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Foram encontradas 238 questões.

643787 Ano: 2012
Disciplina: Química
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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As substâncias inflamáveis devem ser aquecidas em

 

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642303 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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O SEGREDO DAS MÃES FRANCESAS
Paciência e pulso firme
O segredo francês é esperar: o método não dá gratificações imediatas. Ele começa mais ou menos no nascimento. Quando um bebê francês chora à noite, os pais se aproximam, param e observam por alguns minutos(A). Eles sabem que o padrão de sono dos bebês inclui movimentos, barulhos e ciclos de duas horas de sono, entre os quais o bebê pode chorar. Deixados sozinhos, eles podem se acalmar e voltar a dormir. Se você irromper como um anglófono e imediatamente pegar o seu bebê no colo, está treinando-o a acordar de propósito. Resultado? Com frequência, bebês franceses dormem a noite toda a partir dos dois meses(C).
Crianças francesas continuam a esperar – quando são bebês, aguardam “longos intervalos entre uma refeição e outra”, e, quando mais velhos, esperam até as 16h por doces e bolos (sem guloseimas antes do caixa do supermercado) ou até suas mães terminarem uma conversa ou seja o que for que elas estejam fazendo no momento. Até mesmo crianças pequenas esperam sem problemas pela comida em restaurantes(D). Essa espera, segundo os franceses, “é a primeira lição crucial sobre autoconfiança e como aproveitar a própria companhia”.
Françoise Dolto, “o titã da educação francesa”, acredita que crianças são racionais e “compreendem linguagem assim que nascem” – por isso, você pode “explicar o mundo para elas”. Deve-se impor “limites firmes, mas lhes dando liberdade dentro desses limites”(B). É uma mistura difícil com a qual se familiarizar. Os franceses acham que crianças devem aprender a lidar com frustrações. É uma habilidade essencial para a vida. E “a palavra ‘não’ livra a criança da tirania dos seus próprios desejos”.
Voltando para casa, Pamela Druckerman ficou chocada ao ver as mãe americanas seguindo seus filhos pelos parquinhos de diversão(E), comentando em voz alta todos os seus movimentos – tão diferente das mais distantes mães francesas, que sentam no canto do parque conversando calmamente com amigas, enquanto deixam seus filhos irem em frente.
The Guardian – Trad. Débora Ely Zero Hora (20/02/2012)
Considerando-se o texto em sua totalidade, qual dos fragmentos, extraídos do texto, mais se aproxima da ideia principal veiculada por ele?
 

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634003 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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O ângulo correto da agulha e seringa para a técnica de administração intramuscular de medicamentos é:
 

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631607 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Uma fita MINI-DV está com drop-out quando:
 

