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Tudo se regenera: tudo toma uma nova face. O jornal é um sintoma, um exemplo desta regeneração. A humanidade, como o vulcão, rebenta uma nova cratera quanto mais fogo lhe ferve no centro. A literatura tinha acaso nos moldes conhecidos em que preenchesse o fim do pensamento humano? Não; nenhum era vasto como o jornal, nenhum liberal, nenhum democrático, como ele. Foi a nova cratera do vulcão.
Tratemos do jornal, esta alavanca que Arquimedes pedia para abalar o mundo, e que o espírito humano, este Arquimedes de todos os séculos,encontrou.
O jornal matará o livro? O livro absorverá o jornal?
A humanidade desde os primeiros tempos tem caminhado em busca de um meio de propagar e perpetuar a idéia. Uma pedra convenientemente levantada era símbolo representativo de um pensamento. A geração que nascia vinha ali contemplar a idéia da geração aniquilada. [...]
Era preciso um gigante para fazer morrer outro gigante. Que novo parto do engenho humano veio nulificar uma arte que reinara por séculos? Evidentemente era mister uma revolução para apear a realeza de um sistema; mas essa revolução devia ser a expressão de um outro sistema de incontestável legitimidade. Era chegada a imprensa, era chegado o livro.
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A humanidade perdia a arquitetura, mas ganhava a imprensa; perdia o edifício, mas ganhava o livro. O livro era um progresso; preenchia as condições do pensamento humano? Decerto; mas faltava ainda alguma coisa; não era ainda a tribuna comum, aberta à família universal, aparecendo sempre com o sol e sendo como ele o centro de um sistema planetário. A forma que correspondia a estas necessidades, a mesa popular para a distribuição do pão eucarístico da publicidade, é propriedade do espírito moderno: é o jornal.
O jornal é a verdadeira forma da república do pensamento. É a locomotiva intelectual em viagem para mundos desconhecidos, é a literatura comum, universal, altamente democrática, reproduzida todos os dias, levando em si a frescura das idéias e o fogo das convicções.
O jornal apareceu, trazendo em si o gérmen de uma revolução. Essa revolução não é só literária, é também social, é econômica, porque é um movimento da humanidade abalando todas as suas eminências, a reação do espírito humano sobre as fórmulas existentes do mundo literário, do mundo econômico e do mundo social.
Quem poderá marcar todas as consequências desta revolução?
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lei eterna, a faculdade radical do espírito humano, é o movimento. Quanto maior for esse movimento mais ele preenche o seu fim, mais se aproxima desses pólos dourados que ele busca há séculos. O livro é um sintoma de movimento? Decerto. Mas estará esse movimento no grau do movimento da imprensa-jornal? Repugno afirmá-lo.
O jornal é reprodução diária do espírito do povo, o espelho comum de todos os fatos e de todos os talentos, onde se reflete, não a idéia de um homem, mas a idéia popular, esta fração da idéia humana.
O livro não está decerto nestas condições; — há aí alguma coisa de limitado e de estreito, se o colocarmos em face do jornal. Depois, o espírito humano tem necessidade de discussão, porque a discussão é movimento. Ora, o livro não se presta a essa necessidade, como o jornal. A discussão pela imprensa-jornal anima-se e toma fogo pela presteza e reprodução diária desta locomoção intelectual. A discussão pelo livro esfria pela morosidade, e esfriando decai, porque a discussão vive pelo fogo. O panfleto não vale um artigo de fundo.
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Não faltará quem lance o nome de utopista. O que acabo, porém, de dizer me parece racional. Mas não confundam a minha idéia. Admitido o aniquilamento do livro pelo jornal, esse aniquilamento não pode ser total. Seria loucura admiti-lo.
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Quem enxergasse na minha idéia uma idolatria pelo jornal teria concebido uma convicção parva. Se argumento assim, se procuro demonstrar a possibilidade do aniquilamento do livro diante do jornal, é porque o jornal é uma expressão, é um sintoma de democracia; e a democracia é o povo, é a humanidade. Desaparecendo as fronteiras sociais, a humanidade realiza o derradeiro passo, para entrar o pórtico da felicidade, essa terra de promissão.
