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Segundo o modelo concebido por Robert L. Katz, os dirigentes de organizações públicas devem internalizar as seguintes habilidades gerenciais:
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Quanto aos princípios da Administração Pública, é INCORRETO afirmar:
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Mintzberg propôs cinco configurações de estrutura de gestão: a estrutura simples, a burocracia mecanizada, a burocracia profissional, a forma divisionalizada e a Adhocracia. Em relação às configurações de estrutura de gestão, aponte as afirmativas verdadeiras e falsas.
I) A burocracia mecanizada apresenta pequena ou nenhuma tecnoestrutura, poucos assessores de apoio, reduzida divisão de trabalho, diferenciação mínima entre suas unidades e pequena hierarquia administrativa. Pouco de seu comportamento é formalizado, sendo ela orgânica.
II) A estrutura simples é altamente especializada, apresentando tarefas operacionais rotinizadas. Denota-se também a proliferação de normas, regulamentos e comunicações através da organização; unidades em nível operacional com grandes dimensões e poder relativamente centralizado para a tomada de decisão.
III) Na burocracia profissional, o trabalho operacional é estável e padronizável. Todavia, ele é complexo, motivo pelo qual deva ser controlado por aqueles que o executam. Esse tipo de contexto enseja a padronização de habilidades em conjunto com uma descentralização na execução dos processos de trabalho.
IV) A forma divisionalizada se estrutura em um arranjo, no qual um conjunto de entidades, quase autônomas, são ligadas por meio de uma estrutura central administrativa. Enquanto na forma divisionalizada as entidades ligadas são indivíduos, na burocracia profissional, são unidades. Usualmente, é utilizada por empresas de grande porte e multinacionais com diversas linhas de produtos e diversas unidades produtivas.
V) Entre as características da Adhocracia, destaca-se: uma estrutura grandemente orgânica, com pouca formalização de comportamento; grande especialização horizontal do trabalho, baseada no treinamento formal; tendência para agrupar especialistas em unidades funcionais com finalidades de administração interna, mas desdobrando-os em pequenas equipes de projeto, baseadas no mercado para levar a efeito seu trabalho.
Escolha a opção CORRETA.
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Utopia ou Solução?
José Passini
1. Uma vez reconhecida a necessidade de uma língua internacional, resta o problema da escolha daquela que deverá desempenhar esse papel. O uso de línguas naturais nessa função não tem conseguido preencher a lacuna deixada pelo abandono do uso do latim, que foi instrumento de comunicação diplomática, de divulgação científica e de discussão filosófica e política durante toda a Idade Média. É de se notar que o latim usado como interlíngua não era aquele falado quotidianamente pelo povo, o “sermo vulgaris”. Não era a língua que, sujeita à instabilidade do processo evolutivo natural, viria a se transformar e se diversificar nas várias línguas românicas. O idioma usado nas comunicações internacionais era o produto estável, altamente elaborado pelos gramáticos e estilistas da latinidade.
2. O fato de não pertencer a povo algum dava ao latim a condição primeira para o desempenho do papel de interlíngua: a neutralidade política. As línguas naturais encontram sempre fortes restrições em seu uso como língua internacional, restrições que variam, segundo as áreas onde se pretenda usá-las. Não há uma única língua natural que garanta ao seu usuário livre trânsito em todo o mundo, para não dizer nem mesmo em toda a Europa. Apesar disso, as nações econômica e politicamente poderosas concentram grandes esforços e despendem enormes recursos financeiros no sentido de difundirem e, até certo ponto, imporem seus idiomas para uso internacional, visto serem inegáveis os rendimentos em prestígio político e as vantagens econômicas que retornam como altos dividendos, em razão de investimentos bem aplicados. É muito fácil, para o falante nativo, parlamentar, influenciar, convencer, vender, e até mesmo dominar, quando o interlocutor fala uma língua que não seja a sua própria.
3. Assim, eleger, em âmbito mundial, uma língua natural para o desempenho da tarefa de interlíngua é conceder ao povo que a fala como nativo uma série de prerrogativas contra as quais se insurgiriam os demais povos, a arguírem o mesmo direito de não serem obrigados às despesas e aos esforços necessários ao aprendizado de uma língua estrangeira.
