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Foram encontradas 60 questões.

2458487 Ano: 2013
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Para atuar como assessor executivo nas organizações públicas, o secretário executivo deve compreender como funciona a estrutura organizacional. Um dos aspectos dessa estrutura é a departamentalização. A forma de organização que sobrepõe uma estrutura organizacional fundamentada em programas a outra que foi departamentalizada funcionalmente (SANTOS, 2006) é:
 

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2458473 Ano: 2013
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Observe a narrativa abaixo.
“‘É estranho’ diz Márcia. ‘Comecei a trabalhar em uma ONG que recolhia animais abandonados como voluntária. Eu trabalhava 15 horas por semana ajudando as pessoas a adotar um bicho de estimação. E adorava vir trabalhar. Então, há três meses, eles me contrataram em período integral, pagando 20 reais por hora. Faço a mesma coisa que fazia antes. Mas não estou achando mais tão divertido.’” (ROBBINS; JUDGE; SOBRAL, 2010, p. 203).
ROBBINS, Stephen P.; JUDGE, Timothy A.; SOBRAL, Filipe.
Comportamento Organizacional: teoria e prática no contexto brasileiro. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
Analisando a fala de Márcia à luz das teorias de motivação, é correto considerar que a explicação para sua situação está fundamentada na:
 

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2458199 Ano: 2013
Disciplina: Secretariado
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Maria é secretária executiva de uma empresa de grande porte e desenvolve, dentre outras atividades, assessoria executiva à presidência da organização. Considerando as proposições de Nonato Júnior (2009) ao distribuir os estudos das assessorias em quatro eixos, observe as alternativas abaixo e assinale a que corresponde às características corretas que fazem parte do eixo denominado assessoria executiva.
 

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TEXTO 1

Hoje, no Brasil, a ideia dominante de saúde que circula no sistema social como um todo associa a saúde a bens/serviços de consumo, entendidos como expressões concretas da tecnologia médico-sanitária. Segundo essa idéia, tais bens/serviços de consumo “contêm saúde”, como um valor enraizado no conhecimento científico. Esses bens e serviços, assim caracterizados, se consumidos, produziriam nos indivíduos estados de bem-estar, através da transferência da saúde que está nos produtos para o corpo das pessoas.
Assim, a saúde se “descoletiviza” ou se “individualiza” pelo consumo de um conjunto de bens ditos de “saúde”. (...) A evolução tecnológica e o consumismo em saúde geram, por sua vez, a idéia correspondente de que não é preciso que uma sociedade seja saudável para que cada um de nós o seja.
Quando se fala em saúde como bem de consumo coletivo e se agrega a isso a perspectiva política de democratização da saúde, está se pensando na generalização do acesso aos bens e serviços ditos de “saúde”, de forma que se possa argumentar – erradamente – que a saúde se coletiviza para o conjunto da sociedade à medida que todos podem ter acesso individual à “sua saúde”. (...) O que se chama erroneamente de saúde coletiva, envolvendo o acesso generalizado ao consumo dos chamados bens e serviços de saúde, deve ser chamado pelo seu verdadeiro nome: assistência médica. Como então suprimir a doença?
Se a saúde vira responsabilidade individual do consumidor de “saúde” e a chamada “saúde como dever do Estado” acaba se confundindo com a democratização do acesso individual aos bens e serviços médicos, onde e com quem fica a responsabilidade pela verdadeira saúde coletiva, entendida como propiciar condições sociais, culturais, e econômicas para gerar modos de vida não-doentes? Há várias respostas possíveis para esta questão:
1) “Fica em lugar nenhum e com ninguém.” Os que defendem essa posição (...) poderiam esgrimir os seguintes argumentos: a) o homem é o que é; b) as doenças sempre existiram e sempre existirão, são fatalidades como a fome e o frio; c) não há como criar sistemas sociais e culturais não geradores de doença; d) o único jeito é se proteger das doenças pelo consumo de “objetos saudáveis” (remédios, iogurtes, cirurgias, alimentos “diet”, planos de saúde etc.).
2) “Fica no céu da utopia com os poetas, revolucionários e sanitaristas sonhadores, que querem mudar o mundo.”
3) “Fica na terra, com uma entidade abstrata (...). No caso da Saúde, é o Ministério da Saúde (a voz anônima que adverte, nos maços de cigarro, que fumar é prejudicial à saúde) ou a Secretaria da Saúde.”
4) “Fica na terra, em cada um de nós, na medida em que admitamos: a) que as doenças não são uma fatalidade: a maioria das que atingem o grosso da população podem ser eliminadas se nós estivermos coletivamente dispostos para tanto; b) que, ao só defendermos a saúde de cada um com remédios, iogurtes, camisinhas, estamos salvando nossa pele como indivíduos, mas ‘cevando’ a doença; c) que o Estado não fará o trabalho por nós porque ele não é uma entidade abstrata, fora de nós, mas a expressão concreta da nossa consciência ou falta de consciência; d) que, mesmo se todos nós pudermos consumir ‘objetos saudáveis’, a doença continuará a existir e a nos ameaçar como espécie animal; e) que, enfim, a eliminação das doenças não é um problema tecnológico, mas de vontade coletiva.”
LEFÈVRE, F. Você decide. In: Superinteressante. Edição 62. Nov. 1992. Disponível em: <http://super.abril.com.br/saude/desconsumizar saude-voce-decide-440511.shtml>. Acesso em 17 set. 2013.
Para o autor, a verdadeira saúde coletiva:
 

