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Foram encontradas 1.035 questões.

2237533 Ano: 2015
Disciplina: Geologia
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
As condições geológicas responsáveis pelo aparecimento das cordilheiras meso-oceânicas são
 

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2237532 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Algumas vezes é necessário acionar uma ou várias lâmpadas, por mais de dois locais diferentes. Por exemplo, em uma escada, é bom que se tenha um interruptor em cada patamar, ligados às lâmpadas. Isso possibilita a uma pessoa acender/apagar as lâmpadas nos pontos intermediários da escada.
Marque a afirmativa que descreve o nome do interruptor intermediário.
 

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2237531 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Química
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
A volumetria de complexação é um método analítico quantitativo que envolve reações químicas entre um grande número de íons e ligantes orgânicos específicos, formando complexos estáveis.
Essa técnica tem alcance de milimols que, com o uso de ligantes auxiliares adequados e controle do pH, permite a seletividade analítica desejada. Essas características conferem ao método um ótimo custo e eficácia na determinação de íons metálicos presentes em soluções aquosas.
Um agente quelante muito empregado nessa técnica, introduzido na segunda metade da década de quarenta do século passado, é o ácido etilenodiaminotetracético (EDTA), fórmula molecular !$ C_{10}H_{16}N_2O_8 !$, que complexa com vários íons, incluindo metais pesados e alcalino terrosos, formando estruturas estáveis do tipo 1:1.
Do processo molecular de complexação do EDTA com íons metálicos, pode-se inferir que
I. a eficiência da volumetria de complexação com o EDTA depende do pH da solução e, para a maioria dos íons metálicos divalentes, deve ser realizada em meio básico.
II. o EDTA é um composto orgânico que tem uma estrutura molecular heterocíclica saturada que permite um arranjo geométrico ideal em torno do centro metálico na complexação.
III. os íons metálicos funcionam como ácidos de Lewis receptores de pares de elétrons de um grupo ou grupos doadores de elétrons do EDTA que funcionam como centros basicos de Lewis.
IV. o EDTA dispõe de 2 (dois) centros de complexão localizado sobre os átomos de nitrogênio e 4 (quatro) outros sobre os átomos de oxigênio dos grupos carboxílicos.
Dessas inferências, está CORRETO o conjunto de inferências:
 

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2237530 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Marque a opção que apresenta SOMENTE componentes utilizados nos sistemas hidráulicos prediais.
 

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2237529 Ano: 2015
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Quanto à monitoração ambulatorial da medicação lítio, é INCORRETO afirmar que
 

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2237528 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Agregado é um material granular de dimensões e propriedades adequadas para uso em obras de engenharia.
Analise as seguintes afirmativas sobre agregados e assinale a afirmativa INCORRETA.
 

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2237527 Ano: 2015
Disciplina: Química
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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O agCl solubiliza-se em !$ NH_3 !$ (base fraca) e em HCN (ácido fraco), mas não em NaoH (base forte), nem tampouco em !$ HNO_3 !$ (ácido forte). a explicação desses fatos tem relação
 

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2237526 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Para determinar a corrente de um circuito elétrico, devem-se somar todas as cargas (potências) ligadas nesse circuito e dividir pela tensão. Para responder esta questão, considere os circuitos elétricos da figura a seguir e uma rede de 127 V.
Enunciado 2692161-1
Marque a alternativa CORRETA.
 

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Constituem indenizações ao servidor, EXCETO:
 

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2237523 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Sou feliz pelos amigos que tenho. Um deles muito sofre pelo meu descuido com o vernáculo. Por alguns anos ele sistematicamente me enviava missivas eruditas com precisas informações sobre as regras da gramática, que eu não respeitava, e sobre a grafia correta dos vocábulos, que eu ignorava. Fi-lo sofrer pelo uso errado que fiz de uma palavra no último ‘Quarto de Badulaques’. Acontece que eu, acostumado a conversar com a gente das Minas Gerais, falei “varreção” – do verbo “varrer”. De fato, trata-se de um equívoco que, num vestibular, poderia me valer uma reprovação. Pois o meu amigo, paladino da língua portuguesa, se deu ao trabalho de fazer xerox da página 827 do dicionário, aquela que tem, no topo, a fotografia de uma “varroa”(sic!) (você não sabe o que é uma “varroa”?) para corrigirme do meu erro. E confesso: ele está certo. O certo é “varrição” e não “varreção”. Mas estou com medo de que os mineiros da roça façam troça de mim porque nunca os vi falar de “varrição”. E se eles rirem de mim não vai me adiantar mostrar-lhes a cópia xerox da página do dicionário com a “varroa” no topo. Porque para eles não é o dicionário que faz a língua. É o povo. E o povo, lá nas montanhas de Minas Gerais, fala “varreção” quando não “barreção”. O que me deixa triste sobre esse amigo oculto é que nunca tenha dito nada sobre o que eu escrevo, se é bonito ou se é feio.
ALVES, Rubem. Mais badulaques. São Paulo: Parábola, 2003.
Leia o trecho.
Pois o meu amigo, paladino da língua portuguesa, se deu ao trabalho de fazer xerox da página 827 do dicionário, aquela que tem, no topo, a fotografia de uma “varroa” (sic!)
Nesse contexto, o emprego do (sic!) evidencia
 

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