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TEXTO 1
Hoje, no Brasil, a ideia dominante de saúde que circula no sistema social como um todo associa a saúde a bens/serviços de consumo, entendidos como expressões concretas da tecnologia médico-sanitária. Segundo essa idéia, tais bens/serviços de consumo “contêm saúde”, como um valor enraizado no conhecimento científico. Esses bens e serviços, assim caracterizados, se consumidos, produziriam nos indivíduos estados de bem-estar, através da transferência da saúde que está nos produtos para o corpo das pessoas.
Hoje, no Brasil, a ideia dominante de saúde que circula no sistema social como um todo associa a saúde a bens/serviços de consumo, entendidos como expressões concretas da tecnologia médico-sanitária. Segundo essa idéia, tais bens/serviços de consumo “contêm saúde”, como um valor enraizado no conhecimento científico. Esses bens e serviços, assim caracterizados, se consumidos, produziriam nos indivíduos estados de bem-estar, através da transferência da saúde que está nos produtos para o corpo das pessoas.
Assim, a saúde se “descoletiviza” ou se “individualiza” pelo consumo de um conjunto de bens ditos de “saúde”. (...) A evolução tecnológica e o consumismo em saúde geram, por sua vez, a idéia correspondente de que não é preciso que uma sociedade seja saudável para que cada um de nós o seja.
Quando se fala em saúde como bem de consumo coletivo e se agrega a isso a perspectiva política de democratização da saúde, está se pensando na generalização do acesso aos bens e serviços ditos de “saúde”, de forma que se possa argumentar – erradamente – que a saúde se coletiviza para o conjunto da sociedade à medida que todos podem ter acesso individual à “sua saúde”. (...) O que se chama erroneamente de saúde coletiva, envolvendo o acesso generalizado ao consumo dos chamados bens e serviços de saúde, deve ser chamado pelo seu verdadeiro nome: assistência médica. Como então suprimir a doença?
Se a saúde vira responsabilidade individual do consumidor de “saúde” e a chamada “saúde como dever do Estado” acaba se confundindo com a democratização do acesso individual aos bens e serviços médicos, onde e com quem fica a responsabilidade pela verdadeira saúde coletiva, entendida como propiciar condições sociais, culturais, e econômicas para gerar modos de vida não-doentes? Há várias respostas possíveis para esta questão:
1) “Fica em lugar nenhum e com ninguém.” Os que defendem essa posição (...) poderiam esgrimir os seguintes argumentos: a) o homem é o que é; b) as doenças sempre existiram e sempre existirão, são fatalidades como a fome e o frio; c) não há como criar sistemas sociais e culturais não geradores de doença; d) o único jeito é se proteger das doenças pelo consumo de “objetos saudáveis” (remédios, iogurtes, cirurgias, alimentos “diet”, planos de saúde etc.).
2) “Fica no céu da utopia com os poetas, revolucionários e sanitaristas sonhadores, que querem mudar o mundo.”
3) “Fica na terra, com uma entidade abstrata (...). No caso da Saúde, é o Ministério da Saúde (a voz anônima que adverte, nos maços de cigarro, que fumar é prejudicial à saúde) ou a Secretaria da Saúde.”
4) “Fica na terra, em cada um de nós, na medida em que admitamos: a) que as doenças não são uma fatalidade: a maioria das que atingem o grosso da população podem ser eliminadas se nós estivermos coletivamente dispostos para tanto; b) que, ao só defendermos a saúde de cada um com remédios, iogurtes, camisinhas, estamos salvando nossa pele como indivíduos, mas ‘cevando’ a doença; c) que o Estado não fará o trabalho por nós porque ele não é uma entidade abstrata, fora de nós, mas a expressão concreta da nossa consciência ou falta de consciência; d) que, mesmo se todos nós pudermos consumir ‘objetos saudáveis’, a doença continuará a existir e a nos ameaçar como espécie animal; e) que, enfim, a eliminação das doenças não é um problema tecnológico, mas de vontade coletiva.”
LEFÈVRE, F. Você decide. In: Superinteressante. Edição 62. Nov. 1992. Disponível em: <http://super.abril.com.br/saude/desconsumizar saude-voce-decide-440511.shtml>. Acesso em 17 set. 2013.
Das respostas possíveis sobre a questão da saúde, conclui-se que o autor é favorável à resposta (4), pois:
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Ao atuar em organização pública é importante que o assessor executivo compreenda as diferenças entre governo, administração pública e gestão pública, visto que são termos que mantém inter-relação, mas expressam diferentes conceitos em vários aspectos. Nessa perspectiva, é correto afirmar que a gestão pública:
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Considere o caso abaixo:
“Atualmente, quando um funcionário é contratado ou promovido, é comum a assinatura de um contrato de metas, que especifica alguns resultados que deverão ser alcançados por ele, para que receba os benefícios prometidos. O caso de Antonio Laporta na EDP, uma das maiores distribuidoras elétricas do Brasil, é um exemplo desse tipo de contrato. Ao ser promovido a diretor de desenvolvimento e inovação, Laporta teve de assinar um acordo como esse. Segundo ele, o processo envolveu uma longa negociação com seus chefes. Enquanto o executivo gostaria de modificar algumas metas propostas, deixar claro as recompensas que receberia e determinar quais comportamentos eram esperados por seus superiores, estes queriam que Laporta aceitasse a oferta do cargo e assinasse o contrato de metas. Após várias conversas, alguns objetivos foram modificados e o executivo assinou o contrato” (ROBBINS; JUDGE; SOBRAL, 2010, p. 450-451).
ROBBINS, Stephen P.; JUDGE, Timothy A.; SOBRAL, Filipe.
