Foram encontradas 70 questões.
São características do indivíduo empreendedor.
I) Ter perseverança e tenacidade.
II) Ser jovem e com energia.
III) Buscar poder e auto-controle sobre terceiros.
IV) Ter alto grau de internalidade, que significa capacidade de influenciar pessoas.
V) Criar o seu próprio método de aprendizagem.
Aprender a partir do que faz. Marque a opção CORRETA.
Provas
A avaliação dos indivíduos que desempenham um papel dentro da organização pode ser feita através de várias abordagens e métodos. Os métodos tradicionais de Avaliação de Desempenho são criticados por sua abordagem de análise e classificação do comportamento apresentado pelo indivíduo no passado, sem nenhum vínculo ao compromisso futuro junto às organizações; são rotineiros, repetitivos e burocráticos. A seguir são especificados alguns métodos de Avaliação de Desempenho.
Marque a opção CORRETA sobre o método de avaliação de desempenho contemporâneo.
Provas
Quanto a recursos no processo administrativo, conforme a Lei 9.874/99, julgue os seguintes itens, como verdadeiros ou falsos.
1) Recursos interpostos fora do prazo não devem ser conhecidos pela Administração.
2) O processo deve ser extinto, sem ser conhecido, caso o recurso seja apresentado perante autoridade incompetente, não sendo devolvido o prazo ao administrado.
3) Apresentado o recurso, o órgão ou autoridade competente poderá confirmar, modificar ou anular total ou parcialmente a decisão recorrida, sendo a matéria de sua competência. Não poderá, entretanto, revogar a decisão, em razão do mérito administrativo.
4) A administração poderá, durante a apreciação do recurso, impor gravame ao recorrente maior do que aquele previsto na decisão recorrida (reformatio in pejus). Nessa hipótese de reforma da decisão, o administrado deverá, antes da decisão final, ser cientificado para que apresente suas razões e alegações.
5) Sempre que surgirem fatos novos ou circunstâncias relevantes, os processos administrativos que tenham resultado em sanção podem ser revistos, a pedido do administrado ou de ofício, admitindo-se tanto o abrandamento quanto o agravamento da sanção anteriormente imposta, por inadequação.
Marque a opção CORRETA.
Provas
Observe, atentamente, a situação apresentada. Diante do aumento do índice de rotatividade de servidores da Universidade do SABER ao longo do último ano, o Gerente de Recursos Humanos, Carlos Eduardo, resolveu realizar uma pesquisa de desligamento. Tal pesquisa buscava identificar, entre outras, as razões que levavam alguns servidores a pedirem demissão de uma universidade tão conceituada como a Universidade do SABER. O resultado da pesquisa apontou alguns casos, como:
I) João Carlos, fisioterapeuta: solicitou seu desligamento da Universidade em função de conflitos e problemas de relacionamento com colegas de trabalho, das diferenças de opinião e de perfil de trabalho, que acabaram levando a uma enorme falta de motivação.
II) Lucia, assistente administrativa: solicitou seu desligamento em função do baixo salário.
III) Pedro Paulo, supervisor do setor de compras: solicitou seu desligamento em função de um novo emprego em uma empresa privada que, apesar de pagar o mesmo salário, oferece novas perspectivas de crescimento e novos desafios.
IV) Ana Luiza, enfermeira: solicitou seu desligamento em função de insatisfação com a gerência, do não reconhecimento do valor de seu trabalho e do excessivo controle que a supervisão exercia sobre suas atividades.
Com base na Teoria da Motivação ou Hierarquia das Necessidades de Abraham Maslow, aponte a alternativa que correlaciona CORRETAMENTE cada um dos casos com as necessidades humanas.
Provas
- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralMédiasMédia AritméticaMédia Ponderada (Agrupados por Valor)
A tabela a seguir, mostra as notas dos alunos de uma turma de 50 alunos em uma determinada prova, cuja nota média foi 2,9.
| NÚMERO DE ALUNOS | NOTA |
| 8 | 1 |
| 11 | 2 |
| y | 3 |
| x | 4 |
| 3 | 5 |
O número de alunos que obtiveram nota igual a 4 é um múltiplo de:
Provas
Julgue as sentenças relativas às diferenças entre administração patrimonial e administração burocrática, como verdadeiras ou falsas.
I) Uma característica do Modelo Burocrático é a distinção entre as funções de uma tarefa que um indivíduo executa, definidas por um cargo, e as características pessoais desse mesmo indivíduo. É a vitória da impessoalidade sobre a pessoalidade ou da razão sobre a tradição.
II) Patrimonialismo baseia-se na salvaguarda do patrimônio público em relação aos interesses privados.
III) Clientelismo é uma prática patrimonial na medida em que implica a apropriação privada do cargo.
