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Irene preta
Irene boa
Irene sempre de bom humor.
Imagino Irene entrando no céu:
— Licença, meu branco!
E São Pedro bonachão:
— Entra, Irene. Você não precisa pedir licença.
(Libertinagem)
BANDEIRA, Manuel. (1886-1968). Irene no céu. Seleta em prosa e verso. Organização, estudos e
notas de Emanuel de Moraes. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971. (Coleção Brasil Moço, v. 2, 1971)
As vírgulas dos versos 5 e 7 estão sendo usadas para separar o vocativo.
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Irene preta
Irene boa
Irene sempre de bom humor.
Imagino Irene entrando no céu:
— Licença, meu branco!
E São Pedro bonachão:
— Entra, Irene. Você não precisa pedir licença.
(Libertinagem)
BANDEIRA, Manuel. (1886-1968). Irene no céu. Seleta em prosa e verso. Organização, estudos e
notas de Emanuel de Moraes. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971. (Coleção Brasil Moço, v. 2, 1971)
No último verso, as formas verbais “Entra” e “precisa” concordam com o pronome “Você”.
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Irene preta
Irene boa
Irene sempre de bom humor.
Imagino Irene entrando no céu:
— Licença, meu branco!
E São Pedro bonachão:
— Entra, Irene. Você não precisa pedir licença.
(Libertinagem)
BANDEIRA, Manuel. (1886-1968). Irene no céu. Seleta em prosa e verso. Organização, estudos e
notas de Emanuel de Moraes. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971. (Coleção Brasil Moço, v. 2, 1971)
A imagem que o sujeito poético tem de São Pedro é a de um ser irresponsável.
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Irene preta
Irene boa
Irene sempre de bom humor.
Imagino Irene entrando no céu:
— Licença, meu branco!
E São Pedro bonachão:
— Entra, Irene. Você não precisa pedir licença.
(Libertinagem)
BANDEIRA, Manuel. (1886-1968). Irene no céu. Seleta em prosa e verso. Organização, estudos e
notas de Emanuel de Moraes. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971. (Coleção Brasil Moço, v. 2, 1971)
Nos quatro últimos versos, o sujeito poético apresenta uma realidade que é fruto de sua criação artística.
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Irene preta
Irene boa
Irene sempre de bom humor.
Imagino Irene entrando no céu:
— Licença, meu branco!
E São Pedro bonachão:
— Entra, Irene. Você não precisa pedir licença.
(Libertinagem)
BANDEIRA, Manuel. (1886-1968). Irene no céu. Seleta em prosa e verso. Organização, estudos e
notas de Emanuel de Moraes. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971. (Coleção Brasil Moço, v. 2, 1971)
Nos três primeiros versos do poema, há um processo de caracterização positiva da personagem Irene.
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Pesquisas do Instituto Paulo Montenegro realizadas desde 2001 apontam que, no Brasil, apenas 25% da população pode ser considerada plenamente alfabetizada — ou seja, é capaz de compreender textos típicos da vida moderna como um artigo jornalístico longo, um relatório de trabalho ou um manual de instruções. Essa proporção tem se mantido estagnada ao longo da última década. Dentro desse grupo já reduzido, é de se presumir que apenas uma diminuta fração seja capaz de ler e apreciar os produtos superiores do intelecto humano, como a alta literatura ou os melhores livros históricos, filosóficos ou científicos.
“Como ler livros”, escrito por dois professores americanos — um, filósofo e o outro, historiador — destina-se, como a maioria dos demais livros, à parcela plenamente alfabetizada do público; seu objetivo, porém, é elevar seus leitores a um patamar superior, qualificando-os à leitura dos maiores livros da tradição intelectual do Ocidente.
ORTIZ, Felipe. Além do alfabetismo. In: Dicta&Contradicta, Instituto de
Formação e Educação — I.F.E., São Paulo, n. 6,dez. 2010. p. 236.
A palavra “como”, em “como a maioria dos demais livros”, introduz uma ideia de finalidade.
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Pesquisas do Instituto Paulo Montenegro realizadas desde 2001 apontam que, no Brasil, apenas 25% da população pode ser considerada plenamente alfabetizada — ou seja, é capaz de compreender textos típicos da vida moderna como um artigo jornalístico longo, um relatório de trabalho ou um manual de instruções. Essa proporção tem se mantido estagnada ao longo da última década. Dentro desse grupo já reduzido, é de se presumir que apenas uma diminuta fração seja capaz de ler e apreciar os produtos superiores do intelecto humano, como a alta literatura ou os melhores livros históricos, filosóficos ou científicos.
