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O quarteto mais representativo e tradicional do gênero, chamado clássico, é composto pelos seguintes instrumentos:
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Segundo Cordioli e Cols (2008), Osório (2003) e Yalon e Leszcz (2006), os grupos possuem características e fenômenos próprios do campo grupal. Leia as afirmativas abaixo e coloque verdadeiro (V) ou falso (F).
( ) Os grupos fechados se caracterizam, principalmente, por manterem seu tamanho consistente substituindo os membros que saem do grupo.
( ) A fase do planejamento para a criação de um grupo exige do coordenador cuidado quanto a local, tempo, tamanho, objetivos, critérios de inclusão e domínio de técnicas de grupo.
( ) A rotatividade elevada, a formação de subgrupos e a incompatibilidade de objetivos são problemas que podem surgir nos grupos.
( ) As terapias de grupo têm, entre suas características principais, o feedback e o foco no processo, no “aqui-e-agora”.
( ) O espelhamento e a ressonância são fenômenos exclusivos dos grupos terapêuticos e não são encontrados em outras formas de agrupamento humano.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA sobre grupos, segundo a obra dos autores citados acima.
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Leia com atenção o seguinte texto, ao qual se refere a questão.
A sociologia do jeito
Roberto Campos
O jeito não é uma instituição legal nem ilegal, é “paralegal”.
Em primeiro lugar, essa instituição viceja assaz nos países latinos e é quase desconhecida nos anglosaxões, porque naqueles perduraram por mais tempo hábitos feudais, quer nas relações jurídicas, quer nas econômicas. O feudalismo é um sistema de profunda desigualdade jurídica, em que a lei a rigor só é aplicável ao servo e aos vassalos, porém extremamente flexível para o barão e o suserano. Estes se governam por relações voluntarísticas; aqueles por fórmulas impositivas.
Na Inglaterra, graças ao precoce desenvolvimento de sua burguesia mercantil, que se afirmou contra o Rei e os nobres, estabelecendo formas jurídicas de validade mais universal, feneceu muito antes que na Europa Latina o molde feudal.
Isso cerceou barbaramente as possibilidades de florescimento da instituição “paralegal” do jeito, a qual pressupõe, evidentemente, como diria Orwell, que todos os animais sejam em princípio iguais perante a lei, conquanto alguns sejam mais iguais que outros. Ou, como praticam, entre nós, os mineiros e os gaúchos: “Para os amigos tudo, para os indiferentes nada, para os inimigos a lei!”
A segunda explicação sociológica reside na diferença de atitudes entre latinos e anglo-saxões, no tocante às relações entre a lei e o fato social. Para o empiricismo jurídico anglo-saxão, a lei é muito menos uma construção lógica que uma cristalização de costumes. Ao contrário do Direito Civil, a Common Law é uma coletânea de casos e precedentes, antes que um sistema apriorístico e formal de relações.
Até mesmo na Lex Magna – a Constituição – prevalece essa diferença de atitudes. A Constituição inglesa, por exemplo, nunca foi escrita e a americana se cinge a três admiráveis páginas. Já as Constituições de tipo latino são miudamente norminativas e regulamentares. Com isso nos arriscamos, quase sempre, a um descompasso em relação ao fato social, o que nos leva ora à solução elegante e proveitosa (para os juristas) da mudança da Constituição, ora a interregnos deselegantes de ditaduras inconstitucionais.
As consequências sociológicas dessa díspar atitude – de um lado a tradição interpretável, do outro o preceito incontroverso – são profundas. No caso anglo-saxão, a lei pode ser obedecida, porque ordinariamente apenas codifica o costume corrente. Torna-se menos provável a ocorrência de grave tensão institucional por desadaptação da norma legal ao comportamento aceito. Não há grande necessidade de se dar um jeito, pois que a lei raramente é inexequível; nos casos em que é violada, é possível configurar-se, então, a existência de dolo ou crime praticado por pequena minoria social.
Dentro do formalismo jurídico latino, frequentemente o descumprimento da lei é uma condição de sobrevivência do indivíduo, e de preservação do corpo social sem inordinato atrito. Como dizia um meu criado português: “Esta lei não pegou, senhor doutor.” Pois (...) há leis que “pegam” e leis que não “pegam”. Estas, ordinariamente, são construções teóricas que não nasceram do costume e que às vezes transplantam formas jurídicas importadas de além-mar, sem relevância para as possibilidades econômicas de nosso ambiente. Textos fora de contexto.
Resta saber se não há uma terceira explicação, em termos de atitudes religiosas. No catolicismo, rígido é o dogma, e a regra moral, intolerante. No protestantismo, complacente é a doutrina, e a moral, utilitária. Há menos beleza e também menos angústia.
É bem verdade que numa visão mais comprida da história e do tempo, o catolicismo tem revelado surpreendente plasticidade para se adaptar à evolução dos povos e instituições. A curto prazo, entretanto, pode gerar intolerável tensão institucional, que não fora a válvula de escape do jeito, arriscaria perturbar o funcionamento da sociedade.