4. Aceitar oficialmente o idioma de outro povo como segunda língua é elevar o país de origem desse idioma à condição de metrópole intelectual. É submeter-se-lhe psicologicamente, aceitando a sua influência política e a sua cultura, no sentido mais abrangente do termo. Não se defende, ao pôr-se em relevo a gravidade desse problema, um nacionalismo absurdo, fechado às ideias renovadoras vindas do exterior. É de senso comum que nenhum país pode progredir de forma apreciável, se fechado ao confronto salutar com as ideias geradas em outras culturas. O que se busca demonstrar é o perigo de uma descaracterização nacional como consequência da forte influência de uma determinada cultura, aceita, às vezes, inconscientemente, através da adoção da língua de um outro povo como segunda língua.
5. No caso de se adotar alguma língua neutra, as influências recebidas do exterior se originariam de fontes diversas, porque conduzidas através de uma língua igualmente acessível a todos os povos. A adoção de uma língua internacional neutra permitiria àqueles povos, cujas línguas não têm penetração internacional, a divulgação da sua posição política, do seu pensamento filosófico, dos seus progressos sociais e científicos, diretamente, ao resto do mundo, sem ter de se sujeitar ao processo seletivo da corrente de informação a que a tradução em uma língua natural conduziria. Ao traduzir-se uma obra para um idioma natural, raramente tem-se em vista a sua divulgação mundial. As traduções são quase sempre feitas em função dos interesses e do gosto do povo ou dos povos falantes nativos dessa língua, o que constitui um fator altamente seletivo e restritivo na divulgação de ideias em ambiente mundial, em desfavor dos usuários de línguas minoritárias. A tradução em uma língua neutra, ao contrário, destinar-se-ia indistintamente a todos os povos e facilitaria sobremaneira o acesso a uma literatura muito mais vasta aos povos em cujas línguas as traduções não seriam rentáveis.
6. Se, como foi demonstrado, as línguas naturais não se prestam à função de interlíngua, só resta a alternativa do uso de uma língua construída, neutra, indene de vinculação étnica, política, filosófica, cultural, enfim. Essa condição ideal, como se depreende, só poderá ser conseguida por um idioma não vinculado a povo algum, um idioma conscientemente elaborado para o papel de interlíngua mundial, a ser aprendida por todos os povos, na condição de segunda língua.
7. Para o desempenho desse papel, relevante sob todos os aspectos, propõe-se o esperanto, porque dentre os idiomas criados para esse fim, que surgiram até agora, é aquele que se destaca pela facilidade de aprendizado, graças à simplicidade e regularidade que seu criador conseguiu imprimir-lhe. Entretanto, essa simplicidade não implica pobreza de recursos de expressão, visto ter-lhe sido possível acompanhar, desde a sua publicação, em 1887, o progresso sem precedentes que se constata em todos os setores da atividade humana, dando conta do discurso científico, filosófico, político e religioso de todos os tempos, como atesta a extensa bibliografia existente. Sua regularidade, que o livra daqueles caminhos sinuosos que dificultam o aprendizado de um novo idioma, principalmente na idade adulta, não o desfigura como idioma humano, não o torna um código matemático, frio, monótono, artificial. A esse respeito, consulte-se a vasta literatura, original e traduzida, em poesia e prosa, sobre os mais variados temas.
8. A prova mais concludente a respeito da adequação do esperanto ao papel a que se propõe é dada pela sua sobrevivência e pelo progresso que, embora lento, sem apoio direto de nenhum governo, é sempre crescente em todo o mundo. Dezenas de línguas surgiram antes dele; outras lhe foram contemporâneas no lançamento; várias outras, posteriores. Não obstante, nenhuma conseguiu ameaçar-lhe o progresso.
9. Assim, ao Homem, que adotou conscientemente a linguagem internacional das notas musicais, do Código Morse, dos sinais de tráfego, dos códigos de computação e de tantos e tantos sistemas e códigos usados em âmbito mundial, não lhe será impossível adotar a língua elaborada pelo gênio de Zamenhof como código de comunicação falada e escrita, o que constituirá mais do que uma vitória do esperanto, uma demonstração de espírito prático, de bom-senso e, sobretudo, de justiça.
PASSINI, José. Utopia ou solução. In: ______. Bilinguismo: utopia ou antibabel. Campinas: Pontes, 1995. p. 151-4.
