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A derivação em Língua de Sinais trata da criação de uma palavra (falada ou sinalizada) a partir de outra, resultando, assim, na mudança do significado lexical ou na categoria lexical.
Abaixo, há alguns exemplos de derivação de sinais que mudam a categoria do substantivo para a categoria do verbo, EXCETO:
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Avalie as afirmações abaixo sobre vantagens competitivas de uma empresa:
I- A vantagem competitiva da qualidade traduz a capacidade que a empresa tem para realizar as coisas certas, evitando perdas e retrabalhos.
II- A vantagem competitiva da velocidade é conseguida por meio das melhorias no processo que permitam produzir mais rapidamente determinado produto ou serviço.
III- A vantagem competitiva do custo traduz a capacidade que a empresa tem de tornar as coisas mais baratas.
Está correto apenas o que se afirma em:
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Considere a figura abaixo que apresenta um tipo de relacionamento UML entre as classes EMPREGADO e DEPARTAMENTO.

A maneira como esse relacionamento deve ser interpretado é:
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Para pintar completamente uma parede retangular de 120 m de comprimento, são necessários “n” trabalhadores. Entretanto, para pintar outra parede de mesma largura, cujo comprimento é 20% maior do que a primeira, serão necessários mais 6 trabalhadores, trabalhando no mesmo ritmo dos “n” primeiros.
O número “n” de trabalhadores empregados, inicialmente, é
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No Framework Angular, o tipo de envio ou sincronização de dados que permite atuar dentro da classe de um componente é
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Sobre alguns dos valores da conduta ética para o desenvolvimento da profissão de tradutor intérprete de língua de sinais, avalie as afirmações abaixo.
I- A fidelidade está pautada na atuação do profissional tradutor/intérprete em não interferir, com suas opiniões, crenças e entendimentos, nos enunciados produzidos pelos participantes daquele contexto.
II- A neutralidade busca que o profissional tenha circunspecção para com as informações que perpassam o ato interpretativo de ambas as partes, pois a recusa deste configura uma ofensa grave para o ato profissional.
III- O intérprete deve manter uma atitude neutra, imparcial, durante o transcurso da interpretação, evitando interferências e opiniões próprias, a menos que seja requerido pelo grupo a fazê-lo.
IV- A confidencialidade é a garantia do resguardo das informações dadas em confiança e proteção contra sua revelação não autorizada.
Está correto apenas o que se afirma em
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Leia a passagem transcrita do texto de Ruy Castro e preste atenção na palavra em destaque.
“Aos 125 anos, [a Colombo] passa uma sensação de eternidade. É como se Olavo Bilac, seu mais querido frequentador, morto em 1918, fosse aparecer de repente, de bigode encerado, colarinho e pince-nez, e pedir um prato de empadinhas.” Atente para os textos a seguir.
Texto 1

Disponível em: <htt ps://docplayer.com.br/64413716-Imprensa- publicidade-e-educacao-um-estudo-sobre-a-civilizacao- dos-costumes-no-interior-do-brasil-uberabinha-mg. html>. Acesso em: 12 jul. 2019.
Texto 2

Disponível em: <htt ps://www.dicio.com.br/pincene/>. Acesso em: 12 jul. 2019.
No Texto I, veicula-se uma publicidade antiga do pince-nez, um nome proveniente da língua francesa para designar um modelo de óculos usado do século XV até o início do século XX. No Texto II, observa-se que pincenê pode ser entendida como a palavra aportuguesada daquele tipo de óculos, conforme a encontramos hoje, nos dicionários. Ruy Castro, no seu texto, grafa o termo conforme era empregado antigamente.
Considerando os dois textos, a noção de que toda língua viva se modifica no decorrer do tempo e de que esse processo em si jamais cessa, pois as mudanças linguísticas são contínuas e dinâmicas, é correto afirmar que, em relação às palavras “pincenez”/” pincenê”, no contexto em que foram empregadas, evidencia-se que a mudança na escrita desses vocábulos resulta de uma
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Novamente, considere o seguinte diagrama UML, o qual apresenta um tipo de relacionamento entre classes.

