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A quantidade de ração colocada nos tanques está diretamente ligada à biometria dos peixes existentes nos mesmos. Em um viveiro com área de 2000!$ m^2 !$ e profundidade média de 120 cm, tendo uma população de 1500 peixes com peso de 0,9Kg cada e adotando a proporção de 2% de ração, é CORRETO se dizer que a quantidade de ração diária a ser colocada nesse tanque é:
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Na região Nordeste do Brasil, principalmente no Piauí, é comum a utilização de unidades de medida de comprimento e área diferentes das padronizadas pelo Sistema Internacional de Unidades. Um exemplo é a utilização da braça, para medidas de comprimento, e da tarefa ou linha, para medidas de áreas, especialmente pelos agricultores familiares. Quanto à relação dessas unidades com as unidades do Sistema Internacional de unidades, é CORRETO afirmar que:
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Manejo Integrado de Pragas (MIP) é uma tecnologia que busca manter o ecossistema da cultura o mais próximo possível do equilíbrio, por meio da associação de técnicas como, controle cultural, biológico, comportamental, genético e químico. Com base na afirmativa, marque a opção CORRETA que descreve as medidas de controle comportamental.
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Assinale a opção INCORRETA que trate sobre segurança da informação e procedimento de backups.
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O consumo de pimentão tem-se expandido muito nos últimos tempos, em virtude das várias possibilidades de sua utilização como ornamentação de pratos ou praticidade como o uso do pimentão desidratado (páprica). Sobre o sistema de produção do pimentão, marque a opção CORRETA.
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Uma das alternativas para a definição do momento de irrigar é a realização do monitoramento da umidade do solo, evitando assim que esta atinja valores que resultem em deficiência hídrica no solo e consequentemente para a planta. Nesse caso, identificado o momento de se irrigar, deve-se aplicar uma quantidade de água necessária para que
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O QUE É OBJETIFICAÇÃO DA MULHER?
Em muitas discussões sobre o papel da mulher na sociedade, exploramos diversos aspectos das desigualdades que persistem entre homens e mulheres. Diferenças de oportunidades de acesso ao mercado de trabalho, disparidade salarial e acesso à esfera pública em geral são algumas dimensões onde percebemos as desigualdades de gênero.
Outras dimensões, no entanto, são mais subjetivas e manifestam-se na forma como enxergamos as mulheres e em que medida as consideramos indivíduos autônomos, donas de seus próprios corpos. É aqui que entra a objetificação do corpo feminino.
OBJETIFICAR ALGUÉM? COMO ASSIM?
Primeiramente, o que significa objetificar alguém? Segundo Belmiro et al (2015): “A objetificação, termo cunhado no início dos anos 70, consiste em analisar um indivíduo a nível de objeto, sem considerar seu emocional ou psicológico.”
Quando falamos de objetificação do corpo feminino estamos nos referindo à banalização da imagem da mulher, ou seja: a aparência das mulheres importa mais do que todos os outros aspectos que as definem enquanto indivíduos.
E COMO OBSERVAMOS ISSO HOJE?
A objetificação está presente nos mais diversos setores da sociedade. Um exemplo clássico é a forma como a mulher é retratada em peças publicitárias. Em muitas campanhas, com destaque para as de cerveja, mulheres são estereotipadas e hipersexualizadas. Em pesquisa recente do Instituto Patrícia Galvão e Instituto Data Popular, 84% dos respondentes concordam que o corpo da mulher é usado para a venda de produtos nas propagandas de TV e 58% entendem que a mulher é representada como objeto sexual nessas campanhas.
[...] a nossa sociedade do início do século XXI entendia o homem como provedor e a mulher como dependente dele. A cultura patriarcal refere-se ao comportamento esperado das mulheres nesse contexto em que elas eram economicamente dependentes dos homens. O “contrato tácito de troca” previa que as mulheres, por serem sustentadas pelos maridos, cuidassem dos afazeres domésticos e os satisfizessem sexualmente.
Atualmente, por mais que as mulheres tenham alcançado mais independência financeira, uma das características da cultura patriarcal que ainda permanece é a objetificação do corpo feminino, uma vez que essa objetificação está intimamente ligada à função do corpo da mulher enquanto mero objeto de prazer sexual masculino.