Comportamento Organizacional: teoria e prática no contexto brasileiro. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
É correto afirmar que a negociação entre Laporta e seus superiores na EDP é um exemplo de:
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Percebe-se que alguns obstáculos à comunicação interpessoal eficaz, referem-se à capacidade dos envolvidos de receber as mensagens. Suponha que um profissional de Secretariado Executivo, irritado com seu colega de trabalho, recebeu uma comunicação e a interpretou de forma distorcida e negativa, o que prejudicou a tomada de decisão acerca de um problema cotidiano.
Analise a situação proposta e identifique o empecilho que prejudicou a interpretação da mensagem recebida pelo secretário.
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TEXTO 2
Um novo aplicativo transforma o celular em uma espécie de consultório oftalmológico de bolso. Segundo a notícia publicada ontem, um pesquisador da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres está testando a novidade em 5 mil pessoas no Quênia. (...)
Um novo aplicativo transforma o celular em uma espécie de consultório oftalmológico de bolso. Segundo a notícia publicada ontem, um pesquisador da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres está testando a novidade em 5 mil pessoas no Quênia. (...)
No Quênia, assim como no Brasil, faltam médicos em localidades afastadas dos grandes centros. No nosso país, não faltam só médicos, como repetimos tantas vezes nesta coluna. Falta tudo: equipamentos, estrada, segurança (...)
A popularização dos celulares e as novas tecnologias móveis deveriam estar no radar de quem traça as políticas de saúde no país. Esses dispositivos podem reduzir custos e alcançar quem nunca terá a chance de estar diante de um médico de carne e osso, sempre que precisar. Com recursos móveis e aplicativos confiáveis, até mesmo enfermeiros ou profissionais de saúde de nível técnico poderiam ir até o paciente, fazer os exames e enviá-los aos médicos localizados a quilômetros de distância.
Como quase sempre política vira politicagem e as autoridades de saúde com perfil técnico são expurgadas do comando sempre que uma disputa eleitoral se avizinha, essa é mais uma discussão produtiva que deixa de ser feita.
Se dos governos podemos esperar poucas soluções coletivas e inteligentes para a saúde, o fenômeno das novas tecnologias móveis tem algo de libertador: os aplicativos, gadgets, sites e outros recursos dão poder ao indivíduo. (...)
Com um celular na mão e uns aplicativos espertos, as pessoas monitoram quantos passos deram a cada dia, controlam os nutrientes de cada refeição, checam a quantidade de açúcar no sangue, a pressão arterial e até se submetem a um eletrocardiograma sem sair de casa. (...)
Não acredito que essas ferramentas substituam o médico. Ele continuará sendo fundamental para orientar o paciente na escolha dos aplicativos de qualidade (sim, há muita porcaria por aí) e na interpretação dos resultados. O médico continuará sendo o responsável por fazer diagnóstico e orientar o tratamento. E também por confortar, entender, ter empatia – tudo o que a máquina não é capaz de fazer.
SEGATTO, C. Uma consulta com o dr. Smartphone. In: Época.16/08/2013. Disponível em: < http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/cristiane-segatto/noticia/2013/08/uma-consulta-com-o-dr-smartphone.html>. Acesso em: 17 set. 2013.
Comparando-se os textos 1 e 2, é correto afirmar que ambos:
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Ao organizar uma viagem internacional de negócios para o executivo, o secretário atentará obrigatoriamente para os seguintes aspectos:
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Tomando por base os textos a seguir, assinale a alternativa correta acerca do comportamento do secretário executivo.
Texto 01: Decidir e agir numa situação concreta é um problema prático-moral; mas investigar o modo pelo qual a responsabilidade moral se relaciona com a liberdade e com o determinismo ao qual os nossos atos estão sujeitos é um problema teórico, cujo estudo é de competência da ética (VÁSQUEZ, 1985, p.8).
Texto 02: O presente código de ética profissional tem por objetivo fixar normas de procedimentos dos Profissionais quando no exercício de sua profissão, regulando-lhes as relações com a própria categoria, com os poderes públicos e com a sociedade (BRASIL, 1985).
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Sobre a regulamentação da profissão de secretário executivo é correto afirmar que:
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Considerando as normas acerca do sigilo contidas no código ética profissional de Secretariado e os procedimentos de proteção e controle de informações nos órgãos públicos, o secretário executivo que atua em uma instituição pública precisará:
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- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: OrganizaçãoEstrutura OrganizacionalEstruturas de Mintzberg
Leia o texto a seguir:
“Suzanne de Passe, foi presidente da Motown Productions. Gerente de imensa energia, era público e notório que possuía inúmeras habilidades; não obstante, a que mais se destacava era sua incrível capacidade de construção de equipes. Com ela, não havia tema tabu. Seu pessoal sentia-se à vontade e seguro para levantar qualquer assunto, inclusive as deficiências da própria chefe. Ela se recusava a deixar qualquer conflito latente. Todas as questões eram trazidas à tona e trabalhadas até que se chegasse a uma solução e um consenso. Seus subordinados tinham um agudo senso de envolvimento e influência. O nível de abertura e coesão assombrava a maioria dos novatos; muitos comentavam que a organização era a única que já tinham visto em que a verdade era sempre dita e questões políticas potencialmente controversas eram imediatamente enfrentadas e decididas. A sensação de abertura e unidade engendrava um contexto organizacional estimulante e produtivo” (QUINN et. al, , p. 19).
QUINN, Robert E...[et. al]. Competências gerenciais: princípios e aplicações. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.
Com relação às competências específicas e intrínsecas aos papeis gerenciais, assinale a alternativa correta.
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