Foram encontradas 40 questões.
A Pedagogia Histórico-social ou Crítico-social dos conteúdos é considerada uma das abordagens progressistas em educação. É coerente com esta perspectiva considerar que:
I) não é suficiente colocar como conteúdo escolar a problemática social cotidiana, pois é necessário o domínio dos conhecimentos, habilidades e capacidades mentais para que os alunos organizem, interpretem e reelaborem suas experiências sociais e culturais.
II) importa é que os conhecimentos sistematizados sejam confrontados com as experiências de vida social dos alunos, como meio de aprendizagem e assimilação dos conteúdos.
III) o ensino consiste no encontro formativo entre os alunos e as matérias escolares, para isso basta um ensino baseado na competência técnica do professor e no uso de métodos bem sucedidos.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
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O plano de aula é um instrumento fundamental para o exercício da docência. Na sua elaboração, deve-se levar em consideração osseguintes aspectos:
I) objetivos.
II) conteúdos.
III) avaliação.
IV) procedimentos.
II) conteúdos.
III) avaliação.
IV) procedimentos.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
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A implementação do projeto político- pedagógico é uma das condições para que a identidade da escola possa se construir como espaço de construção do conhecimento e da cidadania. Nesse sentido, o currículo pode desempenhar um papel relevante na formação de uma identidade cultural. Para tanto, o currículo deverá
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A avaliação perpassa toda a prática educativa e pode ser considerada uma importante aliada no processo ensino-aprendizagem. Dentre as características da avaliação formativa abaixo
I) destina-se a classificar os alunos, utilizando critérios de avaliação objetivos e explícitos, rigidamente controlados.
II) está voltada a promover a aprendizagem dos estudantes.
III) considera o progresso individual dos estudantes.
IV) situa os estudantes no desempenho de um papel central, participando ativamente no processo ensino-aprendizagem.
V) utiliza diversidade de estratégias e de instrumentos de avaliação.
II) está voltada a promover a aprendizagem dos estudantes.
III) considera o progresso individual dos estudantes.
IV) situa os estudantes no desempenho de um papel central, participando ativamente no processo ensino-aprendizagem.
V) utiliza diversidade de estratégias e de instrumentos de avaliação.
está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
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O desafio de criar novas regras
"A falta de normas globais sobre privacidade na internet tem consequências nefastas. Perdem os
indivíduos, que não sabem se
seus dados estão seguros. E há também incerteza nos negócios"
indivíduos, que não sabem se
seus dados estão seguros. E há também incerteza nos negócios"
Eric Schmidt
À medida que a era da informação avança, as tecnologias que a alimentam se tornam mais úteis e sofisticadas. As oportunidades são imensas. Mas esses avanços às vezes nos fazem sentir como peixes num aquário digital. Câmeras registram nossas compras e nossas viagens. Celulares seguem nossos movimentos. E-mails deixam rastros de nossas conversas. As últimas tendências da internet – blogs, redes sociais e sites para a troca de vídeos – nos levam um passo adiante. Com um clique no mouse, é possível compartilhar quase tudo – fotografias, vídeos, e os pensamentos mais íntimos – com quase todos. Por isso, é fundamental definir novas regras em torno do tema privacidade, para regular um mundo cada vez mais transparente. E, quando digo novas regras, não quero dizer necessariamente novas leis. A autorregulação com frequência funciona melhor que a legislação, sobretudo em mercados altamente competitivos nos quais as pessoas podem trocar de serviço simplesmente digitando algumas letras num computador.
O mercado de buscas é um bom exemplo. Sites como o Google mantêm registros das pesquisas dos clientes. Por que guardar essas informações? Há vários motivos, mas os mais importantes são melhorar nosso serviço e manter a segurança de nossos sistemas. Quando alguém digita "David Bekam" e o Google pergunta "Você quis dizer: David Beckham", essa correção é o resultado da análise dos registros deixados pelos usuários. Da mesma forma, quanto maior for o entendimento de nossos engenheiros sobre os diferentes padrões de pesquisa que ocorrem no site, mais chance teremos de combater fraudes e páginas falsas criadas para influenciar os resultados da busca. No Google há pessoas dedicadas ao estudo do comportamento dos usuários. Nosso objetivo é entender o que fazem, saber do que gostam e assim lhes oferecer melhores produtos e serviços. Compreendemos que nem todos se sentirão confortáveis em compartilhar conosco esse tipo de informação. E é por isso que acreditamos que dar escolha aos clientes é fundamental.
