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Foram encontradas 40 questões.

242067 Ano: 2010
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Analise os itens abaixo:
I) Contrato de Serviço é todo ajuste administrativo que tem por objeto uma atividade prestada à Administração, para atendimento de suas necessidades ou de seus administrados.
II) Contrato de Fornecimento é o ajuste administrativo pelo qual a Administração adquire coisas móveis necessárias à realização de suas obras ou manutenção de seus serviços.
III) Contrato de Concessão é o ajuste pelo qual a Administração delega ao particular a execução remunerada de serviço ou de obra pública ou lhe cede o uso de um público, para que o explore por sua conta e risco, pelo prazo e nas condições regulamentares e contratuais.
IV) o Contrato de Gerenciamento possibilita à Administração Superior fixar metas e prazos de execução a serem cumpridos pela entidade
privada a fim de permitir melhor controle de resultados.
Está(ão) correto(s) apenas
 

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242025 Ano: 2010
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Sobre as Entidades que compõem a Administração Pública Indireta, é correto dizer que:
 

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240084 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
O seguinte artigo de Stephen Kanitz servirá de base para a resolução da questão abaixo.
Você está despedido!
Stephen Kanitz
Você é diretor de uma indústria de geladeiras. O mercado vai de vento em popa e a diretoria decidiu duplicar o tamanho da fábrica. No meio da construção, os economistas americanos preveem uma recessão, com grande alarde na imprensa. A diretoria da empresa, já com um fluxo de caixa apertado, decide, pelo sim, pelo não, economizar 20 milhões de dólares. Sua missão é determinar onde e como realizar esse corte nas despesas.
Esse é o resumo de um dos muitos estudos de caso que tive para resolver no mestrado de administração, que me marcou e merece ser relatado. O professor chamou um colega ao lado para começar a discussão. O primeiro tem sempre a obrigação de trazer à tona as questões mais relevantes, apontar as variáveis críticas, separar o joio do trigo e apresentar um início de solução.
"Antes de mais nada, eu mandaria embora 620 funcionários não essenciais, economizando 12 200 000 dólares. Postergaria, por seis meses os gastos com propaganda, porque nossa marca é muito forte. Cancelaria nossos programas de treinamento por um ano, já que estaremos em compasso de espera. Finalmente, cortaria 95% de nossos projetos sociais, afinal nossa sobrevivência vem em primeiro lugar". É exatamente isso que as empresas brasileiras estão fazendo neste momento, muitas até premiadas por sua "responsabilidade social".
Terminada a exposição, o professor se dirigiu ao meu colega e disse:
– Levante-se e saia da sala.
– Desculpe, professor, eu não entendi - disse John, meio aflito.
– Eu disse para sair desta sala e nunca mais voltar. Eu disse: PARA FORA! Nunca mais ponha os pés aqui em Harvard.
Ficamos todos boquiabertos e com os cabelos em pé. Nem um suspiro. Meu colega começou a soluçar e, cabisbaixo, se preparou para deixar a sala. O silêncio era sepulcral.
Quando estava prestes a sair, o professor fez seu último comentário:
– Agora vocês sabem o que é ser despedido. Ser despedido sem mostrar nenhuma deficiência ou incompetência, mas simplesmente porque um bando de prima-donas em Washington meteu medo em todo mundo. Nunca mais na vida despeçam funcionários como primeira opção. Despedir gente é sempre a última alternativa.
Aquela aula foi uma lição e tanto. É fácil despedir 620 funcionários como se fossem simples linhas de uma planilha eletrônica, sem ter de olhar cara a cara para as pessoas demitidas. É fácil sair nos jornais prevendo o fim da economia ou aumentar as taxas de juros para 25% quando não é você quem tem de despedir milhares de funcionários nem pagar pelas consequências. Economistas, pelo jeito, nunca chegam a estudar casos como esse nos cursos de política monetária.
Se você decidiu reduzir seus gastos familiares "só para se garantir", também estará despedindo pessoas e gerando uma recessão. Se todas as empresas e famílias cortarem seus gastos a cada previsão de crise, criaremos crises de fato, com mais desemprego e mais recessão. A solução para crises é reservas e poupança, poupança previamente acumulada.
O correto é poupar e fazer reservas públicas e privadas, nos anos de vacas gordas para não ter de despedir pessoas nem reduzir gastos nos anos de vacas magras, conselho milenar. Poupar e fazer caixa no meio da crise é dar um tiro no pé. Demitir funcionários contratados a dedo, talentos do presente e do futuro, é suicídio.
Se todos constituíssem reservas, inclusive o governo, ninguém precisaria ficar apavorado, e manteríamos o padrão de vida, sem cortar despesas. Se a crise for maior que as reservas, aí não terá jeito, a não ser apertar o cinto, sem esquecer aquela memorável lição: na hora de reduzir custos, os seres humanos vêm em último lugar.
http://www.kanitz.com/veja/outplacement.asp (acessado em 7 de novembro de 2010)
Acerca de John, a partir do que o autor diz sobre ele, analisa as seguintes afirmações.
I) Conhece ou pensa conhecer a realidade brasileira, pois criticou empresas de nosso país que cortam investimentos na área social.
II) É um analista técnico que, pelo menos até então, não levava em consideração o drama familiar que suas “decisões” poderiam gerar.
III) Tem o perfil estereotípico do administrador americano: racionalista, frio, contestador e inabalável.
Está(ão) correta(s) apenas
 

