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Foram encontradas 411 questões.

2486120 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
O valor em regime permanente de uma variável em função do tempo, y(t) é o valor que a variável alcança quando o tempo se aproxima do infinito. Considere o seguinte circuito eletrônico:
Enunciado 2828251-1
É CORRETO afirmar que o valor da saída do circuito, y(t), em regime permanente, é:
 

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2486115 Ano: 2014
Disciplina: Libras
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
O Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, dispõe que todas as instituições federais de ensino da educação básica e da educação superior devem incluir em seus quadros o tradutor/intérprete de Libras-Língua Portuguesa. O Decreto traz ainda quais são os campos de atuação desse profissional. As alternativas abaixo apresentam possibilidades de atuação desse profissional, segundo o referido Decreto, EXCETO:
 

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2486032 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Manutenção preditiva envolve técnicas e procedimentos de gerenciamento de equipamentos em que se utilizam a evolução regular das condições atuais de operação dos equipamentos, com a função de otimizar a produção. São técnicas ou procedimentos de manutenção preditiva, EXCETO:
 

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2486017 Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Segundo o Regimento Geral da Universidade Federal de Lavras, marque a opção INCORRETA.
 

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2486001 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
TEXTO 1
REPOLHOS IGUAIS
“Correrias, compromissos, ansiedade por estar na crista da onda, por não ser ignorado, por cumprir horários, prescrições, comandos, realmente estão nos tornando eternos angustiados e permanentes aflitos”.
Sempre me impressiona o impulso geral de igualar a todos: ser diferente, sobretudo ser original, é defeito. Parece perigoso.(C) E, se formos diferentes, quem sabe aqui e ali uma medicaçãozinha ajuda.
Alguém é mais triste? Remédio nele. Deprimido? Remédio nele (ainda que tenha acabado de perder uma pessoa amada, um emprego, a saúde). Mais gordinho? Dieta nele. Mais alto? Remédio na adolescência para parar de crescer. Mais relaxado na escola? Esse é normal. Mais estudioso, estudioso demais? A gente se preocupa, vai virar nerd (se for menina, vai demorar a conseguir marido).
Não podemos, mas queremos tornar tudo homogêneo: meninas usam o mesmo cabelo, a mesma roupa, os mesmos trejeitos; meninos, aquele boné virado. Igualdade antes de tudo, quando a graça, o poder, a força estão na diversidade. Narizes iguais, bocas iguais, sobrancelhas iguais, posturas iguais.
Não se pode mais reprovar crianças e jovens na escola, pois são todos iguais. Serão?(A) É feio, ou vergonhoso, ter mais talento, ser mais sonhador, ter mais sorte, sucesso, trabalhar mais e melhor.
Vamos igualar tudo, como lavouras de repolhos, se possível… iguais. E assim, com tudo o que pode ser controlado com remédios, nos tornamos uma geração medicada. Não todos – deixo sempre aberto o espaço da exceção para ser realista, e respeitando o fato de que para muitos os remédios são uma necessidade -, mas uma parcela crescente da população é habitualmente medicada.
Remédios para pressão alta, para dormir, para acordar, para equilibrar as emoções, para emagrecer, para ter músculos(B), para ter um desempenho sexual fantástico, para ter a ilusão de estar com 30 anos quando se tem 70. Faz alguns anos reina entre nós o diagnóstico de déficit de atenção para um número assustador de crianças.
Não sou psiquiatra, mas a esta altura de minha vida criei e acompanhei e vi muitas crianças mais agitadas, ou distraídas, mas nem por isso precisadas de medicação a torto e a direito. Fala-se, não sei em que lugar deste mundo louco, em botar Ritalina na merenda das escolas públicas. Tal fúria de igualitarismo esconde uma ideologia tola e falsa.
Se déssemos a 100 pessoas a mesma quantidade de dinheiro e as mesmas oportunidades, em dois anos todas teriam destino diferente: algumas multiplicariam o dinheiro; outras o esbanjariam; outras o guardariam; outras ainda o dedicariam ao bem (ou ao mal) alheio.
Então, quem sabe, querer apaziguar todas as crianças e jovens com medicamentos para que não estorvem os professores já desesperados por falta de estímulo e condições, ou para permitir aos pais se preocuparem menos, ou ajudar as babás enquanto os pais trabalham ou fazem academia ou simplesmente viajam, nem valerá a pena.
Teremos mais crianças e jovens aturdidos, crianças e jovens mais violentos e inquietos quando a medicação for suspensa. Bastam, para desatenção, agitação e tantas dificuldades relacionadas, as circunstâncias de vida atual.
Recentemente, uma pediatra experiente me relatou que a cada tantos anos aparecem em seu consultório mais crianças confusas, atônitas, agitadas demais, algumas apenas sofrendo por separações e novos casamentos, em que os filhos, que não querem se separar de ninguém, são puxados de um lado para o outro, sem casa fixa, um centro de referência, um casal de pais sempre os mesmos.
Quem as traz são mães ou pais em igual estado. Correrias, compromissos, ansiedade por estar na crista da onda, por participar e ser o primeiro, por não ficar para trás, por não ser ignorado, por cumprir os horários, as prescrições, os comandos, tudo o que tantas pressões sociais e culturais ordenam, realmente estão nos tornando eternos angustiados e permanentes aflitos.
Mudar de vida é difícil. Em lugar de correr mais, parar para pensar, roubar alguns minutos para olhar, contemplar, meditar, também é difícil, pois é fugir do padrão. Então seguimos em frente, nervosos com nossos filhos mais nervosos. Haja psicólogo, psiquiatra e medicamento para sermos todos uns repolhos iguais.(D)
Fonte: LUFT, Lya. Repolhos iguais. Artigo publicado em edição impressa de VEJA, em 10 mio 2014.
As alternativas apresentam segmentos em que a autora exprime opinião pessoal ou posicionamento crítico, EXCETO:
 

