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A prova da caneca do fundo preto, no momento da ordenha, é uma das práticas utilizadas para atestar a qualidade do leite produzido. Esse procedimento:
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Com relação ao OFÍCIO e ao RELATÓRIO, julgue as afirmativas:
I. O OFÍCIO é uma correspondência externa utilizada, essencialmente, por órgãos públicos.
II. O RELATÓRIO, além de alinhar os fatos, deve ter objetividade, informações precisas e clareza na linguagem.
III. O OFÍCIO caracteriza-se por ser um documento externo, formal utilizado apenas por empresas particulares.
IV. O bom RELATÓRIO caracteriza-se por sequenciar os fatos com uma linguagem culta, sem considerar extensão.
São VERDADEIRAS apenas:
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Para responder a questão, considere a figura abaixo e o Microsoft Excel 2003.

Após a mesclagem das células A1, B1 e C1, foi inserida a expressão “Folha de Pagamento” e, para dar um destaque com uma cor diferente, foi utilizado o recurso formatar células e escolhida a aba:
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Para agilizar a navegação em diferentes páginas de Internet, usando o Mozilla Firefox, o usuário pode na mesma janela abrir várias abas. Por padrão, a combinação de teclas que permite a criação de uma nova aba é:
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No processamento de queijo, para que ocorra a coagulação do leite é CORRETO afirmar que:
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No processo de pasteurização do leite, duas enzimas são utilizadas para verificar a eficiência do processo, e para isto são realizadas provas qualitativas, em que as mesmas devem apresentar:
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Na plataforma de recepção do leite na indústria de beneficiamento é realizada a prova do alizarol.
Nesta prova, ao ser adicionado à solução de alizarol, o leite normal deve apresentar-se:
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O tufamento precoce de queijos está relacionado à higienização deficiente dos equipamentos, utensílios e manipuladores. Quanto a isto podemos afirmar que:
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Aprovar quem não aprendeu?
(Claudio de Moura Castro – VEJA 17 dez. 2008)
Para chamar atenção sobre pesquisas irrelevantes, um bando de gaiatos de Harvard criou o prêmio Ignobel. De fato, esse é um problema clássico da academia. Como às vezes aparecem descobertas de valor na enxurrada de idéias que parecem bobas, todos se acham no direito de defender as suas. Diante disso, é reconfortante encontrar pesquisas colimando assuntos palpitantes e com resultados precisos e definitivos. Esse é o caso da tese de Luciana Luz que examinou um problema fundamental: no fim do ano, o que fazer com um aluno que não aprendeu o suficiente? Dar bomba, para que repita o ano? Ou deixá-lo passar? O uso de dados longitudinais permitiu grande precisão na análise. A autora tratou os números com cuidado e sofisticação estatística. O cuidado aumenta a confiança nos resultados. Mas a sofisticação impossibilita que se faça aqui uma explicação acessível da análise estatística.
Contudo, a interpretação das conclusões é clara. A tese permite comparar um aluno que repetiu o ano por não saber a matéria com outro que foi aprovado em condições similares. Os números mostram com meridiana precisão: um ano depois, os repetentes aprenderam menos do que alunos aprovados sem saber o bastante. Tudo o que se diga sobre o assunto não pode ignorar o significado desses dados, que, aliás, corroboram o que foi encontrado pelo professor Naércio Menezes e por pesquisadores de outros países.
Ao que parece, para os repetentes, é a mesma chatice do ano anterior, somada à frustração e à auto-estima chamuscada. Andemos mais além da tese. Não reprovando, a nação economiza recursos, pois, com a repetência, o estado paga a conta duas vezes. E,como sabemos por meio de muitos estudos, os repetentes correm muito mais risco de uma evasão futura. Logo, ganha-se de três lados. Como a “pedagogia da reprovação” não funciona, a “promoção automática” é um mal menor.
A história não acaba aqui. A angústia de decidir se devemos aprovar quem não sabe torna-se assunto secundário, diante da constatação de que o aluno não aprendeu. Esse é o drama mais brutal do ensino brasileiro. Por isso, a discussão está fora de foco. Precisamos fazer com que os alunos aprendam. De resto, não faltam idéias nos países onde a educação dá certo. [...] Por que se digladiam todos contra a “promoção automática”, quando a verdadeira chaga é o fraco aprendizado? De fato, há uma razão. Grosso modo, três quartos da população brasileira é definida como de “classe baixa”. Dada essa enorme participação, o que é verdade para seus membros é verdade para o Brasil como um todo. Mas há os 20% de classe média e alta. Para esses pimpolhos, a situação é diferente. Famílias de classe baixa são fatalistas, assistem passivamente à reprovação dos seus filhos. Se não aprenderam a lição, é porque “sua cabeça não dá”. Já na classe média a regra é outra. Levou bomba? Antes zunia a vara de marmelo, depois veio o confisco da bola, da bicicleta ou do iPhone. Santo remédio!
Reina a “pedagogia do medo da repetência”. Essa é a arma dos pais para que o filho se mantenha por longo tempo colado à cadeira e com os olhos no livro. Cá entre nós, eu estudava por medo da bomba. É também a ameaça da bomba que permite aos professores forçar os alunos a estudar. Sem ela, sentem-se impotentes. Portanto, estamos diante de um dilema. O medo da repetência leva a minoria de classe média a estudar, para evitar os castigos. Pode não ser a pedagogia ideal, mas ruim não é. Já nas famílias mais modestas não há medo nem pressão para que os filhos estudem. O que há são as bombas caindo do céu e criando repetência abundante e disfuncional. Pouquíssimos países no mundo têm níveis tão altos de repetência como o nosso. Ao contrário de outros dilemas, esse tem solução clara, ainda que difícil. Basta melhorar a qualidade da educação para todos.
Os segmentos textuais a seguir se referem às explicações relativas aos elementos coesivos sublinhados. Relacione-os:
- A) “... assistem passivamente à reprovação dos seus filhos” (4º§)
- B) “Ou deixá-lo passar?” (1º§)
- C) “Para esses pimpolhos a situação é diferente.” (4º§)
- D) “É também a ameaça da bomba que permite aos professores...” (5º§)
- E) “Esse é o drama mais brutal do ensino brasileiro.” (4º§)
( ) O termo sublinhado refere-se a alunos da classe média e alta.
( ) O termo sublinhado retoma o aprendizado do aluno.
( ) O termo sublinhado refere-se a aluno.
( ) O termo sublinhado refere-se a famílias de classe baixa.
( ) O termo sublinhado retoma a ameaça da bomba.
Marque a alternativa que corresponde, adequadamente, à relação entre as colunas:
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Analise as sentenças quanto ao MEMORANDO e ao REQUERIMENTO e escreva V ou F conforme as afirmações sejam falsas ou verdadeiras. Em seguida, marque a alternativa cuja sequência esteja CORRETA:
( ) MEMORANDO: documento de circulação interna que se caracteriza pela tramitação rápida e simplicidade nos procedimentos burocráticos.
( ) MEMORANDO: correspondência externa entre seções do mesmo órgão, cujos despachos não devem ser feitos no próprio documento.
( ) REQUERIMENTO: correspondência interna solicitando alguma providência e atribuição de um direito.
( ) REQUERIMENTO: documento específico, através do qual a pessoa física ou jurídica solicita algo a que tem direito concedido por lei.
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