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Leia o texto a seguir e responda à questão.
NOVAS BULAS
Na linguagem popular, a expressão “como bula de remédio” já se tornou sinônima de texto difícil de ler, seja pelas letras pequenas seja pela linguagem obscura. É especialmente cruel o fato de que as letras mínimas causam especial embaraço às pessoas de maior idade, justamente as que mais tendem a precisar de medicamentos.
É, portanto, mais do que bem-vinda a iniciativa da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) de modificar as regras para a confecção de bulas, visando a facilitar a vida do consumidor. A oportunidade do empreendimento não o torna, porém, mais simples ou mesmo factível.
Dentro em breve, a pessoa que comprar um medicamento na farmácia receberá apenas a bula que contém explicações destinadas ao paciente. As informações técnicas – dirigidas aos médicos – constarão de um bulário on-line da Anvisa e de fármacos utilizados em hospitais, além, é claro, dos diversos dicionários de remédios já no mercado. Atualmente, as bulas trazem tanto informações ao paciente como as destinadas aos profissionais de saúde.
Com as novas regras, será possível aproveitar melhor o espaço para aumentar o tamanho da letra. A separação dos textos também evitará a duplicação de informações, que freqüentemente gera dúvidas.
A principal dificuldade é encontrar a linguagem ideal para a bula ao paciente. Tomam remédios e deveriam ser capazes de entender suas instruções desde o semi-analfabeto até pessoas com formação superior.
Se, para os segundos, um termo como “crise epilética” não oferece maiores problemas de compreensão, ele pode ser impenetrável para o público com menor formação. E como substitui-lo sem sacrificar em demasia a precisão técnica?
Não há resposta pronta. Sabe-se apenas que ela passa pelo bom senso. Infelizmente, como certa vez proclamou um sábio, o bom senso não foi muito bem repartido entre todos os seres humanos.
Fonte: Folha de S. Paulo, 25 mar. 2004, p. 2.
(Disponível em:
<http://acervo.folha.com.br/leitor.do?numero=16026&anchor=5185592&origem=busca&originURL=&pd=08f4021dec82e53391bc8830585429a9>.
Acesso em 10 fev. 2022)
O prefixo “im–”, em geral, produz um sentido contrário ao da palavra à qual se afixa, como ocorre em “impenetrável”. Esse sentido NÃO está presente em
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NOVAS BULAS
Na linguagem popular, a expressão “como bula de remédio” já(I) se tornou sinônima de texto difícil de ler, seja pelas letras pequenas seja pela linguagem obscura. É especialmente cruel o fato de que as letras mínimas causam especial embaraço às pessoas de maior idade(II), justamente as(II) que mais tendem a precisar de medicamentos.
É, portanto, mais do que bem-vinda a iniciativa da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) de modificar as regras para a confecção de bulas, visando a facilitar a vida do consumidor. A oportunidade do empreendimento não o torna, porém, mais simples ou mesmo factível.
Dentro em breve, a pessoa que comprar um medicamento na farmácia receberá apenas a bula que contém explicações destinadas ao paciente. As informações técnicas – dirigidas aos médicos – constarão de um bulário on-line da Anvisa e de fármacos utilizados em hospitais, além, é claro, dos diversos dicionários de remédios já(I) no mercado. Atualmente(III), as bulas trazem tanto informações ao paciente como as destinadas aos profissionais de saúde.
Com as novas regras, será possível aproveitar melhor o espaço para aumentar o tamanho da letra. A separação dos textos também evitará a duplicação de informações, que freqüentemente gera dúvidas.
A principal dificuldade é encontrar a linguagem ideal para a bula ao paciente. Tomam remédios(IV) e deveriam ser capazes de entender suas instruções desde o semi-analfabeto até pessoas com formação superior.
Se, para os segundos(IV), um termo como “crise epilética” não oferece maiores problemas de compreensão, ele(V) pode ser impenetrável para o público(V) com menor formação. E como substitui-lo(V) sem sacrificar em demasia a precisão técnica?
Não há resposta pronta. Sabe-se apenas que ela passa pelo bom senso. Infelizmente, como certa vez proclamou um sábio, o bom senso não foi muito bem repartido entre todos os seres humanos.
Fonte: Folha de S. Paulo, 25 mar. 2004, p. 2.
(Disponível em:
<http://acervo.folha.com.br/leitor.do?numero=16026&anchor=5185592&origem=busca&originURL=&pd=08f4021dec82e53391bc8830585429a9>.
