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Um levantamento florístico tem o propósito de coletar, identificar e estudar as plantas nativas de uma região. Foram coletadas em uma excursão botânica várias espécies de vegetais, entre plantas ornamentais (orquídeas e bromélias) e ervas medicinais, algumas raras e ameaçadas de extinção. Passando na área marinha observou-se uma espécie de algas pertencente ao gênero Sargassum.
Considerando o texto, julgue corretos os itens subseqüentes.
I. As duas primeiras espécies de "plantas já conhecidas" são exemplos de angiospermas dicotiledôneas e monocotiledôneas, respectivamente.
II. Uma das características das bromélias é que elas abrigam uma fauna e uma microflora especiais, onde podem se desenvolver inúmeros insetos, protozoários, bactérias e anfíbios.
III. O gênero Sargassum refere-se a algas pardas, cujo tamanho varia de poucos centímetros a vários metros, podendo inclusive dificultar a navegação em locais onde há grande abundância desses organismos.
IV. No caule das plantas citadas, encontram-se estruturas primárias e secundárias, responsáveis pela sua sustentação.
V.Quanto ao aspecto reprodutivo nas plantas citadas, há predominância da fase de gametófito sobre a de esporófito.
Os itens corretos são:
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Responda a questão, com base no Texto II
Texto II
Qualificação profissional, como ela faz falta!
Existe uma unanimidade no mercado de trabalho: qualificação faz muita falta. Essa é uma verdade sentida na pele tanto por profissionais quanto por empregadores. Os profissionais podem nem notar, talvez imaginando que “apenas um diploma basta” – pode até mesmo ser um diploma de nível superior. No entanto, muitos não se dão conta de que chegariam mais longe em suas carreiras e conseguiriam salários mais atrativos se investissem, direta (pagando do próprio bolso, na medida do possível) ou indiretamente (buscando apoio das empresas em que trabalham), na própria especialização.
As empresas também sentem, talvez mais diretamente, os efeitos da falta de qualificação. No final do ano passado, o IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – divulgou um estudo que revela que apenas 18% dos desempregados brasileiros têm requisitos necessários para serem absorvidos pelo mercado de mão-de-obra especializada. A realidade aponta que há oportunidades, mas falta gente preparada para aproveitá-las.
Há, porém, casos notáveis de programas mantidos por empresas, especialmente de grande porte, visando à qualificação da mão-de-obra. Essas empresas utilizam-se de institutos que formam profissionais capacitados para seu negócio ou formam parcerias com instituições de ensino.
A educação, que é a mãe da qualificação, é a chave de um ciclo virtuoso que inevitavelmente resulta no crescimento do país e na redução das abismais desigualdades sociais. O caminho é esse, inevitavelmente.
(Jornal da Paraíba – Caderno Concursos e Empregos, domingo, 4 de maio de 2008, p. 1). Com adaptação.
Considerando o registro escrito formal e a manutenção do sentido, a oração “pagando do próprio bolso”, no primeiro parágrafo, deveria ser reescrita como:
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São consideradas funções de uma equipe de Saúde da Família, a EXCESSÃO de:
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Para fazer parte do acervo, as plantas devem ser preparadas e tratadas segundo técnicas específicas (herborização). No ato da coleta é feita á identificação preliminar. As amostras são prensadas e secas em estufa a gás (quando no campo) e elétrica no laboratório. A seguir são montadas em cartolina, que terá uma etiqueta com as informações sobre a planta, que passa a receber o nome de:
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A Lei Orgânica nº 8.142 do SUS dispõe sobre:
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Responda a questão, com base no Texto I
Texto I
Subnutrição intelectual, anemia cívica
Uma das anedotas do folclore político brasileiro contava que, nas áreas de fronteira do Brasil com o Uruguai, não definidas pelos chamados acidentes naturais, o único método seguro para saber se havíamos deixado solo gaúcho era estar atento ao aparecimento de prédios escolares. Triste anedota que, ao menos, fazia justiça a um experimento empreendido pela pequena e notável República Oriental do Uruguai no final do século 19: a reforma educacional. Implantada por José Pedro varela, intelectual e estadista uruguaio, a reforma de 1877 baseou-se nas teses de seu principal livro – La educación del pueblo (1974) – e tinha como objetivo constituir uma identidade nacional através da educação.
Para efeito de comparação histórica, o Brasil, a essa altura, ainda debatia sobre os perigos de uma abolição do trabalho escravo, se feita de modo abrupto e impensado. A moderadíssima Lei do Ventre Livre havia sido promulgada apenas três anos antes (em 1871) e levaríamos ainda muitos anos para banir a escravidão (1888).
Com Varela, o Uruguai pôde experimentar a aplicação dos princípios da escola laica, pública e voltada, mais do que para a proficiência educacional, para a formação de cidadãos. Em suma, a reforma introduzida estabeleceu as bases de uma formação cívica, até hoje visível nos hábitos políticos e culturais daquele país.
O pessimismo da anedota pode ser refutado por um indicador aparentemente invencível: hoje, no Brasil, 97% dos jovens de 7 a 14 anos estão na escola. Uma filigrana estatística afasta-nos, pois, da universalidade de cobertura do ensino público fundamental. Há, portanto, escolas do lado de cá. No entanto, estamos diante de um fenômeno grave: a ampla cobertura educacional convive com o fato de a escola ter baixa importância na vida desses jovens. Em outros termos, seu tempo de permanência nas escolas é pífio: em média, 4,3 horas por dia.