Releia os segmentos:
“Assim, eleger, em âmbito mundial, uma língua natural para o desempenho da tarefa de interlíngua é conceder ao povo que a fala como nativo uma série de prerrogativas (...).” (§ 3)
“Assim, ao Homem, que adotou conscientemente a linguagem internacional das notas musicais, do Código Morse (...), não lhe será impossível adotar a língua elaborada pelo gênio de Zamenhof como código de comunicação falada e escrita (...).” (§ 9)
Textualmente, o elemento em destaque:
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Edwards Deming é um dos maiores teóricos da Qualidade. A Fábula das Contas Vermelhas simula uma experiência do Controle Estatístico da Produção.
Experimento:
· Um recipiente com 200 contas vermelhas e 800 contas brancas.
· Uma tábua com cinquenta furos.
· Um operador mergulha por cinco vezes a tábua no recipiente, simulando um processo produtivo.
· O número de contas vermelhas obtidas no processo, o total e a média por mergulho são apresentados na Tabela a seguir:
| "Mergulhos" | 1a | 2a | 3a | 4a | 5a | Total | Média por Mergulho |
| Contas Vermelhas obtidas | 10 | 11 | 10 | 9 | 8 | 48 | 9,6 |
Para aumentar a produção média por Mergulho, de 9,6 para 10,5, a gerência da organização deverá:
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Quanto à fiscalização contábil, financeira e orçamentária na Administração pública, pode-se afirmar, EXCETO:
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A missão organizacional é a proposta para qual, ou a razão de ser pela qual, uma organização existe. Estabelecer, formalizar e documentar uma missão organizacional é parte importante das responsabilidades da administração estratégica. Entre as alternativas abaixo, indique aquela que NÃO está relacionada ao conceito de missão organizacional.
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Mintzberg, ao reconhecer os múltiplos conceitos de estratégia, propôs cinco definições que ficaram conhecidas como os cinco P’s da estratégia: Plano, Manobra (do inglês, Ploy), Padrão, Posição e Perspectiva. Em relação aos cinco P’s, aponte as afirmativas verdadeiras e falsas.
I) A estratégia entendida como plano é definida como algum tipo de curso de ação, conscientemente engendrado; uma diretriz ou conjunto de diretrizes para lidar com determinada situação. Por essa definição, as estratégias têm duas características essenciais: são preparadas previamente às ações para as quais se aplicam e são desenvolvidas consciente e deliberadamente.
II) A estratégia também pode ser vista como uma manobra específica, com a finalidade de enganar o concorrente ou o competidor.
III) A estratégia definida como um padrão representa olhar o comportamento passado. Assim, as definições de estratégia como plano e como padrão podem ser bem independentes uma da outra: os planos são intencionais e podem ser atingidos, enquanto os padrões são estratégias realizadas e podem surgir sem intenção. A primeira definição pode ser rotulada como estratégia pretendida e a segunda como estratégia realizada.
IV) A estratégia como posição olha para dentro; na verdade, para dentro das cabeças dos estrategistas, coletivamente, mas com uma visão mais ampla. O conteúdo dessa estratégia consiste não apenas de uma posição escolhida, mas de uma maneira enraizada de ver o mundo. A estratégia, nesse caso, é para a organização daquilo que a personalidade é para o indivíduo.
V) A estratégia como perspectiva representa uma maneira de colocar a organização no que os teóricos da organização gostam de chamar de “ambiente”. Nesse sentido, a estratégia se torna a força de mediação entre a organização e o ambiente, isto é, entre os contextos interno e externo.
Escolha a opção CORRETA.
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Das definições abaixo, assinale aquela que NÃO pertence à Lei 8666/93.
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Os gráficos abaixo fornecem informações relativas à produção de grãos no Brasil, em abril de 2012.

Fonte: IBGE- Estatística da Produção Agrícola – Abril 2012
Considere as seguintes afirmativas:
I) Mato Grosso do Sul produziu mais grãos que toda a região Sudeste.
II) Goiás foi o segundo estado que mais produziu grãos no país.
III) Mato Grosso produziu mais que as regiões Sudeste e Nordeste juntas.
Com base nos dados apresentados, sobre as afirmativas acima podemos concluir que:
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