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399763 Ano: 2017
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFF
Orgão: UFF
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Um conjunto de operações, limitadas no tempo, das quais resulta um produto que concorre para a expansão ou o aperfeiçoamento da ação de governo, é um instrumento de programação denominado:

 

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399762 Ano: 2017
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFF
Orgão: UFF
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A Lei Orçamentária Anual (LOA) é o documento:

 

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399761 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: UFF
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Texto II


O Verde


Estranha é a cabeça das pessoas. Uma vez,

em São Paulo, morei em uma rua que era dominada

por uma árvore incrível. Na época da floração, ela

enchia a calçada de cores. Para usar um lugar-comum,

5 ficava sobre o passeio um verdadeiro tapete de flores;

esquecíamos o cinza que nos envolvia e vinha do asfalto,

do concreto, do cimento, os elementos

característicos da cidade. Percebi certo dia que a árvore

começava a morrer. Secava lentamente, até

10 que amanheceu inerte, sem uma folha. É um ciclo, ela

renascerá, comentávamos no bar ou na padaria. Não

voltou. Pedi ao Instituto Botânico que analisasse a

árvore, e o técnico concluiu que ela fora envenenada.

Surpresos, nós, os moradores da rua, que tínhamos na

15 árvore um verdadeiro símbolo, começamos a nos

lembrar de uma vizinha de meia-idade que todas as

manhãs estava ao pé da árvore com um regador.

Cheios de suspeitas, fomos até ela, indagamos, e ela

respondeu com calma, os olhos brilhando, agressivos

20 e irritados:

- Matei mesmo essa maldita árvore.

- Por quê?

- Porque na época da flor ela sujava minha calçada, eu vivia varrendo essas flores desgraçadas.

BRANDÃO, I. de L. Manifesto verde. São Paulo, Círculo do Livro, 1985. p. 16-17. (Adaptado)

De acordo com a Gramática de Cunha e Cintra, o pretérito perfeito exprime um fato passado não habitual, uma ação momentânea, ao passo que o pretérito imperfeito denota um fato passado habitual, que tem duração no tempo. Exemplos desses dois tempos verbais são, respectivamente:

 

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399760 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: UFF
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Texto II


O Verde


Estranha é a cabeça das pessoas. Uma vez,

em São Paulo, morei em uma rua que era dominada

por uma árvore incrível. Na época da floração, ela

enchia a calçada de cores. Para usar um lugar-comum,

5 ficava sobre o passeio um verdadeiro tapete de flores;

esquecíamos o cinza que nos envolvia e vinha do asfalto,

do concreto, do cimento, os elementos

característicos da cidade. Percebi certo dia que a árvore

começava a morrer. Secava lentamente, até

10 que amanheceu inerte, sem uma folha. É um ciclo, ela

renascerá, comentávamos no bar ou na padaria. Não

voltou. Pedi ao Instituto Botânico que analisasse a

árvore, e o técnico concluiu que ela fora envenenada.

Surpresos, nós, os moradores da rua, que tínhamos na

15 árvore um verdadeiro símbolo, começamos a nos

lembrar de uma vizinha de meia-idade que todas as

manhãs estava ao pé da árvore com um regador.

Cheios de suspeitas, fomos até ela, indagamos, e ela

respondeu com calma, os olhos brilhando, agressivos

20 e irritados:

- Matei mesmo essa maldita árvore.

- Por quê?

- Porque na época da flor ela sujava minha calçada, eu vivia varrendo essas flores desgraçadas.

