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2518614
Ano: 2016
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Enunciado para responder a questão.
Considere o Balanço Patrimonial abaixo de uma entidade pública “Transparência Pública”, em 31/12/2015 (Em R$):
| BALANÇO PATRIMONIAL | |||
| Ativo Circulante | 3.100,00 | Passivo Circulante | 11.600,00 |
| Caixa e equivalentes | 2.500,00 | Obrigações trabalhistas | 9.500,00 |
| Estoques | 600,00 | Fornecedores | 1.500,00 |
| Restos a pagar | 600,00 | ||
| Ativo Não Circulante | 60.250,00 | Passivo Não Circulante | 800,00 |
| Investimentos | 10.250,00 | Obrigações fiscais | 800,00 |
| Imobilizado | 50.000,00 | ||
| Patrimônio Líquido | 50.950,00 | ||
| TOTAL | 63.350,00 | TOTAL | 63.350,00 |
A partir da análise do Balanço Patrimonial da entidade “Transparência Pública”, em 31/12/2015 (Em R$), assinale a alternativa correspondente ao Índice de Solvência do período:
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Texto 1
Mobilidade urbana no Brasil
Nos últimos anos, o debate sobre a mobilidade urbana no Brasil vem se acirrando cada vez mais, haja vista que a maior parte das grandes cidades do país vem encontrando dificuldades em desenvolver meios para diminuir a quantidade de congestionamentos ao longo do dia e o excesso de pedestres em áreas centrais dos espaços urbanos. Trata-se, também, de uma questão ambiental, pois o excesso de veículos nas ruas gera mais poluição, interferindo em problemas naturais e climáticos em larga escala e também nas próprias cidades, a exemplo do aumento do problema das ilhas de calor.
A principal causa dos problemas de mobilidade urbana no Brasil relaciona-se ao aumento do uso de transportes individuais em detrimento da utilização de transportes coletivos, embora esses últimos também encontrem dificuldades com a superlotação. Esse aumento do uso de veículos como carros e motos deve-se a, pelo menos, cinco fatores: má qualidade do transporte público no Brasil; aumento da renda média do brasileiro nos últimos anos; redução de impostos por parte do Governo Federal sobre produtos industrializados (o que inclui os carros); concessão de mais crédito ao consumidor; e, por fim, herança histórica da política rodoviária do país.
Entre as principais soluções para o problema da mobilidade urbana, na visão de muitos especialistas, estaria o estímulo aos transportes coletivos públicos, através da melhoria de suas qualidades e eficiências e do desenvolvimento de um trânsito focado na circulação desses veículos, e a diversificação dos modais de transporte. Ao longo do século XX, o Brasil foi essencialmente rodoviarista, em detrimento do uso de trens, metrôs e outros. A ideia é investir mais nesses modos alternativos, o que pode atenuar os excessivos números de veículos transitando nas ruas das grandes cidades do país.
De toda forma, é preciso ampliar os debates, regulamentando ações públicas para o interesse da questão, tais como a difusão dos fóruns de mobilidade urbana e a melhoria do Estatuto das Cidades, com ênfase na melhoria da qualidade e da eficiência dos deslocamentos por parte das populações.
(PENA, Rodolfo F. Alves. "Mobilidade urbana no Brasil".
Disponível em <http://brasilescola.uol.com.br/geografia/mobilidade-urbana- no-brasil.htm>. Acesso em 25/03/2016. Adaptado).
Segundo o texto, a mobilidade urbana é também um problema:
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Texto 1
Mobilidade urbana no Brasil
Nos últimos anos, o debate sobre a mobilidade urbana no Brasil vem se acirrando cada vez mais, haja vista que a maior parte das grandes cidades do país vem encontrando dificuldades em desenvolver meios para diminuir a quantidade de congestionamentos ao longo do dia e o excesso de pedestres em áreas centrais dos espaços urbanos. Trata-se, também, de uma questão ambiental, pois o excesso de veículos nas ruas gera mais poluição, interferindo em problemas naturais e climáticos em larga escala e também nas próprias cidades, a exemplo do aumento do problema das ilhas de calor.
