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Paciente, 40 anos, feminino, apresenta-se com quadro de cefaleia, confusão mental e icterícia há 8 dias. Foi submetida a transplante de medula óssea há 3 meses. Ao exame, apresentava-se confusa, ictérica, com sangramento gengival e lesões purpúricas no tronco, temperatura 38,8 C, PA 140/90 mmHg, FC 98, e FR 20. Os exames laboratoriais mostram hemoglobinúria. Hemocultura e uroculturas negativas. Hematócrito 28%, hemáceas 2,5 milhões/mm3, leucócitos globais 10000/mm3, plaquetas 15000/mm3, ureia 45 mg/dL, creatinina 2,9, LDH 800 U/L, bilirrubina total 4,0 mg/dL, bilirrubina direta 0,7 mg/dL. PT, PTT e dimero-D dentro dos padrões da normalidade, Teste de Coombs negativo, presença de esquizócitos no sangue periférico.
Qual o tratamento inicial MAIS adequado para esta paciente?
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Um homem de 72 anos é internado no CTI com quadro de pneumonia adquirida na comunidade e choque séptico, 18 horas após ter sido admitido no pronto socorro. O paciente tem história pregressa de insuficiência cardíaca e o ecocardiograma feito há um ano mostra fração de ejeção de ventrículo esquerdo igual a 48%, sem maiores detalhes. O médico plantonista do pronto socorro informa ter administrado 1.000 ml de SF 0,9%, antes de transferi-lo ao CTI. O paciente é colocado sob ventilação mecânica invasiva controlada assim que chega à nova unidade (PEEP 8, FiO2 60%, PPI 28, VT 420, SaO2 92%, SvO2 69%). A pressão intra-arterial é 68 mmHg, sob noradrelina a 0,3 microg/Kg/min. Durante as seis horas seguintes, a diurese mostra-se abaixo de 50 ml/Kg/h.
A conduta CORRETA para esse caso é
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Homem, 35 anos, apresenta-se com dor torácica iniciada há 2 horas, associada a diaforese. Fez uso de cocaína na última noite. Nega comorbidades, uso de medicamentos e história familiar de doença coronariana.
O traçado do eletrocardiograma mostra:

Qual é a conduta inicial MAIS adequada?
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Paciente, masculino, 35 anos, obeso, descendência asiática, apresenta-se com quadro de fraqueza muscular intensa, evoluindo para paralisia durante um período de 12 horas. Esse quadro de fraqueza se iniciou após realização de atividade fisíca habitual e ingestão de uma refeição rica em carboidratos. O paciente tinha tido três episódios semelhantes de paralisia previamente nos últimos 6 meses, mas não tinha história familiar de hipocalemia, paralisia ou hipertireoidismo. Ele negava o uso de laxativos ou diuréticos, mas estava tomando anfetaminas para emagrecer. Ao exame físico, ele estava alerta e orientado, PA 150/70, FC 124, FR 18. Apresentava paralisia flácida simétrica com arreflexia nos quatro membros. O eletrocardiograma mostrava ondas U proeminentes. Na avaliação subsequente, os resultados da função tireoidiana era normal. O restante do exame físico não apresentava alterações. Os exames laboratórias estão descritos na tabela abaixo:
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Sangue
(venoso)
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Urina | Sangue (arterial) | ||
| Potássio (mEq/L) | 1,8 | 10 | pH | 7,40 |
| Creatinina (mg/dL) | 0,6 | 100 | PCO2 (mmHg) | 40 |
| Sódio (mEq/L) | 140 | 100 | HCO3- (mmol/L) | 25 |
| Cloro (mEq/L) | 103 | 92 | Glicose (mg/dL) | 84 |
Qual o tratamento mais adequado para este paciente?
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Homem de 50 anos, etilista, há 72 horas sem ingerir bebida alcoólica. Apresenta-se com temperatura axilar de 39ºC, frequência cardíaca de 135, pressão arterial de 190/100, confusão mental, desorientação, alucinações e sudorese profusa.
O diagnóstico MENOS provável para esse paciente é
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Mulher de 38 anos é internada no hospital com relato de febre, inapetência, olhos amarelados e falta de ar. O quadro iniciou-se há cerca de 3 (três) semanas e vem piorando progressivamente. A paciente foi submetida a transplante de células tronco hematopoiéticas para tratamento de leucemia mielóide aguda há cerca de 8 (oito) semanas. A radiografia de tórax mostra infiltrado intersticial difuso e a SaO2 é de 88% em ar ambiente. O médico plantonista solicita, dentre outros exames, pesquisa de antigenemia para CMV por anticorpo monoclonal, a qual se revela negativa.
Em relação a esse histórico, é CORRETO afirmar que
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Paciente 21 anos, feminino, 50 kg, diabética, apresenta-se com quadro de náuseas e vômitos. Ela tinha história de várias admissões prévias no serviço de emergência, com quadro de cetoacidose diabética por uso inadequado de insulina. Sempre que tem sede, ingere suco de frutas em grande quantidade e apresenta frequentemente vômitos. Ao exame, apresentava-se sonolenta, desidratada, mas não respirava profunda ou rapidamente. Os exames laboratoriais estão descritos na tabela abaixo.
O PCO2 venoso era de 69 mmHg.
| Sangue venoso | Sangue arterial | ||
| Glicose (mg/dL) | 900 | pH | 7,40 |
| Sódio (mEq/L) | 120 | pO2 (mmHg) | 89 |
| Cloro (mEq/L) | 80 | HCO3- (mmol/L) | 21 |
| Potássio (mEq/L) | 5,5 | PCO2 (mmHg) | 40 |
| Albumina (g/dL) | 5,1 | ||
| Creatinina (mg/dL) | 2,0 | ||
| Hematócrito | 0,55 | ||
Qual o distúrbio ácido-base predominante nessa paciente e seu principal mecanismo fisiopatológico?
