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Nos últimos anos, a utilização do aparelho GPS se tornou uma alternativa bastante prática, ágil e barata para se realizar algumas medidas, embora a sua utilização deva ser feita com alguns cuidados por conta dos erros que podem resultar quando da sua utilização. Considerando os aparelhos GPS de navegação, a medida mais sujeita a erro e que, portanto, NÃO DEVE ser recomendada realizar com tais aparelhos é a
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- Fundamentos de Sistemas OperacionaisClassificação de Sistemas Operacionais
- Fundamentos de Sistemas OperacionaisDiferenças entre Windows e Linux
Assinale a opção em que TODAS as opções correspondem a um Sistema Operacional para computador pessoal.
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Na avicultura moderna, os programas de biossegurança são desenvolvidos para que auxiliem a prevenir, minimizar e, se possível, eliminar a exposição aos riscos. Os principais itens a serem listados são:
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A lei 8.112/90 trata no seu Título III dos Direitos e Vantagens do servidor público federal. O capítulo I deste Título aborda os aspectos relacionados aos vencimentos e à remuneração. A este respeito é CORRETO afirmar que:
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O coentro e a cebolinha são culturas culturalmente incorporadas ao cardápio alimentar do nordestino, por isso, são as mais produzidas especialmente nas hortas comunitárias do estado do Piauí, sendo assim, sobre as culturas do coentro e da cebolinha, analise as afirmativas seguintes e marque a opção CORRETA.
I. A implantação da cebolinha pode ser por produção de mudas por meio de sementes que serão transplantadas após 30-40 dias ou por propagação vegetativa por meio de touceiras;
II. O coentro é plantado em local definitivo, recomenda-se espaçamento de 20 x 5 cm;
III. A variedade mais recomendada para coentro é a todo ano;
IV. A irrigação para essas culturas deve ser diária até o fim do ciclo;
V. A variedade recomendada para cebolinha é o verdão.
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O QUE É OBJETIFICAÇÃO DA MULHER?
Em muitas discussões sobre o papel da mulher na sociedade, exploramos diversos aspectos das desigualdades que persistem entre homens e mulheres. Diferenças de oportunidades de acesso ao mercado de trabalho, disparidade salarial e acesso à esfera pública em geral são algumas dimensões onde percebemos as desigualdades de gênero.
Outras dimensões, no entanto, são mais subjetivas e manifestam-se na forma como enxergamos as mulheres e em que medida as consideramos indivíduos autônomos, donas de seus próprios corpos. É aqui que entra a objetificação do corpo feminino.
OBJETIFICAR ALGUÉM? COMO ASSIM?
Primeiramente, o que significa objetificar alguém? Segundo Belmiro et al (2015): “A objetificação, termo cunhado no início dos anos 70, consiste em analisar um indivíduo a nível de objeto, sem considerar seu emocional ou psicológico.”
Quando falamos de objetificação do corpo feminino estamos nos referindo à banalização da imagem da mulher, ou seja: a aparência das mulheres importa mais do que todos os outros aspectos que as definem enquanto indivíduos.
E COMO OBSERVAMOS ISSO HOJE?
A objetificação está presente nos mais diversos setores da sociedade. Um exemplo clássico é a forma como a mulher é retratada em peças publicitárias. Em muitas campanhas, com destaque para as de cerveja, mulheres são estereotipadas e hipersexualizadas. Em pesquisa recente do Instituto Patrícia Galvão e Instituto Data Popular, 84% dos respondentes concordam que o corpo da mulher é usado para a venda de produtos nas propagandas de TV e 58% entendem que a mulher é representada como objeto sexual nessas campanhas.
[...] a nossa sociedade do início do século XXI entendia o homem como provedor e a mulher como dependente dele. A cultura patriarcal refere-se ao comportamento esperado das mulheres nesse contexto em que elas eram economicamente dependentes dos homens. O “contrato tácito de troca” previa que as mulheres, por serem sustentadas pelos maridos, cuidassem dos afazeres domésticos e os satisfizessem sexualmente.
Atualmente, por mais que as mulheres tenham alcançado mais independência financeira, uma das características da cultura patriarcal que ainda permanece é a objetificação do corpo feminino, uma vez que essa objetificação está intimamente ligada à função do corpo da mulher enquanto mero objeto de prazer sexual masculino.
A objetificação do corpo feminino tem várias consequências danosas. A primeira delas é a estereotipação da mulher e o estabelecimento de padrões estéticos irreais. Uma vez que o julgamento inicial de uma pessoa se dá pela aparência, existe uma expectativa do que é bom ou ruim, certo ou errado e, consequentemente, a exclusão e depreciação de mulheres que não atendem a esses padrões. Muitas vezes, vemos em ambientes familiares ou profissionais mulheres sendo hostilizadas pelo seu peso, altura, cabelo, depilação, formato de corpo e demais atributos físicos.