ASSIS, Machado de. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, V.III,
1994. Publicado originalmente no Correio Mercantil, Rio de Janeiro, 10 e 12/01/1859. [Fragmento]
Os termos destacados nos trechos a seguir podem ser substituídos pelas palavras ou expressões entre parênteses, sem alteração de sentido no texto, EXCETO em:
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A Industrial Nova Lima possui capacidade instalada para fabricar mil unidades por mês do produto Delta. Sabe-se que o custo variável é de R$ 21,30/u e a despesa variável é de R$ 3,70/u. Os custos fixos incorridos no período foram de R$ 9.800,00 e as despesas fixas de R$ 6.400,00. Determine o preço de venda do produto, para que o ponto de equilíbrio seja de 600 unidades.
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As afirmativas a seguir dizem respeito aos índices de retorno utilizados na análise de lucratividade e desempenho. Todas as afirmativas estão corretas, EXCETO:
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A Comercial Alfa Ltda apresentou os seguintes índices calculados de seu Balanço Patrimonial: Liquidez Geral (1,40); Liquidez Corrente (1,50) e Liquidez Seca (1,23). Considere que, após a obtenção dos índices, ocorram aumentos de: R$ 200.000,00 no Ativo Realizável a Longo Prazo (ARLP); de R$ 120.000,00 no Passivo Circulante (PC) e R$ 80.000,00 no Patrimônio Líquido (PL).
Após os aumentos ocorridos, considere as afirmativas a seguir:
I. O índice de Liquidez Geral (LG) aumentou.
II. Os índices de Liquidez Geral (LG) e de Liquidez Seca (LS) aumentaram.
III. Os índices de Liquidez Corrente (LC) e de Liquidez Seca (LS) reduziram.
IV. Os índices de Liquidez Corrente (LC) e de Liquidez Seca (LS) aumentaram.
II. Os índices de Liquidez Geral (LG) e de Liquidez Seca (LS) aumentaram.
III. Os índices de Liquidez Corrente (LC) e de Liquidez Seca (LS) reduziram.
IV. Os índices de Liquidez Corrente (LC) e de Liquidez Seca (LS) aumentaram.
Com base nas afirmativas, são VERDADEIRAS
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Tudo se regenera: tudo toma uma nova face. O jornal é um sintoma, um exemplo desta regeneração. A humanidade, como o vulcão, rebenta uma nova cratera quanto mais fogo lhe ferve no centro. A literatura tinha acaso nos moldes conhecidos em que preenchesse o fim do pensamento humano? Não; nenhum era vasto como o jornal, nenhum liberal, nenhum democrático, como ele. Foi a nova cratera do vulcão.
Tratemos do jornal, esta alavanca que Arquimedes pedia para abalar o mundo, e que o espírito humano, este Arquimedes de todos os séculos,encontrou.
O jornal matará o livro? O livro absorverá o jornal?
A humanidade desde os primeiros tempos tem caminhado em busca de um meio de propagar e perpetuar a idéia. Uma pedra convenientemente levantada era símbolo representativo de um pensamento. A geração que nascia vinha ali contemplar a idéia da geração aniquilada. [...]
Era preciso um gigante para fazer morrer outro gigante. Que novo parto do engenho humano veio nulificar uma arte que reinara por séculos? Evidentemente era mister uma revolução para apear a realeza de um sistema; mas essa revolução devia ser a expressão de um outro sistema de incontestável legitimidade. Era chegada a imprensa, era chegado o livro.
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A humanidade perdia a arquitetura, mas ganhava a imprensa; perdia o edifício, mas ganhava o livro. O livro era um progresso; preenchia as condições do pensamento humano? Decerto; mas faltava ainda alguma coisa; não era ainda a tribuna comum, aberta à família universal, aparecendo sempre com o sol e sendo como ele o centro de um sistema planetário. A forma que correspondia a estas necessidades, a mesa popular para a distribuição do pão eucarístico da publicidade, é propriedade do espírito moderno: é o jornal.
O jornal é a verdadeira forma da república do pensamento. É a locomotiva intelectual em viagem para mundos desconhecidos, é a literatura comum, universal, altamente democrática, reproduzida todos os dias, levando em si a frescura das idéias e o fogo das convicções.
O jornal apareceu, trazendo em si o gérmen de uma revolução. Essa revolução não é só literária, é também social, é econômica, porque é um movimento da humanidade abalando todas as suas eminências, a reação do espírito humano sobre as fórmulas existentes do mundo literário, do mundo econômico e do mundo social.