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631558 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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O MITO DA FELICIDADE
Letícia Sorg
A resposta de qualquer pai ou mãe, questionado sobre o que deseja para os filhos, está sempre na ponta da língua: “Só quero que sejam felizes”. A frase não deixa dúvidas de que, numa sociedade moderna, livre de muitas das restrições morais e culturais do passado, a felicidade é vista como a maior realização de um indivíduo. Até governos nacionais se viram na obrigação de fazer algo a respeito. Neste ano, a China e o Reino Unido anunciaram a intenção de medir o grau de felicidade de seus habitantes. Os governantes, espera-se, querem o melhor para seu país, assim como os pais querem o melhor para seus filhos. Mas a ambição de sempre colocar um sorriso no rosto pode ter um efeito contrário.
A pressão por ser feliz, condição nada fácil de ser definida, pode acabar reduzindo as chances de as pessoas viverem bem.
“Quero que meus filhos sejam felizes, mas também que encontrem um propósito e conquistem seus objetivos”, diz o americano Martin Seligman, considerado o mestre da psicologia positiva. Depois de estudar a busca da felicidade por mais de 20 anos, ele afirma ser tolice elegê-la como a única ambição na vida. Ex-presidente da Associação Americana de Psicologia, professor da Universidade da Pensilvânia, pai de sete filhos e avô pela quarta vez, Seligman reviu suas teorias e concluiu que é preciso relativizar a importância das emoções positivas. “Perseguir apenas a felicidade é enganoso”, diz Seligman. Segundo ele, a felicidade pode tornar a vida um pouco mais agradável. E só. Em seu lugar, o ser humano deveria buscar um objetivo mais simples e fácil de ser contemplado: o bem-estar. Em seu novo livro, Flourish (Florescer), Seligman apresenta cinco fatores fundamentais para viver bem. A felicidade (emoções positivas), quem diria,seria apenas um deles, ao lado de propósito, realização, engajamento e relações pessoais.
(...)
É consenso entre os pesquisadores que grande parte da felicidade, assim como a personalidade, é determinada já no nascimento. “A genética explica quase metade da variação da felicidade”, diz Ragnhild Bang Nes, do Instituto de Saúde Pública da Noruega. Mas, se a felicidade já está inscrita nos genes, não podemos alterá-la? Segundo Martin Seligman, é possível aumentar a duração e a intensidade das emoções positivas, mas a melhoria esbarra num teto: a personalidade de cada um. O conformismo, então, é o que nos resta? Não, responde Seligman. Para ele, a principal vantagem da teoria do bem-estar é permitir a qualquer um, independentemente de sua personalidade ou condição de vida, avançar para uma situação melhor. Como viver bem dependeria não só das emoções positivas, mas também de outros quatro fatores, cada um pode encontrar seu próprio caminho. “Minha razão para negar um lugar privilegiado para a emoção positiva é a libertação”, afirma o psicólogo em seu livro. “A visão de que a felicidade está ligada ao humor condena 50% da população do mundo, que é introvertida, ao inferno da infelicidade.” Na teoria do bem-estar, ou do florescimento, quem não é “para cima” pode compensar adicionando propósito e engajamento à própria vida. Por esse raciocínio, nem todo mundo conseguiria ser exatamente feliz, mas todos podem viver bem. Saber disso tira uma tonelada de ansiedade de nossos ombros. Em vez de tentar se adaptar a outro jeito de ser, de buscar o bem-estar em terras longínquas, é possível cultivar um jeito próprio de viver bem.
(...)
No livro Felicidade: lições de uma nova ciência (BestSeller, 2008), o economista britânico Richard Layard coloca as interações sociais – de amizades ou amorosas – como os fatores externos mais importantes de nossa vida. Em sua pesquisa, as pessoas que começam a ver seus amigos quase todos os dias reportaram, ao final de um ano, um nível de felicidade 0,161 mais alto (num total de 7). Isso é mais que o efeito do primeiro ano de casamento, responsável por um aumento de 0,134 na felicidade do casal. O tipo de amizade também é importante, e é melhor que seus amigos sejam bem humorados. Segundo o médico e sociólogo Nicholas Christakis, autor do livro O poder das conexões (Campus, 2009), a felicidade é contagiosa – assim como a depressão. Cada amigo feliz de nossa rede aumentaria em 9% nosso próprio bom humor – enquanto um amigo infeliz causaria uma queda de 7%. Mas a solução não seria sair correndo atrás de muitos amigos. Em tempos de Facebook, Orkut e outras redes virtuais, em que alguns expõem orgulhosos listas com mais de 2 mil “amigos”, é importante saber qual é sua verdadeira e sólida base social. Segundo o biólogo evolucionista Robin Dunbar, o cérebro humano só é capaz de lidar com 150 amizades ao mesmo tempo. No grupo mais íntimo – e mais importante –, estariam só cinco pessoas. Mas não existem regras. Há quem consiga melhorar seu bem-estar criando relações melhores com mais pessoas e há também quem se sinta confortável com cinco. “Uma das principais sabedorias é respeitar a característica de cada um”, diz a psicóloga Cláudia Giacomoni, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Obtido o desejado nível de bem-estar, muitos podem perguntar se a conquista seria duradoura. Embora parte dos brasileiros cite a juventude como um fator importante para se sentir feliz, estudos mostram que nosso bem-estar aumenta com o passar dos anos. É verdade que a infância é uma fase propensa a uma grande dose de felicidade, mas o mesmo pode ser dito da terceira idade. Pesquisadores descobriram que, com o envelhecimento, há um aumento de bem estar. As dificuldades surgem mesmo durante a vida adulta, repleta de desafios, pressões e inevitáveis frustrações. A explicação para essa evolução estaria nas mudanças internas, e não em nosso entorno. Com o passar do tempo, nosso comportamento muda. As pessoas mais velhas brigam menos, sabem como solucionar um conflito, controlam melhor suas emoções e aceitam mais os infortúnios. Há várias teorias sobre por que isso acontece. Laura Carstensen, professora de psicologia da Universidade Stanford, afirma que os mais velhos sabem o que realmente importa e, por isso, focam no essencial. Com isso, aliviam a pressão pela felicidade imediata e se aproximam do bem-estar. Como diz o historiador Richard Schoch, autor do recém-lançado A história da (in)felicidade, quando a felicidade está ligada a algumas condições, deixa de ser um direito de todo ser humano e se torna um privilégio de poucos. Ele diz que basta que tenhamos nascido para termos o direito e a capacidade de ser feliz. Para que esse objetivo não pese sobre nossos ombros, em vez de nos lançarmos numa incessante busca da felicidade – muitas vezes infrutífera –, deveríamos apenas descobrir como viver bem, a nossa própria maneira.
(Revista Época – 23/05/2011)
Analise o trecho abaixo, retirado do quinto parágrafo do texto.
“Embora parte dos brasileiros cite a juventude como um fator importante para se sentir feliz, estudos mostram que nosso bem-estar aumenta com o passar dos anos.”
Dentre as propostas de reescritura apresentadas a seguir para o fragmento em questão, qual delas mais se aproxima do sentido original expresso no texto?
 