Assinale a opção CORRETA.
Provas
Utopia ou Solução?
José Passini
1. Uma vez reconhecida a necessidade de uma língua internacional, resta o problema da escolha daquela que deverá desempenhar esse papel. O uso de línguas naturais nessa função não tem conseguido preencher a lacuna deixada pelo abandono do uso do latim, que foi instrumento de comunicação diplomática, de divulgação científica e de discussão filosófica e política durante toda a Idade Média. É de se notar que o latim usado como interlíngua não era aquele falado quotidianamente pelo povo, o “sermo vulgaris”. Não era a língua que, sujeita à instabilidade do processo evolutivo natural, viria a se transformar e se diversificar nas várias línguas românicas. O idioma usado nas comunicações internacionais era o produto estável, altamente elaborado pelos gramáticos e estilistas da latinidade.
2. O fato de não pertencer a povo algum dava ao latim a condição primeira para o desempenho do papel de interlíngua: a neutralidade política. As línguas naturais encontram sempre fortes restrições em seu uso como língua internacional, restrições que variam, segundo as áreas onde se pretenda usá-las. Não há uma única língua natural que garanta ao seu usuário livre trânsito em todo o mundo, para não dizer nem mesmo em toda a Europa. Apesar disso, as nações econômica e politicamente poderosas concentram grandes esforços e despendem enormes recursos financeiros no sentido de difundirem e, até certo ponto, imporem seus idiomas para uso internacional, visto serem inegáveis os rendimentos em prestígio político e as vantagens econômicas que retornam como altos dividendos, em razão de investimentos bem aplicados. É muito fácil, para o falante nativo, parlamentar, influenciar, convencer, vender, e até mesmo dominar, quando o interlocutor fala uma língua que não seja a sua própria.
3. Assim, eleger, em âmbito mundial, uma língua natural para o desempenho da tarefa de interlíngua é conceder ao povo que a fala como nativo uma série de prerrogativas contra as quais se insurgiriam os demais povos, a arguírem o mesmo direito de não serem obrigados às despesas e aos esforços necessários ao aprendizado de uma língua estrangeira.
4. Aceitar oficialmente o idioma de outro povo como segunda língua é elevar o país de origem desse idioma à condição de metrópole intelectual. É submeter-se-lhe psicologicamente, aceitando a sua influência política e a sua cultura, no sentido mais abrangente do termo. Não se defende, ao pôr-se em relevo a gravidade desse problema, um nacionalismo absurdo, fechado às ideias renovadoras vindas do exterior. É de senso comum que nenhum país pode progredir de forma apreciável, se fechado ao confronto salutar com as ideias geradas em outras culturas. O que se busca demonstrar é o perigo de uma descaracterização nacional como consequência da forte influência de uma determinada cultura, aceita, às vezes, inconscientemente, através da adoção da língua de um outro povo como segunda língua.
5. No caso de se adotar alguma língua neutra, as influências recebidas do exterior se originariam de fontes diversas, porque conduzidas através de uma língua igualmente acessível a todos os povos. A adoção de uma língua internacional neutra permitiria àqueles povos, cujas línguas não têm penetração internacional, a divulgação da sua posição política, do seu pensamento filosófico, dos seus progressos sociais e científicos, diretamente, ao resto do mundo, sem ter de se sujeitar ao processo seletivo da corrente de informação a que a tradução em uma língua natural conduziria. Ao traduzir-se uma obra para um idioma natural, raramente tem-se em vista a sua divulgação mundial. As traduções são quase sempre feitas em função dos interesses e do gosto do povo ou dos povos falantes nativos dessa língua, o que constitui um fator altamente seletivo e restritivo na divulgação de ideias em ambiente mundial, em desfavor dos usuários de línguas minoritárias. A tradução em uma língua neutra, ao contrário, destinar-se-ia indistintamente a todos os povos e facilitaria sobremaneira o acesso a uma literatura muito mais vasta aos povos em cujas línguas as traduções não seriam rentáveis.
6. Se, como foi demonstrado, as línguas naturais não se prestam à função de interlíngua, só resta a alternativa do uso de uma língua construída, neutra, indene de vinculação étnica, política, filosófica, cultural, enfim. Essa condição ideal, como se depreende, só poderá ser conseguida por um idioma não vinculado a povo algum, um idioma conscientemente elaborado para o papel de interlíngua mundial, a ser aprendida por todos os povos, na condição de segunda língua.
