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Foram encontradas 50 questões.

2513503 Ano: 2016
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Sobre a pilha de protocolos TCP/IP, assinale a opção que apresenta exemplos de protocolos da camada de aplicação.
 

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2512860 Ano: 2016
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Assinale a opção de indica a arquitetura de processadores capaz de executar centenas de instruções complexas onde contem uma micro-programação, ou seja, um conjunto de códigos de instruções que são gravados no processador.
 

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2512287 Ano: 2016
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Sobre a arquitetura TCP/IP, para cada afirmativa abaixo, informe se é verdadeira (V) ou falsa (F). Em seguida, marque a opção que corresponde à sequência CORRETA.
( ) O TCP/IP consiste em uma pilha de protocolos que é utilizada na Internet atual.
( ) Aplicação, apresentação, sessão e transporte são exemplos de camadas presentes no TCP/IP.
( ) O TCP é um protocolo não orientado à conexão que transmite datagramas de usuários.
( ) Os protocolos IP, SNMP e ICMP estão presentes na camada de rede do TCP/IP.
 

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2512079 Ano: 2016
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Assinale a opção que NÃO corresponde à tecnologia de interconexão, formatos ou padrões de vídeo em microcomputadores.
 

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2512003 Ano: 2016
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Analise as afirmativas abaixo sobre a Linguagem de Modelagem Unificada (UML).
I. UML é uma linguagem visual para especificação, construção e documentação de artefatos de um sistema;
II. Aplicar UML como rascunho consiste na elaboração de diagramas incompletos para explorar as partes difíceis de um problema;
III. O diagrama de estados permite modelar o comportamento interno de um determinado objeto ou subsistema;
IV. O diagrama de sequência representa o fluxo de tarefas que podem ser executadas pelo sistema.
Estão CORRETAS somente as afirmativas:
 

