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Prezado candidato, foram feitos comentários muito interessantes por Pasquale Cipro Neto (Folha de São Paulo, 5/5/11, C2) sobre esta frase: “Antes de entrar no elevador, verifique se o mesmo encontra-se parado neste andar”.

Confesso que nunca entendi bem a existência de uma lei que determine ao cidadão que verifique se o elevador lá está antes de nele entrar. Fica-se com a impressão de que a causa de um eventual acidente é a desobediência à lei. Francamente...

Bem, o fato é que essa “lei” e sobretudo a sua enfadonha redação (de que faz parte o chatinho emprego de “o mesmo”) levaram internautas a criar (no Orkut) a comunidade “Eu tenho medo do Mesmo” (assim mesmo, com maiúscula). Bem-humorada, a comunidade brinca com o termo “mesmo”, que transforma num ser vivo (um fantasma, um maníaco ou coisa do gênero). Essa transformação se dá com o emprego da inicial maiúscula, que parece também na frase “Mesmo, o maníaco dos elevadores”, usada pelos integrantes dessa comunidade. (...)

Numa de suas edições, o “Aurélio” diz o seguinte: “Parece conveniente evitar o emprego de o mesmo como equivalente do pronome ele ou o”. (...)

Cá entre nós, esse uso parece mesmo um tanto deselegante e até um pouco chatinho, mas... Bem, você decide, prezado leitor, o que vamos fazer com esse uso de “o/a mesmo/a”.

O uso das aspas para destacar a palavra lei tem esta justificativa:

 

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Prezado candidato, foram feitos comentários muito interessantes por Pasquale Cipro Neto (Folha de São Paulo, 5/5/11, C2) sobre esta frase: “Antes de entrar no elevador, verifique se o mesmo encontra-se parado neste andar”.

Confesso que nunca entendi bem a existência de uma lei que determine ao cidadão que verifique se o elevador lá está antes de nele entrar. Fica-se com a impressão de que a causa de um eventual acidente é a desobediência à lei. Francamente...

Bem, o fato é que essa “lei” e sobretudo a sua enfadonha redação (de que faz parte o chatinho emprego de “o mesmo”) levaram internautas a criar (no Orkut) a comunidade “Eu tenho medo do Mesmo” (assim mesmo, com maiúscula). Bem-humorada, a comunidade brinca com o termo “mesmo”, que transforma num ser vivo (um fantasma, um maníaco ou coisa do gênero). Essa transformação se dá com o emprego da inicial maiúscula, que parece também na frase “Mesmo, o maníaco dos elevadores”, usada pelos integrantes dessa comunidade. (...)

Numa de suas edições, o “Aurélio” diz o seguinte: “Parece conveniente evitar o emprego de o mesmo como equivalente do pronome ele ou o”. (...)

Cá entre nós, esse uso parece mesmo um tanto deselegante e até um pouco chatinho, mas... Bem, você decide, prezado leitor, o que vamos fazer com esse uso de “o/a mesmo/a”.

Pasquale Cipro Neto, referindo-se ao emprego de “o mesmo” nesse aviso, diz: “a expressão ‘o mesmo’ recupera ‘o elevador’”. Com relação a esse aviso, observa-se que há um verbo no imperativo, modo verbal que “assinala o comando que se faz ao ouvinte” ou ao leitor. É o que ocorre em:

 

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Texto

Prezado candidato, foram feitos comentários muito interessantes por Pasquale Cipro Neto (Folha de São Paulo, 5/5/11, C2) sobre esta frase: “Antes de entrar no elevador, verifique se o mesmo encontra-se parado neste andar”.

Confesso que nunca entendi bem a existência de uma lei que determine ao cidadão que verifique se o elevador lá está antes de nele entrar. Fica-se com a impressão de que a causa de um eventual acidente é a desobediência à lei. Francamente...

Bem, o fato é que essa “lei” e sobretudo a sua enfadonha redação (de que faz parte o chatinho emprego de “o mesmo”) levaram internautas a criar (no Orkut) a comunidade “Eu tenho medo do Mesmo” (assim mesmo, com maiúscula). Bem-humorada, a comunidade brinca com o termo “mesmo”, que transforma num ser vivo (um fantasma, um maníaco ou coisa do gênero). Essa transformação se dá com o emprego da inicial maiúscula, que parece também na frase “Mesmo, o maníaco dos elevadores”, usada pelos integrantes dessa comunidade. (...)