7. Para o desempenho desse papel, relevante sob todos os aspectos, propõe-se o esperanto, porque dentre os idiomas criados para esse fim, que surgiram até agora, é aquele que se destaca pela facilidade de aprendizado, graças à simplicidade e regularidade que seu criador conseguiu imprimir-lhe. Entretanto, essa simplicidade não implica pobreza de recursos de expressão, visto ter-lhe sido possível acompanhar, desde a sua publicação, em 1887, o progresso sem precedentes que se constata em todos os setores da atividade humana, dando conta do discurso científico, filosófico, político e religioso de todos os tempos, como atesta a extensa bibliografia existente. Sua regularidade, que o livra daqueles caminhos sinuosos que dificultam o aprendizado de um novo idioma, principalmente na idade adulta, não o desfigura como idioma humano, não o torna um código matemático, frio, monótono, artificial. A esse respeito, consulte-se a vasta literatura, original e traduzida, em poesia e prosa, sobre os mais variados temas.
8. A prova mais concludente a respeito da adequação do esperanto ao papel a que se propõe é dada pela sua sobrevivência e pelo progresso que, embora lento, sem apoio direto de nenhum governo, é sempre crescente em todo o mundo. Dezenas de línguas surgiram antes dele; outras lhe foram contemporâneas no lançamento; várias outras, posteriores. Não obstante, nenhuma conseguiu ameaçar-lhe o progresso.
9. Assim, ao Homem, que adotou conscientemente a linguagem internacional das notas musicais, do Código Morse, dos sinais de tráfego, dos códigos de computação e de tantos e tantos sistemas e códigos usados em âmbito mundial, não lhe será impossível adotar a língua elaborada pelo gênio de Zamenhof como código de comunicação falada e escrita, o que constituirá mais do que uma vitória do esperanto, uma demonstração de espírito prático, de bom-senso e, sobretudo, de justiça.
PASSINI, José. Utopia ou solução. In: ______. Bilinguismo: utopia ou antibabel. Campinas: Pontes, 1995. p. 151-4.
O principal propósito comunicativo do autor do texto é:
Provas
Duas operadoras fornecem planos para telefonia fixa. A operadora “A” oferece um plano por R$ 40,00 mensais, com direito a 200 minutos de utilização gratuita para chamadas locais. O que ultrapassar os 200 minutos de ligações locais é cobrado na razão de R$ 0,20 por minuto. A operadora “B” oferece um plano por R$ 80,00 mensais, com direito a 300 minutos de utilização gratuita para chamadas locais. O que exceder aos 300 minutos de ligações locais é cobrado na razão de R$ 0,10 por minuto. Há um tempo de uso em ligações locais para o qual ambas as operadoras cobram o mesmo valor. Esse tempo está compreendido entre:
Provas
Utopia ou Solução?
José Passini
1. Uma vez reconhecida a necessidade de uma língua internacional, resta o problema da escolha daquela que deverá desempenhar esse papel. O uso de línguas naturais nessa função não tem conseguido preencher a lacuna deixada pelo abandono do uso do latim, que foi instrumento de comunicação diplomática, de divulgação científica e de discussão filosófica e política durante toda a Idade Média. É de se notar que o latim usado como interlíngua não era aquele falado quotidianamente pelo povo, o “sermo vulgaris”. Não era a língua que, sujeita à instabilidade do processo evolutivo natural, viria a se transformar e se diversificar nas várias línguas românicas. O idioma usado nas comunicações internacionais era o produto estável, altamente elaborado pelos gramáticos e estilistas da latinidade.
2. O fato de não pertencer a povo algum dava ao latim a condição primeira para o desempenho do papel de interlíngua: a neutralidade política. As línguas naturais encontram sempre fortes restrições em seu uso como língua internacional, restrições que variam, segundo as áreas onde se pretenda usá-las. Não há uma única língua natural que garanta ao seu usuário livre trânsito em todo o mundo, para não dizer nem mesmo em toda a Europa. Apesar disso, as nações econômica e politicamente poderosas concentram grandes esforços e despendem enormes recursos financeiros no sentido de difundirem e, até certo ponto, imporem seus idiomas para uso internacional, visto serem inegáveis os rendimentos em prestígio político e as vantagens econômicas que retornam como altos dividendos, em razão de investimentos bem aplicados. É muito fácil, para o falante nativo, parlamentar, influenciar, convencer, vender, e até mesmo dominar, quando o interlocutor fala uma língua que não seja a sua própria.
3. Assim, eleger, em âmbito mundial, uma língua natural para o desempenho da tarefa de interlíngua é conceder ao povo que a fala como nativo uma série de prerrogativas contra as quais se insurgiriam os demais povos, a arguírem o mesmo direito de não serem obrigados às despesas e aos esforços necessários ao aprendizado de uma língua estrangeira.