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238533 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Segundo a Lei 6404/76, analise os conceitos abaixo:
I) “É a operação pela qual uma ou mais sociedades são absorvidas por outra, que lhes sucede em todos os direitos e obrigações.”
II) “É a operação pela qual se unem duas ou mais sociedades para formar sociedade nova, que lhes sucederá em todos os direitos e obrigações.”
III) “É a operação pela qual a companhia transfere parcelas do seu patrimônio para uma ou mais sociedades, constituídas para esse fim ou já existentes, extinguindo-se a companhia cindida, se houver versão de todo o seu patrimônio, ou dividindo-se o seu capital, se parcial a versão.”
Os conceitos indicam, respectivamente,
 

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237509 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
O seguinte artigo de Stephen Kanitz servirá de base para a resolução da questão abaixo.
Você está despedido!
Stephen Kanitz
Você é diretor de uma indústria de geladeiras. O mercado vai de vento em popa e a diretoria decidiu duplicar o tamanho da fábrica. No meio da construção, os economistas americanos preveem uma recessão, com grande alarde na imprensa. A diretoria da empresa, já com um fluxo de caixa apertado, decide, pelo sim, pelo não, economizar 20 milhões de dólares. Sua missão é determinar onde e como realizar esse corte nas despesas.
Esse é o resumo de um dos muitos estudos de caso que tive para resolver no mestrado de administração, que me marcou e merece ser relatado. O professor chamou um colega ao lado para começar a discussão. O primeiro tem sempre a obrigação de trazer à tona as questões mais relevantes, apontar as variáveis críticas, separar o joio do trigo e apresentar um início de solução.
"Antes de mais nada, eu mandaria embora 620 funcionários não essenciais, economizando 12 200 000 dólares. Postergaria, por seis meses os gastos com propaganda, porque nossa marca é muito forte. Cancelaria nossos programas de treinamento por um ano, já que estaremos em compasso de espera. Finalmente, cortaria 95% de nossos projetos sociais, afinal nossa sobrevivência vem em primeiro lugar". É exatamente isso que as empresas brasileiras estão fazendo neste momento, muitas até premiadas por sua "responsabilidade social".
Terminada a exposição, o professor se dirigiu ao meu colega e disse:
– Levante-se e saia da sala.
– Desculpe, professor, eu não entendi - disse John, meio aflito.
– Eu disse para sair desta sala e nunca mais voltar. Eu disse: PARA FORA! Nunca mais ponha os pés aqui em Harvard.
Ficamos todos boquiabertos e com os cabelos em pé. Nem um suspiro. Meu colega começou a soluçar e, cabisbaixo, se preparou para deixar a sala. O silêncio era sepulcral.
Quando estava prestes a sair, o professor fez seu último comentário:
– Agora vocês sabem o que é ser despedido. Ser despedido sem mostrar nenhuma deficiência ou incompetência, mas simplesmente porque um bando de prima-donas em Washington meteu medo em todo mundo. Nunca mais na vida despeçam funcionários como primeira opção. Despedir gente é sempre a última alternativa.
Aquela aula foi uma lição e tanto. É fácil despedir 620 funcionários como se fossem simples linhas de uma planilha eletrônica, sem ter de olhar cara a cara para as pessoas demitidas. É fácil sair nos jornais prevendo o fim da economia ou aumentar as taxas de juros para 25% quando não é você quem tem de despedir milhares de funcionários nem pagar pelas consequências. Economistas, pelo jeito, nunca chegam a estudar casos como esse nos cursos de política monetária.
Se você decidiu reduzir seus gastos familiares "só para se garantir", também estará despedindo pessoas e gerando uma recessão. Se todas as empresas e famílias cortarem seus gastos a cada previsão de crise, criaremos crises de fato, com mais desemprego e mais recessão. A solução para crises é reservas e poupança, poupança previamente acumulada.
O correto é poupar e fazer reservas públicas e privadas, nos anos de vacas gordas para não ter de despedir pessoas nem reduzir gastos nos anos de vacas magras, conselho milenar. Poupar e fazer caixa no meio da crise é dar um tiro no pé. Demitir funcionários contratados a dedo, talentos do presente e do futuro, é suicídio.
Se todos constituíssem reservas, inclusive o governo, ninguém precisaria ficar apavorado, e manteríamos o padrão de vida, sem cortar despesas. Se a crise for maior que as reservas, aí não terá jeito, a não ser apertar o cinto, sem esquecer aquela memorável lição: na hora de reduzir custos, os seres humanos vêm em último lugar.
http://www.kanitz.com/veja/outplacement.asp (acessado em 7 de novembro de 2010)
Observa esta frase, retirada do último parágrafo.
“Se todos constituíssem reservas, inclusive o governo, ninguém precisaria ficar apavorado, e manteríamos o padrão de vida, sem cortar despesas.”
Caso substituíssemos “constituíssem” por “constituírem”, deveríamos fazer quais outras alterações (para nos mantermos fiéis à norma padrão)?
 