Numa de suas edições, o “Aurélio” diz o seguinte: “Parece conveniente evitar o emprego de o mesmo como equivalente do pronome ele ou o”. (...)

Cá entre nós, esse uso parece mesmo um tanto deselegante e até um pouco chatinho, mas... Bem, você decide, prezado leitor, o que vamos fazer com esse uso de “o/a mesmo/a”.

Pasquale Cipro Neto, referindo-se ao emprego de “o mesmo” nesse aviso, diz: “a expressão ‘o mesmo’ recupera ‘o elevador’”. Recupera significa:

 

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Prezado candidato, foram feitos comentários muito interessantes por Pasquale Cipro Neto (Folha de São Paulo, 5/5/11, C2) sobre esta frase: “Antes de entrar no elevador, verifique se o mesmo encontra-se parado neste andar”.

Confesso que nunca entendi bem a existência de uma lei que determine ao cidadão que verifique se o elevador lá está antes de nele entrar. Fica-se com a impressão de que a causa de um eventual acidente é a desobediência à lei. Francamente...

Bem, o fato é que essa “lei” e sobretudo a sua enfadonha redação (de que faz parte o chatinho emprego de “o mesmo”) levaram internautas a criar (no Orkut) a comunidade “Eu tenho medo do Mesmo” (assim mesmo, com maiúscula). Bem-humorada, a comunidade brinca com o termo “mesmo”, que transforma num ser vivo (um fantasma, um maníaco ou coisa do gênero). Essa transformação se dá com o emprego da inicial maiúscula, que parece também na frase “Mesmo, o maníaco dos elevadores”, usada pelos integrantes dessa comunidade. (...)

Numa de suas edições, o “Aurélio” diz o seguinte: “Parece conveniente evitar o emprego de o mesmo como equivalente do pronome ele ou o”. (...)

Cá entre nós, esse uso parece mesmo um tanto deselegante e até um pouco chatinho, mas... Bem, você decide, prezado leitor, o que vamos fazer com esse uso de “o/a mesmo/a”.

Fragmentos do texto lido são apresentados com propostas de interpretação, sendo adequada esta:

 

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Prezado candidato, foram feitos comentários muito interessantes por Pasquale Cipro Neto (Folha de São Paulo, 5/5/11, C2) sobre esta frase: “Antes de entrar no elevador, verifique se o mesmo encontra-se parado neste andar”.

Confesso que nunca entendi bem a existência de uma lei que determine ao cidadão que verifique se o elevador lá está antes de nele entrar. Fica-se com a impressão de que a causa de um eventual acidente é a desobediência à lei. Francamente...

Bem, o fato é que essa “lei” e sobretudo a sua enfadonha redação (de que faz parte o chatinho emprego de “o mesmo”) levaram internautas a criar (no Orkut) a comunidade “Eu tenho medo do Mesmo” (assim mesmo, com maiúscula). Bem-humorada, a comunidade brinca com o termo “mesmo”, que transforma num ser vivo (um fantasma, um maníaco ou coisa do gênero). Essa transformação se dá com o emprego da inicial maiúscula, que parece também na frase “Mesmo, o maníaco dos elevadores”, usada pelos integrantes dessa comunidade. (...)

Numa de suas edições, o “Aurélio” diz o seguinte: “Parece conveniente evitar o emprego de o mesmo como equivalente do pronome ele ou o”. (...)

Cá entre nós, esse uso parece mesmo um tanto deselegante e até um pouco chatinho, mas... Bem, você decide, prezado leitor, o que vamos fazer com esse uso de “o/a mesmo/a”.

Com base no texto lido, pode-se aceitar que o aviso que estaria à porta de um elevador tem este efeito:

 

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Prezado candidato, foram feitos comentários muito interessantes por Pasquale Cipro Neto (Folha de São Paulo, 5/5/11, C2) sobre esta frase: “Antes de entrar no elevador, verifique se o mesmo encontra-se parado neste andar”.

Confesso que nunca entendi bem a existência de uma lei que determine ao cidadão que verifique se o elevador lá está antes de nele entrar. Fica-se com a impressão de que a causa de um eventual acidente é a desobediência à lei. Francamente...