A principal causa dos problemas de mobilidade urbana no Brasil relaciona-se ao aumento do uso de transportes individuais em detrimento da utilização de transportes coletivos, embora esses últimos também encontrem dificuldades com a superlotação. Esse aumento do uso de veículos como carros e motos deve-se a, pelo menos, cinco fatores: má qualidade do transporte público no Brasil; aumento da renda média do brasileiro nos últimos anos; redução de impostos por parte do Governo Federal sobre produtos industrializados (o que inclui os carros); concessão de mais crédito ao consumidor; e, por fim, herança histórica da política rodoviária do país.
Entre as principais soluções para o problema da mobilidade urbana, na visão de muitos especialistas, estaria o estímulo aos transportes coletivos públicos, através da melhoria de suas qualidades e eficiências e do desenvolvimento de um trânsito focado na circulação desses veículos, e a diversificação dos modais de transporte. Ao longo do século XX, o Brasil foi essencialmente rodoviarista, em detrimento do uso de trens, metrôs e outros. A ideia é investir mais nesses modos alternativos, o que pode atenuar os excessivos números de veículos transitando nas ruas das grandes cidades do país.
De toda forma, é preciso ampliar os debates, regulamentando ações públicas para o interesse da questão, tais como a difusão dos fóruns de mobilidade urbana e a melhoria do Estatuto das Cidades, com ênfase na melhoria da qualidade e da eficiência dos deslocamentos por parte das populações.
(PENA, Rodolfo F. Alves. "Mobilidade urbana no Brasil".
Disponível em <http://brasilescola.uol.com.br/geografia/mobilidade-urbana- no-brasil.htm>. Acesso em 25/03/2016. Adaptado).
Texto 2
Leia o infográfico que segue e responda à questão:

(Disponível em <http://www.webbikers.com.br/blog/wp-
content/uploads/2012/10/Screen-shot-2012-10-12-at-6.30.10-PM.png,> Acesso em 26/03/2016).
Sobre os títulos “Os meios de transporte mais utilizados no Brasil” e “Mobilidade urbana no Brasil”, é correto afirmar que ambos são organizados por:
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Texto 1
Mobilidade urbana no Brasil
Nos últimos anos, o debate sobre a mobilidade urbana no Brasil vem se acirrando cada vez mais, haja vista que a maior parte das grandes cidades do país vem encontrando dificuldades em desenvolver meios para diminuir a quantidade de congestionamentos ao longo do dia e o excesso de pedestres em áreas centrais dos espaços urbanos. Trata-se, também, de uma questão ambiental, pois o excesso de veículos nas ruas gera mais poluição, interferindo em problemas naturais e climáticos em larga escala e também nas próprias cidades, a exemplo do aumento do problema das ilhas de calor.
A principal causa dos problemas de mobilidade urbana no Brasil relaciona-se ao aumento do uso de transportes individuais em detrimento da utilização de transportes coletivos, embora esses últimos também encontrem dificuldades com a superlotação. Esse aumento do uso de veículos como carros e motos deve-se a, pelo menos, cinco fatores: má qualidade do transporte público no Brasil; aumento da renda média do brasileiro nos últimos anos; redução de impostos por parte do Governo Federal sobre produtos industrializados (o que inclui os carros); concessão de mais crédito ao consumidor; e, por fim, herança histórica da política rodoviária do país.
Entre as principais soluções para o problema da mobilidade urbana, na visão de muitos especialistas, estaria o estímulo aos transportes coletivos públicos, através da melhoria de suas qualidades e eficiências e do desenvolvimento de um trânsito focado na circulação desses veículos, e a diversificação dos modais de transporte. Ao longo do século XX, o Brasil foi essencialmente rodoviarista, em detrimento do uso de trens, metrôs e outros. A ideia é investir mais nesses modos alternativos, o que pode atenuar os excessivos números de veículos transitando nas ruas das grandes cidades do país.