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2458095 Ano: 2013
Disciplina: Secretariado
Banca: UFC
Orgão: UFC
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O novo perfil do Secretário executivo requer inúmeras competências. Dentre tantas, destacam-se: qualificação especializada e capacidade de trabalhar ao lado dos centros do poder e decisão; compreensão das funções de planejamento, organização, liderança e controle; capacidade reflexiva e criativa para identificar e solucionar problemas bem como promover práticas inovadoras (AZEVEDO; COSTA, 2004). As competências necessárias ao secretário destacadas pelo autor, respectivamente, remetem aos papéis de:
 

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2457692 Ano: 2013
Disciplina: Secretariado
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Ao ordenar as bandeiras do (1) Brasil; do (2) Estado sede do evento, do (3) município sede do evento e (4) da instituição de ensino promotora do vento, um secretário executivo, corretamente fez a seguinte ordenação:
 

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2457403 Ano: 2013
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Leia o texto a seguir:
A metamorfose de um líder
“Pode-se dizer que Abílio Diniz passou por uma verdadeira ‘metamorfose’ desde que assumiu a presidência do Grupo Pão de Açúcar, em 1995. [...] Naqueles anos, Abílio era um líder centralizador ao extremo. ‘Eu era o presidente, o superintendente e o cara que estava com a mão na massa’, conta. Para ele, esse estilo de gestão era o mais adequado; afinal de contas, além de presidente do grupo, o executivo também era o principal acionista da companhia [...] Em 2003, Abílio resolveu abandonar o posto de presidente da empresa para presidir o conselho de acionistas. [...] Daquele ano até 2007, Abílio tentou manter distância das decisões cotidianas do grupo, atuando apenas como líder dos acionistas. Nesse período o grupo estagnou, a concorrência fortaleceu-se e dois presidentes da empresa foram demitidos pelo conselho de acionistas. Notando que algo estava errado, Abílio decidiu retomar às atividades operacionais. [...] Ao longo desse processo de transformação, a relação mantida por Abílio com seus subordinados também passou por alterações. Inicialmente, por ser um líder voltado para a execução de tarefas e o alcance de resultados o gestor mantinha certa distância dos funcionários e buscava resolver todos os problemas individualmente. Em sua nova fase [...] Abílio adotou uma postura mais voltada para a delegação e preocupada com a construção de um estilo de liderança mais participativo [...]conquistou a confiança dos milhares de funcionários do Grupo Pão de Açúcar que sentem estar sendo regidos por um maestro competente” (ROBBINS; JUDGE; SOBRAL, 2010, p. 357-358).
ROBBINS, Stephen P.; JUDGE, Timothy A.; SOBRAL, Filipe.
Comportamento Organizacional: teoria e prática no contexto brasileiro. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
Analisando as informações do texto é verdadeiro afirmar que a mudanças de estilos de gestão pelas quais Abílio Diniz passou se refere à mudança de um líder:
 