Bem, o fato é que essa “lei” e sobretudo a sua enfadonha redação (de que faz parte o chatinho emprego de “o mesmo”) levaram internautas a criar (no Orkut) a comunidade “Eu tenho medo do Mesmo” (assim mesmo, com maiúscula). Bem-humorada, a comunidade brinca com o termo “mesmo”, que transforma num ser vivo (um fantasma, um maníaco ou coisa do gênero). Essa transformação se dá com o emprego da inicial maiúscula, que parece também na frase “Mesmo, o maníaco dos elevadores”, usada pelos integrantes dessa comunidade. (...)

Numa de suas edições, o “Aurélio” diz o seguinte: “Parece conveniente evitar o emprego de o mesmo como equivalente do pronome ele ou o”. (...)

Cá entre nós, esse uso parece mesmo um tanto deselegante e até um pouco chatinho, mas... Bem, você decide, prezado leitor, o que vamos fazer com esse uso de “o/a mesmo/a”.

Sem preocupação de cumprir normas gramaticais, verifica-se que a substituição de mesmo/mesma não está adequada ao sentido em:

 

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Prezado candidato, foram feitos comentários muito interessantes por Pasquale Cipro Neto (Folha de São Paulo, 5/5/11, C2) sobre esta frase: “Antes de entrar no elevador, verifique se o mesmo encontra-se parado neste andar”.

Confesso que nunca entendi bem a existência de uma lei que determine ao cidadão que verifique se o elevador lá está antes de nele entrar. Fica-se com a impressão de que a causa de um eventual acidente é a desobediência à lei. Francamente...

Bem, o fato é que essa “lei” e sobretudo a sua enfadonha redação (de que faz parte o chatinho emprego de “o mesmo”) levaram internautas a criar (no Orkut) a comunidade “Eu tenho medo do Mesmo” (assim mesmo, com maiúscula). Bem-humorada, a comunidade brinca com o termo “mesmo”, que transforma num ser vivo (um fantasma, um maníaco ou coisa do gênero). Essa transformação se dá com o emprego da inicial maiúscula, que parece também na frase “Mesmo, o maníaco dos elevadores”, usada pelos integrantes dessa comunidade. (...)

Numa de suas edições, o “Aurélio” diz o seguinte: “Parece conveniente evitar o emprego de o mesmo como equivalente do pronome ele ou o”. (...)

Cá entre nós, esse uso parece mesmo um tanto deselegante e até um pouco chatinho, mas... Bem, você decide, prezado leitor, o que vamos fazer com esse uso de “o/a mesmo/a”.

O uso de mesmo que o autor considera “chatinho” também aparece nesta frase:

 

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3478228 Ano: 2013
Disciplina: Informática
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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A figura a seguir ilustra a janela do Internet Explorer durante uma sessão de uso em um computador:

Enunciado 3604937-1

Baseando-se no conteúdo dessa figura, analise as afirmativas abaixo:

I. Somente uma guia de navegação foi aberta.

II. Clicando sobre Enunciado 3604937-2 ou pressionando a tecla F5, é possível atualizar a página.

III. Clicando sobre Enunciado 3604937-3, serão exibidas as ferramentas de navegação.

Assinale a alternativa correta.

Questão Anulada

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3478227 Ano: 2013
Disciplina: Estatística
Banca: UFOP
Orgão: UFOP

Os dados apresentados no gráfico a seguir mostram a evolução do número de participantes confirmados nos eventos do Facebook convocados pelo movimento Passe Livre a partir do dia 06 de junho.

Enunciado 3604922-1

Fonte: revista eletrônica Forum. Disponível em: <http://revistaforum.com.br/blog/2013/06/mapeamento/>

Com base nos dados do gráfico, o aumento percentual de participantes do dia 13 ao dia 17 de junho está entre:

Questão Anulada

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3478226 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: UFOP
Orgão: UFOP

Sejam as seguintes afirmativas sobre uma função: \( f : R \rightarrow R \):

I. Se \( f \) é uma função par, então \( f(x) = -f(x) \).

II. Se existir \( x \in R \) tal que \( f(x) \ne -f(-x) \), então \( f \) não é ímpar.

III. Se \( f \) é ímpar, então f é crescente.

IV. Se \( f \) é par, então \( f(f(x)) \) é par.

Pode-se afirmar que são verdadeiras as afirmativas:

Questão Anulada

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