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A dinâmica histórica que articulou a universidade pós-medieval, o desenvolvimento da ciência e a emergência do Estado nacional, ao relacionar universidade, ciência e poder, introduz os parâmetros da complexa problemática da universidade na perspectiva do novo século.
A metáfora sugestiva de um reitor francês de que a “universidade é um dinossauro pousado em um aeroporto” parece sugerir que a contradição da instituição universitária no mundo contemporâneo não se limita nem ao universo latino-americano, nem resulta exclusivamente de um processo que atinge seu clímax na hegemonia neoliberal.
Se lançarmos um olhar retrospectivo sobre a instituição universitária, poderemos estabelecer quatro períodos para os fins de nossa análise.
O primeiro, do século XII até o Renascimento, foi o período da invenção da universidade em plena Idade Média, durante o qual se constituiu o modelo da universidade tradicional, a partir das experiências precursoras de Paris e Bolonha, da sua implantação em todo território europeu sob a proteção da Igreja.
O segundo iniciou-se no século XV, época em que a universidade renascentista recebe o impacto das transformações comerciais do capitalismo e do humanismo literário e artístico, mas sofre também os efeitos da Reforma e da Contrarreforma.
No terceiro, a partir do século XVII, marcado por descobertas científicas em vários campos do saber, e do Iluminismo do XVIII, a universidade começou a institucionalizar a ciência, não sem resistências, numa transição para os novos modelos.
No quarto período, que começa no século XIX e se desdobra até os nossos dias, implantou-se a universidade estatal moderna, e foi nessa época que surgiu uma nova relação entre Estado e universidade, estabelecendo suas principais variantes institucionais.
É importante salientar que, enquanto a universidade se alastrava na Europa em todas as suas latitudes — da Península Ibérica à Rússia e do Sul da Itália aos países nórdicos — a instituição aportou nas Américas.
Os conquistadores espanhóis transplantaram para o Caribe, no início do século XVI, a primeira universidade (em Santo Domingo, 1538), inspirada no modelo de Salamanca e, até fins do século XVII, se constituiu uma rede de mais de uma dezena de instituições “públicas e católicas” de norte ao aul do continente. Por sua vez, as colônias norte-americanas da costa leste, após enviarem seus filhos para estudar em Oxford e Cambridge — de 1650 e 1750 — adotaram o modelo dos colégios ingleses, a partir de 1636, em Cambridge (Harvard), Filadélfia, Yale e Princeton e Columbia. (TRINDADE, 2001, p. 9-11).
O conhecimento acerca do atual papel da instituição universitária no Brasil e no mundo e as ideias contidas no texto permitem concluir:
A história da educação, no Brasil, é um efeito imediato das mudanças preconizadas pelo movimento da Reforma da Igreja na Europa.
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A dinâmica histórica que articulou a universidade pós-medieval, o desenvolvimento da ciência e a emergência do Estado nacional, ao relacionar universidade, ciência e poder, introduz os parâmetros da complexa problemática da universidade na perspectiva do novo século.
A metáfora sugestiva de um reitor francês de que a “universidade é um dinossauro pousado em um aeroporto” parece sugerir que a contradição da instituição universitária no mundo contemporâneo não se limita nem ao universo latino-americano, nem resulta exclusivamente de um processo que atinge seu clímax na hegemonia neoliberal.
Se lançarmos um olhar retrospectivo sobre a instituição universitária, poderemos estabelecer quatro períodos para os fins de nossa análise.
O primeiro, do século XII até o Renascimento, foi o período da invenção da universidade em plena Idade Média, durante o qual se constituiu o modelo da universidade tradicional, a partir das experiências precursoras de Paris e Bolonha, da sua implantação em todo território europeu sob a proteção da Igreja.
O segundo iniciou-se no século XV, época em que a universidade renascentista recebe o impacto das transformações comerciais do capitalismo e do humanismo literário e artístico, mas sofre também os efeitos da Reforma e da Contrarreforma.
No terceiro, a partir do século XVII, marcado por descobertas científicas em vários campos do saber, e do Iluminismo do XVIII, a universidade começou a institucionalizar a ciência, não sem resistências, numa transição para os novos modelos.
No quarto período, que começa no século XIX e se desdobra até os nossos dias, implantou-se a universidade estatal moderna, e foi nessa época que surgiu uma nova relação entre Estado e universidade, estabelecendo suas principais variantes institucionais.
É importante salientar que, enquanto a universidade se alastrava na Europa em todas as suas latitudes — da Península Ibérica à Rússia e do Sul da Itália aos países nórdicos — a instituição aportou nas Américas.
Os conquistadores espanhóis transplantaram para o Caribe, no início do século XVI, a primeira universidade (em Santo Domingo, 1538), inspirada no modelo de Salamanca e, até fins do século XVII, se constituiu uma rede de mais de uma dezena de instituições “públicas e católicas” de norte ao aul do continente. Por sua vez, as colônias norte-americanas da costa leste, após enviarem seus filhos para estudar em Oxford e Cambridge — de 1650 e 1750 — adotaram o modelo dos colégios ingleses, a partir de 1636, em Cambridge (Harvard), Filadélfia, Yale e Princeton e Columbia. (TRINDADE, 2001, p. 9-11).