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Uma mulher de 80 anos é admitida na sala de emergência com quadro de choque séptico, foco urinário. O exame ultrassonográfico revela hidronefrose à direita, com litíase ureteral. A paciente encontra-se entubada, sob ventilação mecânica, e em uso de doses crescentes de aminas vasopressoras, a despeito da reposição volêmica adequada. A história pregressa dessa paciente revela apenas hipertensão arterial sistêmica e osteoporose. O residente de plantão prescreve hidrocortisona, 50 mg IV a cada 6 horas, iniciada 7h após a constatação do choque, e procura o médico plantonista para discutir o caso.
A alternativa que expressa o estado atual da literatura sobre esse tema é
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INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base na leitura do TEXTO. Leia com atenção, antes de respondê-la.
TEXTO
Inovadores solitários trabalham bem com os outros

Tímido e quase surdo, Thomas Edison trabalhava tão obsessivamente em seu laboratório em Nova Jersey que sua própria família mal o conhecia. Ele passou a personificar o mito do gênio solitário, após ajudar a inaugurar a era moderna inventando o fonógrafo e a lâmpada e conquistando mais de mil patentes.
Mas na realidade Edison precisava de ajuda, mesmo que a colaboração não fosse fácil para ele. Nikola Tesla, um assistente frustrado e mal pago, e mais tarde um amargo adversário, descreveu Edison desta maneira: “Ele não tinha hobby, não se interessava por nenhuma diversão e ignorava as mais elementares regras de higiene”.
Desde então, inovadores lutaram com o difícil equilíbrio entre inspiração solitária e realização coletiva, colaborativa. Muitos parecem se inclinar naturalmente para a primeira, mas por pragmatismo adotam a segunda.
Quando Steve Jobs morreu, no ano passado, colegas da Apple lembraram seu estilo muitas vezes bruto e prepotente de liderança, sua arrogância cheia de opiniões e até sua desconsideração pelas regras elementares de higiene. Mas para Jobs a colaboração era essencial. Muitas de suas 313 patentes foram compartilhadas com outras pessoas e, se seus engenheiros e projetistas não cooperassem, ele os demitia.
Como relatou o “Times”, “as patentes também mostram que com frequência Jobs trabalhou com a equipe de desenho industrial para refinar cada detalhe de um produto”.
No livro “Steve Jobs”, Walter Isaacson conta que a Sony tinha todos os ingredientes para dominar a música digital, com uma experiência de usuário integrado que misturava hardware, software e conteúdo. A Apple chegou mais tarde, mas com seus iPods e iTunes criou uma indústria de bilhões de dólares. Sua vantagem? Ao contrário das divisões rivais da Sony, escreveu Isaacson, “Jobs não organizou a Apple em divisões semiautônomas; ele controlava de perto todas as suas equipes e as empurrava para o trabalho como uma empresa coesa e flexível”.
O modelo de colaboração inovadora foram os Laboratórios Bell. Seu campus em Nova Jersey tinha longos corredores com escritórios abertos e seu diretor, Mervin Kelly, incentivava o livre intercâmbio de ideias entre teóricos, físicos, químicos, matemáticos e engenheiros. Na maior parte do século 20, os cientistas da Bell conduziram avanços revolucionários em transistores, fibra óptica, células solares e lasers, para citar só alguns.
“The Idea Factory: Bell LabsandtheGreat Age of American Innovation” [“A Fábrica de Ideias: os Bell Labs e a Grande Era da Inovação Americana”], de Jon Gertner, relata como um teórico, Claude Elwood Shannon, fazia malabarismo enquanto pedalava em uma bicicleta fixa no corredor. Ele também era conhecido por uma teoria da matemática binária que ajudou a criar os computadores digitais.
Mas o que dizer daqueles pensadores pouco sociáveis que não se importam em trocar ideias com um gênio malabarista que pedala no monociclo? Escrevendo na revista “Wired”, Clive Thompson afirmou que, para muitos verdadeiros inovadores, a dinâmica social do “trabalho em equipe incessante” pode ser estressante e causar distração. Thompson ofereceu uma solução grandiosa, mas óbvia: a web.
“Com textos, bate-papo, atualizações, comentários e correio eletrônico, você pode discutir ideias”, escreveu. Mas, ele acrescentou, “pode fazer isso na privacidade”. Ainda melhor, se seus hábitos de higiene estão aquém de suas inovações.
DELANEY, Kevin. Disponível em: http://www.opovo.com.br/app/opovo/thenewyorktimes/2012/04/30/
noticiasnewyorktimes/2830277/inovadores-solitarios-trabalham-bem-com-os-outros.shtml. Acesso em: 14
mai. 2012.
São elementos que, em conjunto, sintetizam as características de Steve Jobs e Thomas Edison:
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Paciente, feminino, 68 anos, 52 kg, portador de doença pulmonar obstrutiva crônica apresenta-se com quadro de exacerbação aguda, evoluindo com piora progressiva necessitando de ser entubado e ventilado. Você recebe o plantão de um colega e encontra a paciente hipotensa (PAS 80/45) taquicárdica (FC 120), com dificuldade em ciclar o ventilador. O ventilador havia sido regulado previamente com os seguintes parâmetros ventilatórios: modo ventilatório volume controlado, volume corrente (VC) = 400 ml; frequência respiratória (FR) = 16; relação Inspiração:Expiração (I:E) = 1:3; PEEP = 3, FIO2 = 0,5. Você mede o PEEP intrínseco e é de 18 cmH2O.
A conduta imediata MAIS adequada neste momento é
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