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Mulher de 45 anos, G2P2, retorna ao ginecologista após polipectomia histeroscópica, com o resultado do anatomopatológico: hiperplasia endometrial atípica. Vinha em acompanhamento com queixa de sangramento uterino anormal, com discreta melhora ao uso de contracepção combinada oral. Marido vasectomizado. Qual a melhor conduta?
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Mulher de 29 anos retorna ao ginecologista com exames solicitados devido a atraso menstrual há 3 meses. Relata ainda redução de libido há alguns meses. Nega uso de contracepção há 10 meses, pois deseja engravidar. Vem em uso de ácido fólico 0,4mg/dia e fluoxetina 40mg/dia há mais de 6 meses e nega tabagismo.
Beta HCG negativo; prolactina sérica: 50 ng/mL;
TSH: 1,2 μUI/mL; FSH: 3,0 mUI/mL
US transvaginal: sem anormalidades.
Qual a melhor conduta a seguir, nesse caso?
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Mulher de 52 anos, branca, nuligesta, vem ao ambulatório sem queixas clínicas para avaliar resultados de exames da mama de controle anual. Informa que a mãe teve câncer de mama aos 50 anos. Durante o exame físico a única alteração observada foi a obesidade. Exames de imagem da mama revelam imagem sólida, medindo 1,2cm, de contornos regulares, com calcificação grosseira no interior.
De acordo com o cenário acima, qual a melhor conduta?
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Mulher de 72 anos, viúva há 3 anos, apresenta queixa de “bola na vagina” há 4 anos. Sem outras queixas. Ao exame ginecológico, evidenciou-se prolapso genital, teste de esforço negativo, com os seguintes achados segundo a classificação da Sociedade Internacional de Continência (POP-Q):

Legenda: HG: hiato genital; CP: corpo perineal; CVT: comprimento vaginal total; Aa e Ba: pontos A e B da parede anterior; Ap e Bp: pontos A e B da parede posterior; ponto D: localizado no fórnice vaginal posterior
Qual o tratamento mais adequado?
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Mulher de 21 anos retorna a ambulatório de ginecologia para mostrar resultado de seu Papanicolau. Nega queixas clínicas. Sexarca aos 13 anos, com histórico de cinco parceiros sexuais. Um parto vaginal há 8 meses. No resultado do seu exame de prevenção: ASC-US, Gardnerella vaginalis.
Qual a melhor conduta, de acordo com o Ministério da Saúde do Brasil?
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Mulher de 37 anos, G4P4, vem a consulta para planejamento reprodutivo, desejando iniciar método hormonal. Tem ciclos menstruais regulares. Refere hipertensão de difícil controle e fibromialgia, fazendo uso de anti-hipertensivo e anticonvulsivante diariamente. Não deseja usar dispositivo intrauterino.
Qual a melhor recomendação este caso?
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Mulher de 29 anos, nuligesta, vem à emergência devido a dor pélvica há 1 semana. Faz uso de DIU de cobre, inserido sem intercorrências há 2 semanas. Ao exame, apresenta dor pélvica mais evidente em fossa ilíaca esquerda, além de dor à mobilização do colo no toque vaginal. Trouxe ultrassom transvaginal realizado ontem, que revela útero de volume normal, ovário direito normal, imagem cística com debris em anexo esquerdo medindo 3,5 x 2,0 cm.
Qual é a conduta mais adequada?
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Mulher de 50 anos vem à consulta devido a início recente de fogachos intensos (15 a 20 vezes por dia), seguidos de sudorese e palpitações, além de irritabilidade e insônia há cerca de 3 meses. Traz mamografia recente normal, e tem aumento de triglicerídeos em exame laboratorial. A última menstruação foi há 18 meses. Nega HAS, DM, câncer ou trombose prévia e cirurgias prévias.
Qual a melhor recomendação terapêutica?
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Menina de 7 anos de idade á levada por sua mãe para avaliação ginecológica. Ao exame físico, observam-se brotos mamários bilateralmente, com projeção da aréola e das papilas, formando um monte secundário em relação ao seio, pêlos pubianos escuros e ásperos sobre vulva e o púbis. Estatura normal para a idade, genitália externa normal. Sabendo que a menina ainda não apresentou a menarca e a radiografia do punho mostra idade óssea compatível com a idade cronológica, qual a melhor conduta a ser adotada?
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Mulher de 22 anos foi vítima de violência sexual há 12 horas, sem preservativo. Vinha em uso de DIU de cobre há 3 anos. Além de profilaxia antiviral, que medidas devem ser tomadas, quanto à profilaxia de infecções não virais, de acordo com a recomendação do Ministério da Saúde?
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