Foram encontradas 708 questões.
Leia o anúncio abaixo, divulgado recentemente em algumas redes sociais do facebook:

Disponível em <https://www.facebook.com/humorinteligente01> Acesso em 6 jun. 2013.
O que o pronunciamento do Barão de Itararé interpreta como “difícil” um fenômeno, na verdade, é bastante comum nas línguas em geral. Qual é ele?
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Concreto coberto de vida

Pesquisadores do grupo de tecnologia de Estruturas da Universidade Politécnica da Catalunha, na Espanha, desenvolveram um tipo de concreto capaz de abrigar líquens, musgos, fungos e algas microscópicas. O novo concreto, chamado de biológico, é feito a partir de dois materiais a base de cimento. O primeiro, o concreto convencional carbonatado, produzido com cimento Portland, com ph levemente básico. O segundo é produzido com um cimento contendo fosfato de magnésio, ligeiramente ácido, usado como biocimento por médicos e dentistas. Esses materiais são usados em placas sobrepostas, uma delas capaz de reter água, favorecendo o crescimento dos microorganismos, e outra impermeável, para proteger a estrutura do prédio da corrosão. Segundo seus criadores, o concreto biológico é indicado para ser usado na fachada de edifícios e outras construções por produzir um efeito ornamental e melhorar o conforto térmico dos prédios. Eles dizem ainda que o concreto biológico pode contribuir para diminuir a quantidade de dióxido de carbono da atmosfera por abrigar microorganismos que fazem fotossíntese – mas esse efeito, se de fato existir, pode ser pequeno. Os pesquisadores já patentearam a ideia e buscam uma forma de acelerar o crescimento dos organismos vivos. O objetivo é acelerar a colonização natural para obter uma aparência atraente em menos de um ano. Fachadas com o novo material devem apresentar alterações de cor, que podem variar segundo a época do ano e os organismos que vivem ali. O novo concreto, dizem os pesquisadores, evita o crescimento de plantas com raízes que poderiam comprometer a estrutura da edificação.
Fachada viva: concepção artística do prédio com placas de concreto biológico
Anáfora é todo elemento linguístico, expressão qualquer, substantivo, pronome etc., que tem por propriedade retomar um referente anteriormente explicitado. Qual a alternativa abaixo corresponde à cadeia anafórica utilizadas para retomar o referente introduzido no texto pela expressão “um tipo de concreto capaz de abrigar líquens, musgos, fungos e algas microscópicas”?
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Água de beber
Parabenizo o pesquisador Roland Ernest Vetter pela iniciativa de proporcionar água de boa qualidade às populações indígenas da Amazônia (nota: “Água potável na tribo”, edição 202). Contudo, ressalto que há tecnologias de tratamento de água, tais como filtração lenta em areia, a sedimentação auxiliada por coagulantes naturais e a desinfecção solar, que são mais apropriadas às pequenas comunidades e regiões pouco desenvolvidas, principalmente pela simplicidade de operação e manutenção. Essas tecnologias, quando projetadas e dimensionadas corretamente, apresentam eficiência comparada às outras mais sofisticadas. Reatores de lâmpadas UV são eficazes para a desinfecção da água, mas exigem manutenção frequente (controle de qualidade da água que alimenta o reator, limpeza e substituição da lâmpadas etc.), que deve ser feita por pessoal qualificado não encontrado em populações indígenas ou ribeirinhas.
José Euclides Paterniani
Faculdade de Engenharia Agrícola/Unicamp Campinas, SP
A carta é um comentário a respeito da proposta do pesquisador Roland Ernest de oferecer água mineral às populações indígenas da Amazônia. Qual o objetivo principal da carta?
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Na gramática tradicional, em geral, o elemento “onde” é um entre outros que fazem parte da classe gramatical dos advérbios, especificamente, vem classificado como advérbio de lugar e/ou advérbio interrogativo.
Na gramática de Cunha & Cintra (Cunha, Celso & Cintra, Luís F. Lindley, A nova gramática do português, 3ª edição, Rio de Janeiro: Lexikon Informática, 2007) define advérbios como modificadores do verbo e os classifica segundo a denominação da circunstância ou de outra ideia acessória que expressam. Segundo a explicação da gramática, “onde”, assim como outros advérbios de tempo e de modo, são chamados de interrogativos.
Em relação a isso, quais afirmações abaixo são corretas?
