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Foram encontradas 347 questões.

2523458 Ano: 2016
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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A perícia é um meio de prova e o perito, um auxiliar do juízo, assim sendo, o médico psiquiatra deve dominar o conhecimento médico-legal sobre a perícia e sobre o ato de ser perito. Sobre esse tema, assinale a alternativa CORRETA:
 

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2523420 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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TEXTO 1
TER MAIS E TER MENOS
Vários leitores me escreveram para acusar os "tempos modernos", em que "ter" é mais importante do que "ser".
Hoje, o que temos nos define, à condição, claro, de ostentá-lo o suficiente para que os outros saibam: constatando nossos "bens", eles reconheceriam nosso valor social(a). Essa seria a razão da cobiça de todos e, em última instância, da facilidade com a qual todos nos tornamos criminosos.
A partir dessa constatação, alguns de meus correspondentes tentam explicar uma diferença entre ricos e pobres em matéria de crime. O argumento básico funciona mais ou menos assim: 1) para ser alguém, na nossa sociedade, é preciso ter e ostentar bens, 2) quem vale menos na consideração social (o desfavorecido, o excluído, o miserável) teria um anseio maior de conquistar aqueles bens que aumentariam seu valor aos olhos dos outros. Em suma, precisamos ter para ser – e, se formos pouco relevantes ou invisíveis socialmente, só poderemos querer ter mais e com mais urgência.
À primeira vista, faz sentido. Mas, antes de desenvolver o raciocínio, uma palavra em defesa da modernidade. Tudo bem, uma sociedade em que as diferenças são decididas pelo "ter" (vale mais quem tem mais) pode parecer um pouco sórdida. Acharíamos mais digna uma sociedade na qual valeria mais quem "é" melhor, não quem acumulou mais riquezas.
O problema é que, em nosso passado recente, as sociedades organizadas pelo "ser" já existiram, e não foram exatamente sociedades para onde a gente voltaria alegremente – eu, ao menos, não gostaria de voltar para lá. Geralmente, uma sociedade organizada pelo "ser" é uma sociedade imóvel. Por exemplo, no antigo regime, você podia nascer nobre, perder todos os bens de sua família, inclusive a honra, e continuaria nobre, porque você já era nobre. Inversamente, você podia nascer numa sarjeta urbana e enriquecer pelo seu trabalho ou pela sua sabedoria, e nem por isso você se tornaria nobre, porque você não o era. Ou seja, em matéria de mobilidade social, as sociedades nas quais o que importa é o "ser" são sociedades lentas, se não paradas, e as sociedades nas quais o que importa é o "ter" são sociedades nas quais a mudança é possível, se não encorajada.
É bom lembrar disso quando criticamos nossa "idolatria" consumista ou nossa vaidade. Podemos sonhar com uma sociedade organizada pelas qualidades supostamente intrínsecas a cada um (haveria os sábios, os generosos, os fortes etc.), mas a alternativa real a uma sociedade do "ter" são sociedades em que castas e dinastias exercem uma autoridade contra a qual o indivíduo não pode quase nada. Voltemos agora à observação de que, numa sociedade do "ter" como a nossa, os que têm menos seriam, por assim dizer, famintos – e, portanto, propensos a querer a qualquer custo. Eles recorreriam ao crime porque sua dignidade social depende desse "ter" – para eles, ter (como navegar) é preciso.
Agora, o combustível de uma sociedade do "ter" é uma mistura de cobiça com vaidade. Por cobiça, preferimos os bens materiais a nossas eventuais virtudes, mas essa cobiça está a serviço da vaidade. A riqueza que acumulamos não vale "em si", ela vale para ser vista e reconhecida pelos outros: é a inveja deles que afirma nossa desejada "superioridade". Em outras palavras, os bens que desejamos são indiferentes; o que importa é o reconhecimento que esperamos receber graças a eles(b). Por consequência, nenhum bem pode nos satisfazer, e a insatisfação é parte integrante de nosso modelo cultural.
Não é que estejamos insatisfeitos porque nos falta alguma coisa (aí seria fácil, bastaria encontrá-la)(c). Somos (e não estamos) insatisfeitos porque o reconhecimento dos outros é imaterial, difícil de ser medido e nunca suficiente. A procura por bens é infinita ou, no mínimo, indefinida, como é indefinida a procura pelo reconhecimento dos outros. Os bens que conquistamos (roubando ou não, tanto faz) não estabelecem nenhum "ser", apenas alimentam, por um instante, um olhar que gratificaria nossa vaidade(d).
Não existe uma acumulação a partir da qual nós nos sentiríamos ao menos parcialmente acalmados em nossa busca por esse reconhecimento. Ao contrário, é provável que a cobiça e a vaidade cresçam com o "ter". Ou seja, é bem possível que a tentação do crime seja maior para quem tem mais do que para quem tem menos.
Contardo Calligaris
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/contardocalligaris/
2015/05/1634384-ter-mais-e-ter-menos.shtml>.
Acesso em: 29 jul. 2016. (Adaptado).
As expressões sublinhadas apresentam o posicionamento argumentativo do autor, EXCETO:
 

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2523320 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Química
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
São apresentadas proposições a respeito das técnicas de espectrometria atômica e molecular:
I – A lâmpada de cátodo oco é empregada nas espectrometrias de absorção atômica e de emissão atômica.
II – As cubetas de quartzo empregadas na espectrofotometria uv-vis são as mais adequadas para análises quando !$ \lambda !$ < 390 nm.
III – Uma lâmpada de tungstênio (w) é a fonte de radiação contínua mais comum para a região do visível na espectrofotometria.
IV – Por ser uma técnica espectrométrica, o princípio da espectrometria de emissão atômica em chama (ou fotometria de chama) está baseado na lei de Beer-Lambert.
Assinale a alternativa CORRETA:
 

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2523268 Ano: 2016
Disciplina: Química
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Um elemento metálico M forma um sulfato de fórmula MSO4. Uma possível fórmula CORRETA do cloreto desse metal está apresentada na alternativa:

 

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Um servidor público federal, assistente de laboratório, deixou de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu conhecimento para atendimento do seu mister. De acordo com o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto nº 1.171/1994 e suas alterações), a pena aplicável ao servidor, pela Comissão de Ética, deve ser:
 

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2523244 Ano: 2016
Disciplina: Química
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Assinale a alternativa que apresenta as características de uma substância pura no estado gasoso, sob pressão constante:

 

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2523221 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Em relação às coberturas em arquitetura, assinale a opção CORRETA:
 

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2523216 Ano: 2016
Disciplina: Química
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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O número de massa de um elemento químico X é 19 e o número de nêutrons é 10. Quantos elétrons o íon deste elemento, representado por X-, tem:

 

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2523160 Ano: 2016
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Sobre o transtorno disfórico pré-menstrual, é correto afirmar, EXCETO:
 

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2523124 Ano: 2016
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Um paciente do sexo masculino, com 72 anos, sem história de uso de álcool ou benzodiazepínicos, foi hospitalizado para realização de uma cirurgia para prótese de quadril. No quinto dia de pós-operatório, o seu comportamento muda: fica confuso e agitado; apresenta inversão do ciclo sono-vigília; fala constantemente que querem matá-lo, que ali não é a sua casa, que foi raptado; fica agitado e tenta fugir. Assinale a alternativa CORRETA:
 

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