Quem poderá marcar todas as consequências desta revolução?
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lei eterna, a faculdade radical do espírito humano, é o movimento. Quanto maior for esse movimento mais ele preenche o seu fim, mais se aproxima desses pólos dourados que ele busca há séculos. O livro é um sintoma de movimento? Decerto. Mas estará esse movimento no grau do movimento da imprensa-jornal? Repugno afirmá-lo.
O jornal é reprodução diária do espírito do povo, o espelho comum de todos os fatos e de todos os talentos, onde se reflete, não a idéia de um homem, mas a idéia popular, esta fração da idéia humana.
O livro não está decerto nestas condições; — há aí alguma coisa de limitado e de estreito, se o colocarmos em face do jornal. Depois, o espírito humano tem necessidade de discussão, porque a discussão é movimento. Ora, o livro não se presta a essa necessidade, como o jornal. A discussão pela imprensa-jornal anima-se e toma fogo pela presteza e reprodução diária desta locomoção intelectual. A discussão pelo livro esfria pela morosidade, e esfriando decai, porque a discussão vive pelo fogo. O panfleto não vale um artigo de fundo.
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Não faltará quem lance o nome de utopista. O que acabo, porém, de dizer me parece racional. Mas não confundam a minha idéia. Admitido o aniquilamento do livro pelo jornal, esse aniquilamento não pode ser total. Seria loucura admiti-lo.
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Quem enxergasse na minha idéia uma idolatria pelo jornal teria concebido uma convicção parva. Se argumento assim, se procuro demonstrar a possibilidade do aniquilamento do livro diante do jornal, é porque o jornal é uma expressão, é um sintoma de democracia; e a democracia é o povo, é a humanidade. Desaparecendo as fronteiras sociais, a humanidade realiza o derradeiro passo, para entrar o pórtico da felicidade, essa terra de promissão.
ASSIS, Machado de. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, V.III,
1994. Publicado originalmente no Correio Mercantil, Rio de Janeiro, 10 e 12/01/1859. [Fragmento]
Em face ao jornal, são características do livro, EXCETO:
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- Análise de Demonstrações ContábeisEstrutura de Capital e SolvênciaIndicadores de Endividamento e Solvência
A estrutura de capitais de uma empresa envolve a composição de suas fontes de financiamento. Os fundos aplicados em ativos circulantes e não circulantes são provenientes dos proprietários da empresa ou de terceiros. Tanto os proprietários quanto os credores esperam justa remuneração pelo fornecimento dos fundos. Todos os índices a seguir são utilizados na análise da estrutura de capitais e solvência, EXCETO:
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2394741
Ano: 2010
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Provas:
INSTRUÇÃO: A questão devem ser respondidas com base no quadro abaixo:
| CONTAS | 31/12/X9 |
| Receitas Correntes | 786,00 |
| Receitas de Capital | 740,00 |
| Ingressos Extraorçamentários | 3.074,00 |
| Despesas Correntes | 818,00 |
| Despesas de Capital | 598,00 |
| Dispêndios Extraorçamentários | 3.029,00 |
| Saldo Exercício Anterior | 291,00 |
| Ativo Financeiro | 531,00 |
| Ativo Não Financeiro | 2.279,00 |
| Passivo Financeiro | 166,00 |
| Passivo Não Financeiro | 2.294,00 |
| Mutações Ativas | 764,00 |
| Acréscimos Patrimoniais | 2.963,00 |
| Mutações Passivas | 577,00 |
| Decréscimos Patrimoniais | 3.366,00 |
O valor da conta Patrimônio Líquido no exercício foi de
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A questão devem ser respondidas com base nas informações abaixo e a partir da elaboração das demonstrações contábeis previstas na legislação societária.