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TEXTO 2

Um novo aplicativo transforma o celular em uma espécie de consultório oftalmológico de bolso. Segundo a notícia publicada ontem, um pesquisador da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres está testando a novidade em 5 mil pessoas no Quênia. (...)
No Quênia, assim como no Brasil, faltam médicos em localidades afastadas dos grandes centros. No nosso país, não faltam só médicos, como repetimos tantas vezes nesta coluna. Falta tudo: equipamentos, estrada, segurança (...)
A popularização dos celulares e as novas tecnologias móveis deveriam estar no radar de quem traça as políticas de saúde no país. Esses dispositivos podem reduzir custos e alcançar quem nunca terá a chance de estar diante de um médico de carne e osso, sempre que precisar. Com recursos móveis e aplicativos confiáveis, até mesmo enfermeiros ou profissionais de saúde de nível técnico poderiam ir até o paciente, fazer os exames e enviá-los aos médicos localizados a quilômetros de distância.
Como quase sempre política vira politicagem e as autoridades de saúde com perfil técnico são expurgadas do comando sempre que uma disputa eleitoral se avizinha, essa é mais uma discussão produtiva que deixa de ser feita.
Se dos governos podemos esperar poucas soluções coletivas e inteligentes para a saúde, o fenômeno das novas tecnologias móveis tem algo de libertador: os aplicativos, gadgets, sites e outros recursos dão poder ao indivíduo. (...)
Com um celular na mão e uns aplicativos espertos, as pessoas monitoram quantos passos deram a cada dia, controlam os nutrientes de cada refeição, checam a quantidade de açúcar no sangue, a pressão arterial e até se submetem a um eletrocardiograma sem sair de casa. (...)
Não acredito que essas ferramentas substituam o médico. Ele continuará sendo fundamental para orientar o paciente na escolha dos aplicativos de qualidade (sim, há muita porcaria por aí) e na interpretação dos resultados. O médico continuará sendo o responsável por fazer diagnóstico e orientar o tratamento. E também por confortar, entender, ter empatia – tudo o que a máquina não é capaz de fazer.
SEGATTO, C. Uma consulta com o dr. Smartphone. In: Época.16/08/2013. Disponível em: < http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/cristiane-segatto/noticia/2013/08/uma-consulta-com-o-dr-smartphone.html>. Acesso em: 17 set. 2013.
O texto 2 tem como objetivo principal:
 

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2457321 Ano: 2013
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Considere o seguinte texto:

“[...] Com relação aos profissionais envolvidos na CPI, no início das notícias, a simples constatação de que secretárias (os) fazem transações bancárias e/ou têm procurações em seus próprios nomes não nos causou espanto, porque esse costume é tipicamente brasileiro, ou seja, não acontece em outros países. Nossa estranheza começou quando tomamos conhecimento, também pela imprensa, das contas de uma mesma pessoa com nomes diferentes, dos cheques fantasmas e até do salário de CR$ 5,5 milhões recebido por uma profissional que se diz secretária, mas que alega não ter conhecimento de nada do que acontece em sua empresa. [...]”

Secretárias podem quebrar sigilo. Matéria publicada no Jornal DCI - 03/08/92. Disponível em: http://www.fenassec.com.br/c_artigo_etica_secretarias_podem_quebrar_sigilo.html. Acesso em: 20 set. de 2013.

O Art. 37 da Constituição da República Federativa do Brasil, de 1988 determina os princípios fundamentais da gestão pública. Considerando a atuação do secretário executivo em instituições públicas é verdadeiro afirmar que o comportamento do profissional citado no texto “Secretárias podem quebrar sigilo” feriu os princípios da:

 

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2457196 Ano: 2013
Disciplina: Secretariado
Banca: UFC
Orgão: UFC
Provas:
Os documentos, termo de parceria vigente, ofício aguardando resposta e processo concluído, deverão ser arquivados, respectivamente, nos seguintes tipos de arquivos:
 

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