Acesso em 10 fev. 2022)
Considerando os elementos referenciais utilizados no texto, analise as afirmativas a seguir:
I. O termo “já”, em ambas as ocorrências, veicula um sentido locativo e aponta para fatos.
II. O termo “as” retoma a expressão “pessoas de maior idade” e mantém a coesão textual.
III. O termo “atualmente” introduz uma circunstância temporal e incide sobre toda a frase subsequente.
IV. A expressão “os segundos” retoma o nome “remédios” e contribui com a clareza textual.
V. Os termos “ele” e “–lo” referem-se ao termo “público” e o substitui.
É CORRETO o que se afirma em
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NOVAS BULAS
Na linguagem popular, a expressão “como bula de remédio” já se tornou sinônima de texto difícil de ler, seja pelas letras pequenas seja pela linguagem obscura. É especialmente cruel o fato de que as letras mínimas causam especial embaraço às pessoas de maior idade, justamente as que mais tendem a precisar de medicamentos.
É, portanto, mais do que bem-vinda a iniciativa da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) de modificar as regras para a confecção de bulas, visando a facilitar a vida do consumidor. A oportunidade do empreendimento não o torna, porém, mais simples ou mesmo factível.
Dentro em breve, a pessoa que comprar um medicamento na farmácia receberá apenas a bula que contém explicações destinadas ao paciente. As informações técnicas – dirigidas aos médicos – constarão de um bulário on-line da Anvisa e de fármacos utilizados em hospitais, além, é claro, dos diversos dicionários de remédios já no mercado. Atualmente, as bulas trazem tanto informações ao paciente como as destinadas aos profissionais de saúde.
Com as novas regras, será possível aproveitar melhor o espaço para aumentar o tamanho da letra. A separação dos textos também evitará a duplicação de informações, que freqüentemente gera dúvidas.
A principal dificuldade é encontrar a linguagem ideal para a bula ao paciente. Tomam remédios e deveriam ser capazes de entender suas instruções desde o semi-analfabeto até pessoas com formação superior.
Se, para os segundos, um termo como “crise epilética” não oferece maiores problemas de compreensão, ele pode ser impenetrável para o público com menor formação. E como substitui-lo sem sacrificar em demasia a precisão técnica?
Não há resposta pronta. Sabe-se apenas que ela passa pelo bom senso. Infelizmente, como certa vez proclamou um sábio, o bom senso não foi muito bem repartido entre todos os seres humanos.
Fonte: Folha de S. Paulo, 25 mar. 2004, p. 2.
(Disponível em:
<http://acervo.folha.com.br/leitor.do?numero=16026&anchor=5185592&origem=busca&originURL=&pd=08f4021dec82e53391bc8830585429a9>.
Acesso em 10 fev. 2022)
Sobre o texto, é CORRETO afirmar:
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A ocorrência de acidentes e de doenças ocupacionais é considerada prejuízo que afeta a saúde financeira e a soberania das empresas e instituições, sejam elas públicas e/ou privadas. Nesse sentido, têm-se desenvolvido meios que possam reduzir e prevenir essas intercorrências à segurança e higiene do trabalho, assim como erradicar os seus efeitos. Com base nessa premissa, estão envolvidos no combate à ocorrência de acidentes e doenças ocupacionais, a partir da ISO Série 9000, necessariamente,
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Vida de canhoto
Eu escrevo com a mão errada. E sempre foi assim. Ainda na creche eu usava a mão esquerda para tudo. Meus pais são destros e a chance de terem um filho canhoto beira os 2%. E aconteceu(I). Mas tive a sã felicidade de nascer numa época em que(1) pessoas como eu não são mais mortas na fogueira por isso. O que não significa que a minha vida ficou mais fácil.
Tudo já começa de manhã. Se acordo de mau humor, alguém já me pergunta: “levantou com o pé esquerdo, foi?”. E ao longo do dia vem alguém me questionar se não vou “fazer nada direito”. Ou aquelas piadas de mau gosto que todo canhoto já ouviu na vida, do tipo “é fácil ser canhoto, o difícil é ser direito”, ou “dá para algum canhoto estudar Direito?”. Eu poderia suportar muito bem essas coisas, se o mundo estivesse preparado para pessoas como eu. Mas ele não está.