Outra consequência danosa desse fenômeno é a auto-objetificação da mulher. Mulheres que vivem em ambientes de objetificação tendem a se auto-objetificar e também a objetificar outras mulheres, sofrendo, assim, danos de autoestima e de socialização. Em pesquisa publicada na Psychological Science em 2013, sugeriu-se que mulheres que apresentam altos níveis de auto-objetificação tendem a ser menos ativas socialmente.
Por que a mulher se auto-objetificaria? Quando lembramos que parte da cultura patriarcal compreende a satisfação sexual que a mulher precisa dar ao homem, o impacto disso no comportamento de muitas mulheres é de se empenhar em tornar seus corpos sexualmente atraentes para os homens em detrimento de suas próprias expectativas. Enxergar seu próprio corpo e o corpo de outras mulheres como objetos de satisfação do desejo sexual masculino é parte do processo de auto-objetificação.
E o que ativismo social tem a ver com isso? Ora, como explicamos no início, se a objetificação consiste em desconsiderar atributos psicológicos e emocionais que nos caracterizam enquanto indivíduos, a mulher que se auto-objetifica não se compreende totalmente como um indivíduo e não se dá conta de todas as suas capacidades e possibilidades, o que influencia no seu grau de engajamento como profissional e cidadã.
Combater a objetificação é, portanto, mostrar para as mulheres que elas são indivíduos completos e capazes, que podem ser muito mais do que objetos de prazer masculino. O primeiro passo para isso é identificar atitudes que reforçam essa cultura e combatê-las no dia a dia.
Adaptado de: http://www.politize.com.br/atualidades/o-que-e-objetificacao-da-mulher/. Acesso em 24/06/2016.
Considerando a leitura e análise do texto I, julgue as afirmações a seguir e assinale a opção CORRETA.
I. A “objetificação” é diferente da “desigualdade de gênero”, enquanto esta se refere às diferenças de oportunidades entre homens e mulheres em diversos setores da sociedade, aquela consiste em analisar um ser humano como objeto. A “objetificação” do corpo da mulher, neste caso, é apenas um exemplo;
II. A partir de pistas linguísticas e do próprio conteúdo abordado, fica claro que o texto I foi escrito por uma mulher engajada no movimento feminista, uma vez que não são todas as mulheres que se identificam com o conteúdo abordado no texto;
III. Pela forma como as mulheres que se “auto-objetificam” são apresentadas e caracterizadas, vê-se que elas são o interlocutor direto do texto, uma vez que são essas mulheres que precisam conscientizar-se de que seu corpo não pode ser visto nem tratado como objeto.
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O QUE É OBJETIFICAÇÃO DA MULHER?
Em muitas discussões sobre o papel da mulher na sociedade, exploramos diversos aspectos das desigualdades que persistem entre homens e mulheres. Diferenças de oportunidades de acesso ao mercado de trabalho, disparidade salarial e acesso à esfera pública em geral são algumas dimensões onde percebemos as desigualdades de gênero.
Outras dimensões, no entanto, são mais subjetivas e manifestam-se na forma como enxergamos as mulheres e em que medida as consideramos indivíduos autônomos, donas de seus próprios corpos. É aqui que entra a objetificação do corpo feminino.
OBJETIFICAR ALGUÉM? COMO ASSIM?
Primeiramente, o que significa objetificar alguém? Segundo Belmiro et al (2015): “A objetificação, termo cunhado no início dos anos 70, consiste em analisar um indivíduo a nível de objeto, sem considerar seu emocional ou psicológico.”
Quando falamos de objetificação do corpo feminino estamos nos referindo à banalização da imagem da mulher, ou seja: a aparência das mulheres importa mais do que todos os outros aspectos que as definem enquanto indivíduos.
E COMO OBSERVAMOS ISSO HOJE?
A objetificação está presente nos mais diversos setores da sociedade. Um exemplo clássico é a forma como a mulher é retratada em peças publicitárias. Em muitas campanhas, com destaque para as de cerveja, mulheres são estereotipadas e hipersexualizadas. Em pesquisa recente do Instituto Patrícia Galvão e Instituto Data Popular, 84% dos respondentes concordam que o corpo da mulher é usado para a venda de produtos nas propagandas de TV e 58% entendem que a mulher é representada como objeto sexual nessas campanhas.
[...] a nossa sociedade do início do século XXI entendia o homem como provedor e a mulher como dependente dele. A cultura patriarcal refere-se ao comportamento esperado das mulheres nesse contexto em que elas eram economicamente dependentes dos homens. O “contrato tácito de troca” previa que as mulheres, por serem sustentadas pelos maridos, cuidassem dos afazeres domésticos e os satisfizessem sexualmente.