4. Aceitar oficialmente o idioma de outro povo como segunda língua é elevar o país de origem desse idioma à condição de metrópole intelectual. É submeter-se-lhe psicologicamente, aceitando a sua influência política e a sua cultura, no sentido mais abrangente do termo. Não se defende, ao pôr-se em relevo a gravidade desse problema, um nacionalismo absurdo, fechado às ideias renovadoras vindas do exterior. É de senso comum que nenhum país pode progredir de forma apreciável, se fechado ao confronto salutar com as ideias geradas em outras culturas. O que se busca demonstrar é o perigo de uma descaracterização nacional como consequência da forte influência de uma determinada cultura, aceita, às vezes, inconscientemente, através da adoção da língua de um outro povo como segunda língua.
5. No caso de se adotar alguma língua neutra, as influências recebidas do exterior se originariam de fontes diversas, porque conduzidas através de uma língua igualmente acessível a todos os povos. A adoção de uma língua internacional neutra permitiria àqueles povos, cujas línguas não têm penetração internacional, a divulgação da sua posição política, do seu pensamento filosófico, dos seus progressos sociais e científicos, diretamente, ao resto do mundo, sem ter de se sujeitar ao processo seletivo da corrente de informação a que a tradução em uma língua natural conduziria. Ao traduzir-se uma obra para um idioma natural, raramente tem-se em vista a sua divulgação mundial. As traduções são quase sempre feitas em função dos interesses e do gosto do povo ou dos povos falantes nativos dessa língua, o que constitui um fator altamente seletivo e restritivo na divulgação de ideias em ambiente mundial, em desfavor dos usuários de línguas minoritárias. A tradução em uma língua neutra, ao contrário, destinar-se-ia indistintamente a todos os povos e facilitaria sobremaneira o acesso a uma literatura muito mais vasta aos povos em cujas línguas as traduções não seriam rentáveis.
6. Se, como foi demonstrado, as línguas naturais não se prestam à função de interlíngua, só resta a alternativa do uso de uma língua construída, neutra, indene de vinculação étnica, política, filosófica, cultural, enfim. Essa condição ideal, como se depreende, só poderá ser conseguida por um idioma não vinculado a povo algum, um idioma conscientemente elaborado para o papel de interlíngua mundial, a ser aprendida por todos os povos, na condição de segunda língua.
7. Para o desempenho desse papel, relevante sob todos os aspectos, propõe-se o esperanto, porque dentre os idiomas criados para esse fim, que surgiram até agora, é aquele que se destaca pela facilidade de aprendizado, graças à simplicidade e regularidade que seu criador conseguiu imprimir-lhe. Entretanto, essa simplicidade não implica pobreza de recursos de expressão, visto ter-lhe sido possível acompanhar, desde a sua publicação, em 1887, o progresso sem precedentes que se constata em todos os setores da atividade humana, dando conta do discurso científico, filosófico, político e religioso de todos os tempos, como atesta a extensa bibliografia existente. Sua regularidade, que o livra daqueles caminhos sinuosos que dificultam o aprendizado de um novo idioma, principalmente na idade adulta, não o desfigura como idioma humano, não o torna um código matemático, frio, monótono, artificial. A esse respeito, consulte-se a vasta literatura, original e traduzida, em poesia e prosa, sobre os mais variados temas.
8. A prova mais concludente a respeito da adequação do esperanto ao papel a que se propõe é dada pela sua sobrevivência e pelo progresso que, embora lento, sem apoio direto de nenhum governo, é sempre crescente em todo o mundo. Dezenas de línguas surgiram antes dele; outras lhe foram contemporâneas no lançamento; várias outras, posteriores. Não obstante, nenhuma conseguiu ameaçar-lhe o progresso.
9. Assim, ao Homem, que adotou conscientemente a linguagem internacional das notas musicais, do Código Morse, dos sinais de tráfego, dos códigos de computação e de tantos e tantos sistemas e códigos usados em âmbito mundial, não lhe será impossível adotar a língua elaborada pelo gênio de Zamenhof como código de comunicação falada e escrita, o que constituirá mais do que uma vitória do esperanto, uma demonstração de espírito prático, de bom-senso e, sobretudo, de justiça.
PASSINI, José. Utopia ou solução. In: ______. Bilinguismo: utopia ou antibabel. Campinas: Pontes, 1995. p. 151-4.
“Não se defende, ao pôr-se em relevo a gravidade desse problema, um nacionalismo absurdo, fechado às ideias renovadoras vindas do exterior.” (§ 4)
Considerando as ideias do autor no parágrafo, somos levados a concluir que o nacionalismo por ele defendido:
Provas
Uma dívida de R$ 11.500,00 deve ser paga, sem juros, segundo o planejamento abaixo:
· o valor da primeira parcela deve ser R$ 100,00;
· o valor de cada parcela, a partir da segunda, deve ser igual à anterior, acrescida de R$ 50,00.
O número de parcelas necessárias para liquidar essa dívida é:
Provas
Caderno Container