I. o advérbio , no contexto da publicidade, não está indicando uma circunstância nem expressando uma ideia acessória.
II. o adverbio, no contexto da publicidade, está indicando uma circunstância ou expressando uma ideia acessória.
III. o uso do advérbio na publicidade não corresponde ao que diz a gramática.
IV. o uso do advérbio na publicidade corresponde ao que diz a gramática.
V. O advérbio, por ser um elemento acessório, não provoca mudanças significativas nos textos em geral.
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Observe a publicidade, retirada da revista VOCÊ S.A., edição 173, de novembro de 2012, p.69, da Editora Abril, para responder as duas questões que seguem:

O enunciado em destaque, no topo da página publicitária, especificamente “você faz por onde” dialoga com a expressão de uso popular “você faz por merecer”. Ou seja, no lugar do que era esperado, a palavra merecer, vem “onde”. Qual o efeito de sentido que essa troca propicia?
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Analise a tirinha a seguir

Fonte: http://www.turmadamonica.com.br/comics/tirinhas/tira3.htm
No diálogo presente na tirinha de Maurício de Souza, há duas ocorrências de:
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De cortar os pulsos
Dilma realmente não está colaborando. Seu antecessor era um genial negociador, conciliou e articulou a tal ponto que não só conseguiu sobreviver a um tsunami e eleger seu sucessor como estabeleceu um legado.
Aquele que veio antes dele vislumbrou mudanças que levaram a economia do país das trevas à pós-modernidade.
Agora o barco encalhou. Lembra de expressões como "forças do atraso"? Pois é, lembrei desse tipo de intriga ao ouvir sobre as desventuras de Paris Jackson, filha adolescente de Michael Jackson hospitalizada depois de se automutilar -ainda não ficou claro se foi vítima de bullying na escola, teve frustrada a vontade de ir a um show de Marilyn Manson ou sente o peso do julgamento que se aproxima, que definirá os destinos do espólio do pai. Ou se todas as alternativas juntas ao mesmo tempo. No início da gestão Dilma, uma penca de empresários, os Gerdaus e Abílios que vimos -e os que não vimos-, Odebrecht, OAS, Camargo Corrêa, Mendes Júnior e Andrade Gutierrez, grandes bancos, agroprodutores e também a turma das empresas operadoras de telefonia, a gente bem sabe, se ofereceram todos para ajudá-la no que pudessem.
Hoje, não sobra um para jogar tranca. Quando algum meninão dá as caras é porque está emburrado, para dizer que a bola é dele e não brinca mais, que está cheio do bullying da presidente, que chega de veto disto ou daquilo.
Pessoal resmunga que nunca foi tratado assim. Nem por Geisel, nem por Figueiredo, Sarney, Collor, Itamar, FHC e muito menos por Lula. Como é que pode esse poste, que caiu na presidência de paraquedas, ousar impedi-los de ir ao concerto de Marilyn Manson? É uma relação muito adulta a que se criou entre Dilma e a turma que acaba definindo os humores do chamado "mercado".
Veja: não estou dizendo que o capital tapuia não tenha lá seu naco de razão. Ninguém é obrigado a perder dinheiro por patriotismo. É pouco acolhedor o ambiente vigente, de mudança constante de regras, de interferência excessiva, de contabilidade dúbia, de surpresas desagradáveis todo dia.
E nossa querida Dilma, apesar de ter promovido tanta aliança, dá mostras de que não sabe compor, dialogar ou fazer negócio e que governa com inspiração em algum modelo centralizador da Albânia do pós-guerra.
Por outro lado, a classe dirigente do país se comporta como uma mulher histérica chorando em porta de farmácia fechada em dia de feriado com receita de remédio de tarja preta na mão. Nervosinho e sempre disposto a pular da ponte esse mercado, não?
Pessoal reclama de que a infraestrutura e a indústria foram para o beleléu, mas estou para ver empresário brasileiro disposto a aceitar uma das premissas mais básicas do capitalismo: a tomada de risco. Sem pingar um dinheirinho do BNDES na mão, ele não faz. Sem a ajuda de Brasília, ele não bota na reta.
Temos uma história republicana recente marcada por presidentes, ministros e chefes de Casa Civil que se iludiram que bastava estar no poder para operar mudanças. Todos acabaram constatando que, por mais urgentes e legítimas que fossem, se implicam em contrariar interesses específicos, é mais fácil que sejam eles a cair em desgraça do que ver rumos alterados.
Na sua imensa falta de sensibilidade, Dilma quer porque quer forçar a mão. Pois vai acabar correndo risco de não ver a cor de um segundo mandato e ainda será cúmplice de profecia autorrealizada de quem está cheio de sua intransigência.
(Barbara Gancia).
O novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa está em vigor desde 1º de janeiro de 2009. O Governo primeiramente determinou que teríamos até 2013 para acatar obrigatoriamente as novas regras. Em seguida, o Governo brasileiro estendeu esse prazo até 2016. A partir dessa contextualização, assinale a alternativa correta quanto ao uso do acento diferencial em português.
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De cortar os pulsos
Dilma realmente não está colaborando. Seu antecessor era um genial negociador, conciliou e articulou a tal ponto que não só conseguiu sobreviver a um tsunami e eleger seu sucessor como estabeleceu um legado.