O conhecimento acerca do atual papel da instituição universitária no Brasil e no mundo e as ideias contidas no texto permitem concluir:
As universidades têm dificuldade de acompanhar os rápidos e profundos avanços da sociedade contemporânea.
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A dinâmica histórica que articulou a universidade pós-medieval, o desenvolvimento da ciência e a emergência do Estado nacional, ao relacionar universidade, ciência e poder, introduz os parâmetros da complexa problemática da universidade na perspectiva do novo século.
A metáfora sugestiva de um reitor francês de que a “universidade é um dinossauro pousado em um aeroporto” parece sugerir que a contradição da instituição universitária no mundo contemporâneo não se limita nem ao universo latino-americano, nem resulta exclusivamente de um processo que atinge seu clímax na hegemonia neoliberal.
Se lançarmos um olhar retrospectivo sobre a instituição universitária, poderemos estabelecer quatro períodos para os fins de nossa análise.
O primeiro, do século XII até o Renascimento, foi o período da invenção da universidade em plena Idade Média, durante o qual se constituiu o modelo da universidade tradicional, a partir das experiências precursoras de Paris e Bolonha, da sua implantação em todo território europeu sob a proteção da Igreja.
O segundo iniciou-se no século XV, época em que a universidade renascentista recebe o impacto das transformações comerciais do capitalismo e do humanismo literário e artístico, mas sofre também os efeitos da Reforma e da Contrarreforma.
No terceiro, a partir do século XVII, marcado por descobertas científicas em vários campos do saber, e do Iluminismo do XVIII, a universidade começou a institucionalizar a ciência, não sem resistências, numa transição para os novos modelos.
No quarto período, que começa no século XIX e se desdobra até os nossos dias, implantou-se a universidade estatal moderna, e foi nessa época que surgiu uma nova relação entre Estado e universidade, estabelecendo suas principais variantes institucionais.
É importante salientar que, enquanto a universidade se alastrava na Europa em todas as suas latitudes — da Península Ibérica à Rússia e do Sul da Itália aos países nórdicos — a instituição aportou nas Américas.
Os conquistadores espanhóis transplantaram para o Caribe, no início do século XVI, a primeira universidade (em Santo Domingo, 1538), inspirada no modelo de Salamanca e, até fins do século XVII, se constituiu uma rede de mais de uma dezena de instituições “públicas e católicas” de norte ao aul do continente. Por sua vez, as colônias norte-americanas da costa leste, após enviarem seus filhos para estudar em Oxford e Cambridge — de 1650 e 1750 — adotaram o modelo dos colégios ingleses, a partir de 1636, em Cambridge (Harvard), Filadélfia, Yale e Princeton e Columbia. (TRINDADE, 2001, p. 9-11).
O conhecimento acerca do atual papel da instituição universitária no Brasil e no mundo e as ideias contidas no texto permitem concluir:
Os fatos históricos mencionados nas duas primeiras linhas do primeiro parágrafo estão associados à Revolução Industrial e às revoluções liberais do século XIX.
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1. public class Main {
2.
3. public static void main(String[] args) {
4. int i = 10;
5. int x = 20;
6. int y = 1;
7. if( ( x = i ) >= y ){
8. i = y;
9. y = x;
10. } else {
11. i = y;
12. y = x;
13. }
14. for(;i<y;i++){
15. if(i%2==0){
16. System.out.println(i);
17. }
18. }
19. }
20.
21. }
Substituindo a linha 4 por final int i = 10; a saída permanece a mesma.
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1. public class Main {
2.
3. public static void main(String[] args) {
4. int i = 10;
5. int x = 20;
6. int y = 1;
7. if( ( x = i ) >= y ){
8. i = y;
9. y = x;
10. } else {
11. i = y;
12. y = x;
13. }
14. for(;i<y;i++){
15. if(i%2==0){
16. System.out.println(i);
17. }
18. }
19. }
20.
21. }
Ao final da execução, a variável x fica com o valor 10.
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1. public class Main {
2.
3. public static void main(String[] args) {
4. int i = 10;
5. int x = 20;
6. int y = 1;
7. if( ( x = i ) >= y ){
8. i = y;
9. y = x;
10. } else {
11. i = y;
12. y = x;
13. }
14. for(;i<y;i++){
15. if(i%2==0){
16. System.out.println(i);
17. }
18. }
19. }
20.
21. }
O código acima imprime os números primos contidos entre 1 e 10.
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Sais higroscópicos, como sílica gel, podem ser utilizados em vitrines, para controle da umidade relativa do ar.
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O restauro de forros pintados e de altares exige, muitas vezes, que eles sejam desmontados e, para que não haja dúvidas na sua remontagem, aconselha-se a marcá-los, com giz, individualmente, pelo verso.
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Durante a restauração de objetos artísticos, o transporte de peças pequenas e de seus fragmentos deve ser feito com a utilização de bandejas, para maior segurança.
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Equipamentos com o termo-higrômetro, o psicrômetro e o datalogger são úteis na mensuração da variação da umidade relativa do ar e da temperatura, em ambientes museais.
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