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2396655 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Tudo se regenera: tudo toma uma nova face. O jornal é um sintoma, um exemplo desta regeneração. A humanidade, como o vulcão, rebenta uma nova cratera quanto mais fogo lhe ferve no centro. A literatura tinha acaso nos moldes conhecidos em que preenchesse o fim do pensamento humano? Não; nenhum era vasto como o jornal, nenhum liberal, nenhum democrático, como ele. Foi a nova cratera do vulcão.
Tratemos do jornal, esta alavanca que Arquimedes pedia para abalar o mundo, e que o espírito humano, este Arquimedes de todos os séculos,encontrou.
O jornal matará o livro? O livro absorverá o jornal?
A humanidade desde os primeiros tempos tem caminhado em busca de um meio de propagar e perpetuar a idéia. Uma pedra convenientemente levantada era símbolo representativo de um pensamento. A geração que nascia vinha ali contemplar a idéia da geração aniquilada. [...]
Era preciso um gigante para fazer morrer outro gigante. Que novo parto do engenho humano veio nulificar uma arte que reinara por séculos? Evidentemente era mister uma revolução para apear a realeza de um sistema; mas essa revolução devia ser a expressão de um outro sistema de incontestável legitimidade. Era chegada a imprensa, era chegado o livro.
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A humanidade perdia a arquitetura, mas ganhava a imprensa; perdia o edifício, mas ganhava o livro. O livro era um progresso; preenchia as condições do pensamento humano? Decerto; mas faltava ainda alguma coisa; não era ainda a tribuna comum, aberta à família universal, aparecendo sempre com o sol e sendo como ele o centro de um sistema planetário. A forma que correspondia a estas necessidades, a mesa popular para a distribuição do pão eucarístico da publicidade, é propriedade do espírito moderno: é o jornal.
O jornal é a verdadeira forma da república do pensamento. É a locomotiva intelectual em viagem para mundos desconhecidos, é a literatura comum, universal, altamente democrática, reproduzida todos os dias, levando em si a frescura das idéias e o fogo das convicções.
O jornal apareceu, trazendo em si o gérmen de uma revolução. Essa revolução não é só literária, é também social, é econômica, porque é um movimento da humanidade abalando todas as suas eminências, a reação do espírito humano sobre as fórmulas existentes do mundo literário, do mundo econômico e do mundo social.
Quem poderá marcar todas as consequências desta revolução?
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lei eterna, a faculdade radical do espírito humano, é o movimento. Quanto maior for esse movimento mais ele preenche o seu fim, mais se aproxima desses pólos dourados que ele busca há séculos. O livro é um sintoma de movimento? Decerto. Mas estará esse movimento no grau do movimento da imprensa-jornal? Repugno afirmá-lo.
O jornal é reprodução diária do espírito do povo, o espelho comum de todos os fatos e de todos os talentos, onde se reflete, não a idéia de um homem, mas a idéia popular, esta fração da idéia humana.
O livro não está decerto nestas condições; — há aí alguma coisa de limitado e de estreito, se o colocarmos em face do jornal. Depois, o espírito humano tem necessidade de discussão, porque a discussão é movimento. Ora, o livro não se presta a essa necessidade, como o jornal. A discussão pela imprensa-jornal anima-se e toma fogo pela presteza e reprodução diária desta locomoção intelectual. A discussão pelo livro esfria pela morosidade, e esfriando decai, porque a discussão vive pelo fogo. O panfleto não vale um artigo de fundo.
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Não faltará quem lance o nome de utopista. O que acabo, porém, de dizer me parece racional. Mas não confundam a minha idéia. Admitido o aniquilamento do livro pelo jornal, esse aniquilamento não pode ser total. Seria loucura admiti-lo.
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Quem enxergasse na minha idéia uma idolatria pelo jornal teria concebido uma convicção parva. Se argumento assim, se procuro demonstrar a possibilidade do aniquilamento do livro diante do jornal, é porque o jornal é uma expressão, é um sintoma de democracia; e a democracia é o povo, é a humanidade. Desaparecendo as fronteiras sociais, a humanidade realiza o derradeiro passo, para entrar o pórtico da felicidade, essa terra de promissão.
ASSIS, Machado de. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, V.III,
1994. Publicado originalmente no Correio Mercantil, Rio de Janeiro, 10 e 12/01/1859. [Fragmento]
Os termos destacados nos trechos a seguir podem ser substituídos pelas palavras ou expressões entre parênteses, sem alteração de sentido no texto, EXCETO em:
 

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2396350 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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A Industrial Nova Lima possui capacidade instalada para fabricar mil unidades por mês do produto Delta. Sabe-se que o custo variável é de R$ 21,30/u e a despesa variável é de R$ 3,70/u. Os custos fixos incorridos no período foram de R$ 9.800,00 e as despesas fixas de R$ 6.400,00. Determine o preço de venda do produto, para que o ponto de equilíbrio seja de 600 unidades.
 

