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Foram encontradas 230 questões.

1390771 Ano: 2006
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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O tipo de armazenamento interno em um processador é a forma de diferenciação mais básica e as principais opções são: uma pilha; um acumulador ou; um conjunto de registradores. Assinale a opção que possui o número de classes possíveis de computadores de registrador.
 

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1390572 Ano: 2006
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Na catalogação de Constituição do Estado do Piauí, de 2005 o cabeçalho de legislação e correlatos está de acordo com o código AACR2. A alternativa determinada pelo Código é:
 

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1390123 Ano: 2006
Disciplina: Informática
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Acoplado à placa-mãe e instalado sobre o processador, encontramos um conjunto de dissipação térmica denominado:
 

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1389670 Ano: 2006
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Analise as afirmações abaixo sobre deadlocks e assinale a alternativa CORRETA.
I. A paginação é um esquema que permite que o espaço de endereçamento físico de um processo seja não-contíguo.
II. Um processo precisa estar na memória para ser executado e, portanto, não poderá ser removido temporariamente da memória para um armazenamento auxiliar e, em seguida, retornado à memória para continuar a sua execução.
III. Um endereço gerado pela CPU é normalmente chamado de endereço físico, enquanto que um endereço visto pela unidade de memória é normalmente chamado de endereço lógico.
 

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1389158 Ano: 2006
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
No processo organizacional das bibliotecas destacam-se a análise temática (classificação e indexação) e a análise descritiva (catalogação) de cada unidade documental, cujo objetivo é facilitar o acesso e a utilização da informação. Este processo denomina-se:
 

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1389078 Ano: 2006
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Assinale a alternativa CORRETA.
 

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1388829 Ano: 2006
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
O controle de qualidade do leite assume um papel fundamental para a qualidade final dos produtos derivados. Os equipamentos ou vidrarias utilizados para realizar análises no leite fluido, são:
 

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1388790 Ano: 2006
Disciplina: Informática
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Para vincular um endereço de Internet a uma figura ou um fragmento de texto no Microsoft Word, podemos criar um hiperlink, que é uma opção do menu:
 

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1388740 Ano: 2006
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Anais de conferências, relatórios, pré-publicações e publicações oficiais são alguns exemplos de:
 

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1388736 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Aprovar quem não aprendeu?
(Claudio de Moura Castro – VEJA 17 dez. 2008)
Para chamar atenção sobre pesquisas irrelevantes, um bando de gaiatos de Harvard criou o prêmio Ignobel. De fato, esse é um problema clássico da academia. Como às vezes aparecem descobertas de valor na enxurrada de idéias que parecem bobas, todos se acham no direito de defender as suas. Diante disso, é reconfortante encontrar pesquisas colimando assuntos palpitantes e com resultados precisos e definitivos. Esse é o caso da tese de Luciana Luz que examinou um problema fundamental: no fim do ano, o que fazer com um aluno que não aprendeu o suficiente? Dar bomba, para que repita o ano? Ou deixá-lo passar? O uso de dados longitudinais permitiu grande precisão na análise. A autora tratou os números com cuidado e sofisticação estatística. O cuidado aumenta a confiança nos resultados. Mas a sofisticação impossibilita que se faça aqui uma explicação acessível da análise estatística.
Contudo, a interpretação das conclusões é clara. A tese permite comparar um aluno que repetiu o ano por não saber a matéria com outro que foi aprovado em condições similares. Os números mostram com meridiana precisão: um ano depois, os repetentes aprenderam menos do que alunos aprovados sem saber o bastante. Tudo o que se diga sobre o assunto não pode ignorar o significado desses dados, que, aliás, corroboram o que foi encontrado pelo professor Naércio Menezes e por pesquisadores de outros países.
Ao que parece, para os repetentes, é a mesma chatice do ano anterior, somada à frustração e à auto-estima chamuscada. Andemos mais além da tese. Não reprovando, a nação economiza recursos, pois, com a repetência, o estado paga a conta duas vezes. E,como sabemos por meio de muitos estudos, os repetentes correm muito mais risco de uma evasão futura. Logo, ganha-se de três lados. Como a “pedagogia da reprovação” não funciona, a “promoção automática” é um mal menor.
A história não acaba aqui. A angústia de decidir se devemos aprovar quem não sabe torna-se assunto secundário, diante da constatação de que o aluno não aprendeu. Esse é o drama mais brutal do ensino brasileiro. Por isso, a discussão está fora de foco. Precisamos fazer com que os alunos aprendam. De resto, não faltam idéias nos países onde a educação dá certo. [...] Por que se digladiam todos contra a “promoção automática”, quando a verdadeira chaga é o fraco aprendizado? De fato, há uma razão. Grosso modo, três quartos da população brasileira é definida como de “classe baixa”. Dada essa enorme participação, o que é verdade para seus membros é verdade para o Brasil como um todo. Mas há os 20% de classe média e alta. Para esses pimpolhos, a situação é diferente. Famílias de classe baixa são fatalistas, assistem passivamente à reprovação dos seus filhos. Se não aprenderam a lição, é porque “sua cabeça não dá”. Já na classe média a regra é outra. Levou bomba? Antes zunia a vara de marmelo, depois veio o confisco da bola, da bicicleta ou do iPhone. Santo remédio!
Reina a “pedagogia do medo da repetência”. Essa é a arma dos pais para que o filho se mantenha por longo tempo colado à cadeira e com os olhos no livro. Cá entre nós, eu estudava por medo da bomba. É também a ameaça da bomba que permite aos professores forçar os alunos a estudar. Sem ela, sentem-se impotentes. Portanto, estamos diante de um dilema. O medo da repetência leva a minoria de classe média a estudar, para evitar os castigos. Pode não ser a pedagogia ideal, mas ruim não é. Já nas famílias mais modestas não há medo nem pressão para que os filhos estudem. O que há são as bombas caindo do céu e criando repetência abundante e disfuncional. Pouquíssimos países no mundo têm níveis tão altos de repetência como o nosso. Ao contrário de outros dilemas, esse tem solução clara, ainda que difícil. Basta melhorar a qualidade da educação para todos.
Assinale a alternativa cujas palavras do texto em foco NÃO estão escritas de acordo com a atual reforma ortográfica:
 

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