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O próximo termo da série ADE, BFH, CHK, ... é
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Todos os gatos são felinos. Assim sendo,
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Três amigas, Ana, Laura e Maria, são casadas com Jonas, Roberto e Paulo, mas não se sabe quem é casada com quem. A profissão de cada marido é professor, médico e advogado, mas também não se sabe exatamente o que cada um faz. Com base nas quatro informações a seguir: a) O médico é casado com Maria, b) Paulo é advogado, c) Laura não é casada com Paulo e d) Roberto não é médico, é correto afirmar que
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Quanto ao Plano de Desenvolvimento dos Integrantes do Plano de Carreira dos Cargos Técnico- Administrativos em Educação (Decreto nº 5.825, de 12 de janeiro de 2005), é correto afirmar:
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Sabe-se que os instrumentos de apuração da responsabilidade dos servidores públicos por infrações praticadas no exercício de suas atribuições consistem em administrativo disciplinar – PAD ou nas sindicâncias. Sobre esses instrumentos, é correto afirmar:
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O servidor público faz jus a licenças por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, dos pais, dos filhos, do padrasto ou madrasta e enteado, ou dependente que viva às suas expensas. Sobre as licenças por motivo de doença em pessoa da família, é correto afirmar:
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No provimento derivado por reingresso, o servidor retorna ao serviço ativo do qual estava desligado. Sobre a modalidade de provimento derivado na forma reversão, é correto afirmar:
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Ciência e política em tempos de negacionismo
Compreender os fatores que culminaram na decisão de vários governantes de voltar às ruas antes do tempo recomendado para enfrentar a pandemia do coronavírus demanda uma análise cuidadosa.
Uma matéria do jornal O Globo, publicada em 11 de junho de 2020, tratava da impressionante multidão atraída aos shoppings do Rio de Janeiro, reabertos à frequentação naquele mesmo dia. Muitos ficaram assombrados – não sem razão – pela decisão da prefeitura de permitir a reabertura dos estabelecimentos comerciais num momento em que a pandemia estava ainda longe de ser controlada. Mas, justamente porque tantos de nós já não esperamos coerência ou proteção desses governantes, o que aparentemente causou mais espanto foi a avidez com que tantas pessoas responderam ao chamado de “retorno à normalidade”, mesmo com os números de infectados e mortos aumentando.
Nesse contexto, a frase dita por um dos entrevistados na reportagem, que aguardava pacientemente na fila para entrar no shopping, pode soar atordoante: “É engraçado: sou contra, mas estou aqui. Acho que o shopping é lazer, bem-estar, conforto e segurança. Mesmo vindo, acho que não era o momento da reabertura. Estamos em uma situação crítica e acredito que vai aumentar o número de casos. Mesmo assim, a gente é tentado a vir”.
O testemunho expressa desorientação, de fato, mas não ignorância. As narrativas da ciência são ouvidas, mas não bastam para induzir comportamentos. Esse é o nó. Vivemos tempos em que sinais contrários são emitidos todo o tempo, evidenciando um conflito de autoridade.
Nossa hipótese é a de que não há déficit de conhecimento ou de saber atuando como pressuposto dessas ações: as pessoas sabem dos riscos, mas o que explica a contradição entre o que elas sabem e fazem é uma “incompatibilidade de mundos”.
Essa defasagem se estabelece não apenas entre as diferentes classes sociais, mas também no interior delas, com a crescente cisão que a chamada “crise da democracia” vem provocando entre nossas vidas privadas – incluindo nossas relações mais próximas – e nosso senso de pertencimento a uma coletividade ampliada (a sociedade). Essa crise da democracia, evidentemente, reverbera nas instituições que a sustentam, o que não exclui a ciência. É assim que suas verdades não têm conseguido engajar a maioria das pessoas num projeto comum, não têm contribuído para a construção de um tecido social coeso, não têm servido de ponte para conectar necessidades e desejos individuais a projetos coletivos.
Disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/ciencia-e-politica-em-tempos-de-negacionismo/ Acesso em 22/01/22. Texto Adaptado.
A palavra “negacionismo”, tal como usada no texto, ilustra um caso de
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Ciência e política em tempos de negacionismo
Compreender os fatores que culminaram na decisão de vários governantes de voltar às ruas antes do tempo recomendado para enfrentar a pandemia do coronavírus demanda uma análise cuidadosa.
Uma matéria do jornal O Globo, publicada em 11 de junho de 2020, tratava da impressionante multidão atraída aos shoppings do Rio de Janeiro, reabertos à frequentação naquele mesmo dia. Muitos ficaram assombrados – não sem razão – pela decisão da prefeitura de permitir a reabertura dos estabelecimentos comerciais num momento em que a pandemia estava ainda longe de ser controlada. Mas, justamente porque tantos de nós já não esperamos coerência ou proteção desses governantes, o que aparentemente causou mais espanto foi a avidez com que tantas pessoas responderam ao chamado de “retorno à normalidade”, mesmo com os números de infectados e mortos aumentando.
