Foram encontradas 100 questões.
Mais uma para o currículo das células-tronco: foram capazes de reparar dano nos rins causado por insuficiência renal aguda e crônica.
Pesquisadores paulistas extraíram células-tronco da medula óssea de ratos, as cultivaram no laboratório e as injetaram em ratas com infecção renal aguda e crônica. Essas células promoveram a recuperação do tecido danificado.
“Utilizamos células de ratos porque marcamos o cromossomo Y com uma técnica de imunofluorescência.”
Os experimentos mostraram que as células-tronco injetadas migravam para o local da lesão e promoviam a recuperação do tecido danificado. “Mas essa regeneração não foi causada pela transformação das células injetadas em células renais”. “Acreditamos que as células-tronco liberem substâncias que estimulem as células do rim a realizar o reparo.” As substâncias a que o médico se refere são moléculas de RNA, citocinas e fatores de crescimento, entre outras. (FURTADO, 2011).
A partir da análise do texto e de conhecimentos sobre células-tronco, é correto afimar:
O potencial de diferenciação das células-tronco é restrito àquelas de origem embrionária.
Provas
As superbactérias têm surgido a partir de diversas espécies ou grupos de micro-organismos, alguns dos quais podem ser encontrados normalmente em nosso corpo (na pele e nos intestinos, por exemplo). Entre as espécies mais associadas à resistência a antimicrobianos estão Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA), a Acinetobacter baumannii, Enterococcus faecium, Pseudomonas aeruginosa, Clostridium difficile, Escherichia coli e Klebsiella pneumoniae.
A MRSA está, sem dúvida, entre as superbactérias mais disseminadas no mundo, tanto no ambiente hospitalar quanto fora dos hospitais. [...] Essa forma resistente da bactéria tem elevada capacidade de disseminação, sendo comum encontrar bactérias da mesma linhagem (muitas vezes, geneticamente idênticas) em hospitais separados por distâncias continentais, gerando verdadeiras pandemias hospitalares. A maioria das infecções que ocorrem em hospitais é causada por um pequeno número de linhagens internacionais epidêmicas de MRSA. No Brasil e em vários países, está amplamente disseminada a linhagem ST239. (FERREIRA; CRUZ; FIGUEIREDO, 2011, p. 24).
Os mecanismos de transferência horizontal de “superbactérias” para bactérias não resistentes estão esquematizados na figura.

Com base na análise das informações, pode-se concluir:
O uso de antibióticos, tão necessário em certas situações de risco, paradoxalmente, contribui para a expansão do problema das superbactérias.
Provas
As superbactérias têm surgido a partir de diversas espécies ou grupos de micro-organismos, alguns dos quais podem ser encontrados normalmente em nosso corpo (na pele e nos intestinos, por exemplo). Entre as espécies mais associadas à resistência a antimicrobianos estão Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA), a Acinetobacter baumannii, Enterococcus faecium, Pseudomonas aeruginosa, Clostridium difficile, Escherichia coli e Klebsiella pneumoniae.
A MRSA está, sem dúvida, entre as superbactérias mais disseminadas no mundo, tanto no ambiente hospitalar quanto fora dos hospitais. [...] Essa forma resistente da bactéria tem elevada capacidade de disseminação, sendo comum encontrar bactérias da mesma linhagem (muitas vezes, geneticamente idênticas) em hospitais separados por distâncias continentais, gerando verdadeiras pandemias hospitalares. A maioria das infecções que ocorrem em hospitais é causada por um pequeno número de linhagens internacionais epidêmicas de MRSA. No Brasil e em vários países, está amplamente disseminada a linhagem ST239. (FERREIRA; CRUZ; FIGUEIREDO, 2011, p. 24).
Os mecanismos de transferência horizontal de “superbactérias” para bactérias não resistentes estão esquematizados na figura.

Com base na análise das informações, pode-se concluir:
A grande mobilidade humana em nível global é um dos principais fatores que favorecem a disseminação das superbactérias, criando a ameaça de uma verdadeira pandemia.
Provas
As superbactérias têm surgido a partir de diversas espécies ou grupos de micro-organismos, alguns dos quais podem ser encontrados normalmente em nosso corpo (na pele e nos intestinos, por exemplo). Entre as espécies mais associadas à resistência a antimicrobianos estão Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA), a Acinetobacter baumannii, Enterococcus faecium, Pseudomonas aeruginosa, Clostridium difficile, Escherichia coli e Klebsiella pneumoniae.
A MRSA está, sem dúvida, entre as superbactérias mais disseminadas no mundo, tanto no ambiente hospitalar quanto fora dos hospitais. [...] Essa forma resistente da bactéria tem elevada capacidade de disseminação, sendo comum encontrar bactérias da mesma linhagem (muitas vezes, geneticamente idênticas) em hospitais separados por distâncias continentais, gerando verdadeiras pandemias hospitalares. A maioria das infecções que ocorrem em hospitais é causada por um pequeno número de linhagens internacionais epidêmicas de MRSA. No Brasil e em vários países, está amplamente disseminada a linhagem ST239. (FERREIRA; CRUZ; FIGUEIREDO, 2011, p. 24).
Os mecanismos de transferência horizontal de “superbactérias” para bactérias não resistentes estão esquematizados na figura.

