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Gestante de 33 anos de idade, com idade gestacional de 30 semanas, comparece à consulta pré-natal com resultados de exames: curva glicêmica (75g de glicose): 85mg/dL (jejum) – 188mg/dL (1h) – 160mg/dL (2h). Apresentou glicemia de jejum no primeiro trimestre de 78 mg/dL.
Qual a conduta frente a este caso?
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Mulher de 36 anos, gesta 1, para 0, com gestação de 35 semanas, deu entrada na Emergência com história de elevação da pressão arterial (PA) e ganho ponderal de 2Kg nas últimas duas semanas, tendo iniciado metildopa. Era normotensa. Há dois dias começou a apresentar cefaleia, escotomas visuais e epigastralgia. Ao exame físico apresentava-se orientada no tempo e no espaço, com PA = 160 x 110mmHg, edema +++/4+, fundo uterino de 26cm, com ausência de atividade uterina, com bcf = 136bpm, com feto em apresentação cefálica. Ao exame de toque vaginal: colo longo, posterior, sem dilatação, apresentação não insinuada. Solicitada rotina de exames laboratoriais e realizado Labstix ainda na emergência que evidenciou proteinúria +++/4.
Qual é a melhor conduta a ser adotada, além de sulfato de magnésio?
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Mulher de 30 anos, G3P3A0, retorna para consulta pré-natal com VDRL 1:4. Relata que apresentou sífilis em gestação anterior, há 1 ano, com VDRL 1:32 no momento do diagnóstico, tendo feito tratamento com 3 doses semanais de Benzetacil®, além do tratamento do parceiro. Qual a melhor conduta a ser tomada na gestação atual?
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Parturiente primípara de 20 anos, com 38 semanas de idade gestacional, encontra-se com muita dor em baixo ventre. Seu exame obstétrico revela dinâmica uterina de quatro contrações de 35 segundos cada, batimentos cardíacos fetais de 155 bpm, toque vaginal revela colo com dilatação de sete centímetros, apagado 70%, centralizado, com bolsa íntegra. A apresentação fetal é cefálica e se encontra no terceiro plano de Hodge. Levando em consideração o quadro acima, qual a melhor conduta a seguir?
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Mulher de 31 anos, com 9 semanas de idade gestacional, comparece à consulta de pré-natal sem queixas clínicas. Traz cartão de vacina que comprova vacinação para hepatite B, realizada há cerca de 5 anos. Vacinada há 1 ano para influenza. Previamente vacinada para DTPa com três doses. Traz exames laboratoriais: HBsAg: não reagente, Anti-HBs: reagente.
Qual a conduta recomendada quanto à vacinação para esta gestante?
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Gestante de 33 anos, 2 gesta, 1 parto vaginal prévio, diabética, admitida em período expulsivo de trabalho de parto, apresentação cefálica. Após desprendimento do pólo cefálico, os ombros não se soltam. Qual deve ser a próxima conduta do obstetra, após chamar auxílio, frente ao quadro acima?
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Primigesta de 26 anos, de 10 semanas de idade gestacional, evoluiu com exantemas pelo corpo e febre há 7 dias, com melhora há 2 dias. Apresenta pré-natal normal, com exames laboratoriais e ultrassom do 1º trimestre normais. Diante da possibilidade de infecção pelo vírus Zika, qual a melhor conduta diagnóstica?
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Primigesta de 28 semanas de idade gestacional vem ao pré-natal com exames laboratoriais. Nega queixas. Vem em uso de ferro elementar 60mg/dia. Ao exame físico apresenta PA: 120/80 mmHg, peso 72 kg, altura 1,60m, Fundo uterino: 30 cm, BCF 125 bpm.
Resultados de exames: Sumário de Urina sem alterações, grupo sanguíneo A Rh positivo, Hb 11,5 g/dL; Ht 32%; sorologia para toxoplasmose IgM Não reagente, IgG Reagente; HBsAg Não reagente, Anti HBs Não reagente; TOTG 75g: jejum 88 mg/dL, 1h 190 mg/dL e 2h 155 mg/dL.
Qual é a conduta mais apropriada neste momento?
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Mulher de 30 anos comparece à consulta pré-concepcional. Pretende engravidar, mas tem epilepsia e faz uso de fenobarbital 100mg por dia, sem episódios convulsivos há 1 ano. Pergunta sobre os efeitos prejudiciais da medicação para o recém-nascido. Além do início do ácido fólico, que orientações devem ser fornecidas para essa paciente, caso ela engravide?
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Mulher branca de 63 anos, multípara e não fumante, menopausada aos 50 anos. Nega corticoterapia, doenças crônicas ou história familiar de osteoporose. Refere diminuição da altura em 3cm em relação a antes da menopausa, com cifose dorsal e lordose cervical. Radiografia de coluna tóraco-lombar que revelou duas vértebras com diminuição na altura dos corpos vertebrais. Sua densitometria óssea revelou T-escore -1,9 para coluna lombar (L1-L4).
Qual intervenção é mais apropriada e efetiva?
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