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225738 Ano: 2010
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Sobre ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS, considere as afirmações abaixo:

I) O conceito de DISTRIBUIÇÃO refere-se à combinação das atividades e instituições associadas à promoção, comercialização e transferência física do produto desde o produtor até o consumidor final.

II) Como LOGÍSTICA podemos considerar a adminstração do fluxo de materiais, produtos e pessoas de determinados locais para outros, onde são necessários, ou seja, inclui o fluxo total de materiais, desde o ponto de aquisição até o da entrega ao consumidor.

III) DISTRIBUIÇÃO FÍSICA é a parte do sistema logístico que se encarrega da movimentação física dos produtos, no sentido do fornecedor ou vendedor para o cliente ou consumidor final. Suas características se assemelham muito às do SUPRIMENTO FÍSICO, porém esta se processa no sentido inverso.

Está(ão) correta(s):

 

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225676 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Conforme a Lei 4320/64, na Demonstração das Variações Patrimoniais, a Variação Ativa é composta da seguinte forma:
 

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220811 Ano: 2010
Disciplina: Auditoria Governamental e Controle
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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É correto afirmar que:
I) O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido por meio do Tribunal de Contas da União e da Controladoria-Geral da União.
II) A fiscalização contábil da União e das entidades da administração direta e indireta, quanto à economicidade, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada Poder.
III) Qualquer cidadão é parte legítima para, na forma da lei, denunciar irregularidades ou ilegalidades perante o Tribunal de Contas da União.
IV) Os responsáveis pelo controle interno, ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade ou ilegalidade, dela darão ciência ao Tribunal de Contas da União, sob pena de responsabilidade solidária.
Está(ão) correta(s):
 

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214897 Ano: 2010
Disciplina: Auditoria Governamental e Controle
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Provas:
Considere as afirmações abaixo:
I) São classificações de auditoria a auditoria de gestão, a auditoria de conformidade e a auditoria de desempenho.
II) A auditoria governamental compreende, estritamente, a avaliação da legalidade dos atos administrativos.
III) A auditoria governamental tem como uma das suas finalidades a avaliação dos resultados, quanto à economicidade, eficiência e eficácia da gestão orçamentária, financeira e patrimonial nas unidades da administração direta.
Está(ão) correta(s):
 