E isso vai muito além de tesouras e abridores de lata. Um dos meus grandes medos de infância era escrever no quadro em sala de aula. Havia grande chance de eu apagar tudo com o canto da mão. Isso sem falar que cumprimentar alguém com a mão esquerda é sinal de má educação. Por etiqueta, os garçons não colocam nada nas mesas pelo lado esquerdo.
Existem ainda bancos, lotéricas e bibliotecas que têm aquelas canetas amarradas a uma correntinha. Adivinhem de qual lado que a caneta é amarrada? É necessário fazer verdadeiros contorcionismos para conseguir escrever. Há também as canecas com desenhos que(II), para nós(IV), canhotos(IV), se não forem feitas sob encomenda ou compradas em algum site, o desenho ficará virado para a gente, o que lhes tira totalmente(V) a graça(V). Talvez seja por coisas assim que nós, canhotos, costumamos ter grande habilidade manual. Para piorar, existem estatísticas mostrando que canhotos vivem em média nove anos a menos que os destros – o que, sinceramente, acho que é balela.
Um verdadeiro canhoto costuma citar uma lista enorme de celebridades que(II) também o são ou foram, na tentativa de mostrar que servimos para alguma coisa. Pois bem, aí vai a minha: Charles Chaplin, Leonardo Da Vinci, Machado de Assis, Ludwig van Beethoven, Pablo Picasso, Angelina Jolie, Barack Obama, Julia Roberts, Lady Gaga, Bruce Willis. É uma lista de dar inveja. É claro(VI) que ninguém se lembra de Adolf Hitler e Georg W. Bush(VI). Até que se prove o contrário, Donald Trump é destro, destríssimo!
Não existe nenhuma evidência(III) de que o próprio Jesus Cristo não fosse canhoto(III). É até provável que o fosse, se realmente está à direita do Pai. Cheguei a uma descoberta que(II), afinal, me tranquilizou: se Deus escreve certo por linhas tortas, não é difícil imaginar qual é a mão que(II) ele usa para escrever.
Crédito: Larissa de Oliveira
(Disponível em: <https://www.mediacaouninter.com.br/single-post/2017/09/13/vida-de-canhoto>.
Acesso em: 10 fev. 2022).
Considerando os elementos referenciais utilizados no texto, analise as afirmativas a seguir:
I. A expressão “em que” retoma a palavra “aconteceu”, estabelecendo uma relação temporal.
II. O termo “que” funciona como um elemento referencial, retomando os nomes que lhe antecedem.
III. O excerto “de que o próprio Jesus Cristo não fosse canhoto” trata-se de uma estrutura complexa e completa o sentido do termo “evidência”.
IV. O termo “nós” e o nome “canhotos” mantém entre si uma relação de identidade.
V. O termo “totalmente” incide sobre o termo “graça”, indicando uma circunstância de finalidade.
VI. A expressão “É claro”, no excerto “É claro que ninguém se lembra de Adolf Hitler e Georg W. Bush”, introduz uma advertência.
É CORRETO o que se afirma em
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O Art. 21 do Decreto nº 9.235, de 15 de dezembro de 2017, trata dos elementos componentes do Projeto de Desenvolvimento Institucional (PDI). NÃO é elemento que compõe o PDI:
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Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: UFES
Orgão: UFES
São impostos e tributos sobre os quais incidem incentivos fiscais previstos nas leis de incentivo à cultura:
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Quando Macedo et al (2015) apresentam seu projeto de extensão “Terapia Ocupacional e os jovens Guarani do Espírito Santo”, a etnia apontada como majoritária no município de Aracruz-ES é a
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Em relação aos registros de transações de um país, analise as afirmativas a seguir:
I. Os registros das transferências, dos pagamentos internacionais e do comércio de bens e serviços entre um país e o resto do mundo constituem o balanço de pagamentos.
II. Quando um investidor estrangeiro adquire ações de uma empresa brasileira, essa operação é registrada como crédito na conta de capital do Brasil.
III. O Brasil paga juros sobre sua dívida externa adquirida com um país credor. Nesse caso, essa transação de pagamento de juros será registrada no balanço de pagamentos do Brasil com valor negativo no balanço de serviços e rendas.
É CORRETO o que se afirma em:
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A figura a seguir mostra uma coleta de dados realizada em uma conexão FTP entre cliente e servidor.

A respeito dessa coleta, é CORRETO afirmar que a quantidade de conexões TCP iniciadas e encerradas é, respectivamente,
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