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Segundo dados do IBGE (Estatística da Produção Agrícola – Abril 2012), a área plantada no Estado de Mato Grosso, destinada à produção de grãos em abril de 2012, foi de 10,9 milhões de hectares. Abaixo, estão listadas as áreas totais dos estados da região sudeste do Brasil.
| ESTADOS | ÁREA EM km² |
| Rio de Janeiro | 43.780,15 |
| Espírito Santo | 46.098,57 |
| São Paulo | 248.196,96 |
| Minas Gerais | 586.520,36 |
Sabendo que 1 (um) hectare é igual à área de um quadrado de 100 metros de lado, e com base nos dados apresentados acima, podemos afirmar que a área plantada no Estado de Mato Grosso, destinada à produção de grãos, em abril de 2012, é:
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- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: PlanejamentoIntrodução ao Processo de Planejamento
Leia com atenção as definições relativas à área de planejamento, apresentadas a seguir.
I) São alvos a atingir em curto prazo.
II) São resultados futuros que se pretende atingir, aplicando-se determinados recursos disponíveis ou possíveis.
III) São princípios estabelecidos para possibilitar o alcance dos objetivos pretendidos e servem para balizar os meios adequados para atingi-los e canalizar as decisões.
IV) Planos da alta administração para alcançar resultados consistentes com a missão e os objetivos da organização.
V) São as atividades sequenciais necessárias para atingir uma meta, constituindo-se em planos específicos.
VI) São regras ou regulamentos que cercam e que asseguram os procedimentos, sendo comandos diretos e objetivos de cursos de ação a seguir.
Entre as alternativas apresentadas abaixo, indique aquela que corresponde à associação CORRETA.
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A gestão estratégica é desafiadora porque vai muito além de estabelecer objetivos e, posteriormente, dar ordens aos membros da organização para se aterem a esses objetivos. Tem-se ainda, que a gestão estratégica depende de uma série de considerações que vão desde a definição de objetivos organizacionais, a avaliação do ambiente externo até a implantação e o acompanhamento dos resultados. Considere o modelo básico de gestão estratégica e indique entre as afirmativas a seguir, aquelas que são Verdadeiras ou Falsas correspondentes às etapas constitutivas desse modelo.
I) Determinar as atividades específicas necessárias ao alcance dos objetivos planejados, agrupá-las em uma estrutura lógica e designar essas atividades a posições e pessoas específicas (cargos e tarefas).
II) Realizar atividades de controle estratégico para assegurar que os objetivos gerais sejam atingidos.
III) Estabelecer a missão, a visão e os objetivos da organização, identificar os fatores críticos de sucesso, bem com formular as estratégias correspondentes aos níveis empresarial, de unidade de negócio e funcional.
IV) Realizar o levantamento e a análise dos aspectos constitutivos do ambiente externo e do ambiente interno da organização, a fim de definir as oportunidades, ameaças, pontos fortes e pontos fracos.
V) Analisar séries históricas e realizar estudos de relações causais. Isso significa que a organização necessita interferir no mercado de clientes e fornecedores, estabelecer planos estratégicos e operacionais de curto prazo e investir em processos informatizados.
Escolha a opção CORRETA.
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Em seu livro, Imagens da Organização, Morgan introduz o uso de metáforas para entender e tratar os Problemas Organizacionais, descrevendo a Organização como: Máquinas, Organismos, Cérebros, Culturas, Sistemas Políticos, Prisões Psíquicas, Fluxos e Transformação, e Instrumentos de Dominação. O fragmento de texto faz referência a qual metáfora desenvolvida por Morgan?
“O foco principal é a aprendizagem organizacional e aprender a aprender, características que tornam as organizações capazes de inovar, evoluir e assim alcançar os desafios propostos do ambiente de mudanças. Na realidade são as pessoas que aprendem, crescem, inovam para que as organizações se sobressaiam, o que é preciso, é que as pessoas passem a serem valorizadas, satisfeitas em pertencer à organização para qual trabalha.”
(MORGAN, G. Imagens da organização: São Paulo: Atlas, 2002.)
Marque a opção CORRETA:
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Com base na Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, assinale a opção CORRETA.
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Com base na Lei 8.666/1993, constituem tipos de licitação, EXCETO:
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Qual o autor que desenvolveu a divisão das funções do administrador e estudou isoladamente a função administrativa, por entender que essa função existe em toda e qualquer organização?
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Utopia ou Solução?
José Passini
1. Uma vez reconhecida a necessidade de uma língua internacional, resta o problema da escolha daquela que deverá desempenhar esse papel. O uso de línguas naturais nessa função não tem conseguido preencher a lacuna deixada pelo abandono do uso do latim, que foi instrumento de comunicação diplomática, de divulgação científica e de discussão filosófica e política durante toda a Idade Média. É de se notar que o latim usado como interlíngua não era aquele falado quotidianamente pelo povo, o “sermo vulgaris”. Não era a língua que, sujeita à instabilidade do processo evolutivo natural, viria a se transformar e se diversificar nas várias línguas românicas. O idioma usado nas comunicações internacionais era o produto estável, altamente elaborado pelos gramáticos e estilistas da latinidade.
2. O fato de não pertencer a povo algum dava ao latim a condição primeira para o desempenho do papel de interlíngua: a neutralidade política. As línguas naturais encontram sempre fortes restrições em seu uso como língua internacional, restrições que variam, segundo as áreas onde se pretenda usá-las. Não há uma única língua natural que garanta ao seu usuário livre trânsito em todo o mundo, para não dizer nem mesmo em toda a Europa. Apesar disso, as nações econômica e politicamente poderosas concentram grandes esforços e despendem enormes recursos financeiros no sentido de difundirem e, até certo ponto, imporem seus idiomas para uso internacional, visto serem inegáveis os rendimentos em prestígio político e as vantagens econômicas que retornam como altos dividendos, em razão de investimentos bem aplicados. É muito fácil, para o falante nativo, parlamentar, influenciar, convencer, vender, e até mesmo dominar, quando o interlocutor fala uma língua que não seja a sua própria.