Já o protestantismo nasceu sob o signo revisionista. Elidiu-se praticamente a doutrina revelada ab alto, e quando as necessidades institucionais criam a ameaça de uma generalização do pecado, é muito mais fácil o protestantismo entortar as normas éticas. Assim, quando as exigências de um emergente capitalismo mercantil impuseram a organização de um mercado financeiro, Calvino fez da cobrança de juros um esporte legítimo, lançando às urtigas o preconceito aristotélico de que o dinheiro é estéril e o belo arrazoado aquiniano de ser o juro ilegítimo porque implica em cobrar o tempo, coisa que pertence a Deus e não aos homens. Ante a revolução trazida pelas grandes descobertas marítimas e a necessidade de acumulação para financiar investimentos na exploração comercial e industrial, os puritanos passaram a enxergar a opulência como manifestação exterior da bênção divina e não um desvario cúpido. E quando os mórmons se viram frente ao problema de povoar um deserto, não hesitaram em sancionar a poligamia. Ainda hoje, desaparecida a questão do povoamento acelerado, e proibida a bigamia simultânea, permanece legal a poligamia sucessiva, através do divórcio.
Procurou-se evitar a tensão social mediante uma frontal modificação das normas éticas, ao invés de recorrer-se ao instituto do jeito.
Não se tome a disquisição acima, entretanto, como uma justificação indiscriminada e licenciosa do jeito. Assim como há rua e rua, há jeito e jeito; em muitos casos não passa ele de molecagem de inadaptados sociais que ao invés de jeitosos são rematados facínoras.
Mas forçoso é reconhecer que há raízes sociológicas mais profundas; e que, se amputada essa instituição “paralegal”, dado o irrealismo de nossas formulações legais, a tensão social poderia levar-nos a duas extremas posições: a da sociedade paralítica, por obediente, e da sociedade explosiva, pelo descompasso entre a lei, o costume e o fato.
Daí, irmãos, a essencialidade do jeito.
CAMPOS, Roberto. A sociologia do jeito. Senhor, Rio de Janeiro, n. 7, p. 28-9, jul. 1960.
A “tradição interpretável”, de que fala o autor no sétimo parágrafo, é uma referência direta:
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O procedimento da microfilmagem:
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Tiago comprou uma estante cujo preço a vista era R$ 560,00. Deu R$ 160,00 de entrada, no ato da compra, e o restante pagou em duas prestações mensais. A primeira prestação foi de R$ 200,00 e foi paga 30 dias após a compra. A segunda prestação foi paga 60 dias após a compra e o seu valor correspondeu ao saldo devedor na data do pagamento. Essa loja cobra juros de 10% ao mês, calculados sobre o saldo devedor.
O valor da segunda prestação foi:
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A doença aguda produzida pela potente neurotoxina de seu agente etiológico, bacilo anaeróbico, que impede a inibição do arco reflexo da medula espinhal, promovendo reflexos excitatórios tônicos típico, em múltiplas regiões do organismo, é denominada:
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Em sua obra, Ética: fundamentos sócio-históricos, Maria Lúcia Barroco (2008) faz uma extensa e profunda reflexão acerca da ética como parte integrante da prática social dos homens, a qual objetiva-se tanto nas atividades cotidianas destes como nas formas de práxis que lhes permitem ampliar a consciência moral e o enriquecimento como indivíduos. Nesse sentido, registra que:
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Quanto ao Processo Administrativo Disciplinar dos Servidores Públicos Civis da União, julgue os seguintes itens, como verdadeiros ou falsos.
1) A aposentadoria de servidor público inativo poderá ser cassada se comprovado, em regular processo administrativo disciplinar, o cometimento de ato de improbidade quando o servidor exercia cargo efetivo.
2) A acumulação ilícita de cargos públicos, detectada a qualquer tempo pela Administração, enseja a demissão, podendo, entretanto, o servidor, no prazo assinalado para a defesa optar por um deles, o que afastará a pena de demissão, presumindo-se a boa fé.
3) Não se pode impor penalidade ao servidor por meio de mera sindicância, exigindo-se a instauração e processamento do necessário processo administrativo disciplinar.
4) O Processo Administrativo Disciplinar poderá ser revisto a qualquer tempo, a pedido dos interessados ou de ofício pela Administração, exigindo, entretanto, que haja fatos novos, não apreciados anteriormente, que justifiquem conclusão pela inocência do punido.
5) O servidor poderá ter penalidades canceladas em seus registros funcionais, por decurso de tempo definido legalmente, exigindo-se, porém, que o servidor não tenha praticado nova infração nesse tempo. O cancelamento implica em conceder ao mesmo efeitos retroativos, considerando-se o servidor como nunca punido.
Marque a opção CORRETA.
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Sobre as condições de maximização do lucro em diferentes estruturas de mercado, avalie as afirmativas:
I) No curto prazo, a concorrência perfeita é a estrutura de mercado, que conduz ao maior lucro possível.
II) Para calcular o custo social do monopólio, comparam-se os excedentes do consumidor e do produtor de uma indústria competitiva e de um monopolista. No caso do último, há uma transferência de parte do excedente do consumidor para o produtor, cujo valor é dado pelo total da produção do monopólio, multiplicado pela diferença entre o preço praticado pelo monopolista e o preço competitivo.
III) No longo prazo, em concorrência perfeita, nenhum produtor usufruirá lucro econômico puro estritamente positivo.
Julgue qual opção as classifica como verdadeira (V) ou falsa (F), respectivamente.
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Qual é o objetivo da transferência dos documentos do arquivo corrente para o intermediário e o recolhimento para o permanente?
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