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2485971 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Considere o desenho abaixo e suas respectivas cotas (medidas em mm):
Enunciado 2826003-1
O símbolo Enunciado 2826003-2 representa:
 

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2485968 Ano: 2014
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Mostram-se abaixo quatro símbolos utilizados na revisão de provas editoriais:
Enunciado 2825959-1
Assinale a alternativa que identifique CORRETAMENTE cada um dos símbolos.
 

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2485935 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
TEXTO 1
REPOLHOS IGUAIS
“Correrias, compromissos, ansiedade por estar na crista da onda, por não ser ignorado, por cumprir horários, prescrições, comandos, realmente estão nos tornando eternos angustiados e permanentes aflitos”.
Sempre me impressiona o impulso geral de igualar a todos: ser diferente, sobretudo ser original, é defeito. Parece perigoso. E, se formos diferentes, quem sabe aqui e ali uma medicaçãozinha ajuda.
Alguém é mais triste? Remédio nele. Deprimido? Remédio nele (ainda que tenha acabado de perder uma pessoa amada, um emprego, a saúde). Mais gordinho? Dieta nele. Mais alto? Remédio na adolescência para parar de crescer. Mais relaxado na escola? Esse é normal. Mais estudioso, estudioso demais? A gente se preocupa, vai virar nerd (se for menina, vai demorar a conseguir marido).
Não podemos, mas queremos tornar tudo homogêneo(III): meninas usam o mesmo cabelo, a mesma roupa, os mesmos trejeitos; meninos, aquele boné virado. Igualdade antes de tudo, quando a graça, o poder, a força estão na diversidade. Narizes iguais, bocas iguais, sobrancelhas iguais, posturas iguais.
Não se pode mais reprovar crianças e jovens na escola, pois são todos iguais. Serão? É feio, ou vergonhoso, ter mais talento, ser mais sonhador, ter mais sorte, sucesso, trabalhar mais e melhor.
Vamos igualar tudo, como lavouras de repolhos, se possível… iguais. E assim, com tudo o que pode ser controlado com remédios, nos tornamos uma geração medicada. Não todos – deixo sempre aberto o espaço da exceção para ser realista, e respeitando o fato de que para muitos os remédios são uma necessidade -, mas uma parcela crescente da população é habitualmente medicada.(I)
Remédios para pressão alta, para dormir, para acordar, para equilibrar as emoções, para emagrecer, para ter músculos, para ter um desempenho sexual fantástico, para ter a ilusão de estar com 30 anos quando se tem 70. Faz alguns anos reina entre nós o diagnóstico de déficit de atenção para um número assustador de crianças.
Não sou psiquiatra, mas a esta altura de minha vida criei e acompanhei e vi muitas crianças mais agitadas, ou distraídas, mas nem por isso precisadas de medicação a torto e a direito.(II) Fala-se, não sei em que lugar deste mundo louco, em botar Ritalina na merenda das escolas públicas. Tal fúria de igualitarismo esconde uma ideologia tola e falsa.
Se déssemos a 100 pessoas a mesma quantidade de dinheiro e as mesmas oportunidades, em dois anos todas teriam destino diferente: algumas multiplicariam o dinheiro; outras o esbanjariam; outras o guardariam; outras ainda o dedicariam ao bem (ou ao mal) alheio.
Então, quem sabe, querer apaziguar todas as crianças e jovens com medicamentos para que não estorvem os professores já desesperados por falta de estímulo e condições, ou para permitir aos pais se preocuparem menos, ou ajudar as babás enquanto os pais trabalham ou fazem academia ou simplesmente viajam, nem valerá a pena.