3. Assim, eleger, em âmbito mundial, uma língua natural para o desempenho da tarefa de interlíngua é conceder ao povo que a fala como nativo uma série de prerrogativas contra as quais se insurgiriam os demais povos, a arguírem o mesmo direito de não serem obrigados às despesas e aos esforços necessários ao aprendizado de uma língua estrangeira.
4. Aceitar oficialmente o idioma de outro povo como segunda língua é elevar o país de origem desse idioma à condição de metrópole intelectual. É submeter-se-lhe psicologicamente, aceitando a sua influência política e a sua cultura, no sentido mais abrangente do termo. Não se defende, ao pôr-se em relevo a gravidade desse problema, um nacionalismo absurdo, fechado às ideias renovadoras vindas do exterior. É de senso comum que nenhum país pode progredir de forma apreciável, se fechado ao confronto salutar com as ideias geradas em outras culturas. O que se busca demonstrar é o perigo de uma descaracterização nacional como consequência da forte influência de uma determinada cultura, aceita, às vezes, inconscientemente, através da adoção da língua de um outro povo como segunda língua.
5. No caso de se adotar alguma língua neutra, as influências recebidas do exterior se originariam de fontes diversas, porque conduzidas através de uma língua igualmente acessível a todos os povos. A adoção de uma língua internacional neutra permitiria àqueles povos, cujas línguas não têm penetração internacional, a divulgação da sua posição política, do seu pensamento filosófico, dos seus progressos sociais e científicos, diretamente, ao resto do mundo, sem ter de se sujeitar ao processo seletivo da corrente de informação a que a tradução em uma língua natural conduziria. Ao traduzir-se uma obra para um idioma natural, raramente tem-se em vista a sua divulgação mundial. As traduções são quase sempre feitas em função dos interesses e do gosto do povo ou dos povos falantes nativos dessa língua, o que constitui um fator altamente seletivo e restritivo na divulgação de ideias em ambiente mundial, em desfavor dos usuários de línguas minoritárias. A tradução em uma língua neutra, ao contrário, destinar-se-ia indistintamente a todos os povos e facilitaria sobremaneira o acesso a uma literatura muito mais vasta aos povos em cujas línguas as traduções não seriam rentáveis.
6. Se, como foi demonstrado, as línguas naturais não se prestam à função de interlíngua, só resta a alternativa do uso de uma língua construída, neutra, indene de vinculação étnica, política, filosófica, cultural, enfim. Essa condição ideal, como se depreende, só poderá ser conseguida por um idioma não vinculado a povo algum, um idioma conscientemente elaborado para o papel de interlíngua mundial, a ser aprendida por todos os povos, na condição de segunda língua.
7. Para o desempenho desse papel, relevante sob todos os aspectos, propõe-se o esperanto, porque dentre os idiomas criados para esse fim, que surgiram até agora, é aquele que se destaca pela facilidade de aprendizado, graças à simplicidade e regularidade que seu criador conseguiu imprimir-lhe. Entretanto, essa simplicidade não implica pobreza de recursos de expressão, visto ter-lhe sido possível acompanhar, desde a sua publicação, em 1887, o progresso sem precedentes que se constata em todos os setores da atividade humana, dando conta do discurso científico, filosófico, político e religioso de todos os tempos, como atesta a extensa bibliografia existente. Sua regularidade, que o livra daqueles caminhos sinuosos que dificultam o aprendizado de um novo idioma, principalmente na idade adulta, não o desfigura como idioma humano, não o torna um código matemático, frio, monótono, artificial. A esse respeito, consulte-se a vasta literatura, original e traduzida, em poesia e prosa, sobre os mais variados temas.
8. A prova mais concludente a respeito da adequação do esperanto ao papel a que se propõe é dada pela sua sobrevivência e pelo progresso que, embora lento, sem apoio direto de nenhum governo, é sempre crescente em todo o mundo. Dezenas de línguas surgiram antes dele; outras lhe foram contemporâneas no lançamento; várias outras, posteriores. Não obstante, nenhuma conseguiu ameaçar-lhe o progresso.
9. Assim, ao Homem, que adotou conscientemente a linguagem internacional das notas musicais, do Código Morse, dos sinais de tráfego, dos códigos de computação e de tantos e tantos sistemas e códigos usados em âmbito mundial, não lhe será impossível adotar a língua elaborada pelo gênio de Zamenhof como código de comunicação falada e escrita, o que constituirá mais do que uma vitória do esperanto, uma demonstração de espírito prático, de bom-senso e, sobretudo, de justiça.
PASSINI, José. Utopia ou solução. In: ______. Bilinguismo: utopia ou antibabel. Campinas: Pontes, 1995. p. 151-4.
São registrados, nas alternativas seguintes, fragmentos do texto para os quais propomos nova redação segundo os requisitos de coerência, coesão, obediência à norma culta da língua portuguesa e fidelidade ao sentido original. Uma das novas redações apresentadas NÃO atende a um desses princípios. Assinale-a.
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Quando o ato administrativo for eivado de vícios de legalidade, é dever da Administração anulá-los. Quando as razões forem de oportunidade e conveniência, a Administração pode revogar os atos administrativos, ressalvados, em todo o caso, os direitos adquiridos.
Considerando a afirmativa acima, marque a opção CORRETA.
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Em relação à Teoria de David McClelland que identifica três necessidades especificas no processo motivacional (realização, afiliação e poder), marque a opção INCORRETA.
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