Com efeito, é possível infelizmente reproduzir um padrão de baixa escolaridade, associado à universalização do ensino. Basta manter as crianças por poucas horas, desvalorizar material e simbolicamente a profissão dos educadores e comemorar índices enganadores. Na sombra, continuam a proliferar a subnutrição intelectual e a analfabetismo científico, ingredientes indispensáveis para a anemia cívica.
(Renato Lessa. Revista Ciência Hoje. Outubro de 2006, p. 1. Com cortes)
A expressão “ingredientes indispensáveis”, no último parágrafo, tem, no texto valor:
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Atualmente a Terra é dominada pelo grupo vegetal das Angiospermas, com cerca de 250.00 espécies espalhadas por todo o mundo. A maior parte dos alimentos de origem vegetal é derivada de plantas desse grupo. A respeito desse grupo, julgue as afirmativas como verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) Alguns de seus frutos são comestíveis, como, por exemplo, o chuchu e o tomate.
( ) Suas flores podem ser polinizadas por algumas aves, mamíferos e insetos.
( ) Suas flores originam estruturas chamadas frutos que auxiliam na dispersão de suas sementes.
( )Em algumas espécies, o fruto pode se desenvolver sem que ocorra o processo de fecundação, originando os chamados frutos partenocárpicos.
( ) As monocotiledôneas são uma divisão deste grupo, cujos representantes apresentam raiz axial ou pivotante, flores tetrâmeras, sementes com dois cotilédones e crescimento acentuado em espessuras.
A seqüência correta é:
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A família LAURACEAE morfologicamente apresenta folhas simples, alternas ou opostas, sem estípulas, perenes, com numerosas glândulas oleíferas. Flores hermafroditas ou unissexuais, actinomórficas, geralmente trímeras; perianto períginico com geralmente 6 segmentos divididos por dois verticilos de 3; estames perigínicos ou epigínicos, geralmente 12, em 4 fiadas de 3, por vezes reduzidos a estaminódios; ovário geralmente súpero, unicarpelar ou 3-carpelar, mas unilocular (Cronquist, 1988).
De acordo com o texto esta família pertence à Subclasse:
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Relacione corretamente as famílias da coluna esquerda com os frutos na coluna direita.
| Famílias | Frutos |
| 1) Lauraceae | A) Abacate |
| 2) Caricaceae | B) Mamão |
| 3) Curcubitaceae | C) Melancia |
| 4) Passifloraceae | D) Maracujá |
| 5) Myrtaceae | E) Goiaba |
Assinale a alternativa correta:
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Responda a questão, com base no Texto I
Texto I
Subnutrição intelectual, anemia cívica
Uma das anedotas do folclore político brasileiro contava que, nas áreas de fronteira do Brasil com o Uruguai, não definidas pelos chamados acidentes naturais, o único método seguro para saber se havíamos deixado solo gaúcho era estar atento ao aparecimento de prédios escolares. Triste anedota que, ao menos, fazia justiça a um experimento empreendido pela pequena e notável República Oriental do Uruguai no final do século 19: a reforma educacional. Implantada por José Pedro varela, intelectual e estadista uruguaio, a reforma de 1877 baseou-se nas teses de seu principal livro – La educación del pueblo (1974) – e tinha como objetivo constituir uma identidade nacional através da educação.
Para efeito de comparação histórica, o Brasil, a essa altura, ainda debatia sobre os perigos de uma abolição do trabalho escravo, se feita de modo abrupto e impensado. A moderadíssima Lei do Ventre Livre havia sido promulgada apenas três anos antes (em 1871) e levaríamos ainda muitos anos para banir a escravidão (1888).
Com Varela, o Uruguai pôde experimentar a aplicação dos princípios da escola laica, pública e voltada, mais do que para a proficiência educacional, para a formação de cidadãos. Em suma, a reforma introduzida estabeleceu as bases de uma formação cívica, até hoje visível nos hábitos políticos e culturais daquele país.
O pessimismo da anedota pode ser refutado por um indicador aparentemente invencível: hoje, no Brasil, 97% dos jovens de 7 a 14 anos estão na escola. Uma filigrana estatística afasta-nos, pois, da universalidade de cobertura do ensino público fundamental. Há, portanto, escolas do lado de cá. No entanto, estamos diante de um fenômeno grave: a ampla cobertura educacional convive com o fato de a escola ter baixa importância na vida desses jovens. Em outros termos, seu tempo de permanência nas escolas é pífio: em média, 4,3 horas por dia.
Com efeito, é possível infelizmente reproduzir um padrão de baixa escolaridade, associado à universalização do ensino. Basta manter as crianças por poucas horas, desvalorizar material e simbolicamente a profissão dos educadores e comemorar índices enganadores. Na sombra, continuam a proliferar a subnutrição intelectual e a analfabetismo científico, ingredientes indispensáveis para a anemia cívica.
(Renato Lessa. Revista Ciência Hoje. Outubro de 2006, p. 1. Com cortes)
O uso no texto do título do livro de José Pedro Varela e da expressão “Lei do Ventre Livre” se constituem como
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