BRANDÃO, I. de L. Manifesto verde. São Paulo, Círculo do Livro, 1985. p. 16-17. (Adaptado)

O texto “O verde” é predominantemente uma:

 

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399759 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: UFF
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Texto II


O Verde


Estranha é a cabeça das pessoas. Uma vez,

em São Paulo, morei em uma rua que era dominada

por uma árvore incrível. Na época da floração, ela

enchia a calçada de cores. Para usar um lugar-comum,

5 ficava sobre o passeio um verdadeiro tapete de flores;

esquecíamos o cinza que nos envolvia e vinha do asfalto,

do concreto, do cimento, os elementos

característicos da cidade. Percebi certo dia que a árvore

começava a morrer. Secava lentamente, até

10 que amanheceu inerte, sem uma folha. É um ciclo, ela

renascerá, comentávamos no bar ou na padaria. Não

voltou. Pedi ao Instituto Botânico que analisasse a

árvore, e o técnico concluiu que ela fora envenenada.

Surpresos, nós, os moradores da rua, que tínhamos na

15 árvore um verdadeiro símbolo, começamos a nos

lembrar de uma vizinha de meia-idade que todas as

manhãs estava ao pé da árvore com um regador.

Cheios de suspeitas, fomos até ela, indagamos, e ela

respondeu com calma, os olhos brilhando, agressivos

20 e irritados:

- Matei mesmo essa maldita árvore.

- Por quê?

- Porque na época da flor ela sujava minha calçada, eu vivia varrendo essas flores desgraçadas.

BRANDÃO, I. de L. Manifesto verde. São Paulo, Círculo do Livro, 1985. p. 16-17. (Adaptado)

De acordo com o texto, a mulher matou a árvore porque:

 

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399758 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: UFF
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Texto II


O Verde


Estranha é a cabeça das pessoas. Uma vez,

em São Paulo, morei em uma rua que era dominada

por uma árvore incrível. Na época da floração, ela

enchia a calçada de cores. Para usar um lugar-comum,

5 ficava sobre o passeio um verdadeiro tapete de flores;

esquecíamos o cinza que nos envolvia e vinha do asfalto,

do concreto, do cimento, os elementos

característicos da cidade. Percebi certo dia que a árvore

começava a morrer. Secava lentamente, até

10 que amanheceu inerte, sem uma folha. É um ciclo, ela

renascerá, comentávamos no bar ou na padaria. Não

voltou. Pedi ao Instituto Botânico que analisasse a

árvore, e o técnico concluiu que ela fora envenenada.

Surpresos, nós, os moradores da rua, que tínhamos na

15 árvore um verdadeiro símbolo, começamos a nos

lembrar de uma vizinha de meia-idade que todas as

manhãs estava ao pé da árvore com um regador.

Cheios de suspeitas, fomos até ela, indagamos, e ela

respondeu com calma, os olhos brilhando, agressivos

20 e irritados:

- Matei mesmo essa maldita árvore.

- Por quê?

- Porque na época da flor ela sujava minha calçada, eu vivia varrendo essas flores desgraçadas.

BRANDÃO, I. de L. Manifesto verde. São Paulo, Círculo do Livro, 1985. p. 16-17. (Adaptado)

Todos os trechos sublinhados nas opções a seguir são expressões adverbiais de lugar, EXCETO em:

 

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399757 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: UFF
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Texto II


O Verde


Estranha é a cabeça das pessoas. Uma vez,

em São Paulo, morei em uma rua que era dominada

por uma árvore incrível. Na época da floração, ela

enchia a calçada de cores. Para usar um lugar-comum,

5 ficava sobre o passeio um verdadeiro tapete de flores;

esquecíamos o cinza que nos envolvia e vinha do asfalto,

do concreto, do cimento, os elementos

característicos da cidade. Percebi certo dia que a árvore

começava a morrer. Secava lentamente, até

10 que amanheceu inerte, sem uma folha. É um ciclo, ela

renascerá, comentávamos no bar ou na padaria. Não

voltou. Pedi ao Instituto Botânico que analisasse a

árvore, e o técnico concluiu que ela fora envenenada.

Surpresos, nós, os moradores da rua, que tínhamos na

15 árvore um verdadeiro símbolo, começamos a nos

lembrar de uma vizinha de meia-idade que todas as

manhãs estava ao pé da árvore com um regador.