Com base na análise das informações, pode-se concluir:
O mecanismo indicado em C é caracterizado como transdução, podendo conferir um novo atributo genético a uma bactéria.
Provas
As superbactérias têm surgido a partir de diversas espécies ou grupos de micro-organismos, alguns dos quais podem ser encontrados normalmente em nosso corpo (na pele e nos intestinos, por exemplo). Entre as espécies mais associadas à resistência a antimicrobianos estão Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA), a Acinetobacter baumannii, Enterococcus faecium, Pseudomonas aeruginosa, Clostridium difficile, Escherichia coli e Klebsiella pneumoniae.
A MRSA está, sem dúvida, entre as superbactérias mais disseminadas no mundo, tanto no ambiente hospitalar quanto fora dos hospitais. [...] Essa forma resistente da bactéria tem elevada capacidade de disseminação, sendo comum encontrar bactérias da mesma linhagem (muitas vezes, geneticamente idênticas) em hospitais separados por distâncias continentais, gerando verdadeiras pandemias hospitalares. A maioria das infecções que ocorrem em hospitais é causada por um pequeno número de linhagens internacionais epidêmicas de MRSA. No Brasil e em vários países, está amplamente disseminada a linhagem ST239. (FERREIRA; CRUZ; FIGUEIREDO, 2011, p. 24).
Os mecanismos de transferência horizontal de “superbactérias” para bactérias não resistentes estão esquematizados na figura.

Com base na análise das informações, pode-se concluir:
Elementos genéticos móveis permitem o aumento de populações de superbactérias, além do próprio mecanismo de reprodução dessas células.
Provas
As superbactérias têm surgido a partir de diversas espécies ou grupos de micro-organismos, alguns dos quais podem ser encontrados normalmente em nosso corpo (na pele e nos intestinos, por exemplo). Entre as espécies mais associadas à resistência a antimicrobianos estão Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA), a Acinetobacter baumannii, Enterococcus faecium, Pseudomonas aeruginosa, Clostridium difficile, Escherichia coli e Klebsiella pneumoniae.
A MRSA está, sem dúvida, entre as superbactérias mais disseminadas no mundo, tanto no ambiente hospitalar quanto fora dos hospitais. [...] Essa forma resistente da bactéria tem elevada capacidade de disseminação, sendo comum encontrar bactérias da mesma linhagem (muitas vezes, geneticamente idênticas) em hospitais separados por distâncias continentais, gerando verdadeiras pandemias hospitalares. A maioria das infecções que ocorrem em hospitais é causada por um pequeno número de linhagens internacionais epidêmicas de MRSA. No Brasil e em vários países, está amplamente disseminada a linhagem ST239. (FERREIRA; CRUZ; FIGUEIREDO, 2011, p. 24).
Os mecanismos de transferência horizontal de “superbactérias” para bactérias não resistentes estão esquematizados na figura.

Com base na análise das informações, pode-se concluir:
A resistência bacteriana a antimicrobianos é uma condição não genética que lhe confere uma vantagem transitória em determinado ambiente.
Provas
As superbactérias têm surgido a partir de diversas espécies ou grupos de micro-organismos, alguns dos quais podem ser encontrados normalmente em nosso corpo (na pele e nos intestinos, por exemplo). Entre as espécies mais associadas à resistência a antimicrobianos estão Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA), a Acinetobacter baumannii, Enterococcus faecium, Pseudomonas aeruginosa, Clostridium difficile, Escherichia coli e Klebsiella pneumoniae.
A MRSA está, sem dúvida, entre as superbactérias mais disseminadas no mundo, tanto no ambiente hospitalar quanto fora dos hospitais. [...] Essa forma resistente da bactéria tem elevada capacidade de disseminação, sendo comum encontrar bactérias da mesma linhagem (muitas vezes, geneticamente idênticas) em hospitais separados por distâncias continentais, gerando verdadeiras pandemias hospitalares. A maioria das infecções que ocorrem em hospitais é causada por um pequeno número de linhagens internacionais epidêmicas de MRSA. No Brasil e em vários países, está amplamente disseminada a linhagem ST239. (FERREIRA; CRUZ; FIGUEIREDO, 2011, p. 24).
Os mecanismos de transferência horizontal de “superbactérias” para bactérias não resistentes estão esquematizados na figura.

Com base na análise das informações, pode-se concluir:
Segundo as regras da nomenclatura binomial, as superbactérias referidas no texto pertencem ao mesmo gênero.
Provas
Estudos citogenéticos envolvem frequentemente a produção de cultura de linfócitos, a partir dos quais podem ser feitas análises cromossômicas, fundamentais para a identificação de diferentes alterações genéticas, que subsidiarão diagnósticos e proposição de condutas terapêuticas adequadas.
Quanto aos procedimentos para obtenção da cultura e posterior análise cromossômica, pode-se afirmar:
Tamanho e forma dos cromossomos são critérios suficientes para a identificação segura dos pares de homólogos.
Provas
Estudos citogenéticos envolvem frequentemente a produção de cultura de linfócitos, a partir dos quais podem ser feitas análises cromossômicas, fundamentais para a identificação de diferentes alterações genéticas, que subsidiarão diagnósticos e proposição de condutas terapêuticas adequadas.
Quanto aos procedimentos para obtenção da cultura e posterior análise cromossômica, pode-se afirmar:
A observação de 45 cromossomos em metáfases de uma paciente, resultando na montagem de um cariótipo 45,X, confirma o diagnóstico de Síndrome de Down.
Provas
Estudos citogenéticos envolvem frequentemente a produção de cultura de linfócitos, a partir dos quais podem ser feitas análises cromossômicas, fundamentais para a identificação de diferentes alterações genéticas, que subsidiarão diagnósticos e proposição de condutas terapêuticas adequadas.
Quanto aos procedimentos para obtenção da cultura e posterior análise cromossômica, pode-se afirmar:
A esterilização do ambiente integra um conjunto de exigências em relação ao meio onde a cultura deverá se desenvolver.
Provas
Caderno Container