Foram encontradas 242 questões.
Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, associando, corretamente, as palavras e as expressões de uso no telejornalismo.
1. Palavra ou frase que os apresentadores, de improviso, introduzem no texto.
2. Aparelho que permite a reprodução do script sobre a câmera, facilitando a leitura do apresentador.
3. Imagem a mais, gravada durante uma reportagem que serve para ajudar numa edição final.
4. Efeito técnico que permite a inserção de imagens “atrás” do apresentador. Para obtê-lo é usado, ao fundo, um cenário azul.
( ) Cena de corte
( ) Teleprompter
( ) Chromakey
( ) Caco
( ) Teleprompter
( ) Chromakey
( ) Caco
A alternativa que apresenta a sequência de números CORRETA é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondidas com base na Lei nº. 8.112, de 11/12/1990 e suas alterações.
São licenças concedidas ao servidor, EXCETO.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Em relação às doenças sexualmente transmissíveis, é INCORRETO afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Tendo como base os novos modelos organizacionais, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, associando cada imagem da organização à sua respectiva característica.
COLUNA I
1. Sistema Político
2. Cérebro
3. Máquina
4. Prisão Psíquica
5. Cultura
6. Organismo Vivo
7. Sistema em Fluxo e Transformação
COLUNA II
( ) Alienação das pessoas.
( ) Interpretação de situações com base valores similares.
( ) Distribuição uniforme da inteligência e do conhecimento.
( ) Conciliação de interesses conflitantes.
( ) Ênfase no sistema mecanicista.
( ) Intercâmbio dinâmico com o ambiente.
( ) Semelhança com o modelo orgânico.
Assinale a sequência numérica CORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A alternativa na qual aparecem exemplos de eventos de um diagrama homem máquina é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A Industrial Esmeraldas Ltda, ao imprimir sua demonstração de resultado referente aos meses de setembro e outubro, verificou que não foram impressos alguns valores.
| Demonstração de Resultado do Exercício | Setembro | Outubro |
| Receita | R$ 52.000,00 | R$ 60.000,00 |
| Custo dos Produtos Vendidos | R$ 33.800,00 | |
| Estoque Inicial de Produtos Acabados | R$ 7.600,00 | R$ 6.200,00 |
| Custo da Produção Acabada | R$ 37.200,00 | |
| Estoque Inicial de Produtos em Elaboração | R$ 4.300,00 | |
| Custo da Produção do Período | R$ 31.000,00 | |
| Materiais Diretos | R$ 16.800,00 | |
| Mão-de-obra Direta | R$ 8.700,00 | R$ 8.700,00 |
| Custos Indiretos de Produção | R$ 5.500,00 | R$ 5.500,00 |
| Estoque Final de Produtos em Elaboração | R$ 1.500,00 | |
| Estoque Final de Produtos Acabados | R$ 5.800,00 | |
| Lucro | R$ 18.200,00 | R$ 22.400,00 |
Com base nos valores impressos, o valor do estoque final de produtos em elaboração do mês de setembro e o valor dos materiais diretos incorridos no mês de outubro, são, respectivamente,
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Tudo se regenera: tudo toma uma nova face. O jornal é um sintoma, um exemplo desta regeneração. A humanidade, como o vulcão, rebenta uma nova cratera quanto mais fogo lhe ferve no centro. A literatura tinha acaso nos moldes conhecidos em que preenchesse o fim do pensamento humano? Não; nenhum era vasto como o jornal, nenhum liberal, nenhum democrático, como ele. Foi a nova cratera do vulcão.
Tratemos do jornal, esta alavanca que Arquimedes pedia para abalar o mundo, e que o espírito humano, este Arquimedes de todos os séculos,encontrou.
O jornal matará o livro? O livro absorverá o jornal?
A humanidade desde os primeiros tempos tem caminhado em busca de um meio de propagar e perpetuar a idéia. Uma pedra convenientemente levantada era símbolo representativo de um pensamento. A geração que nascia vinha ali contemplar a idéia da geração aniquilada. [...]
Era preciso um gigante para fazer morrer outro gigante. Que novo parto do engenho humano veio nulificar uma arte que reinara por séculos? Evidentemente era mister uma revolução para apear a realeza de um sistema; mas essa revolução devia ser a expressão de um outro sistema de incontestável legitimidade. Era chegada a imprensa, era chegado o livro.
.........................................................................................................................