A Cia Araras apresentava os seguintes saldos em suas contas, nas datas destacadas:
| Saldos | 31/12/X9 | 21/12/X8 | |
| Capital Social | 550.000,00 | 550.000,00 | |
| Clientes Curto Prazo | 165.000,00 | 143.000,00 | |
| Custo das Mercadorias Vendidas | 440.000,00 | 470.800,00 | |
| Depreciação Acumulada | 88.000,00 | 66.000,00 | |
| Dividendos a Pagar | 42.350,00 | ||
| Despesas c/ Créditos de Liquidação Duvidosa | 1.100,00 | 1.177,00 | |
| Fornecedores Curto Prazo | 110.000,00 | 220.000,00 | |
| Despesas de Depreciação | 55.000,00 | 58.850,00 | |
| Participações no Resultado a Pagar Curto Prazo | 44.000,00 | 55.000,00 | |
| Receita de Vendas de Mercadorias | 1.288.100,00 | 1.378.267,00 | |
| Despesas Financeiras | 3.300,00 | 3.531,00 | |
| Estoques | 550.000,00 | 330.000,00 | |
| Despesas IRPJ/CSLL | 69.300,00 | 74.151,00 | |
| Empréstimos a Sócios Longo Prazo | 220.000,00 | 330.000,00 | |
| Empréstimos a Pagar | 550.000,00 | 495.000,00 | |
| Despesas de Salários e Encargos | 220.000,00 | 235.400,00 | |
| Receitas Financeiras | 5.500,00 | 5.885,00 | |
| Imobilizado | 440.000,00 | 440.000,00 | |
| Impostos a Pagar Curto Prazo | 33.000,00 | 44.000,00 | |
| Impostos Incidentes s/ Vendas | 330.000,00 | 353.100,00 | |
| Investimentos | 110.000,00 | 88.000,00 | |
| IR/ CSLL a Pagar Curto Prazo | 33.000,00 | 55.000,00 | |
| Provisão Para Créditos de Liquidação Duvidosa | 3.300,00 | 2.200,00 | |
| Prejuízos Acumulados | 123.200,00 | ||
| Caixa | 66.000,00 | ||
| Receita Venda Imobilizado | 33.000,00 | 35.310,00 | |
| Salários e Encargos a Pagar Curto Prazo | 44.000,00 | 33.000,00 | |
| Reserva de Lucros | 42.350,00 | - |
Informações:
I. O valor do ICMS incidente sobre as vendas é R$ 210.850,75.
II. O valor do PIS e Cofins incidentes sobre as vendas é R$ 119.149,25.
III. Sobre as mercadorias compradas que foram vendidas, incidiram R$ 108.865,98 de ICMS.
IV. Sobre as mercadorias compradas que foram vendidas, incidiram R$ 55.474,57 de PIS e Cofins.
V. Das despesas com salários e encargos 30% referem-se aos encargos (2/3 INSS e 1/3 FGTS) e o restante (70%) aos salários.
VI. As despesas financeiras foram pagas e as receitas financeiras foram recebidas.
VII. O empréstimo contraído pela empresa foi depositado em caixa.
VIII. Os dividendos são constituídos após a compensação de possíveis prejuízos e constituição de reservas de lucros.
IX. O bem vendido a vista estava totalmente depreciado.
X. A empresa é optante pelo lucro real.
XI. Os empréstimos a pagar possuem carência de 24 meses para início do pagamento.
XII. Os investimentos são de natureza permanente.
II. O valor do PIS e Cofins incidentes sobre as vendas é R$ 119.149,25.
III. Sobre as mercadorias compradas que foram vendidas, incidiram R$ 108.865,98 de ICMS.
IV. Sobre as mercadorias compradas que foram vendidas, incidiram R$ 55.474,57 de PIS e Cofins.
V. Das despesas com salários e encargos 30% referem-se aos encargos (2/3 INSS e 1/3 FGTS) e o restante (70%) aos salários.
VI. As despesas financeiras foram pagas e as receitas financeiras foram recebidas.
VII. O empréstimo contraído pela empresa foi depositado em caixa.
VIII. Os dividendos são constituídos após a compensação de possíveis prejuízos e constituição de reservas de lucros.
IX. O bem vendido a vista estava totalmente depreciado.
X. A empresa é optante pelo lucro real.
XI. Os empréstimos a pagar possuem carência de 24 meses para início do pagamento.
XII. Os investimentos são de natureza permanente.
O valor adicionado distribuído ao governo (impostos, taxas e contribuições) em 31/12/X9 é de
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A questão devem ser respondidas com base nas informações abaixo e a partir da elaboração das demonstrações contábeis previstas na legislação societária.