Ao se implementar esse relacionamento com estrutura de bancos de dados relacionais, tais como Oracle ou PostgreSQL, a correta implementação é:
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No que se refere aos deveres dos servidores públicos civis da União, conforme a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, é INCORRETO
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A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.
Quer batizar um planeta? Saiba como!
Desde sempre os planetas têm nome. São nomes ligados às divindades e no caso do Sistema Solar os nomes estão ligados à mitologia greco-romana. Mesmo em planetas descobertos mais recentemente como Urano e Netuno, que eram invisíveis aos olhos dos antigos astrônomos, seguiu-se a tradição e nomes mitológicos foram sugeridos.
Quem controla a nomenclatura de objetos astronômicos é a União Astronômica Internacional (IAU na sigla em inglês) e ela adota algumas regras para batizar um corpo celeste.
Os primeiros asteroides receberam nomes de deuses ou deusas porque se acreditava que eram planetas. Foi o caso com Juno, Ceres e Vesta, por exemplo. Mesmo depois de se perceber que não era bem o caso, os nomes foram mantidos. Com as descobertas chegando na casa das centenas, decidiu-se mudar as regras, pois estava começando a faltar divindade. Agora, ao menos para asteroide, quem descobre põe o nome que quiser. Temos asteroides homenageando Santos Dumont, D. Pedro II, John Lennon, Spock e por aí vai.
Estrelas também têm nome. Elas são batizadas de acordo com sua constelação, por exemplo, Alfa Centauri, Gama Crucis ou Eta Carina, ligando o nome a sua constelação. Alfa Centauri é a estrela mais brilhante da constelação do Centauro, Gama Crucis é a terceira estrela mais brilhante do Cruzeiro do Sul e Eta Carina é a quinta estrela mais brilhante de Carina. Mas tudo isso é muito subjetivo e, mais grave, dá nome às estrelas que são visíveis a olho nu apenas. Se ela for mais fraca, fica sem nome, tadinha.
Mas e os exoplanetas? Como ficam?
Faz um tempo essa discussão ganhou terreno na comunidade de astrônomos. Exoplanetas são planetas fora do Sistema Solar, mas são planetas, e todo planeta tem um nome. Como fazer com eles? Deve-se seguir a tradição de receber um nome de divindade? O número de exoplanetas confirmados chegou a 3.972, e ainda têm mais de 3.600 aguardando confirmação. Tem divindade para isso tudo?
A saída encontrada pela IAU foi abrir chamadas públicas para que associações de amadores e clubes de ciências sugiram nomes e que depois esses nomes passem por uma votação aberta. O sucesso dessa iniciativa é tão grande que a IAU decidiu fazer chamadas mais restritas: tem uma só para o Brasil!
Sim, você tem a chance não só de sugerir, mas também de escolher o nome de um exoplaneta!
O planeta em questão tem quase 2,5 vezes a massa de Júpiter e está a uma distância equivalente à distância de Marte ao Sol. A estrela-mãe desse planeta é muito parecida com o Sol, só um pouco maior e mais quente.
Hélio Jacques Rocha-Pinto, que coordena a comissão organizadora do concurso, ressalta que, além da importância para a popularização da ciência, a iniciativa é uma ótima oportunidade para se batizar um planeta com um nome genuinamente brasileiro. Para isso, as sugestões devem se basear na cultura indígena do nosso território, na cultura afro-brasileira ou na literatura nacional.
Os detalhes podem ser vistos no site da IAU. Vamos nessa?
Disponível em: <https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/blog/cassio-barbosa/ post/2019/06/07/quer-batizar-um-planeta-saiba-como.ghtml> Acesso em: 15 jun. 2019. Adaptado.
No sistema ortográfico vigente, emprega-se o hífen nas palavras compostas ou derivadas por prefixação.
A esse respeito, leia a passagem do texto.
“A estrela-mãe desse planeta é muito parecida com o Sol, só um pouco maior e mais quente.”
A palavra composta “estrela-mãe” possui hífen porque
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