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Foram encontradas 50 questões.

1323133 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Racismo, não.
Celebramos há pouco (21 de março) o Dia Internacional para Eliminação da Discriminação Racial. A data foi instituída pela ONU, para expressar a repulsa universal ao massacre ocorrido em Johanesburgo, na África do Sul, em 21 de março de 1960. Vinte mil negros protestavam pacificamente contra a lei do passe, que restringia os locais onde podiam circular. O Exército atirou contra a multidão, matando sessenta e nove pessoas e ferindo cento e oitenta e seis.
No Brasil, o racismo foi rechaçado de forma intransigente. Nossa Constituição repudia essa prática abjeta. Também não se tolera o racismo camuflado, aquele que existe na prática mas tem vergonha de apresentar-se com este nome. A discriminação racial não humilha apenas aqueles que são discriminados. Todos somos vilipendiados, não importando nossa raça, quando alguém sofre discriminação.
Votada pelo Congresso, foi promulgada pelo Presidente da República, em 13 de maio de 1997, a Lei n° 9.459. Definiu os “crimes de racismo” e estabeleceu penas para os mesmos. Não bastava que a Constituição tivesse condenado o racismo, embora isso fosse importante. Para que houvesse processo e punição contra os autores de crimes de racismo, era preciso uma lei que definisse tais crimes, em suas diversas modalidades, e que estabelecesse a respectiva pena para cada crime definido. Assim, por exemplo, injuriar alguém recorrendo a elementos referentes à raça, cor, etnia ou origem passou a ser crime mais grave que a injúria comum.
Outro avanço significativo foi a sanção e promulgação, pelo Presidente da República, do Estatuto da Igualdade Racial, em 20 de julho de 2010. O Estatuto prevê a criação de programas e medidas específicas para reduzir a desigualdade racial no país. Obriga as escolas a inserirem no currículo o ensino da história da África e da população negra no Brasil. O Estatuto definiu como crime a conduta de dificultar, por preconceito, a promoção funcional de pessoas negras no setor público ou privado. Para esse crime foi cominada pena de até cinco anos de reclusão.
Dois presidentes da República, de dois partidos competidores, promulgaram, num lapso de 13 anos (1997 e 2010), duas leis que se completam e guardam absoluta sintonia. Certos princípios suplantam os autores políticos que se encontravam em cena quando o princípio foi consagrado. O eventual titular do Poder passa porque o Poder é, por natureza, passageiro. O princípio, a ideia, a causa permanecem porque a História se constrói através de gerações.
João Baptista Herkenhoff. Diário de Pernambuco,
01/04/2012, p.B15. Adaptado.
Tendo em mente as regras da concordância (verbal e nominal), analise os enunciados a seguir.
1) A existência de crimes que envolvem diferenças raciais são intoleráveis em um país civilizado.
2) Precisam ser combatidos com rigor os crimes cujo fundamento são as questões raciais.
3) A maior parte dos brasileiros desconhece que existem tantos crimes raciais.
4) No futuro, certamente haverão novos meios de combater os crimes raciais.
Estão de acordo com as recomendações gramaticais os enunciados:
 

