Foram encontradas 670 questões.
O nome científico da araucária, também conhecida como pinheiro-brasileiro, é:
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A liderança é uma habilidade capaz de harmonizar as necessidades do indivíduo com as exigências da organização e não pode ser confundida com direção ou gerência. Segundo Chiavenato (1994), citado por Baptista (2008), ela pode ser dividida em quatro tipos. Assim, uma liderança com “capacidade de induzir o grupo a cumprir as obrigações atribuídas a cada um com zelo e correção” é chamada de:
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As convulsões causadas por intoxicação por drogas podem ser associadas a:
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A tensão normal última do material utilizado na fabricação de uma chapa do suporte de um transformador é de 600 MPa.

Considerando o fator de segurança desse material = 2, a espessura dessa chapa
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Há vários tipos de relação de pessoas com uma obra, além do autor, segundo Ribeiro (2006). Dos relacionamentos apresentados, apenas um pode ser considerado ponto de acesso principal, responsável pelo conteúdo da obra. Esse tipo de relacionamento é com o:
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Com relação à química do solo, é CORRETO afirmar:
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INSTRUÇÕES: Para responder a questão abaixo, tenha como referência a bibliografia “Estratégias em Serviço Social” de Vicente de Paula Faleiros (2010).
Segundo Faleiros (2010):
“As relações sociais são vínculos que os homens criam entre si nas condições dadas pela história, vínculos multifacetados, diversificados, determinados pelo modo de produção e articulados entre si.”
Na citação acima, o autor afirma, EXCETO:
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TEXTO
O SUMIÇO DO PEN DRIVE
Houve época em que a força bruta era poder. Houve uma época em que a riqueza era poder(b). Hoje, informação é poder. Quanto mais informados (mas notem, isto não tem a ver necessariamente com conhecimento ou com sabedoria), mais poderosos somos, ao menos teoricamente(a). Daí esta avalanche, este tsunami de informações. A cotação do dólar, a taxa de inflação, o número de casos de determinada doença, candidatos dos vários partidos, a escalação de times de futebol – nomes e números em profusão, que nos chegam por jornais, revistas, livros, filmes, noticiários de rádio, internet, e que tratamos de armazenar em nossa mente.
Aí surge o problema: para armazenar a informação, a natureza nos deu um cérebro, que é a sede da memória. E nesta memória queremos enfiar o máximo possível de informações. Diferente da memória do computador, porém, a nossa é governada por fatores que nada têm a ver com a informática. O estado de nossas células cerebrais, as nossas emoções; tudo isso pode representar uma limitação para nossa capacidade de lembrar. Coisa que sistematicamente negamos. Como alguém que está se preparando para uma longa viagem (e o que é a vida, senão uma viagem que esperamos longa?), tratamos de socar na mala da memória a maior quantidade possível de coisas. As malas até podem se submeter, mas a memória simplesmente não aceita a nossa irracionalidade.
Felizmente a tecnologia tem vindo em nosso auxílio. Primeiro foi o computador propriamente dito, com sua memória cada vez maior; depois, vieram os dispositivos de armazenamento, os CDs, os pen drives. Coisa incrível, o pen drive: um pequeno objeto no qual cabe uma existência, ou pelo menos uma importante parte dela. Para quem, como eu, viaja bastante e tem de trabalhar em aviões ou em hotéis, é um recurso precioso. No meu pen drive eu tinha artigos, material de consulta, endereços, telefones. A primeira coisa que eu fazia, ao sair de casa para ir ao aeroporto era colocar o pen drive num lugar que eu imaginava seguro: o bolso da camisa. Seguro – e simbólico, já que o pen drive ficava próximo ao coração.
Vocês já notaram que estou usando os verbos no passado – passado imperfeito, aliás. E isso por boas razões. Esses tempos, ao chegar ao aeroporto, meti a mão no bolso para dali retirar o pen drive. Mas não encontrei pen drive algum. Encontrei um buraco, verdade que pequeno, mas de tamanho suficiente para dar passagem (ou para dar a liberdade?) ao pen drive. Que tinha caído por ali.
Um transtorno, portanto. Perguntei no aeroporto, entrei em contato com o táxi que me trouxera, liguei para casa: nada. O pen drive tinha mesmo sumido. O buraco da camisa era, portanto, um buraco negro, aqueles orifícios do universo em que toda a energia é sugada e some. Antes que vocês me repreendam, devo dizer que tinha tomado minhas precauções: havia cópia de todo o material, nada se perdeu. Mas o episódio me inspirou várias reflexões. De repente eu me dava conta de como nossa existência é frágil, de como somos governados pelo acaso e pelo imprevisto(d). Nenhuma queixa contra o pen drive, que veio para ficar; aliás, meu palpite é que, no dia do Juízo Final, cada um de nós vai inserir o pen drive de sua vida no Grande Computador Celestial. Virtudes e pecados serão instantaneamente cotejados e o destino final, Céu ou Inferno, decidido de imediato(c). Pergunta: o que acontecerá com aqueles que, por causa de um buraco na camisa, perderam o pen drive?
Fonte: Moacyr Scliar. Zero Hora (RS), 11/5/2010.
Disponível em: http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=10352&sid=695.
Acesso em: 31/7/2013.
O paralelismo sintático se relaciona aos requisitos preconizados pela modalidade culta e consiste na apresentação de estruturas coordenadas e equivalentes. Considerando os fragmentos do texto, são exemplos de paralelismo, EXCETO:
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Em relação à notação da UML 2.2 (Unified Modeling Language), é CORRETO afirmar:
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Na determinação dos graus de liberdade (G) de um sistema, é CORRETO afirmar:
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