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Mulher de 48 anos, previamente hipertensa, apresenta-se com flutuação do nível de consciência (Glasgow oscilando entre 10 e 13), pupilas isocóricas, fotoreagentes, hipotonia global e mioclonias multifocais.
A(s) primeira(s) abordagem(ns) do médico plantonista será(ão)
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Mulher de 32 anos de idade apresenta-se com icterícia, estado de consciência preservado, hipertransaminasemia (25 vezes acima dos valores de referência) e atividade de protrombina de 20%. No terceiro dia de internação, uma semana depois do surgimento da icterícia, evolui com encefalopatia hepática.
Diante deste quadro, é CORRETO afirmar que
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Homem, 54 anos, apresenta-se com dor torácica retroesternal em queimação, intensa, 5 horas de evolução, associada a náuseas e sudorese fria, com irradiação para pescoço, membros superiores e dorso. Apresentou episódio de crise convulsiva em domicílio. Relatou três episódios semelhantes de dor torácica no último ano, sendo prescritos antihipertensivos, os quais não usou. Tabagista e etilista. Nega diabetes e dislipidemia.
Ao exame, PA 160/90, FC 98, pulsos periféricos estavam presentes e simétricos bilateralmente. Ausência de sinais focais ao exame neurológico. ECG: sinais de sobrecarga ventricular esquerda.
Radiografia de tórax: mediastino não alargado, presença de derrame pleural a esquerda.
D-dímero: 980 ng/mL
Qual é a conduta inicial MAIS adequada?
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Estamos no mês de maio. Uma mulher de 58 anos, casada, mãe de quatro filhos, apresenta-se no pronto socorro com história de febre, dispneia e tosse oligoprodutiva, iniciados há seis dias. Os dados vitais revelam FC: 105, FR: 28 e T: 38,8oC. A paciente evolui rapidamente para insuficiência respiratória, e é intubada, sendo colocada sob ventilação mecânica com os seguintes parâmetros: FiO2: 100%, PEEP: 12, PPI: 30 cmH2O, complacência estática: 55. A SaO2 é de 90%. A radiografia simples de tórax mostra infiltrado bilateral, interstício-alveolar. Os exames laboratorias iniciais revelam LDH: 1.300 (VR: 618), ALT: 80 (VR: 44), PaO2: 60 em ar ambiente.
Com base no caso descrito, considerando-se a suspeita clínica de infecção pelo vírus influenza pandêmico 2009 H1N1, assinale a alternativa CORRETA:
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Mulher de 20 anos de idade com quadro de fraqueza muscular generalizada iniciada há 2 meses, apresenta-se no serviço de Urgência com quadro de piora importante da fraqueza nos quatro membros, dispneia, disfagia, além de ptose bipalpebral e diplopia.
Qual seria o primeiro exame complementar/teste a se fazer?
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O paciente que apresenta a MENOR indicação de monitorização intracrania (PIC) sofre do seguinte mal:
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Homem de 37 anos de idade apresenta-se com diarreia com 6 a 10 evacuações por dia, há 11 dias, sem vômitos, afebril e desidratado (+/4+).
Em relação a esse quadro, é CORRETO afirmar que
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Mulher de 48 anos de idade, com diagnóstico de cirrose hepática de etiologia etanólica, apresenta-se em classe funcional Child C11, com ascite (+++/4+), normotensa, sem sinais de infecção, oligúrica com creatinina sérica de 3,2mg/dL, em uso de furosemida e aldactone. Duas semanas antes, compareceu ao Ambulatório de Fígado do HCUFMG e a creatinina sérica era de 1,4mg/dL.
Em relação às condutas iniciais, é CORRETO
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Homem, 52 anos, apresenta-se com cefaleia holocraniana de forte intensidade, associada a borramento visual e letargia. O acompanhante informa que o paciente tem diagnóstico de hipertensão arterial há cerca de seis anos e que parou de tomar os medicamentos recentemente por conta própria.
Ao exame, paciente sonolento, confuso, PA 222/132, FC 76. Ausência de sinais focais. Ao exame do fundo de olho, presença de hemorragias retinianas e edema bilateral da papila óptica.
ECG mostra sinais de sobrecarga ventricular esquerda e alterações secundárias da repolarização ventricular. Tomografia computadorizada do crânio sem alterações. Exame do líquor sem alterações.
Qual é a PRINCIPAL hipótese diagnóstica?