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1315536 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Racismo, não.
Celebramos há pouco (21 de março) o Dia Internacional para Eliminação da Discriminação Racial. A data foi instituída pela ONU, para expressar a repulsa universal ao massacre ocorrido em Johanesburgo, na África do Sul, em 21 de março de 1960. Vinte mil negros protestavam pacificamente contra a lei do passe, que restringia os locais onde podiam circular. O Exército atirou contra a multidão, matando sessenta e nove pessoas e ferindo cento e oitenta e seis.
No Brasil, o racismo foi rechaçado de forma intransigente. Nossa Constituição repudia essa prática abjeta. Também não se tolera o racismo camuflado, aquele que existe na prática mas tem vergonha de apresentar-se com este nome. A discriminação racial não humilha apenas aqueles que são discriminados. Todos somos vilipendiados, não importando nossa raça, quando alguém sofre discriminação.
Votada pelo Congresso, foi promulgada pelo Presidente da República, em 13 de maio de 1997, a Lei n° 9.459. Definiu os “crimes de racismo” e estabeleceu penas para os mesmos. Não bastava que a Constituição tivesse condenado o racismo, embora isso fosse importante. Para que houvesse processo e punição contra os autores de crimes de racismo, era preciso uma lei que definisse tais crimes, em suas diversas modalidades, e que estabelecesse a respectiva pena para cada crime definido. Assim, por exemplo, injuriar alguém recorrendo a elementos referentes à raça, cor, etnia ou origem passou a ser crime mais grave que a injúria comum.
Outro avanço significativo foi a sanção e promulgação, pelo Presidente da República, do Estatuto da Igualdade Racial, em 20 de julho de 2010. O Estatuto prevê a criação de programas e medidas específicas para reduzir a desigualdade racial no país. Obriga as escolas a inserirem no currículo o ensino da história da África e da população negra no Brasil. O Estatuto definiu como crime a conduta de dificultar, por preconceito, a promoção funcional de pessoas negras no setor público ou privado. Para esse crime foi cominada pena de até cinco anos de reclusão.
Dois presidentes da República, de dois partidos competidores, promulgaram, num lapso de 13 anos (1997 e 2010), duas leis que se completam e guardam absoluta sintonia. Certos princípios suplantam os autores políticos que se encontravam em cena quando o princípio foi consagrado. O eventual titular do Poder passa porque o Poder é, por natureza, passageiro. O princípio, a ideia, a causa permanecem porque a História se constrói através de gerações.
João Baptista Herkenhoff. Diário de Pernambuco,
01/04/2012, p.B15. Adaptado.
“No Brasil, o racismo foi rechaçado de forma intransigente.”. O sentido global desse enunciado está preservado em:
 

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1315043 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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TEXTO
A ascensão do Brasil como um gigante econômico é um dos maiores temas do nosso tempo. Não está somente redefinindo a América Latina, mas também a economia do mundo inteiro.
Disponível em: http://educacao.uol.com.br/dicasportugues/
paralelismo-semantico-e-paralelismo-sintatico.jhtm.
Acesso em 30/04/2012.
Percebe-se, no Texto, um problema de falta de ‘paralelismo sintático’. Assinale a alternativa em que se apresenta a melhor opção de reescrita para o texto.
 

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1307015 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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TEXTO
Línguas são artefatos históricos, construídos coletivamente ao longo de centenas ou milhares de anos e _______ as sociedades humanas, definidas como ‘comunidades linguísticas’ produzem a maior parte do conhecimento _______ dispõem. É por meio da língua que são construídos os sistemas simbólicos de segunda ordem, como a escrita ou as matemáticas, e que permitem a ação humana sobre a natureza e sobre os outros homens.
Gilvan Müller de Oliveira.
Disponível em: http://www.ipol.org.br. Excerto adaptado.
Tendo em vista os aspectos da coesão e da coerência textuais, assinale a alternativa em que se apresentam as formas mais adequadas para preencher, respectivamente, as lacunas do Texto.
 