Aquele que veio antes dele vislumbrou mudanças que levaram a economia do país das trevas à pós-modernidade.
Agora o barco encalhou. Lembra de expressões como "forças do atraso"? Pois é, lembrei desse tipo de intriga ao ouvir sobre as desventuras de Paris Jackson, filha adolescente de Michael Jackson hospitalizada depois de se automutilar -ainda não ficou claro se foi vítima de bullying na escola, teve frustrada a vontade de ir a um show de Marilyn Manson ou sente o peso do julgamento que se aproxima, que definirá os destinos do espólio do pai. Ou se todas as alternativas juntas ao mesmo tempo. No início da gestão Dilma, uma penca de empresários, os Gerdaus e Abílios que vimos -e os que não vimos-, Odebrecht, OAS, Camargo Corrêa, Mendes Júnior e Andrade Gutierrez, grandes bancos, agroprodutores e também a turma das empresas operadoras de telefonia, a gente bem sabe, se ofereceram todos para ajudá-la no que pudessem.
Hoje, não sobra um para jogar tranca. Quando algum meninão dá as caras é porque está emburrado, para dizer que a bola é dele e não brinca mais, que está cheio do bullying da presidente, que chega de veto disto ou daquilo.
Pessoal resmunga que nunca foi tratado assim. Nem por Geisel, nem por Figueiredo, Sarney, Collor, Itamar, FHC e muito menos por Lula. Como é que pode esse poste, que caiu na presidência de paraquedas, ousar impedi-los de ir ao concerto de Marilyn Manson? É uma relação muito adulta a que se criou entre Dilma e a turma que acaba definindo os humores do chamado "mercado".
Veja: não estou dizendo que o capital tapuia não tenha lá seu naco de razão. Ninguém é obrigado a perder dinheiro por patriotismo. É pouco acolhedor o ambiente vigente, de mudança constante de regras, de interferência excessiva, de contabilidade dúbia, de surpresas desagradáveis todo dia.
E nossa querida Dilma, apesar de ter promovido tanta aliança, dá mostras de que não sabe compor, dialogar ou fazer negócio e que governa com inspiração em algum modelo centralizador da Albânia do pós-guerra.
Por outro lado, a classe dirigente do país se comporta como uma mulher histérica chorando em porta de farmácia fechada em dia de feriado com receita de remédio de tarja preta na mão. Nervosinho e sempre disposto a pular da ponte esse mercado, não?
Pessoal reclama de que a infraestrutura e a indústria foram para o beleléu, mas estou para ver empresário brasileiro disposto a aceitar uma das premissas mais básicas do capitalismo: a tomada de risco. Sem pingar um dinheirinho do BNDES na mão, ele não faz. Sem a ajuda de Brasília, ele não bota na reta.
Temos uma história republicana recente marcada por presidentes, ministros e chefes de Casa Civil que se iludiram que bastava estar no poder para operar mudanças. Todos acabaram constatando que, por mais urgentes e legítimas que fossem, se implicam em contrariar interesses específicos, é mais fácil que sejam eles a cair em desgraça do que ver rumos alterados.
Na sua imensa falta de sensibilidade, Dilma quer porque quer forçar a mão. Pois vai acabar correndo risco de não ver a cor de um segundo mandato e ainda será cúmplice de profecia autorrealizada de quem está cheio de sua intransigência.
(Barbara Gancia).
Assinale a alternativa que não segue os preceitos de regência verbal defendida pela norma padrão prevista pela Gramática Tradicional da Língua Portuguesa.
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Essa questão está apoiada no texto Premissas Erradas de Osmar Terra, publicado em 01/06/2013, no jornal Folha de S. Paulo. “A lógica da epidemia viral vale para todas as drogas. Quanto mais vírus circulando, mais doentes. Quanto maior a oferta de drogas, mais dependentes químicos, que se tornarão doentes crônicos”. A relação sintático-semântica estabelecida entre os termos “Quanto mais..., mais..; Quanto maior....mais....” e de:
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Leia com atenção os períodos abaixo, todos extraídos do Jornal Folha de S. Paulo de 01/06/2013, de um texto de autoria de Cláudia Biroli, intitulado “Gastos de casais gays devem movimentar R$ 6,9 bi em 2013”.
I. “Publicitários e especialistas em consumo consideram que esse é um mercado ainda pouco explorado”;
II. “Pela primeira vez, o montante que passa pelo bolso desse grupo foi mensurado”;
III. “Cálculo leva em conta os 67 mil casais que se declararam homossexuais no último Censo”.
IV. “São consumidores que fazem parte de um mercado quase inexplorado no Brasil, cuja principal marca é a Parada Gay de São Paulo...”
Em relação ao uso do que, nos períodos e orações acima, pode-se chegar à conclusão de que:
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