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Foram encontradas 200 questões.

220896 Ano: 2010
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Uma cadela em estro fugiu de seu dono e foi encontrada em companhia de um macho potencialmente fértil. Considerando que não existe interesse em que a cadela geste, a melhor alternativa de procedimento é:
 

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220811 Ano: 2010
Disciplina: Auditoria Governamental e Controle
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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É correto afirmar que:
I) O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido por meio do Tribunal de Contas da União e da Controladoria-Geral da União.
II) A fiscalização contábil da União e das entidades da administração direta e indireta, quanto à economicidade, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada Poder.
III) Qualquer cidadão é parte legítima para, na forma da lei, denunciar irregularidades ou ilegalidades perante o Tribunal de Contas da União.
IV) Os responsáveis pelo controle interno, ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade ou ilegalidade, dela darão ciência ao Tribunal de Contas da União, sob pena de responsabilidade solidária.
Está(ão) correta(s):
 

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220758 Ano: 2010
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Assinale a alternativa que completa corretamente o conceito descrito abaixo:
é o conjunto de objetos digitais construídos a partir do uso de instrumentos eletrônicos, concebidos com o objetivo de registrar e comunicar pensamentos, idéias, imagens e sons, tornando-os disponíveis a um segmento determinado, porém ilimitado de pessoas dispersas onde quer que a internet e a plataforma WWW possam alcançar.” (NAVES,2006)
 

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220752 Ano: 2010
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Considerando a classificação das categorias de medidas funcionais da avaliação do desempenho logístico, escolha dentre as alternativas a seguir aquela que descreve a categoria que está associada à medida de desempenho “giro de estoque”.

 

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217097 Ano: 2010
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Ao se observar os tipos de respiração, através dos parâmetros relacionados à frequência, à profundidade e ao ritmo, podem-se verificar alterações no padrão respiratório, resultantes de diversos fatores, sendo o principal as patologias associadas ao sistema respiratório. Sendo assim é correto afirmar que:
 

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214897 Ano: 2010
Disciplina: Auditoria Governamental e Controle
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Considere as afirmações abaixo:
I) São classificações de auditoria a auditoria de gestão, a auditoria de conformidade e a auditoria de desempenho.
II) A auditoria governamental compreende, estritamente, a avaliação da legalidade dos atos administrativos.
III) A auditoria governamental tem como uma das suas finalidades a avaliação dos resultados, quanto à economicidade, eficiência e eficácia da gestão orçamentária, financeira e patrimonial nas unidades da administração direta.
Está(ão) correta(s):
 

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214872 Ano: 2010
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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A ética no cuidado à saúde tem sido tema cada vez mais recorrente nas discussões profissionais, econômicas e políticas no campo da saúde, e, isso tem ocorrido em virtude do aumento de situações controversas associadas aos avanços tecnológicos e da genética. Quanto aos problemas éticos comumente vivenciados pelos profissionais enfermeiros, é correto afirmar:
 

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214853 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
O seguinte artigo de Stephen Kanitz servirá de base para a resolução da questão abaixo.
Você está despedido!
Stephen Kanitz
Você é diretor de uma indústria de geladeiras. O mercado vai de vento em popa e a diretoria decidiu duplicar o tamanho da fábrica. No meio da construção, os economistas americanos preveem uma recessão, com grande alarde na imprensa. A diretoria da empresa, já com um fluxo de caixa apertado, decide, pelo sim, pelo não, economizar 20 milhões de dólares. Sua missão é determinar onde e como realizar esse corte nas despesas.
Esse é o resumo de um dos muitos estudos de caso que tive para resolver no mestrado de administração, que me marcou e merece ser relatado. O professor chamou um colega ao lado para começar a discussão. O primeiro tem sempre a obrigação de trazer à tona as questões mais relevantes, apontar as variáveis críticas, separar o joio do trigo e apresentar um início de solução.
"Antes de mais nada, eu mandaria embora 620 funcionários não essenciais, economizando 12 200 000 dólares. Postergaria, por seis meses os gastos com propaganda, porque nossa marca é muito forte. Cancelaria nossos programas de treinamento por um ano, já que estaremos em compasso de espera. Finalmente, cortaria 95% de nossos projetos sociais, afinal nossa sobrevivência vem em primeiro lugar". É exatamente isso que as empresas brasileiras estão fazendo neste momento, muitas até premiadas por sua "responsabilidade social".
Terminada a exposição, o professor se dirigiu ao meu colega e disse:
– Levante-se e saia da sala.
– Desculpe, professor, eu não entendi - disse John, meio aflito.
– Eu disse para sair desta sala e nunca mais voltar. Eu disse: PARA FORA! Nunca mais ponha os pés aqui em Harvard.
Ficamos todos boquiabertos e com os cabelos em pé. Nem um suspiro. Meu colega começou a soluçar e, cabisbaixo, se preparou para deixar a sala. O silêncio era sepulcral.
Quando estava prestes a sair, o professor fez seu último comentário:
– Agora vocês sabem o que é ser despedido. Ser despedido sem mostrar nenhuma deficiência ou incompetência, mas simplesmente porque um bando de prima-donas em Washington meteu medo em todo mundo. Nunca mais na vida despeçam funcionários como primeira opção. Despedir gente é sempre a última alternativa.
Aquela aula foi uma lição e tanto. É fácil despedir 620 funcionários como se fossem simples linhas de uma planilha eletrônica, sem ter de olhar cara a cara para as pessoas demitidas. É fácil sair nos jornais prevendo o fim da economia ou aumentar as taxas de juros para 25% quando não é você quem tem de despedir milhares de funcionários nem pagar pelas consequências. Economistas, pelo jeito, nunca chegam a estudar casos como esse nos cursos de política monetária.
Se você decidiu reduzir seus gastos familiares "só para se garantir", também estará despedindo pessoas e gerando uma recessão. Se todas as empresas e famílias cortarem seus gastos a cada previsão de crise, criaremos crises de fato, com mais desemprego e mais recessão. A solução para crises é reservas e poupança, poupança previamente acumulada.
O correto é poupar e fazer reservas públicas e privadas, nos anos de vacas gordas para não ter de despedir pessoas nem reduzir gastos nos anos de vacas magras, conselho milenar. Poupar e fazer caixa no meio da crise é dar um tiro no pé. Demitir funcionários contratados a dedo, talentos do presente e do futuro, é suicídio.
Se todos constituíssem reservas, inclusive o governo, ninguém precisaria ficar apavorado, e manteríamos o padrão de vida, sem cortar despesas. Se a crise for maior que as reservas, aí não terá jeito, a não ser apertar o cinto, sem esquecer aquela memorável lição: na hora de reduzir custos, os seres humanos vêm em último lugar.
http://www.kanitz.com/veja/outplacement.asp (acessado em 7 de novembro de 2010)
Que justificativa explica as aspas utilizadas por Kanitz (“só para se garantir”) no antepenúltimo parágrafo?
 