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1305724 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Racismo, não.
Celebramos há pouco (21 de março) o Dia Internacional para Eliminação da Discriminação Racial. A data foi instituída pela ONU, para expressar a repulsa universal ao massacre ocorrido em Johanesburgo, na África do Sul, em 21 de março de 1960. Vinte mil negros protestavam pacificamente contra a lei do passe, que restringia os locais onde podiam circular. O Exército atirou contra a multidão, matando sessenta e nove pessoas e ferindo cento e oitenta e seis.
No Brasil, o racismo foi rechaçado de forma intransigente. Nossa Constituição repudia essa prática abjeta. Também não se tolera o racismo camuflado, aquele que existe na prática mas tem vergonha de apresentar-se com este nome. A discriminação racial não humilha apenas aqueles que são discriminados. Todos somos vilipendiados, não importando nossa raça, quando alguém sofre discriminação.
Votada pelo Congresso, foi promulgada pelo Presidente da República, em 13 de maio de 1997, a Lei n° 9.459. Definiu os “crimes de racismo” e estabeleceu penas para os mesmos. Não bastava que a Constituição tivesse condenado o racismo, embora isso fosse importante. Para que houvesse processo e punição contra os autores de crimes de racismo, era preciso uma lei que definisse tais crimes, em suas diversas modalidades, e que estabelecesse a respectiva pena para cada crime definido. Assim, por exemplo, injuriar alguém recorrendo a elementos referentes à raça, cor, etnia ou origem passou a ser crime mais grave que a injúria comum.
Outro avanço significativo foi a sanção e promulgação, pelo Presidente da República, do Estatuto da Igualdade Racial, em 20 de julho de 2010. O Estatuto prevê a criação de programas e medidas específicas para reduzir a desigualdade racial no país. Obriga as escolas a inserirem no currículo o ensino da história da África e da população negra no Brasil. O Estatuto definiu como crime a conduta de dificultar, por preconceito, a promoção funcional de pessoas negras no setor público ou privado. Para esse crime foi cominada pena de até cinco anos de reclusão.
Dois presidentes da República, de dois partidos competidores, promulgaram, num lapso de 13 anos (1997 e 2010), duas leis que se completam e guardam absoluta sintonia. Certos princípios suplantam os autores políticos que se encontravam em cena quando o princípio foi consagrado. O eventual titular do Poder passa porque o Poder é, por natureza, passageiro. O princípio, a ideia, a causa permanecem porque a História se constrói através de gerações.
João Baptista Herkenhoff. Diário de Pernambuco,
01/04/2012, p.B15. Adaptado.
Para que houvesse processo e punição contra os autores de crimes de racismo, era preciso uma lei que definisse tais crimes”. O segmento destacado desse trecho foi reformulado, de acordo com as proposições a seguir.
1) era preciso uma lei pela qual tais crimes fossem regulados.
2) era preciso uma lei com a qual tais crimes estivessem sujeitos.
3) era preciso uma lei em que tais crimes estivessem vinculados.
4) era preciso uma lei à qual tais crimes estivessem atrelados.
As normas da regência estão respeitadas em:
 

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1304360 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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“A escola, daqui a 25 anos, pode ser ainda menos igualitária e ainda menos eficaz que hoje, se não fizermos nada para enfrentar e resolver seus problemas com nossas próprias mãos.” (Philippe Perrenoud - Folha de S. Paulo, 29/07/2003) – O sentido global desse enunciado está mantido em:
 

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1303362 Ano: 2012
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE

Assinale a alternativa correta relativa a alguns conceitos comuns aos usuários de sistema Windows.

 

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1297790 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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A Teoria do Signo Linguístico nos remete a Saussure, para quem o signo linguístico é “arbitrário”. Com o termo ‘arbitrariedade’ este estudioso pretendeu expressar a ideia de que:
 

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1296226 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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ENUNCIADO 1: “A inclusão é uma inovação.”
ENUNCIADO 2: “Ainda não se tem muita clareza do
sentido da inclusão.”
Desejando-se elaborar um único período no qual esteja presente o conteúdo dos enunciados 1 e 2, acima, a opção mais adequada é:
 

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1151935 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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A função modificadora, compartilhada por adjetivos e advérbios, acaba por aproximar essas duas categorias, fazendo com que alguns adjetivos, por vezes, desempenhem uma função adverbial. A esse respeito, analise as proposições a seguir.
1) A palavra “só” pode funcionar como adjetivo ou como advérbio. Como advérbio, é invariável (“Os meninos foram só ao cinema.”, com sentido de “Os meninos não foram a outro lugar.”); como adjetivo, varia em número (“Os meninos foram sós ao cinema.”, com sentido de “Os meninos foram desacompanhados ao cinema.”).
2) Embora haja muitos exemplos, tanto no português antigo como no moderno, da palavra “meio” usada como advérbio e flexionada, essa flexão é condenada pela norma culta, que prescreve a não flexão, quando em função adverbial (“Ela estava meio nervosa.”).
3) A palavra “bastante” tem sempre função adverbial, o que justifica sua invariabilidade (“Comprei bastante coisas”; “Eles são bastante altos.”)
4) A flexão do advérbio “menos” para o feminino, embora corrente em diversos usos, é condenada pela norma culta, que prescreve a sua não flexão; daí considerar-se “incorreta” a construção: “Na festa, havia menas pessoas do que se esperava.”
Estão corretas:
 

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