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Um fator relevante a ser considerado, na anestesia de pacientes com insuficiência renal, é que quadros de azotemia podem estar associados a alterações na barreira hematoencefálica, facilitando a penetração de medicamentos no sistema nervoso central.
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Dentre as alterações fisiológicas induzidas pela prenhez, relevantes durante a anestesia, destacam-se a redução do fluxo sanguíneo renal e da filtração glomerular, que prejudicam a excreção renal dos medicamentos, e, em geral, o consumo de anestésicos inalatórios também sofre incremento, devido à somatória da demanda fetal e materna.
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Para pacientes com insuficiência hepática de moderada a grave não existe restrição a nenhum grupamento de fármaco anestésico ou pré-anestésico, desde que utilizados em doses farmacológicas, a fim de se evitar quadros de intoxicação.
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Em pacientes com insuficiência renal, o uso da dopamina em baixas doses inibe a liberação intrarrenal de noradrenalina e apresenta efeito antialdosterona, aumentando o fluxo sanguíneo renal (FSR), sendo que a utilização de acepromazina como pré-anestésico, nesses animais, poderá impedir o aumento do FSR em razão do bloqueio dos receptores dopaminérgicos.
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Durante a anestesia de pacientes com doenças no sistema nervoso em que a manutenção do fluxo sanguíneo cerebral se torna particularmente relevante, os efeitos dos anestésicos voláteis, que sabidamente incrementam a variável, podem ser antagonizados por meio da hiperventilação moderada, mantendo-se os níveis de CO2 arterial entre 30 e 35 mmHg, de modo que a hiperventilação excessiva deve ser evitada por reduzir a pressão de perfusão cerebral, podendo resultar em isquemia cerebral.
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No paciente com disfunção respiratória, pode ser necessária tanquilização pré-anestésica leve, a fim de facilitar a manipulação sem incrementar o estresse e agravar a disfunção e, nesse tipo de situação, a acepromazina torna-se contraindicada, pois, mesmo em baixas doses, é capaz de deprimir acentuadamente a função pulmonar.
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O bloqueio em “L” invertido, vastamente utilizado em ruminantes, corresponde à administração de anestésico local nos tecidos adjacentes ao aspecto dorsocaudal da última costela e ventrolateral do processo transverso lombar, promovendo analgesia e relaxamento muscular completo da pele, do subcutâneo e das camadas profundas da parede abdominal, inclusive do peritônio.
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O bloqueio do nervo mentoniano, por meio da aplicação de anestésico local no forame de mesmo nome, deve resultar em bloqueio sensitivo do lábio superior, focinho, teto da cavidade nasal, palato mole e duro e dentes da hemiarcada do lado em foi injetado o anestésico.
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Em cães, são possíveis efeitos adversos relacionados com a anestesia epidural e subaracnoidea: hipoventilação secundária à paralisia dos músculos respiratórios – atribuída à propagação do anestésico local para os segmentos cervicais da medula –, hipotensão, síndrome de Horner e hipoglicemia causada por bloqueio simpático.
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São possíveis indicações para a aplicação contínua ou intermitente de anestésico local no espaço interpleural, em cães: dores induzidas por fraturas de costela; metástases na parede torácica, na pleura ou no mediastino; mastectomia; pancreatite crônica e neoplasias em abdome superior.
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