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Paciente de 34 anos procura a emergência do hospital referindo gravidez decorrente de estupro e deseja realizar o aborto. Assinale a alternativa correta, considerando o caso descrito.
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Mulher de 37 anos, G4PN4, evolui com perda de sangue visualmente estimada em mais de 2000ml nas primeiras 2 horas após o parto vaginal com feto macrossômico. Iniciou reposição de cristaloides, sem melhora após 1500ml infundidos.
Ao exame: Inconsciente, com palidez e sudorese fria. Pulso = 120ppm; PA: 70/40 mmHg; Índice de choque = 1,7. Ausência de lacerações no canal de parto.
Qual a melhor conduta a seguir?
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Primigesta de 26 anos de idade, com 33 semanas de gestação, apresenta-se à emergência referindo perda de líquido pela vagina há cerca de 8 horas, confirmada ao exame especular fluindo pelo orifício cervical. Relata contrações esparsas e redução da movimentação fetal nas últimas duas horas.
Qual a conduta inicial para essa paciente, além de corticoterapia?
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Gestante soropositiva para HIV, que apresenta carga viral detectável < 1000 cópias/ml na 35a semana de gestação, vem para consulta pré-natal. Além de manter os medicamentos antirretrovirais orais, qual a melhor recomendação?
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Gestante de 33 anos de idade, com idade gestacional de 30 semanas, comparece à consulta pré-natal com resultados de exames: curva glicêmica (75g de glicose): 85mg/dL (jejum) – 188mg/dL (1h) – 160mg/dL (2h). Apresentou glicemia de jejum no primeiro trimestre de 78 mg/dL.
Qual a conduta frente a este caso?
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Mulher de 36 anos, gesta 1, para 0, com gestação de 35 semanas, deu entrada na Emergência com história de elevação da pressão arterial (PA) e ganho ponderal de 2Kg nas últimas duas semanas, tendo iniciado metildopa. Era normotensa. Há dois dias começou a apresentar cefaleia, escotomas visuais e epigastralgia. Ao exame físico apresentava-se orientada no tempo e no espaço, com PA = 160 x 110mmHg, edema +++/4+, fundo uterino de 26cm, com ausência de atividade uterina, com bcf = 136bpm, com feto em apresentação cefálica. Ao exame de toque vaginal: colo longo, posterior, sem dilatação, apresentação não insinuada. Solicitada rotina de exames laboratoriais e realizado Labstix ainda na emergência que evidenciou proteinúria +++/4.
Qual é a melhor conduta a ser adotada, além de sulfato de magnésio?
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Mulher de 30 anos, G3P3A0, retorna para consulta pré-natal com VDRL 1:4. Relata que apresentou sífilis em gestação anterior, há 1 ano, com VDRL 1:32 no momento do diagnóstico, tendo feito tratamento com 3 doses semanais de Benzetacil®, além do tratamento do parceiro. Qual a melhor conduta a ser tomada na gestação atual?
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Parturiente primípara de 20 anos, com 38 semanas de idade gestacional, encontra-se com muita dor em baixo ventre. Seu exame obstétrico revela dinâmica uterina de quatro contrações de 35 segundos cada, batimentos cardíacos fetais de 155 bpm, toque vaginal revela colo com dilatação de sete centímetros, apagado 70%, centralizado, com bolsa íntegra. A apresentação fetal é cefálica e se encontra no terceiro plano de Hodge. Levando em consideração o quadro acima, qual a melhor conduta a seguir?
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Mulher de 31 anos, com 9 semanas de idade gestacional, comparece à consulta de pré-natal sem queixas clínicas. Traz cartão de vacina que comprova vacinação para hepatite B, realizada há cerca de 5 anos. Vacinada há 1 ano para influenza. Previamente vacinada para DTPa com três doses. Traz exames laboratoriais: HBsAg: não reagente, Anti-HBs: reagente.
Qual a conduta recomendada quanto à vacinação para esta gestante?
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Gestante de 33 anos, 2 gesta, 1 parto vaginal prévio, diabética, admitida em período expulsivo de trabalho de parto, apresentação cefálica. Após desprendimento do pólo cefálico, os ombros não se soltam. Qual deve ser a próxima conduta do obstetra, após chamar auxílio, frente ao quadro acima?
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