A objetificação do corpo feminino tem várias consequências danosas. A primeira delas é a estereotipação da mulher e o estabelecimento de padrões estéticos irreais. Uma vez que o julgamento inicial de uma pessoa se dá pela aparência, existe uma expectativa do que é bom ou ruim, certo ou errado e, consequentemente, a exclusão e depreciação de mulheres que não atendem a esses padrões. Muitas vezes, vemos em ambientes familiares ou profissionais mulheres sendo hostilizadas pelo seu peso, altura, cabelo, depilação, formato de corpo e demais atributos físicos.
Outra consequência danosa desse fenômeno é a auto-objetificação da mulher. Mulheres que vivem em ambientes de objetificação tendem a se auto-objetificar e também a objetificar outras mulheres, sofrendo, assim, danos de autoestima e de socialização. Em pesquisa publicada na Psychological Science em 2013, sugeriu-se que mulheres que apresentam altos níveis de auto-objetificação tendem a ser menos ativas socialmente.
Por que a mulher se auto-objetificaria? Quando lembramos que parte da cultura patriarcal compreende a satisfação sexual que a mulher precisa dar ao homem, o impacto disso no comportamento de muitas mulheres é de se empenhar em tornar seus corpos sexualmente atraentes para os homens em detrimento de suas próprias expectativas. Enxergar seu próprio corpo e o corpo de outras mulheres como objetos de satisfação do desejo sexual masculino é parte do processo de auto-objetificação.
E o que ativismo social tem a ver com isso? Ora, como explicamos no início, se a objetificação consiste em desconsiderar atributos psicológicos e emocionais que nos caracterizam enquanto indivíduos, a mulher que se auto-objetifica não se compreende totalmente como um indivíduo e não se dá conta de todas as suas capacidades e possibilidades, o que influencia no seu grau de engajamento como profissional e cidadã.
Combater a objetificação é, portanto, mostrar para as mulheres que elas são indivíduos completos e capazes, que podem ser muito mais do que objetos de prazer masculino. O primeiro passo para isso é identificar atitudes que reforçam essa cultura e combatê-las no dia a dia.
Adaptado de: http://www.politize.com.br/atualidades/o-que-e-objetificacao-da-mulher/. Acesso em 24/06/2016.
De acordo a leitura e interpretação do texto I, é CORRETO afirmar que:
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A lei 8.112/90 garante que a União manterá Plano de Seguridade Social para o servidor e sua família. Com relação às regras de seguridade dispostas na lei 8.112/90, é INCORRETO dizer que:
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A lei 8.112/90 submete o servidor a um regime disciplinar que envolve deveres, proibições, responsabilidades e penalidades. Quanto às penalidades dispostas na lei 8.112/90, é INCORRETO dizer que:
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Eu Sou Problema Meu (Clarice Falcão)
Não sei de ninguém que me vendeu
Por dois camelos pra você
E num negócio armado no meio da rua.
Nem cartório algum reconheceu
Um documento que explicita
Em papel que legalmente eu sou sua.
Quando eu disse sim naquela hora
Eu disse sim naquela hora
Eu não disse sim por toda a eternidade.
Eu não sei se você tá por fora,
Mas eu não tenho registro compra e venda
Feito uma propriedade pessoal.
Não me leve a mal,
Mas você não me tem.
Eu não sou um chapéu
No armário de alguém.
Não valho um real,
Também não valho cem.
Eu sou problema meu.
Eu nasci pessoa, gente, eu não nasci coisa
Eu não sou brinde de criança
Nem presente de natal.
Não me espere aí na sua estante
Nem agora nem por três vezes sem juros
Nem no seu cheque especial.
Não me leve a mal,
Mas você não me tem.
Eu não sou um chapéu
No armário de alguém.
Não valho um real,
Também não valho cem.
Eu sou problema meu.
Eu sou problema meu.
https://www.vagalume.com.br/clarice-falcao/eu-sou-problema-meu.html.
A partir da análise do texto II, assinale a opção CORRETA.
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