Nesse contexto, a frase dita por um dos entrevistados na reportagem, que aguardava pacientemente na fila para entrar no shopping, pode soar atordoante: “É engraçado: sou contra, mas estou aqui. Acho que o shopping é lazer, bem-estar, conforto e segurança. Mesmo vindo, acho que não era o momento da reabertura. Estamos em uma situação crítica e acredito que vai aumentar o número de casos. Mesmo assim, a gente é tentado a vir”.
O testemunho expressa desorientação, de fato, mas não ignorância. As narrativas da ciência são ouvidas, mas não bastam para induzir comportamentos. Esse é o nó. Vivemos tempos em que sinais contrários são emitidos todo o tempo, evidenciando um conflito de autoridade.
Nossa hipótese é a de que não há déficit de conhecimento ou de saber atuando como pressuposto dessas ações: as pessoas sabem dos riscos, mas o que explica a contradição entre o que elas sabem e fazem é uma “incompatibilidade de mundos”.
Essa defasagem se estabelece não apenas entre as diferentes classes sociais, mas também no interior delas, com a crescente cisão que a chamada “crise da democracia” vem provocando entre nossas vidas privadas – incluindo nossas relações mais próximas – e nosso senso de pertencimento a uma coletividade ampliada (a sociedade). Essa crise da democracia, evidentemente, reverbera nas instituições que a sustentam, o que não exclui a ciência. É assim que suas verdades não têm conseguido engajar a maioria das pessoas num projeto comum, não têm contribuído para a construção de um tecido social coeso, não têm servido de ponte para conectar necessidades e desejos individuais a projetos coletivos.
Disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/ciencia-e-politica-em-tempos-de-negacionismo/ Acesso em 22/01/22. Texto Adaptado.
No texto, a expressão “suas verdades” refere-se à(às)
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Ciência e política em tempos de negacionismo
Compreender os fatores que culminaram na decisão de vários governantes de voltar às ruas antes do tempo recomendado para enfrentar a pandemia do coronavírus demanda uma análise cuidadosa.
Uma matéria do jornal O Globo, publicada em 11 de junho de 2020, tratava da impressionante multidão atraída aos shoppings do Rio de Janeiro, reabertos à frequentação naquele mesmo dia. Muitos ficaram assombrados – não sem razão – pela decisão da prefeitura de permitir a reabertura dos estabelecimentos comerciais num momento em que a pandemia estava ainda longe de ser controlada. Mas, justamente porque tantos de nós já não esperamos coerência ou proteção desses governantes, o que aparentemente causou mais espanto foi a avidez com que tantas pessoas responderam ao chamado de “retorno à normalidade”, mesmo com os números de infectados e mortos aumentando.
Nesse contexto, a frase dita por um dos entrevistados na reportagem, que aguardava pacientemente na fila para entrar no shopping, pode soar atordoante: “É engraçado: sou contra, mas estou aqui. Acho que o shopping é lazer, bem-estar, conforto e segurança. Mesmo vindo, acho que não era o momento da reabertura. Estamos em uma situação crítica e acredito que vai aumentar o número de casos. Mesmo assim, a gente é tentado a vir”.
O testemunho expressa desorientação, de fato, mas não ignorância. As narrativas da ciência são ouvidas, mas não bastam para induzir comportamentos. Esse é o nó. Vivemos tempos em que sinais contrários são emitidos todo o tempo, evidenciando um conflito de autoridade.
Nossa hipótese é a de que não há déficit de conhecimento ou de saber atuando como pressuposto dessas ações: as pessoas sabem dos riscos, mas o que explica a contradição entre o que elas sabem e fazem é uma “incompatibilidade de mundos”.
Essa defasagem se estabelece não apenas entre as diferentes classes sociais, mas também no interior delas, com a crescente cisão que a chamada “crise da democracia” vem provocando entre nossas vidas privadas – incluindo nossas relações mais próximas – e nosso senso de pertencimento a uma coletividade ampliada (a sociedade). Essa crise da democracia, evidentemente, reverbera nas instituições que a sustentam, o que não exclui a ciência. É assim que suas verdades não têm conseguido engajar a maioria das pessoas num projeto comum, não têm contribuído para a construção de um tecido social coeso, não têm servido de ponte para conectar necessidades e desejos individuais a projetos coletivos.
Disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/ciencia-e-politica-em-tempos-de-negacionismo/ Acesso em 22/01/22. Texto Adaptado.
A palavra “cisão” significa
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