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2395824 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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As afirmativas a seguir dizem respeito aos índices de retorno utilizados na análise de lucratividade e desempenho. Todas as afirmativas estão corretas, EXCETO:
 

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2395441 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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A Comercial Alfa Ltda apresentou os seguintes índices calculados de seu Balanço Patrimonial: Liquidez Geral (1,40); Liquidez Corrente (1,50) e Liquidez Seca (1,23). Considere que, após a obtenção dos índices, ocorram aumentos de: R$ 200.000,00 no Ativo Realizável a Longo Prazo (ARLP); de R$ 120.000,00 no Passivo Circulante (PC) e R$ 80.000,00 no Patrimônio Líquido (PL).
Após os aumentos ocorridos, considere as afirmativas a seguir:
I. O índice de Liquidez Geral (LG) aumentou.
II. Os índices de Liquidez Geral (LG) e de Liquidez Seca (LS) aumentaram.
III. Os índices de Liquidez Corrente (LC) e de Liquidez Seca (LS) reduziram.
IV. Os índices de Liquidez Corrente (LC) e de Liquidez Seca (LS) aumentaram.
Com base nas afirmativas, são VERDADEIRAS
 

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2395368 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Tudo se regenera: tudo toma uma nova face. O jornal é um sintoma, um exemplo desta regeneração. A humanidade, como o vulcão, rebenta uma nova cratera quanto mais fogo lhe ferve no centro. A literatura tinha acaso nos moldes conhecidos em que preenchesse o fim do pensamento humano? Não; nenhum era vasto como o jornal, nenhum liberal, nenhum democrático, como ele. Foi a nova cratera do vulcão.
Tratemos do jornal, esta alavanca que Arquimedes pedia para abalar o mundo, e que o espírito humano, este Arquimedes de todos os séculos,encontrou.
O jornal matará o livro? O livro absorverá o jornal?
A humanidade desde os primeiros tempos tem caminhado em busca de um meio de propagar e perpetuar a idéia. Uma pedra convenientemente levantada era símbolo representativo de um pensamento. A geração que nascia vinha ali contemplar a idéia da geração aniquilada. [...]
Era preciso um gigante para fazer morrer outro gigante. Que novo parto do engenho humano veio nulificar uma arte que reinara por séculos? Evidentemente era mister uma revolução para apear a realeza de um sistema; mas essa revolução devia ser a expressão de um outro sistema de incontestável legitimidade. Era chegada a imprensa, era chegado o livro.
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A humanidade perdia a arquitetura, mas ganhava a imprensa; perdia o edifício, mas ganhava o livro. O livro era um progresso; preenchia as condições do pensamento humano? Decerto; mas faltava ainda alguma coisa; não era ainda a tribuna comum, aberta à família universal, aparecendo sempre com o sol e sendo como ele o centro de um sistema planetário. A forma que correspondia a estas necessidades, a mesa popular para a distribuição do pão eucarístico da publicidade, é propriedade do espírito moderno: é o jornal.
O jornal é a verdadeira forma da república do pensamento. É a locomotiva intelectual em viagem para mundos desconhecidos, é a literatura comum, universal, altamente democrática, reproduzida todos os dias, levando em si a frescura das idéias e o fogo das convicções.
O jornal apareceu, trazendo em si o gérmen de uma revolução. Essa revolução não é só literária, é também social, é econômica, porque é um movimento da humanidade abalando todas as suas eminências, a reação do espírito humano sobre as fórmulas existentes do mundo literário, do mundo econômico e do mundo social.
Quem poderá marcar todas as consequências desta revolução?
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lei eterna, a faculdade radical do espírito humano, é o movimento. Quanto maior for esse movimento mais ele preenche o seu fim, mais se aproxima desses pólos dourados que ele busca há séculos. O livro é um sintoma de movimento? Decerto. Mas estará esse movimento no grau do movimento da imprensa-jornal? Repugno afirmá-lo.
O jornal é reprodução diária do espírito do povo, o espelho comum de todos os fatos e de todos os talentos, onde se reflete, não a idéia de um homem, mas a idéia popular, esta fração da idéia humana.
O livro não está decerto nestas condições; — há aí alguma coisa de limitado e de estreito, se o colocarmos em face do jornal. Depois, o espírito humano tem necessidade de discussão, porque a discussão é movimento. Ora, o livro não se presta a essa necessidade, como o jornal. A discussão pela imprensa-jornal anima-se e toma fogo pela presteza e reprodução diária desta locomoção intelectual. A discussão pelo livro esfria pela morosidade, e esfriando decai, porque a discussão vive pelo fogo. O panfleto não vale um artigo de fundo.
.............................................................................................................................
Não faltará quem lance o nome de utopista. O que acabo, porém, de dizer me parece racional. Mas não confundam a minha idéia. Admitido o aniquilamento do livro pelo jornal, esse aniquilamento não pode ser total. Seria loucura admiti-lo.
.............................................................................................................................
Quem enxergasse na minha idéia uma idolatria pelo jornal teria concebido uma convicção parva. Se argumento assim, se procuro demonstrar a possibilidade do aniquilamento do livro diante do jornal, é porque o jornal é uma expressão, é um sintoma de democracia; e a democracia é o povo, é a humanidade. Desaparecendo as fronteiras sociais, a humanidade realiza o derradeiro passo, para entrar o pórtico da felicidade, essa terra de promissão.
ASSIS, Machado de. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, V.III,
1994. Publicado originalmente no Correio Mercantil, Rio de Janeiro, 10 e 12/01/1859. [Fragmento]
Em face ao jornal, são características do livro, EXCETO:
 