De toda forma, é preciso ampliar os debates, regulamentando ações públicas para o interesse da questão, tais como a difusão dos fóruns de mobilidade urbana e a melhoria do Estatuto das Cidades, com ênfase na melhoria da qualidade e da eficiência dos deslocamentos por parte das populações.
(PENA, Rodolfo F. Alves. "Mobilidade urbana no Brasil".
Disponível em <http://brasilescola.uol.com.br/geografia/mobilidade-urbana- no-brasil.htm>. Acesso em 25/03/2016. Adaptado).
Texto 2
Leia o infográfico que segue e responda à questão:

(Disponível em <http://www.webbikers.com.br/blog/wp-
content/uploads/2012/10/Screen-shot-2012-10-12-at-6.30.10-PM.png,> Acesso em 26/03/2016).
A relação que se estabelece entre as informações do infográfico e as do texto 1 é de:
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Texto 1
Mobilidade urbana no Brasil
Nos últimos anos, o debate sobre a mobilidade urbana no Brasil vem se acirrando cada vez mais, haja vista que a maior parte das grandes cidades do país vem encontrando dificuldades em desenvolver meios para diminuir a quantidade de congestionamentos ao longo do dia e o excesso de pedestres em áreas centrais dos espaços urbanos. Trata-se, também, de uma questão ambiental, pois o excesso de veículos nas ruas gera mais poluição, interferindo em problemas naturais e climáticos em larga escala e também nas próprias cidades, a exemplo do aumento do problema das ilhas de calor.
A principal causa dos problemas de mobilidade urbana no Brasil relaciona-se ao aumento do uso de transportes individuais em detrimento da utilização de transportes coletivos, embora esses últimos também encontrem dificuldades com a superlotação. Esse aumento do uso de veículos como carros e motos deve-se a, pelo menos, cinco fatores: má qualidade do transporte público no Brasil; aumento da renda média do brasileiro nos últimos anos; redução de impostos por parte do Governo Federal sobre produtos industrializados (o que inclui os carros); concessão de mais crédito ao consumidor; e, por fim, herança histórica da política rodoviária do país.
Entre as principais soluções para o problema da mobilidade urbana, na visão de muitos especialistas, estaria o estímulo aos transportes coletivos públicos, através da melhoria de suas qualidades e eficiências e do desenvolvimento de um trânsito focado na circulação desses veículos, e a diversificação dos modais de transporte. Ao longo do século XX, o Brasil foi essencialmente rodoviarista, em detrimento do uso de trens, metrôs e outros. A ideia é investir mais nesses modos alternativos, o que pode atenuar os excessivos números de veículos transitando nas ruas das grandes cidades do país.
De toda forma, é preciso ampliar os debates, regulamentando ações públicas para o interesse da questão, tais como a difusão dos fóruns de mobilidade urbana e a melhoria do Estatuto das Cidades, com ênfase na melhoria da qualidade e da eficiência dos deslocamentos por parte das populações.
(PENA, Rodolfo F. Alves. "Mobilidade urbana no Brasil".
Disponível em <http://brasilescola.uol.com.br/geografia/mobilidade-urbana- no-brasil.htm>. Acesso em 25/03/2016. Adaptado).
O trecho “o Brasil foi essencialmente rodoviarista, em detrimento do uso de trens, metrôs e outros” significa que o país priorizou o uso de
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De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei n. 9394/96) é dever do Estado para com a educação escolar pública:
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A observância da adequação e da exigibilidade, por parte do agente público, constitui fundamento do seguinte princípio da Administração Pública:
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Analise as contas abaixo e assinale aquela que NÃO representa conta de resultado patrimonial do exercício:
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2535051
Ano: 2016
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Acerca das demonstrações contábeis aplicadas ao setor público, indique a alternativa que não condiz com a característica e peculiaridade do demonstrativo.
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2525494
Ano: 2016
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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São consideras despesas correntes, EXCETO:
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