É claro que a legislação tem lugar no estabelecimento de regras mínimas de privacidade. Por enquanto, contudo, a maioria das nações não possui nenhum tipo de regra para proteção de dados. Onde existe legislação, ela é tipicamente emaranhada. A falta de normas globais sobre privacidade na internet tem consequências nefastas. Perdem os indivíduos, que não sabem se seus dados estão seguros – onde quer que estejam armazenados. Há também incerteza nos negócios. Como uma empresa global, por exemplo, sabe qual padrão de proteção de dados aplicar em cada mercado no qual opera? Por isso, o Google advoga uma abordagem nova do tema da privacidade – e pede mais coordenação da comunidade internacional.
A velocidade e a escala da revolução digital são tão grandes que poucos ainda lembram como era a vida antes de podermos nos comunicar ou buscar informações 24 horas por dia, sete dias por semana. Também os benefícios desse novo mundo são de tal magnitude que quem quer que se recorde de nosso passado analógico não gostaria de voltar a ele. Encaramos uma tarefa dupla: aumentar a confiança das pessoas na internet prevenindo abusos e fomentando inovações. Critérios universais de proteção da privacidade são essenciais para atingir esses objetivos. Pela prosperidade econômica, pela boa governança e pela liberdade individual, devemos acelerar nossos esforços para implementá-los.
*Eric Schmidt é presidente do Google Revista Veja, 12 de agosto de 2009
Dos seguintes pares,
I) avanço da era da informação/ tecnologias mais úteis e sofisticadas.
II) maior o entendimento de nossos engenheiros/ mais chance de combater fraudes e páginas falsas.
III) velocidade e escala da revolução digital muito grandes/ poucas lembranças da vida antes da internet.
IV) benefícios de tal magnitude/ negação do passado analógico.
V) falta de normas globais sobre privacidade na internet/ incerteza nos negócios.
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O termo “fracasso escolar” é discutível e vem recebendo uma série de críticas por autores contemporâneos. Uma das razões que motiva essa crítica está expressa na seguinte afirmação:
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A Escola Nova, liderada por Anísio Teixeira e outros educadores, formou-se no início da década de 30, no Brasil. O autor que exerceu muita influência nesse movimento, tanto no Brasil quanto na América Latina, foi
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O desafio de criar novas regras
"A falta de normas globais sobre privacidade na internet tem consequências nefastas. Perdem os
indivíduos, que não sabem se
seus dados estão seguros. E há também incerteza nos negócios"
indivíduos, que não sabem se
seus dados estão seguros. E há também incerteza nos negócios"
Eric Schmidt
À medida que a era da informação avança, as tecnologias que a alimentam se tornam mais úteis e sofisticadas. As oportunidades são imensas. Mas esses avanços às vezes nos fazem sentir como peixes num aquário digital. Câmeras registram nossas compras e nossas viagens. Celulares seguem nossos movimentos. E-mails deixam rastros de nossas conversas. As últimas tendências da internet – blogs, redes sociais e sites para a troca de vídeos – nos levam um passo adiante. Com um clique no mouse, é possível compartilhar quase tudo – fotografias, vídeos, e os pensamentos mais íntimos – com quase todos. Por isso, é fundamental definir novas regras em torno do tema privacidade, para regular um mundo cada vez mais transparente. E, quando digo novas regras, não quero dizer necessariamente novas leis. A autorregulação com frequência funciona melhor que a legislação, sobretudo em mercados altamente competitivos nos quais as pessoas podem trocar de serviço simplesmente digitando algumas letras num computador.