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2394947 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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A estrutura de capitais de uma empresa envolve a composição de suas fontes de financiamento. Os fundos aplicados em ativos circulantes e não circulantes são provenientes dos proprietários da empresa ou de terceiros. Tanto os proprietários quanto os credores esperam justa remuneração pelo fornecimento dos fundos. Todos os índices a seguir são utilizados na análise da estrutura de capitais e solvência, EXCETO:
 

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2394741 Ano: 2010
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Provas:
INSTRUÇÃO: A questão devem ser respondidas com base no quadro abaixo:
CONTAS 31/12/X9
Receitas Correntes 786,00
Receitas de Capital 740,00
Ingressos Extraorçamentários 3.074,00
Despesas Correntes 818,00
Despesas de Capital 598,00
Dispêndios Extraorçamentários 3.029,00
Saldo Exercício Anterior 291,00
Ativo Financeiro 531,00
Ativo Não Financeiro 2.279,00
Passivo Financeiro 166,00
Passivo Não Financeiro 2.294,00
Mutações Ativas 764,00
Acréscimos Patrimoniais 2.963,00
Mutações Passivas 577,00
Decréscimos Patrimoniais 3.366,00
O valor da conta Patrimônio Líquido no exercício foi de
 

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2394484 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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A questão devem ser respondidas com base nas informações abaixo e a partir da elaboração das demonstrações contábeis previstas na legislação societária.
A Cia Araras apresentava os seguintes saldos em suas contas, nas datas destacadas:
Saldos 31/12/X9 21/12/X8
Capital Social 550.000,00 550.000,00
Clientes Curto Prazo 165.000,00 143.000,00
Custo das Mercadorias Vendidas 440.000,00 470.800,00
Depreciação Acumulada 88.000,00 66.000,00
Dividendos a Pagar 42.350,00
Despesas c/ Créditos de Liquidação Duvidosa 1.100,00 1.177,00
Fornecedores Curto Prazo 110.000,00 220.000,00
Despesas de Depreciação 55.000,00 58.850,00
Participações no Resultado a Pagar Curto Prazo 44.000,00 55.000,00
Receita de Vendas de Mercadorias 1.288.100,00 1.378.267,00
Despesas Financeiras 3.300,00 3.531,00
Estoques 550.000,00 330.000,00
Despesas IRPJ/CSLL 69.300,00 74.151,00
Empréstimos a Sócios Longo Prazo 220.000,00 330.000,00
Empréstimos a Pagar 550.000,00 495.000,00
Despesas de Salários e Encargos 220.000,00 235.400,00
Receitas Financeiras 5.500,00 5.885,00
Imobilizado 440.000,00 440.000,00
Impostos a Pagar Curto Prazo 33.000,00 44.000,00
Impostos Incidentes s/ Vendas 330.000,00 353.100,00
Investimentos 110.000,00 88.000,00
IR/ CSLL a Pagar Curto Prazo 33.000,00 55.000,00
Provisão Para Créditos de Liquidação Duvidosa 3.300,00 2.200,00
Prejuízos Acumulados 123.200,00
Caixa 66.000,00
Receita Venda Imobilizado 33.000,00 35.310,00
Salários e Encargos a Pagar Curto Prazo 44.000,00 33.000,00
Reserva de Lucros 42.350,00 -
Informações:
I. O valor do ICMS incidente sobre as vendas é R$ 210.850,75.
II. O valor do PIS e Cofins incidentes sobre as vendas é R$ 119.149,25.
III. Sobre as mercadorias compradas que foram vendidas, incidiram R$ 108.865,98 de ICMS.
IV. Sobre as mercadorias compradas que foram vendidas, incidiram R$ 55.474,57 de PIS e Cofins.
V. Das despesas com salários e encargos 30% referem-se aos encargos (2/3 INSS e 1/3 FGTS) e o restante (70%) aos salários.
VI. As despesas financeiras foram pagas e as receitas financeiras foram recebidas.
VII. O empréstimo contraído pela empresa foi depositado em caixa.
VIII. Os dividendos são constituídos após a compensação de possíveis prejuízos e constituição de reservas de lucros.
IX. O bem vendido a vista estava totalmente depreciado.
X. A empresa é optante pelo lucro real.
XI. Os empréstimos a pagar possuem carência de 24 meses para início do pagamento.
XII. Os investimentos são de natureza permanente.
O valor adicionado distribuído ao governo (impostos, taxas e contribuições) em 31/12/X9 é de
 

