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Foram encontradas 100 questões.

1544369 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Considerando o registro escrito formal e a manutenção do sentido, a alternativa que melhor substitui a estrutura “Muitos não se dão conta que chegariam mais longe” é:
 

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1544352 Ano: 2008
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Uma das opções NÃO é um fator crítico de sucesso de um sistema de informação. Assinale a alternativa correta.
 

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1538325 Ano: 2008
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Das 5 opções sobre OCL/UML uma é incorreta. Marque a opção incorreta.
 

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1524105 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Assinale a alternativa que completa adequadamente os espaços na frase:
“___ a sele___ dos alunos fica___ na mão das empre___, ___ garant____ que o aluno não compra____ a vaga do Pro-UNI?”
 

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1522199 Ano: 2008
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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O que se pode afirmar sobre análise orientada a objeto de sistemas de informação?
 

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1518005 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Lendo o trecho “Os investimentos em educação realizados a partir dos governos militares alteraram, entre os anos de 1980 a 2006, o papel da educação na desigualdade de renda na economia brasileira”, pode-se afirmar que:
I – A preposição “em”, nas estruturas “na desigualdade” e “na economia” constitui casos de concordância nominal.
II – A expressão “a partir dos” aponta, extra-textualmente, para uma época da política brasileira.
III – A forma verbal “alteraram” relaciona-se com os investimentos em educação.
Está(ão) corretas:
 

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1515670 Ano: 2008
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Qual das seguintes alternativas NÃO é uma fase no processo seguido pelos analistas de sistemas?
 

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1515234 Ano: 2008
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Classicamente, a consistência de um banco de dados é assegurada por transações ACID, supondo-se que só a memória volátil possa falhar.
Assinale a opção correta.
 

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1514862 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Responda a questão, com base no Texto II
Texto II
Qualificação profissional, como ela faz falta!
Existe uma unanimidade no mercado de trabalho: qualificação faz muita falta. Essa é uma verdade sentida na pele tanto por profissionais quanto por empregadores. Os profissionais podem nem notar, talvez imaginando que “apenas um diploma basta” – pode até mesmo ser um diploma de nível superior. No entanto, muitos não se dão conta de que chegariam mais longe em suas carreiras e conseguiriam salários mais atrativos se investissem, direta (pagando do próprio bolso, na medida do possível) ou indiretamente (buscando apoio das empresas em que trabalham), na própria especialização.
As empresas também sentem, talvez mais diretamente, os efeitos da falta de qualificação. No final do ano passado, o IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – divulgou um estudo que revela que apenas 18% dos desempregados brasileiros têm requisitos necessários para serem absorvidos pelo mercado de mão-de-obra especializada. A realidade aponta que há oportunidades, mas falta gente preparada para aproveitá-las.
Há, porém, casos notáveis de programas mantidos por empresas, especialmente de grande porte, visando à qualificação da mão-de-obra. Essas empresas utilizam-se de institutos que formam profissionais capacitados para seu negócio ou formam parcerias com instituições de ensino.
A educação, que é a mãe da qualificação, é a chave de um ciclo virtuoso que inevitavelmente resulta no crescimento do país e na redução das abismais desigualdades sociais. O caminho é esse, inevitavelmente.
(Jornal da Paraíba – Caderno Concursos e Empregos, domingo, 4 de maio de 2008, p. 1). Com adaptação.
Considerando o registro escrito formal e a manutenção do sentido, a oração “pagando do próprio bolso”, no primeiro parágrafo, deveria ser reescrita como:
 

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1509802 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Responda a questão, com base no Texto I
Texto I
Subnutrição intelectual, anemia cívica
Uma das anedotas do folclore político brasileiro contava que, nas áreas de fronteira do Brasil com o Uruguai, não definidas pelos chamados acidentes naturais, o único método seguro para saber se havíamos deixado solo gaúcho era estar atento ao aparecimento de prédios escolares. Triste anedota que, ao menos, fazia justiça a um experimento empreendido pela pequena e notável República Oriental do Uruguai no final do século 19: a reforma educacional. Implantada por José Pedro varela, intelectual e estadista uruguaio, a reforma de 1877 baseou-se nas teses de seu principal livro – La educación del pueblo (1974) – e tinha como objetivo constituir uma identidade nacional através da educação.
Para efeito de comparação histórica, o Brasil, a essa altura, ainda debatia sobre os perigos de uma abolição do trabalho escravo, se feita de modo abrupto e impensado. A moderadíssima Lei do Ventre Livre havia sido promulgada apenas três anos antes (em 1871) e levaríamos ainda muitos anos para banir a escravidão (1888).
Com Varela, o Uruguai pôde experimentar a aplicação dos princípios da escola laica, pública e voltada, mais do que para a proficiência educacional, para a formação de cidadãos. Em suma, a reforma introduzida estabeleceu as bases de uma formação cívica, até hoje visível nos hábitos políticos e culturais daquele país.
O pessimismo da anedota pode ser refutado por um indicador aparentemente invencível: hoje, no Brasil, 97% dos jovens de 7 a 14 anos estão na escola. Uma filigrana estatística afasta-nos, pois, da universalidade de cobertura do ensino público fundamental. Há, portanto, escolas do lado de cá. No entanto, estamos diante de um fenômeno grave: a ampla cobertura educacional convive com o fato de a escola ter baixa importância na vida desses jovens. Em outros termos, seu tempo de permanência nas escolas é pífio: em média, 4,3 horas por dia.
Com efeito, é possível infelizmente reproduzir um padrão de baixa escolaridade, associado à universalização do ensino. Basta manter as crianças por poucas horas, desvalorizar material e simbolicamente a profissão dos educadores e comemorar índices enganadores. Na sombra, continuam a proliferar a subnutrição intelectual e a analfabetismo científico, ingredientes indispensáveis para a anemia cívica.
(Renato Lessa. Revista Ciência Hoje. Outubro de 2006, p. 1. Com cortes)
A expressão “ingredientes indispensáveis”, no último parágrafo, tem, no texto valor:
 

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