A Cia Araras apresentava os seguintes saldos em suas contas, nas datas destacadas:
| Saldos | 31/12/X9 | 21/12/X8 | |
| Capital Social | 550.000,00 | 550.000,00 | |
| Clientes Curto Prazo | 165.000,00 | 143.000,00 | |
| Custo das Mercadorias Vendidas | 440.000,00 | 470.800,00 | |
| Depreciação Acumulada | 88.000,00 | 66.000,00 | |
| Dividendos a Pagar | 42.350,00 | ||
| Despesas c/ Créditos de Liquidação Duvidosa | 1.100,00 | 1.177,00 | |
| Fornecedores Curto Prazo | 110.000,00 | 220.000,00 | |
| Despesas de Depreciação | 55.000,00 | 58.850,00 | |
| Participações no Resultado a Pagar Curto Prazo | 44.000,00 | 55.000,00 | |
| Receita de Vendas de Mercadorias | 1.288.100,00 | 1.378.267,00 | |
| Despesas Financeiras | 3.300,00 | 3.531,00 | |
| Estoques | 550.000,00 | 330.000,00 | |
| Despesas IRPJ/CSLL | 69.300,00 | 74.151,00 | |
| Empréstimos a Sócios Longo Prazo | 220.000,00 | 330.000,00 | |
| Empréstimos a Pagar | 550.000,00 | 495.000,00 | |
| Despesas de Salários e Encargos | 220.000,00 | 235.400,00 | |
| Receitas Financeiras | 5.500,00 | 5.885,00 | |
| Imobilizado | 440.000,00 | 440.000,00 | |
| Impostos a Pagar Curto Prazo | 33.000,00 | 44.000,00 | |
| Impostos Incidentes s/ Vendas | 330.000,00 | 353.100,00 | |
| Investimentos | 110.000,00 | 88.000,00 | |
| IR/ CSLL a Pagar Curto Prazo | 33.000,00 | 55.000,00 | |
| Provisão Para Créditos de Liquidação Duvidosa | 3.300,00 | 2.200,00 | |
| Prejuízos Acumulados | 123.200,00 | ||
| Caixa | 66.000,00 | ||
| Receita Venda Imobilizado | 33.000,00 | 35.310,00 | |
| Salários e Encargos a Pagar Curto Prazo | 44.000,00 | 33.000,00 | |
| Reserva de Lucros | 42.350,00 | - |
Informações:
I. O valor do ICMS incidente sobre as vendas é R$ 210.850,75.
II. O valor do PIS e Cofins incidentes sobre as vendas é R$ 119.149,25.
III. Sobre as mercadorias compradas que foram vendidas, incidiram R$ 108.865,98 de ICMS.
IV. Sobre as mercadorias compradas que foram vendidas, incidiram R$ 55.474,57 de PIS e Cofins.
V. Das despesas com salários e encargos 30% referem-se aos encargos (2/3 INSS e 1/3 FGTS) e o restante (70%) aos salários.
VI. As despesas financeiras foram pagas e as receitas financeiras foram recebidas.
VII. O empréstimo contraído pela empresa foi depositado em caixa.
VIII. Os dividendos são constituídos após a compensação de possíveis prejuízos e constituição de reservas de lucros.
IX. O bem vendido a vista estava totalmente depreciado.
X. A empresa é optante pelo lucro real.
XI. Os empréstimos a pagar possuem carência de 24 meses para início do pagamento.
XII. Os investimentos são de natureza permanente.
II. O valor do PIS e Cofins incidentes sobre as vendas é R$ 119.149,25.
III. Sobre as mercadorias compradas que foram vendidas, incidiram R$ 108.865,98 de ICMS.
IV. Sobre as mercadorias compradas que foram vendidas, incidiram R$ 55.474,57 de PIS e Cofins.
V. Das despesas com salários e encargos 30% referem-se aos encargos (2/3 INSS e 1/3 FGTS) e o restante (70%) aos salários.
VI. As despesas financeiras foram pagas e as receitas financeiras foram recebidas.
VII. O empréstimo contraído pela empresa foi depositado em caixa.
VIII. Os dividendos são constituídos após a compensação de possíveis prejuízos e constituição de reservas de lucros.
IX. O bem vendido a vista estava totalmente depreciado.
X. A empresa é optante pelo lucro real.
XI. Os empréstimos a pagar possuem carência de 24 meses para início do pagamento.
XII. Os investimentos são de natureza permanente.
O valor do caixa líquido consumido pelas atividades operacionais em 31/12/X9 é de
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