porém, é elevar seus leitores a um patamar superior, qualificando-os à leitura dos maiores livros da tradição intelectual do Ocidente.

ORTIZ, Felipe. Além do alfabetismo. In: Dicta&Contradicta, Instituto de

Formação e Educação — I.F.E., São Paulo, n. 6,dez. 2010. p. 236.

As expressões “desde 2001” e “ao longo da última década” expressam circunstância de tempo.

 

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2642334 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFBA
Orgão: UFBA
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Pesquisas do Instituto Paulo Montenegro realizadas desde 2001 apontam que, no Brasil, apenas 25% da população pode ser considerada plenamente alfabetizada — ou seja, é capaz de compreender textos típicos da vida moderna como um artigo jornalístico longo, um relatório de trabalho ou um manual de instruções. Essa proporção tem se mantido estagnada ao longo da última década. Dentro desse grupo já reduzido, é de se presumir que apenas uma diminuta fração seja capaz de ler e apreciar os produtos superiores do intelecto humano, como a alta literatura ou os melhores livros históricos, filosóficos ou científicos.

“Como ler livros”, escrito por dois professores americanos — um, filósofo e o outro, historiador — destina-se, como a maioria dos demais livros, à parcela plenamente alfabetizada do público; seu objetivo, porém, é elevar seus leitores a um patamar superior, qualificando-os à leitura dos maiores livros da tradição intelectual do Ocidente.

ORTIZ, Felipe. Além do alfabetismo. In: Dicta&Contradicta, Instituto de

Formação e Educação — I.F.E., São Paulo, n. 6,dez. 2010. p. 236.

O filósofo e o historiador referidos no texto são cidadãos de nível cultural compatível com o de pessoas integrantes dos 25% da população plenamente alfabetizada no Brasil.

 

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2642333 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFBA
Orgão: UFBA
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Pesquisas do Instituto Paulo Montenegro realizadas desde 2001 apontam que, no Brasil, apenas 25% da população pode ser considerada plenamente alfabetizada — ou seja, é capaz de compreender textos típicos da vida moderna como um artigo jornalístico longo, um relatório de trabalho ou um manual de instruções. Essa proporção tem se mantido estagnada ao longo da última década. Dentro desse grupo já reduzido, é de se presumir que apenas uma diminuta fração seja capaz de ler e apreciar os produtos superiores do intelecto humano, como a alta literatura ou os melhores livros históricos, filosóficos ou científicos.

“Como ler livros”, escrito por dois professores americanos — um, filósofo e o outro, historiador — destina-se, como a maioria dos demais livros, à parcela plenamente alfabetizada do público; seu objetivo, porém, é elevar seus leitores a um patamar superior, qualificando-os à leitura dos maiores livros da tradição intelectual do Ocidente.

ORTIZ, Felipe. Além do alfabetismo. In: Dicta&Contradicta, Instituto de

Formação e Educação — I.F.E., São Paulo, n. 6,dez. 2010. p. 236.

Para o autor, é possível que a parcela dos considerados, de fato, alfabetizados apresente níveis diferentes de compreensão de um texto.

 

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2642332 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFBA
Orgão: UFBA
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Pesquisas do Instituto Paulo Montenegro realizadas desde 2001 apontam que, no Brasil, apenas 25% da população pode ser considerada plenamente alfabetizada — ou seja, é capaz de compreender textos típicos da vida moderna como um artigo jornalístico longo, um relatório de trabalho ou um manual de instruções. Essa proporção tem se mantido estagnada ao longo da última década. Dentro desse grupo já reduzido, é de se presumir que apenas uma diminuta fração seja capaz de ler e apreciar os produtos superiores do intelecto humano, como a alta literatura ou os melhores livros históricos, filosóficos ou científicos.

“Como ler livros”, escrito por dois professores americanos — um, filósofo e o outro, historiador — destina-se, como a maioria dos demais livros, à parcela plenamente alfabetizada do público; seu objetivo, porém, é elevar seus leitores a um patamar superior, qualificando-os à leitura dos maiores livros da tradição intelectual do Ocidente.

ORTIZ, Felipe. Além do alfabetismo. In: Dicta&Contradicta, Instituto de

Formação e Educação — I.F.E., São Paulo, n. 6,dez. 2010. p. 236.

A população brasileira, de acordo com as pesquisas referidas no texto, evoluiu naquilo que se refere à alfabetização entre 2001 e 2010.

 

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2642331 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFBA
Orgão: UFBA
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Pesquisas do Instituto Paulo Montenegro realizadas desde 2001 apontam que, no Brasil, apenas 25% da população pode ser considerada plenamente alfabetizada — ou seja, é capaz de compreender textos típicos da vida moderna como um artigo jornalístico longo, um relatório de trabalho ou um manual de instruções. Essa proporção tem se mantido estagnada ao longo da última década. Dentro desse grupo já reduzido, é de se presumir que apenas uma diminuta fração seja capaz de ler e apreciar os produtos superiores do intelecto humano, como a alta literatura ou os melhores livros históricos, filosóficos ou científicos.

“Como ler livros”, escrito por dois professores americanos — um, filósofo e o outro, historiador — destina-se, como a maioria dos demais livros, à parcela plenamente alfabetizada do público; seu objetivo, porém, é elevar seus leitores a um patamar superior, qualificando-os à leitura dos maiores livros da tradição intelectual do Ocidente.

ORTIZ, Felipe. Além do alfabetismo. In: Dicta&Contradicta, Instituto de

Formação e Educação — I.F.E., São Paulo, n. 6,dez. 2010. p. 236.

A informação principal do texto, baseada em pesquisas, é que o nível de alfabetização completa no país atinge apenas um quarto da população.

 

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