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623634 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
O texto a seguir servirá de base para a questão.
Do calote ao dominó
A palavra “calote” sobrevoa o mundo como uma ave de mau agouro. Seu primeiro registro em português data de 1771, de acordo com o Houaiss, e não se tem muita certeza sobre sua origem. Há, porém, uma tese que concentra as fichas da maioria dos estudiosos: a de que teria vindo do francês culotte – não o calção, mas um termo do jogo de dominó.
Nas palavras do etimologista Antônio Geraldo da Cunha, culotte era o nome que se dava às “pedras com que cada parceiro fica na mão, por não poder colocá-las”. Por analogia, teria passado a designar também os títulos que sobram na mão do credor e que ele já não conseguirá receber.
Revista Veja Disponível em: http://veja.abril.com.br/
blog/sobre-palavras/curiosidades-etimologicas/do-calote-ao-mico-do-domino-ao-baralho/
Considerando-se o texto em sua totalidade, é correto afirmar que
 

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623628 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Com base em Sergei Eisenstein, em seu livro A Forma do Filme, entende-se Montagem Atonal por:
 

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623457 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Química
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Sabe-se que devemos secar as amostras sólidas a serem analisadas, para que a determinação de seus constituintes seja sempre feita em uma massa invariável, sem oscilar devido à absorção de umidade. Em nossa região (Pelotas/RS), existe normalmente uma umidade relativa do ar bastante elevada. Como a principal fonte dessa umidade é a água e, sabendo-se que o ponto de ebulição da água é 100oC, as amostras sólidas de qualquer material devem ser secas:

 

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603418 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Autoração de um disco ótico (DVD, Bluray) é:
 

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601405 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Hoje em dia, algumas câmeras se utilizam de cartões de memória para o armazenamento dos vídeos gravados. Sobre os cartões de memória, é correto afirmar:
 

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