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2394433 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Os plug-ins são programas que estendem os programas navegadores (browsers) em termos de funcionalidade. Algumas páginas da “Web” precisam de plug-ins para mostrar vídeos.
Se você tentar abrir uma página em um navegador que não tem disponível o plug-in correspondente, então o navegador
 

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2394321 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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A questão devem ser respondidas com base nas informações abaixo e a partir da elaboração das demonstrações contábeis previstas na legislação societária.
A Cia Araras apresentava os seguintes saldos em suas contas, nas datas destacadas:
Saldos 31/12/X9 21/12/X8
Capital Social 550.000,00 550.000,00
Clientes Curto Prazo 165.000,00 143.000,00
Custo das Mercadorias Vendidas 440.000,00 470.800,00
Depreciação Acumulada 88.000,00 66.000,00
Dividendos a Pagar 42.350,00
Despesas c/ Créditos de Liquidação Duvidosa 1.100,00 1.177,00
Fornecedores Curto Prazo 110.000,00 220.000,00
Despesas de Depreciação 55.000,00 58.850,00
Participações no Resultado a Pagar Curto Prazo 44.000,00 55.000,00
Receita de Vendas de Mercadorias 1.288.100,00 1.378.267,00
Despesas Financeiras 3.300,00 3.531,00
Estoques 550.000,00 330.000,00
Despesas IRPJ/CSLL 69.300,00 74.151,00
Empréstimos a Sócios Longo Prazo 220.000,00 330.000,00
Empréstimos a Pagar 550.000,00 495.000,00
Despesas de Salários e Encargos 220.000,00 235.400,00
Receitas Financeiras 5.500,00 5.885,00
Imobilizado 440.000,00 440.000,00
Impostos a Pagar Curto Prazo 33.000,00 44.000,00
Impostos Incidentes s/ Vendas 330.000,00 353.100,00
Investimentos 110.000,00 88.000,00
IR/ CSLL a Pagar Curto Prazo 33.000,00 55.000,00
Provisão Para Créditos de Liquidação Duvidosa 3.300,00 2.200,00
Prejuízos Acumulados 123.200,00
Caixa 66.000,00
Receita Venda Imobilizado 33.000,00 35.310,00
Salários e Encargos a Pagar Curto Prazo 44.000,00 33.000,00
Reserva de Lucros 42.350,00 -
Informações:
I. O valor do ICMS incidente sobre as vendas é R$ 210.850,75.
II. O valor do PIS e Cofins incidentes sobre as vendas é R$ 119.149,25.
III. Sobre as mercadorias compradas que foram vendidas, incidiram R$ 108.865,98 de ICMS.
IV. Sobre as mercadorias compradas que foram vendidas, incidiram R$ 55.474,57 de PIS e Cofins.
V. Das despesas com salários e encargos 30% referem-se aos encargos (2/3 INSS e 1/3 FGTS) e o restante (70%) aos salários.
VI. As despesas financeiras foram pagas e as receitas financeiras foram recebidas.
VII. O empréstimo contraído pela empresa foi depositado em caixa.
VIII. Os dividendos são constituídos após a compensação de possíveis prejuízos e constituição de reservas de lucros.
IX. O bem vendido a vista estava totalmente depreciado.
X. A empresa é optante pelo lucro real.
XI. Os empréstimos a pagar possuem carência de 24 meses para início do pagamento.
XII. Os investimentos são de natureza permanente.
O valor do caixa líquido consumido pelas atividades operacionais em 31/12/X9 é de
 

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