A humanidade perdia a arquitetura, mas ganhava a imprensa; perdia o edifício, mas ganhava o livro. O livro era um progresso; preenchia as condições do pensamento humano? Decerto; mas faltava ainda alguma coisa; não era ainda a tribuna comum, aberta à família universal, aparecendo sempre com o sol e sendo como ele o centro de um sistema planetário. A forma que correspondia a estas necessidades, a mesa popular para a distribuição do pão eucarístico da publicidade, é propriedade do espírito moderno: é o jornal.
O jornal é a verdadeira forma da república do pensamento. É a locomotiva intelectual em viagem para mundos desconhecidos, é a literatura comum, universal, altamente democrática, reproduzida todos os dias, levando em si a frescura das idéias e o fogo das convicções.
O jornal apareceu, trazendo em si o gérmen de uma revolução. Essa revolução não é só literária, é também social, é econômica, porque é um movimento da humanidade abalando todas as suas eminências, a reação do espírito humano sobre as fórmulas existentes do mundo literário, do mundo econômico e do mundo social.
Quem poderá marcar todas as consequências desta revolução?
.............................................................................................................................
lei eterna, a faculdade radical do espírito humano, é o movimento. Quanto maior for esse movimento mais ele preenche o seu fim, mais se aproxima desses pólos dourados que ele busca há séculos. O livro é um sintoma de movimento? Decerto. Mas estará esse movimento no grau do movimento da imprensa-jornal? Repugno afirmá-lo.
O jornal é reprodução diária do espírito do povo, o espelho comum de todos os fatos e de todos os talentos, onde se reflete, não a idéia de um homem, mas a idéia popular, esta fração da idéia humana.
O livro não está decerto nestas condições; — há aí alguma coisa de limitado e de estreito, se o colocarmos em face do jornal. Depois, o espírito humano tem necessidade de discussão, porque a discussão é movimento. Ora, o livro não se presta a essa necessidade, como o jornal. A discussão pela imprensa-jornal anima-se e toma fogo pela presteza e reprodução diária desta locomoção intelectual. A discussão pelo livro esfria pela morosidade, e esfriando decai, porque a discussão vive pelo fogo. O panfleto não vale um artigo de fundo.
.............................................................................................................................
Não faltará quem lance o nome de utopista. O que acabo, porém, de dizer me parece racional. Mas não confundam a minha idéia. Admitido o aniquilamento do livro pelo jornal, esse aniquilamento não pode ser total. Seria loucura admiti-lo.
.............................................................................................................................
Quem enxergasse na minha idéia uma idolatria pelo jornal teria concebido uma convicção parva. Se argumento assim, se procuro demonstrar a possibilidade do aniquilamento do livro diante do jornal, é porque o jornal é uma expressão, é um sintoma de democracia; e a democracia é o povo, é a humanidade. Desaparecendo as fronteiras sociais, a humanidade realiza o derradeiro passo, para entrar o pórtico da felicidade, essa terra de promissão.
ASSIS, Machado de. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, V.III,
1994. Publicado originalmente no Correio Mercantil, Rio de Janeiro, 10 e 12/01/1859. [Fragmento]
De acordo com o texto, jornal é comparado a
I. cratera.
II. alavanca.
III. arte.
IV. gigante.
V. locomotiva.
II. alavanca.
III. arte.
IV. gigante.
V. locomotiva.
Estão CORRETAS
Provas
Questão presente nas seguintes provas
São sinais maiores de sinusite, EXCETO:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Em relação aos antidepressivos, é INCORRETO afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2391716
Ano: 2010
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Provas:
INSTRUÇÃO: A questão devem ser respondidas com base no quadro abaixo:
| CONTAS | 31/12/X9 |
| Receitas Correntes | 786,00 |
| Receitas de Capital | 740,00 |
| Ingressos Extraorçamentários | 3.074,00 |
| Despesas Correntes | 818,00 |
| Despesas de Capital | 598,00 |
| Dispêndios Extraorçamentários | 3.029,00 |
| Saldo Exercício Anterior | 291,00 |
| Ativo Financeiro | 531,00 |
| Ativo Não Financeiro | 2.279,00 |
| Passivo Financeiro | 166,00 |
| Passivo Não Financeiro | 2.294,00 |
| Mutações Ativas | 764,00 |
| Acréscimos Patrimoniais | 2.963,00 |
| Mutações Passivas | 577,00 |
| Decréscimos Patrimoniais | 3.366,00 |
O resultado do Orçamento Corrente apurado no exercício foi de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container