Cheios de suspeitas, fomos até ela, indagamos, e ela

respondeu com calma, os olhos brilhando, agressivos

20 e irritados:

- Matei mesmo essa maldita árvore.

- Por quê?

- Porque na época da flor ela sujava minha calçada, eu vivia varrendo essas flores desgraçadas.

BRANDÃO, I. de L. Manifesto verde. São Paulo, Círculo do Livro, 1985. p. 16-17. (Adaptado)

O verbo presente na oração “Para usar um lugar-comum, ficava sobre o passeio um verdadeiro tapete de flores” é um verbo de primeira conjugação e encontra-se no pretérito imperfeito do modo indicativo. A opção na qual o verbo sublinhado encontra-se nesse mesmo tempo, mas pertence à segunda conjugação, é:

 

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399756 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: UFF
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Texto II


O Verde


Estranha é a cabeça das pessoas. Uma vez,

em São Paulo, morei em uma rua que era dominada

por uma árvore incrível. Na época da floração, ela

enchia a calçada de cores. Para usar um lugar-comum,

5 ficava sobre o passeio um verdadeiro tapete de flores;

esquecíamos o cinza que nos envolvia e vinha do asfalto,

do concreto, do cimento, os elementos

característicos da cidade. Percebi certo dia que a árvore

começava a morrer. Secava lentamente, até

10 que amanheceu inerte, sem uma folha. É um ciclo, ela

renascerá, comentávamos no bar ou na padaria. Não

voltou. Pedi ao Instituto Botânico que analisasse a

árvore, e o técnico concluiu que ela fora envenenada.

Surpresos, nós, os moradores da rua, que tínhamos na

15 árvore um verdadeiro símbolo, começamos a nos

lembrar de uma vizinha de meia-idade que todas as

manhãs estava ao pé da árvore com um regador.

Cheios de suspeitas, fomos até ela, indagamos, e ela

respondeu com calma, os olhos brilhando, agressivos

20 e irritados:

- Matei mesmo essa maldita árvore.

- Por quê?

- Porque na época da flor ela sujava minha calçada, eu vivia varrendo essas flores desgraçadas.

BRANDÃO, I. de L. Manifesto verde. São Paulo, Círculo do Livro, 1985. p. 16-17. (Adaptado)

No trecho “... morei numa rua que era dominada por uma árvore incrível”, a palavra “que” é um pronome relativo que faz a retomada do termo anterior “uma rua”. Entre as opções a seguir, o “que” exerce esse mesmo papel em:

 

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399755 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: UFF
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Texto I


O Pavão

Eu considerei a glória de um pavão ostentando o

esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas

andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas

não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O

5 que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se

fragmenta, como em um prisma. O pavão é um

arco-íris de plumas. Eu considerei que este é o luxo do

grande artista, atingir o máximo de matizes com o

mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu

10 esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.

Considerei, por fim, que assim é o amor, oh!

minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e

estremece e delira em mim existem apenas meus

olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de

15 glórias e me faz magnífico.


Disponível em: http://www.releituras.com/rubembraga_pavao.asp. Acesso em: 4 jan.2017.

Na frase “Eu considerei a glória de um pavão OSTENTANDO o esplendor de suas cores;...”, a palavra em destaque produz o sentido de:

 

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399754 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: UFF
Provas:

Texto I


O Pavão

Eu considerei a glória de um pavão ostentando o

esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas

andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas

não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O

5 que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se

fragmenta, como em um prisma. O pavão é um

arco-íris de plumas. Eu considerei que este é o luxo do

grande artista, atingir o máximo de matizes com o

mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu

10 esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.

Considerei, por fim, que assim é o amor, oh!

minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e

estremece e delira em mim existem apenas meus

olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de

15 glórias e me faz magnífico.


Disponível em: http://www.releituras.com/rubembraga_pavao.asp. Acesso em: 4 jan.2017.

A palavra “arco-íris” (linha 7) é formada pelo processo de composição por justaposição, assim como:

 

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