Atualmente, por mais que as mulheres tenham alcançado mais independência financeira, uma das características da cultura patriarcal que ainda permanece é a objetificação do corpo feminino, uma vez que essa objetificação está intimamente ligada à função do corpo da mulher enquanto mero objeto de prazer sexual masculino.
A objetificação do corpo feminino tem várias consequências danosas. A primeira delas é a estereotipação da mulher e o estabelecimento de padrões estéticos irreais. Uma vez que o julgamento inicial de uma pessoa se dá pela aparência, existe uma expectativa do que é bom ou ruim, certo ou errado e, consequentemente, a exclusão e depreciação de mulheres que não atendem a esses padrões. Muitas vezes, vemos em ambientes familiares ou profissionais mulheres sendo hostilizadas pelo seu peso, altura, cabelo, depilação, formato de corpo e demais atributos físicos.
Outra consequência danosa desse fenômeno é a auto-objetificação da mulher. Mulheres que vivem em ambientes de objetificação tendem a se auto-objetificar e também a objetificar outras mulheres, sofrendo, assim, danos de autoestima e de socialização. Em pesquisa publicada na Psychological Science em 2013, sugeriu-se que mulheres que apresentam altos níveis de auto-objetificação tendem a ser menos ativas socialmente.
Por que a mulher se auto-objetificaria? Quando lembramos que parte da cultura patriarcal compreende a satisfação sexual que a mulher precisa dar ao homem, o impacto disso no comportamento de muitas mulheres é de se empenhar em tornar seus corpos sexualmente atraentes para os homens em detrimento de suas próprias expectativas. Enxergar seu próprio corpo e o corpo de outras mulheres como objetos de satisfação do desejo sexual masculino é parte do processo de auto-objetificação.
E o que ativismo social tem a ver com isso? Ora, como explicamos no início, se a objetificação consiste em desconsiderar atributos psicológicos e emocionais que nos caracterizam enquanto indivíduos, a mulher que se auto-objetifica não se compreende totalmente como um indivíduo e não se dá conta de todas as suas capacidades e possibilidades, o que influencia no seu grau de engajamento como profissional e cidadã.
Combater a objetificação é, portanto, mostrar para as mulheres que elas são indivíduos completos e capazes, que podem ser muito mais do que objetos de prazer masculino. O primeiro passo para isso é identificar atitudes que reforçam essa cultura e combatê-las no dia a dia.
Adaptado de: http://www.politize.com.br/atualidades/o-que-e-objetificacao-da-mulher/. Acesso em 24/06/2016.
Ainda de acordo com a leitura e análise do texto I, assinale a opção CORRETA.
I. As campanhas publicitárias que apresentam a mulher como objeto, na realidade, fazem isso, porque têm em vista o público masculino, que prefere ver uma mulher bonita relacionada a um produto de sua preferência do que um homem. A “objetificação”, por sua vez, dependerá da atitude do homem em relação a essa mulher e não ao modo como ela é apresentada;
II. Tanto a estereotipação da mulher como o estabelecimento de um padrão de beleza que não corresponde à realidade podem ser apontados como consequências reais e prejudiciais da “objetificação” da mulher. Já em relação às mulheres que se “auto-objetificam”, estas tanto se percebem nos moldes desse fenômeno como também o fazem com outras mulheres;
III. No passado, as principais atividades feministas eram cuidar das tarefas do lar e dos desejos sexuais do marido. Esse era um comportamento normal, esperado para as mulheres pela sociedade em geral, que tinha o homem como o patriarca da família e, portanto, o provedor do seu sustento.
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Os índices zootécnicos servem para medir a eficiência da produção e reprodução de uma unidade produtiva. Em um projeto de produção de caprinos destinados para produção de 200 crias (machos e femeas)/ano, adotando um índice de fertilidade de 80%; o de prolicidade de 1,5 e o de mortalidade de crias de 5%, a quantidade de matrizes que deverão ser colocadas neste projeto é:
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As doenças que atacam a cultura do arroz nos três sistemas de cultivo (terras altas, várzeas úmidas e irrigadas) são praticamente as mesmas, existindo, porém, variação na severidade, o que pode causar grandes prejuízos à cultura. Assim, marque a opção CORRETA que contém uma das principais doenças dessa cultura.
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A avicultura se apresenta como atividade agropecuária bastante representativa no nosso estado. Sobre as características construtivas de um aviário, marque V para afirmativas verdadeiras ou F para falsas.
( ) A cumeeira do galpão deve estar orientada no sentido norte-sul.
( ) A quantidade ideal de aves por !$ m^2 !$, está relacionada com as condições climática da região, sistema de manejo e idade das aves.
( ) O beiral para que cumpra a função de proteção das aves, contra os ventos frios e excesso de luminosidade, deve ter 5% da altura determinada para o pé direito.
( ) Os aviários(galpões) devem ser construídos o mais longe possível de estradas, pois os faróis à noite, causam estresse nas aves.
Assinale a opção com a sequência CORRETA.
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