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INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base na leitura do TEXTO. Leia com atenção, antes de respondê-la.
TEXTO
Inovadores solitários trabalham bem com os outros

Tímido e quase surdo, Thomas Edison trabalhava tão obsessivamente em seu laboratório em Nova Jersey que sua própria família mal o conhecia. Ele passou a personificar o mito do gênio solitário, após ajudar a inaugurar a era moderna inventando o fonógrafo e a lâmpada e conquistando mais de mil patentes.
Mas na realidade Edison precisava de ajuda, mesmo que a colaboração não fosse fácil para ele. Nikola Tesla, um assistente frustrado e mal pago, e mais tarde um amargo adversário, descreveu Edison desta maneira: “Ele não tinha hobby, não se interessava por nenhuma diversão e ignorava as mais elementares regras de higiene”.
Desde então, inovadores lutaram com o difícil equilíbrio entre inspiração solitária e realização coletiva, colaborativa. Muitos parecem se inclinar naturalmente para a primeira, mas por pragmatismo adotam a segunda.
Quando Steve Jobs morreu, no ano passado, colegas da Apple lembraram seu estilo muitas vezes bruto e prepotente de liderança, sua arrogância cheia de opiniões e até sua desconsideração pelas regras elementares de higiene. Mas para Jobs a colaboração era essencial. Muitas de suas 313 patentes foram compartilhadas com outras pessoas e, se seus engenheiros e projetistas não cooperassem, ele os demitia.
Como relatou o “Times”, “as patentes também mostram que com frequência Jobs trabalhou com a equipe de desenho industrial para refinar cada detalhe de um produto”.
No livro “Steve Jobs”, Walter Isaacson conta que a Sony tinha todos os ingredientes para dominar a música digital, com uma experiência de usuário integrado que misturava hardware, software e conteúdo. A Apple chegou mais tarde, mas com seus iPods e iTunes criou uma indústria de bilhões de dólares. Sua vantagem? Ao contrário das divisões rivais da Sony, escreveu Isaacson, “Jobs não organizou a Apple em divisões semiautônomas; ele controlava de perto todas as suas equipes e as empurrava para o trabalho como uma empresa coesa e flexível”.
O modelo de colaboração inovadora foram os Laboratórios Bell. Seu campus em Nova Jersey tinha longos corredores com escritórios abertos e seu diretor, Mervin Kelly, incentivava o livre intercâmbio de ideias entre teóricos, físicos, químicos, matemáticos e engenheiros. Na maior parte do século 20, os cientistas da Bell conduziram avanços revolucionários em transistores, fibra óptica, células solares e lasers, para citar só alguns.
“The Idea Factory: Bell LabsandtheGreat Age of American Innovation” [“A Fábrica de Ideias: os Bell Labs e a Grande Era da Inovação Americana”], de Jon Gertner, relata como um teórico, Claude Elwood Shannon, fazia malabarismo enquanto pedalava em uma bicicleta fixa no corredor. Ele também era conhecido por uma teoria da matemática binária que ajudou a criar os computadores digitais.
Mas o que dizer daqueles pensadores pouco sociáveis que não se importam em trocar ideias com um gênio malabarista que pedala no monociclo? Escrevendo na revista “Wired”, Clive Thompson afirmou que, para muitos verdadeiros inovadores, a dinâmica social do “trabalho em equipe incessante” pode ser estressante e causar distração. Thompson ofereceu uma solução grandiosa, mas óbvia: a web.
“Com textos, bate-papo, atualizações, comentários e correio eletrônico, você pode discutir ideias”, escreveu. Mas, ele acrescentou, “pode fazer isso na privacidade”. Ainda melhor, se seus hábitos de higiene estão aquém de suas inovações.
DELANEY, Kevin. Disponível em: http://www.opovo.com.br/app/opovo/thenewyorktimes/2012/04/30/
noticiasnewyorktimes/2830277/inovadores-solitarios-trabalham-bem-com-os-outros.shtml. Acesso em: 14
mai. 2012.
Os parágrafos de um texto podem ser organizados das seguintes formas:
I - Ordenação por tempo e espaço.
II - Ordenação por enumeração.
III - Ordenação por contraste.
IV - Ordenação por explicitação.
V - Ordenação por causa-consequência.
Em relação a essas formas de organização, no texto lido, o autor utilizou as seguintes formas:
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