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214853 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
O seguinte artigo de Stephen Kanitz servirá de base para a resolução da questão abaixo.
Você está despedido!
Stephen Kanitz
Você é diretor de uma indústria de geladeiras. O mercado vai de vento em popa e a diretoria decidiu duplicar o tamanho da fábrica. No meio da construção, os economistas americanos preveem uma recessão, com grande alarde na imprensa. A diretoria da empresa, já com um fluxo de caixa apertado, decide, pelo sim, pelo não, economizar 20 milhões de dólares. Sua missão é determinar onde e como realizar esse corte nas despesas.
Esse é o resumo de um dos muitos estudos de caso que tive para resolver no mestrado de administração, que me marcou e merece ser relatado. O professor chamou um colega ao lado para começar a discussão. O primeiro tem sempre a obrigação de trazer à tona as questões mais relevantes, apontar as variáveis críticas, separar o joio do trigo e apresentar um início de solução.
"Antes de mais nada, eu mandaria embora 620 funcionários não essenciais, economizando 12 200 000 dólares. Postergaria, por seis meses os gastos com propaganda, porque nossa marca é muito forte. Cancelaria nossos programas de treinamento por um ano, já que estaremos em compasso de espera. Finalmente, cortaria 95% de nossos projetos sociais, afinal nossa sobrevivência vem em primeiro lugar". É exatamente isso que as empresas brasileiras estão fazendo neste momento, muitas até premiadas por sua "responsabilidade social".
Terminada a exposição, o professor se dirigiu ao meu colega e disse:
– Levante-se e saia da sala.
– Desculpe, professor, eu não entendi - disse John, meio aflito.
– Eu disse para sair desta sala e nunca mais voltar. Eu disse: PARA FORA! Nunca mais ponha os pés aqui em Harvard.
Ficamos todos boquiabertos e com os cabelos em pé. Nem um suspiro. Meu colega começou a soluçar e, cabisbaixo, se preparou para deixar a sala. O silêncio era sepulcral.
Quando estava prestes a sair, o professor fez seu último comentário:
– Agora vocês sabem o que é ser despedido. Ser despedido sem mostrar nenhuma deficiência ou incompetência, mas simplesmente porque um bando de prima-donas em Washington meteu medo em todo mundo. Nunca mais na vida despeçam funcionários como primeira opção. Despedir gente é sempre a última alternativa.
Aquela aula foi uma lição e tanto. É fácil despedir 620 funcionários como se fossem simples linhas de uma planilha eletrônica, sem ter de olhar cara a cara para as pessoas demitidas. É fácil sair nos jornais prevendo o fim da economia ou aumentar as taxas de juros para 25% quando não é você quem tem de despedir milhares de funcionários nem pagar pelas consequências. Economistas, pelo jeito, nunca chegam a estudar casos como esse nos cursos de política monetária.
Se você decidiu reduzir seus gastos familiares "só para se garantir", também estará despedindo pessoas e gerando uma recessão. Se todas as empresas e famílias cortarem seus gastos a cada previsão de crise, criaremos crises de fato, com mais desemprego e mais recessão. A solução para crises é reservas e poupança, poupança previamente acumulada.
O correto é poupar e fazer reservas públicas e privadas, nos anos de vacas gordas para não ter de despedir pessoas nem reduzir gastos nos anos de vacas magras, conselho milenar. Poupar e fazer caixa no meio da crise é dar um tiro no pé. Demitir funcionários contratados a dedo, talentos do presente e do futuro, é suicídio.
Se todos constituíssem reservas, inclusive o governo, ninguém precisaria ficar apavorado, e manteríamos o padrão de vida, sem cortar despesas. Se a crise for maior que as reservas, aí não terá jeito, a não ser apertar o cinto, sem esquecer aquela memorável lição: na hora de reduzir custos, os seres humanos vêm em último lugar.
http://www.kanitz.com/veja/outplacement.asp (acessado em 7 de novembro de 2010)
Que justificativa explica as aspas utilizadas por Kanitz (“só para se garantir”) no antepenúltimo parágrafo?
 

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