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Foram encontradas 260 questões.

2105925 Ano: 2021
Disciplina: Arquivologia
Banca: UFES
Orgão: UFES

Segundo o Conselho Nacional de Arquivos (Conarq – 2005, p.1), “O início do século XXI apresenta um mundo fortemente dependente do documento arquivístico digital como um meio para registrar as funções e atividades de indivíduos, organizações e governos”. Por esse motivo, o maior desafio da preservação dos documentos arquivísticos digitais está na implementação de ações capazes de garantir o acesso contínuo aos seus conteúdos e às funcionalidades dos documentos, por meio de recursos tecnológicos disponíveis à época em que ocorrer a sua utilização, garantindo-se a integridade e a autenticidade da informação ao longo do tempo. Nessa perspectiva, conforme a Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital, NÃO se trata de problema que os governos devem solucionar a fim de garantir a inclusão informacional e a preservação do patrimônio arquivístico digital a

 

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2088962 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFES
Orgão: UFES

Década dos Oceanos, instituída pela ONU, começa hoje em todo o mundo

Início ocorre no Dia Mundial dos Oceanos

Publicado em 08/06/2020 – 05:35 Por Gilberto Costa – Repórter da Agência Brasil – Brasíli a

A Década dos Oceanos, instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), começa hoje (8) – Dia Mundial dos Oceanos – em todo o mundo. Diplomatas, ambientalistas e cientistas esperam que nos próximos dez anos a humanidade aumente o conhecimento sobre as águas que cobrem 70% do planeta e proteja melhor essa imensidão, que absorve um terço do gás carbônico produzido pela atividade humana, retém o aquecimento global e serve à subsistência direta de bilhões de pessoas.

Esta segunda-feira também é o Dia Mundial dos Oceanos, instituído durante a conferência Rio-92 para promover a conservação de espécies e habitats, diminuir a poluição e a escassez de recursos por causa da sobrepesca. “Fonte de bens e serviços que sustentam a humanidade, os oceanos são importantíssimos para o funcionamento do planeta e para o bem-estar. A gente precisa conhecer mais e cuidar mais”, defende Alexander Turra, professor titular do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (USP) e responsável pela cátedra Unesco para Sustentabilidade dos Oceanos.

Turra, que também faz parte da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, alerta que neste momento de pandemia de covid-19 “diminuiu o esforço de fiscalização nos oceanos”. Ele teme que o afrouxamento esteja sendo aproveitado para a sobrepesca e para a pirataria.

Em oito anos da década passada (2011-2018) ocorreu uma média de 257 casos de pirataria marítima por ano em todo o planeta, segundo o International Maritime Bureau (IMB).

Difícil vigilância

Crimes marítimos e acidentes nos oceanos podem ser de difícil investigação. Alexander Turra lembra que até hoje os brasileiros não sabem como 3.600 quilômetros do litoral, da Reserva Extrativista do Cururupu (Maranhão) até São João da Barra (Rio de Janeiro), foram atingidos por manchas de petróleo.

Por análise da composição molecular, sabe-se que o óleo foi extraído da Venezuela, mas não se sabe a causa da ocorrência da mancha, criminosa ou acidental, como vazamento de uma embarcação ou naufrágio em alto-mar.

Turra lamenta que não seja possível saber o dano total do incidente e mesmo se os efeitos já cessaram. “Visualmente, o aspecto é de melhora, porém o efeito de longo prazo ainda está sendo avaliado. A gente não sabe qual é a sua magnitude.” De acordo com dados da Marinha, foram recolhidas mais de 5 mil toneladas de óleo em 11 estados.

O pesquisador preocupa-se com a possibilidade de que “esse tipo de sinistro possa acontecer de novo”. Como forma de prevenção e controle, ele defende a pesquisa conjunta entre as universidades federais e a Marinha. Também espera que haja melhora na fiscalização do tráfego marítimo internacional, inclusive com o monitoramento da interrupção de comunicação dos navios (transponder), que impede a rastreabilidade por embarcação.

Edição: Graça Adjuto (Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-06/decada-dos-oceanos-instituidapela- onu-comeca-hoje-em-todo-o-mundo. Acesso em: 20 abr. 2021).

Considerando os excertos “[...] que cobrem 70% do planeta [...]” (linha 8) e “[...] que absorve um terço do gás carbônico produzido pela atividade humana [...]” (linha 9- 10), analise as afirmativas a seguir, sobre as duas ocorrências do termo “que”.