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214834 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
O seguinte artigo de Stephen Kanitz servirá de base para a resolução da questão abaixo.
Você está despedido!
Stephen Kanitz
Você é diretor de uma indústria de geladeiras. O mercado vai de vento em popa e a diretoria decidiu duplicar o tamanho da fábrica. No meio da construção, os economistas americanos preveem uma recessão, com grande alarde na imprensa. A diretoria da empresa, já com um fluxo de caixa apertado, decide, pelo sim, pelo não, economizar 20 milhões de dólares. Sua missão é determinar onde e como realizar esse corte nas despesas.
Esse é o resumo de um dos muitos estudos de caso que tive para resolver no mestrado de administração, que me marcou e merece ser relatado. O professor chamou um colega ao lado para começar a discussão. O primeiro tem sempre a obrigação de trazer à tona as questões mais relevantes, apontar as variáveis críticas, separar o joio do trigo e apresentar um início de solução.
"Antes de mais nada, eu mandaria embora 620 funcionários não essenciais, economizando 12 200 000 dólares. Postergaria, por seis meses os gastos com propaganda, porque nossa marca é muito forte. Cancelaria nossos programas de treinamento por um ano, já que estaremos em compasso de espera. Finalmente, cortaria 95% de nossos projetos sociais, afinal nossa sobrevivência vem em primeiro lugar". É exatamente isso que as empresas brasileiras estão fazendo neste momento, muitas até premiadas por sua "responsabilidade social".
Terminada a exposição, o professor se dirigiu ao meu colega e disse:
– Levante-se e saia da sala.
– Desculpe, professor, eu não entendi - disse John, meio aflito.
– Eu disse para sair desta sala e nunca mais voltar. Eu disse: PARA FORA! Nunca mais ponha os pés aqui em Harvard.
Ficamos todos boquiabertos e com os cabelos em pé. Nem um suspiro. Meu colega começou a soluçar e, cabisbaixo, se preparou para deixar a sala. O silêncio era sepulcral.
Quando estava prestes a sair, o professor fez seu último comentário:
– Agora vocês sabem o que é ser despedido. Ser despedido sem mostrar nenhuma deficiência ou incompetência, mas simplesmente porque um bando de prima-donas em Washington meteu medo em todo mundo. Nunca mais na vida despeçam funcionários como primeira opção. Despedir gente é sempre a última alternativa.
Aquela aula foi uma lição e tanto. É fácil despedir 620 funcionários como se fossem simples linhas de uma planilha eletrônica, sem ter de olhar cara a cara para as pessoas demitidas. É fácil sair nos jornais prevendo o fim da economia ou aumentar as taxas de juros para 25% quando não é você quem tem de despedir milhares de funcionários nem pagar pelas consequências. Economistas, pelo jeito, nunca chegam a estudar casos como esse nos cursos de política monetária.
Se você decidiu reduzir seus gastos familiares "só para se garantir", também estará despedindo pessoas e gerando uma recessão. Se todas as empresas e famílias cortarem seus gastos a cada previsão de crise, criaremos crises de fato, com mais desemprego e mais recessão. A solução para crises é reservas e poupança, poupança previamente acumulada.
O correto é poupar e fazer reservas públicas e privadas, nos anos de vacas gordas para não ter de despedir pessoas nem reduzir gastos nos anos de vacas magras, conselho milenar. Poupar e fazer caixa no meio da crise é dar um tiro no pé. Demitir funcionários contratados a dedo, talentos do presente e do futuro, é suicídio.
Se todos constituíssem reservas, inclusive o governo, ninguém precisaria ficar apavorado, e manteríamos o padrão de vida, sem cortar despesas. Se a crise for maior que as reservas, aí não terá jeito, a não ser apertar o cinto, sem esquecer aquela memorável lição: na hora de reduzir custos, os seres humanos vêm em último lugar.
http://www.kanitz.com/veja/outplacement.asp (acessado em 7 de novembro de 2010)
Perguntado sobre o que fazer em uma dada situação, John propôs quatro medidas, as quais indicam pressupor ele que
 

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214817 Ano: 2010
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Provas:
G.H.S., 45 anos, sexo masculino, é vítima de um acidente automobilístico e é atendido Pronto Socorro de Pelotas-RS, onde se constata traumatismo crânio-encefálico (TCE) com pressão intracraniana (PIC) elevada. Nessa situação, o enfermeiro deve levar em conta que
 

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