O mercado de buscas é um bom exemplo. Sites como o Google mantêm registros das pesquisas dos clientes. Por que guardar essas informações? Há vários motivos, mas os mais importantes são melhorar nosso serviço e manter a segurança de nossos sistemas. Quando alguém digita "David Bekam" e o Google pergunta "Você quis dizer: David Beckham", essa correção é o resultado da análise dos registros deixados pelos usuários. Da mesma forma, quanto maior for o entendimento de nossos engenheiros sobre os diferentes padrões de pesquisa que ocorrem no site, mais chance teremos de combater fraudes e páginas falsas criadas para influenciar os resultados da busca. No Google há pessoas dedicadas ao estudo do comportamento dos usuários. Nosso objetivo é entender o que fazem, saber do que gostam e assim lhes oferecer melhores produtos e serviços. Compreendemos que nem todos se sentirão confortáveis em compartilhar conosco esse tipo de informação. E é por isso que acreditamos que dar escolha aos clientes é fundamental.
É claro que a legislação tem lugar no estabelecimento de regras mínimas de privacidade. Por enquanto, contudo, a maioria das nações não possui nenhum tipo de regra para proteção de dados. Onde existe legislação, ela é tipicamente emaranhada. A falta de normas globais sobre privacidade na internet tem consequências nefastas. Perdem os indivíduos, que não sabem se seus dados estão seguros – onde quer que estejam armazenados. Há também incerteza nos negócios. Como uma empresa global, por exemplo, sabe qual padrão de proteção de dados aplicar em cada mercado no qual opera? Por isso, o Google advoga uma abordagem nova do tema da privacidade – e pede mais coordenação da comunidade internacional.
A velocidade e a escala da revolução digital são tão grandes que poucos ainda lembram como era a vida antes de podermos nos comunicar ou buscar informações 24 horas por dia, sete dias por semana. Também os benefícios desse novo mundo são de tal magnitude que quem quer que se recorde de nosso passado analógico não gostaria de voltar a ele. Encaramos uma tarefa dupla: aumentar a confiança das pessoas na internet prevenindo abusos e fomentando inovações. Critérios universais de proteção da privacidade são essenciais para atingir esses objetivos. Pela prosperidade econômica, pela boa governança e pela liberdade individual, devemos acelerar nossos esforços para implementá-los.
*Eric Schmidt é presidente do Google Revista Veja, 12 de agosto de 2009
Na palavra autorregulamentação, o elemento auto tem o mesmo significado que nas palavras
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A orientação educacional tem sido uma das funções exercidas pelos pedagogos, em nosso país. A análise dos contextos históricos, das políticas educativas e da legislação pertinente pode contribuir para problematizar a trajetória da orientação educacional no Brasil. A seguir, são apresentados alguns dados relativos a esses momentos históricos.
I) A origem da Orientação Educacional em nosso país situa-se em torno de 1930, inspirando-se na experiência da orientação profissional que se realizava no Brasil.
II) A LDB de 5.692/71 instituiu a obrigatoriedade da Orientação Educacional, incluindo o aconselhamento vocacional, em cooperação com os professores, a família e a comunidade.
III) A partir de 1980, a Orientação Educacional e seus pressupostos teóricos começam a ser questionados e rediscutidos.
IV) A LDB 9394/96 estabeleceu que a formação de profissionais de educação, entre eles, o orientador educacional, será feita em cursos de graduação em Pedagogia ou em nível de pós-graduação, a critério da instituição de ensino, garantida, nessa formação, a base comum nacional.
Estão corretas apenas as afirmativas:
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O Projeto Pedagógico constitui-se importante instrumento na perspectiva de propiciar uma direção ao processo educativo. Dentre as razões para justificar a relevância do Projeto Pedagógico:
I) explicitar as normas e procedimentos burocráticos da instituição escolar.
II) elaborar, desenvolver e avaliar a proposta educacional.
III) explicitar os princípios, objetivos e metas da escola, bem como atividades e práticas desenvolvidas em comum.
IV) expressar o caráter formativo da organização escolar, do sistema de gestão e da tomada de decisões.
V) tornar visível o grau de autonomia da equipe escolar, de seu trabalho educativo.
está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
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