“Como ler livros”, escrito por dois professores americanos — um, filósofo e o outro, historiador — destina-se, como a maioria dos demais livros, à parcela plenamente alfabetizada do público; seu objetivo, porém, é elevar seus leitores a um patamar superior, qualificando-os à leitura dos maiores livros da tradição intelectual do Ocidente.
ORTIZ, Felipe. Além do alfabetismo. In: Dicta&Contradicta, Instituto de
Formação e Educação — I.F.E., São Paulo, n. 6,dez. 2010. p. 236.
O termo “de ler e apreciar os produtos superiores do intelecto humano” complementa o sentido do adjetivo “capaz”.
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Pesquisas do Instituto Paulo Montenegro realizadas desde 2001 apontam que, no Brasil, apenas 25% da população pode ser considerada plenamente alfabetizada — ou seja, é capaz de compreender textos típicos da vida moderna como um artigo jornalístico longo, um relatório de trabalho ou um manual de instruções. Essa proporção tem se mantido estagnada ao longo da última década. Dentro desse grupo já reduzido, é de se presumir que apenas uma diminuta fração seja capaz de ler e apreciar os produtos superiores do intelecto humano, como a alta literatura ou os melhores livros históricos, filosóficos ou científicos.
“Como ler livros”, escrito por dois professores americanos — um, filósofo e o outro, historiador — destina-se, como a maioria dos demais livros, à parcela plenamente alfabetizada do público; seu objetivo, porém, é elevar seus leitores a um patamar superior, qualificando-os à leitura dos maiores livros da tradição intelectual do Ocidente.
ORTIZ, Felipe. Além do alfabetismo. In: Dicta&Contradicta, Instituto de
Formação e Educação — I.F.E., São Paulo, n. 6,dez. 2010. p. 236.
“Essa proporção tem se mantido estagnada ao longo da última década.” constitui um período composto.
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Pesquisas do Instituto Paulo Montenegro realizadas desde 2001 apontam que, no Brasil, apenas 25% da população pode ser considerada plenamente alfabetizada — ou seja, é capaz de compreender textos típicos da vida moderna como um artigo jornalístico longo, um relatório de trabalho ou um manual de instruções. Essa proporção tem se mantido estagnada ao longo da última década. Dentro desse grupo já reduzido, é de se presumir que apenas uma diminuta fração seja capaz de ler e apreciar os produtos superiores do intelecto humano, como a alta literatura ou os melhores livros históricos, filosóficos ou científicos.
“Como ler livros”, escrito por dois professores americanos — um, filósofo e o outro, historiador — destina-se, como a maioria dos demais livros, à parcela plenamente alfabetizada do público; seu objetivo, porém, é elevar seus leitores a um patamar superior, qualificando-os à leitura dos maiores livros da tradição intelectual do Ocidente.
ORTIZ, Felipe. Além do alfabetismo. In: Dicta&Contradicta, Instituto de
Formação e Educação — I.F.E., São Paulo, n. 6,dez. 2010. p. 236.
A expressão “ou seja” está sendo usada para retificar o que foi antes enunciado na frase.
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Pesquisas do Instituto Paulo Montenegro realizadas desde 2001 apontam que, no Brasil, apenas 25% da população pode ser considerada plenamente alfabetizada — ou seja, é capaz de compreender textos típicos da vida moderna como um artigo jornalístico longo, um relatório de trabalho ou um manual de instruções. Essa proporção tem se mantido estagnada ao longo da última década. Dentro desse grupo já reduzido, é de se presumir que apenas uma diminuta fração seja capaz de ler e apreciar os produtos superiores do intelecto humano, como a alta literatura ou os melhores livros históricos, filosóficos ou científicos.
“Como ler livros”, escrito por dois professores americanos — um, filósofo e o outro, historiador — destina-se, como a maioria dos demais livros, à parcela plenamente alfabetizada do público; seu objetivo, porém, é elevar seus leitores a um patamar superior, qualificando-os à leitura dos maiores livros da tradição intelectual do Ocidente.
ORTIZ, Felipe. Além do alfabetismo. In: Dicta&Contradicta, Instituto de
Formação e Educação — I.F.E., São Paulo, n. 6,dez. 2010. p. 236.
As formas verbais “apontam” e “presumir” apresentam, respectivamente, sentido de “mencionam” e de “supor”.
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