I. A primeira ocorrência do termo “que” retoma a palavra “águas” (linha 8), estabelecendo uma relação de restrição.

II. A primeira ocorrência do termo “que” trata-se de um conector e introduz uma condição em relação à informação antecedente.

III. A segunda ocorrência do termo “que” retoma a palavra “imensidão” (linha 9), estabelecendo uma relação de explicação.

IV. A segunda ocorrência do termo “que” caracteriza-se por indicar uma advertência que pode ser ignorada.

V. O termo “que”, em ambas as ocorrências, é um elemento referencial que retoma os nomes que o antecedem.

É CORRETO o que se afirma em

 

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2088961 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFES
Orgão: UFES

Década dos Oceanos, instituída pela ONU, começa hoje em todo o mundo

Início ocorre no Dia Mundial dos Oceanos

Publicado em 08/06/2020 – 05:35 Por Gilberto Costa – Repórter da Agência Brasil – Brasíli a

A Década dos Oceanos, instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), começa hoje (8) – Dia Mundial dos Oceanos – em todo o mundo. Diplomatas, ambientalistas e cientistas esperam que nos próximos dez anos a humanidade aumente o conhecimento sobre as águas que cobrem 70% do planeta e proteja melhor essa imensidão, que absorve um terço do gás carbônico produzido pela atividade humana, retém o aquecimento global e serve à subsistência direta de bilhões de pessoas.

Esta segunda-feira também é o Dia Mundial dos Oceanos, instituído durante a conferência Rio-92 para promover a conservação de espécies e habitats, diminuir a poluição e a escassez de recursos por causa da sobrepesca. “Fonte de bens e serviços que sustentam a humanidade, os oceanos são importantíssimos para o funcionamento do planeta e para o bem-estar. A gente precisa conhecer mais e cuidar mais”, defende Alexander Turra, professor titular do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (USP) e responsável pela cátedra Unesco para Sustentabilidade dos Oceanos.

Turra, que também faz parte da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, alerta que neste momento de pandemia de covid-19 “diminuiu o esforço de fiscalização nos oceanos”. Ele teme que o afrouxamento esteja sendo aproveitado para a sobrepesca e para a pirataria.

Em oito anos da década passada (2011-2018) ocorreu uma média de 257 casos de pirataria marítima por ano em todo o planeta, segundo o International Maritime Bureau (IMB).

Difícil vigilância

Crimes marítimos e acidentes nos oceanos podem ser de difícil investigação. Alexander Turra lembra que até hoje os brasileiros não sabem como 3.600 quilômetros do litoral, da Reserva Extrativista do Cururupu (Maranhão) até São João da Barra (Rio de Janeiro), foram atingidos por manchas de petróleo.

Por análise da composição molecular, sabe-se que o óleo foi extraído da Venezuela, mas não se sabe a causa da ocorrência da mancha, criminosa ou acidental, como vazamento de uma embarcação ou naufrágio em alto-mar.

Turra lamenta que não seja possível saber o dano total do incidente e mesmo se os efeitos já cessaram. “Visualmente, o aspecto é de melhora, porém o efeito de longo prazo ainda está sendo avaliado. A gente não sabe qual é a sua magnitude.” De acordo com dados da Marinha, foram recolhidas mais de 5 mil toneladas de óleo em 11 estados.

O pesquisador preocupa-se com a possibilidade de que “esse tipo de sinistro possa acontecer de novo”. Como forma de prevenção e controle, ele defende a pesquisa conjunta entre as universidades federais e a Marinha. Também espera que haja melhora na fiscalização do tráfego marítimo internacional, inclusive com o monitoramento da interrupção de comunicação dos navios (transponder), que impede a rastreabilidade por embarcação.

Edição: Graça Adjuto (Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-06/decada-dos-oceanos-instituidapela- onu-comeca-hoje-em-todo-o-mundo. Acesso em: 20 abr. 2021).

No excerto “[...] foram recolhidas mais de 5 mil toneladas de óleo em 11 estados” (linhas 38-39), a expressão “foram recolhidas” pressupõe um agente

 

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2088960 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFES
Orgão: UFES

Década dos Oceanos, instituída pela ONU, começa hoje em todo o mundo

Início ocorre no Dia Mundial dos Oceanos

Publicado em 08/06/2020 – 05:35 Por Gilberto Costa – Repórter da Agência Brasil – Brasíli a

A Década dos Oceanos, instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), começa hoje (8) – Dia Mundial dos Oceanos – em todo o mundo. Diplomatas, ambientalistas e cientistas esperam que nos próximos dez anos a humanidade aumente o conhecimento sobre as águas que cobrem 70% do planeta e proteja melhor essa imensidão, que absorve um terço do gás carbônico produzido pela atividade humana, retém o aquecimento global e serve à subsistência direta de bilhões de pessoas.