Teremos mais crianças e jovens aturdidos, crianças e jovens mais violentos e inquietos quando a medicação for suspensa. Bastam, para desatenção, agitação e tantas dificuldades relacionadas, as circunstâncias de vida atual.
Recentemente, uma pediatra experiente me relatou(IV) que a cada tantos anos aparecem em seu consultório mais crianças confusas, atônitas, agitadas demais, algumas apenas sofrendo por separações e novos casamentos, em que os filhos, que não querem se separar de ninguém, são puxados de um lado para o outro, sem casa fixa, um centro de referência, um casal de pais sempre os mesmos.
Quem as traz são mães ou pais em igual estado. Correrias, compromissos, ansiedade por estar na crista da onda, por participar e ser o primeiro, por não ficar para trás, por não ser ignorado, por cumprir os horários, as prescrições, os comandos, tudo o que tantas pressões sociais e culturais ordenam, realmente estão nos tornando eternos angustiados e permanentes aflitos.
Mudar de vida é difícil(V). Em lugar de correr mais, parar para pensar, roubar alguns minutos para olhar, contemplar, meditar, também é difícil, pois é fugir do padrão. Então seguimos em frente, nervosos com nossos filhos mais nervosos. Haja psicólogo, psiquiatra e medicamento para sermos todos uns repolhos iguais.
Fonte: LUFT, Lya. Repolhos iguais. Artigo publicado em edição impressa de VEJA, em 10 mio 2014.
O texto de Lya Luft apresenta várias estratégias argumentativas. Considere as proposições:
I – O trecho “vamos igualar tudo, como lavouras de repolhos, se possível… iguais. E assim, com tudo o que pode ser controlado com remédios, nos tornamos uma geração medicada. Não todos – deixo sempre aberto o espaço da exceção para ser realista, e respeitando o fato de que para muitos os remédios são uma necessidade -, mas uma parcela crescente da população é habitualmente medicada.” !$ \rightarrow !$ indica uma restrição, que evidencia cautela por parte da autora.
II – O fragmento “não sou psiquiatra, mas a esta altura de minha vida criei e acompanhei e vi muitas crianças mais agitadas, ou distraídas, mas nem por isso precisadas de medicação a torto e a direito.” !$ \rightarrow !$ revela uma contra-argumentação a uma reação de leitor que poderia desautorizar o posicionamento da autora.
III – O emprego do plural em “não podemos, mas queremos tornar tudo homogêneo!$ \rightarrow !$ constitui estratégia para envolver o leitor na situação comentada.
IV – O fragmento “recentemente, uma pediatra experiente me relatou...” !$ \rightarrow !$ mostra que a autora relata a posição de um especialista, que se diferencia de seu posicionamento.
V – O fragmento “mudar de vida é difícil.!$ \rightarrow !$ evidencia a falta de conhecimento da autora sobre as alternativas para o redimensionamento da problemática discutida no texto.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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2485929 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Para realizar um trabalho útil, um robô tem que estar programado para desempenhar seu ciclo de movimento. Quando a programação é do tipo off-line, é CORRETO afirmar:
 

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2485796 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
A recomendação de dosagem para um medicamento é de 4 mg para cada kg de massa corporal. Um paciente com massa corporal de 84 kg deverá receber uma dosagem de:
 

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