Esta segunda-feira também é o Dia Mundial dos Oceanos, instituído durante a conferência Rio-92 para promover a conservação de espécies e habitats, diminuir a poluição e a escassez de recursos por causa da sobrepesca. “Fonte de bens e serviços que sustentam a humanidade, os oceanos são importantíssimos para o funcionamento do planeta e para o bem-estar. A gente precisa conhecer mais e cuidar mais”, defende Alexander Turra, professor titular do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (USP) e responsável pela cátedra Unesco para Sustentabilidade dos Oceanos.

Turra, que também faz parte da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, alerta que neste momento de pandemia de covid-19 “diminuiu o esforço de fiscalização nos oceanos”. Ele teme que o afrouxamento esteja sendo aproveitado para a sobrepesca e para a pirataria.

Em oito anos da década passada (2011-2018) ocorreu uma média de 257 casos de pirataria marítima por ano em todo o planeta, segundo o International Maritime Bureau (IMB).

Difícil vigilância

Crimes marítimos e acidentes nos oceanos podem ser de difícil investigação. Alexander Turra lembra que até hoje os brasileiros não sabem como 3.600 quilômetros do litoral, da Reserva Extrativista do Cururupu (Maranhão) até São João da Barra (Rio de Janeiro), foram atingidos por manchas de petróleo.

Por análise da composição molecular, sabe-se que o óleo foi extraído da Venezuela, mas não se sabe a causa da ocorrência da mancha, criminosa ou acidental, como vazamento de uma embarcação ou naufrágio em alto-mar.

Turra lamenta que não seja possível saber o dano total do incidente e mesmo se os efeitos já cessaram. “Visualmente, o aspecto é de melhora, porém o efeito de longo prazo ainda está sendo avaliado. A gente não sabe qual é a sua magnitude.” De acordo com dados da Marinha, foram recolhidas mais de 5 mil toneladas de óleo em 11 estados.

O pesquisador preocupa-se com a possibilidade de que “esse tipo de sinistro possa acontecer de novo”. Como forma de prevenção e controle, ele defende a pesquisa conjunta entre as universidades federais e a Marinha. Também espera que haja melhora na fiscalização do tráfego marítimo internacional, inclusive com o monitoramento da interrupção de comunicação dos navios (transponder), que impede a rastreabilidade por embarcação.

Edição: Graça Adjuto (Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-06/decada-dos-oceanos-instituidapela- onu-comeca-hoje-em-todo-o-mundo. Acesso em: 20 abr. 2021).

Considerando os excertos “A gente precisa conhecer mais e cuidar mais [...]” (linhas 16-17) e “A gente não sabe qual é a sua magnitude” (linha 37), é CORRETO afirmar que a expressão “a gente”

 

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2088375 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: UFES
Orgão: UFES

Um total de 87 pessoas foi dividido em 13 grupos diferentes. Cada pessoa ficou em um único grupo, e cada grupo ficou com, no máximo, 12 pessoas. A quantidade mínima possível de grupos com, pelo menos, cinco pessoas é igual a

 

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2088374 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: UFES
Orgão: UFES

A quantidade de números inteiros positivos de cinco algarismos com, pelo menos, dois algarismos idênticos é igual a

 

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2088373 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: UFES
Orgão: UFES

Cem objetos foram colocados em gavetas. O maior valor possível para , de modo que se tenha certeza de que, pelo menos, uma gaveta recebeu mais de três objetos, é igual a

 

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Em relação ao Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, Decreto nº 1.171, de 22 de junho de 1994, é INCORRETO afirmar:

 

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2087107 Ano: 2021
Disciplina: Direito Digital
Banca: UFES
Orgão: UFES

A Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018, conhecida como Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais,

I. aplica-se ao tratamento dos dados pessoais realizado para fins exclusivos de segurança pública, defesa nacional e segurança do Estado.

II. determina que a disciplina da proteção de dados pessoais tem como um de seus fundamentos a autodeterminação informativa.

III. considera como dado pessoal sensível aquele relativo a titular que não possa ser identificado, considerando a utilização de meios técnicos razoáveis e disponíveis na ocasião do tratamento desse dado.

É CORRETO o que se afirma em

 

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2086861 Ano: 2021
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFES
Orgão: UFES

Em matéria de licitação, segundo a Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, é INCORRETO afirmar:

 

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