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2511984 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
O QUE É OBJETIFICAÇÃO DA MULHER?
Em muitas discussões sobre o papel da mulher na sociedade, exploramos diversos aspectos das desigualdades que persistem entre homens e mulheres. Diferenças de oportunidades de acesso ao mercado de trabalho, disparidade salarial e acesso à esfera pública em geral são algumas dimensões onde percebemos as desigualdades de gênero.
Outras dimensões, no entanto, são mais subjetivas e manifestam-se na forma como enxergamos as mulheres e em que medida as consideramos indivíduos autônomos, donas de seus próprios corpos. É aqui que entra a objetificação do corpo feminino.
OBJETIFICAR ALGUÉM? COMO ASSIM?
Primeiramente, o que significa objetificar alguém? Segundo Belmiro et al (2015): “A objetificação, termo cunhado no início dos anos 70, consiste em analisar um indivíduo a nível de objeto, sem considerar seu emocional ou psicológico.”
Quando falamos de objetificação do corpo feminino estamos nos referindo à banalização da imagem da mulher, ou seja: a aparência das mulheres importa mais do que todos os outros aspectos que as definem enquanto indivíduos.
E COMO OBSERVAMOS ISSO HOJE?
A objetificação está presente nos mais diversos setores da sociedade. Um exemplo clássico é a forma como a mulher é retratada em peças publicitárias. Em muitas campanhas, com destaque para as de cerveja, mulheres são estereotipadas e hipersexualizadas. Em pesquisa recente do Instituto Patrícia Galvão e Instituto Data Popular, 84% dos respondentes concordam que o corpo da mulher é usado para a venda de produtos nas propagandas de TV e 58% entendem que a mulher é representada como objeto sexual nessas campanhas.
[...] a nossa sociedade do início do século XXI entendia o homem como provedor e a mulher como dependente dele. A cultura patriarcal refere-se ao comportamento esperado das mulheres nesse contexto em que elas eram economicamente dependentes dos homens. O “contrato tácito de troca” previa que as mulheres, por serem sustentadas pelos maridos, cuidassem dos afazeres domésticos e os satisfizessem sexualmente.
Atualmente, por mais que as mulheres tenham alcançado mais independência financeira, uma das características da cultura patriarcal que ainda permanece é a objetificação do corpo feminino, uma vez que essa objetificação está intimamente ligada à função do corpo da mulher enquanto mero objeto de prazer sexual masculino.
A objetificação do corpo feminino tem várias consequências danosas. A primeira delas é a estereotipação da mulher e o estabelecimento de padrões estéticos irreais. Uma vez que o julgamento inicial de uma pessoa se dá pela aparência, existe uma expectativa do que é bom ou ruim, certo ou errado e, consequentemente, a exclusão e depreciação de mulheres que não atendem a esses padrões. Muitas vezes, vemos em ambientes familiares ou profissionais mulheres sendo hostilizadas pelo seu peso, altura, cabelo, depilação, formato de corpo e demais atributos físicos.
Outra consequência danosa desse fenômeno é a auto-objetificação da mulher. Mulheres que vivem em ambientes de objetificação tendem a se auto-objetificar e também a objetificar outras mulheres, sofrendo, assim, danos de autoestima e de socialização. Em pesquisa publicada na Psychological Science em 2013, sugeriu-se que mulheres que apresentam altos níveis de auto-objetificação tendem a ser menos ativas socialmente.
Por que a mulher se auto-objetificaria? Quando lembramos que parte da cultura patriarcal compreende a satisfação sexual que a mulher precisa dar ao homem, o impacto disso no comportamento de muitas mulheres é de se empenhar em tornar seus corpos sexualmente atraentes para os homens em detrimento de suas próprias expectativas. Enxergar seu próprio corpo e o corpo de outras mulheres como objetos de satisfação do desejo sexual masculino é parte do processo de auto-objetificação.
E o que ativismo social tem a ver com isso? Ora, como explicamos no início, se a objetificação consiste em desconsiderar atributos psicológicos e emocionais que nos caracterizam enquanto indivíduos, a mulher que se auto-objetifica não se compreende totalmente como um indivíduo e não se dá conta de todas as suas capacidades e possibilidades, o que influencia no seu grau de engajamento como profissional e cidadã.
Combater a objetificação é, portanto, mostrar para as mulheres que elas são indivíduos completos e capazes, que podem ser muito mais do que objetos de prazer masculino. O primeiro passo para isso é identificar atitudes que reforçam essa cultura e combatê-las no dia a dia.
Adaptado de: http://www.politize.com.br/atualidades/o-que-e-objetificacao-da-mulher/. Acesso em 24/06/2016.
De acordo a leitura e interpretação do texto I, é CORRETO afirmar que:
 

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2511941 Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
A lei 8.112/90 garante que a União manterá Plano de Seguridade Social para o servidor e sua família. Com relação às regras de seguridade dispostas na lei 8.112/90, é INCORRETO dizer que:
 

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2531932 Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
A lei 8.112/90 submete o servidor a um regime disciplinar que envolve deveres, proibições, responsabilidades e penalidades. Quanto às penalidades dispostas na lei 8.112/90, é INCORRETO dizer que:
Questão Anulada

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2529788 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Eu Sou Problema Meu (Clarice Falcão)
Não sei de ninguém que me vendeu
Por dois camelos pra você
E num negócio armado no meio da rua.
Nem cartório algum reconheceu
Um documento que explicita
Em papel que legalmente eu sou sua.
Quando eu disse sim naquela hora
Eu disse sim naquela hora
Eu não disse sim por toda a eternidade.
Eu não sei se você tá por fora,
Mas eu não tenho registro compra e venda
Feito uma propriedade pessoal.
Não me leve a mal,
Mas você não me tem.
Eu não sou um chapéu
No armário de alguém.
Não valho um real,
Também não valho cem.
Eu sou problema meu.
Eu nasci pessoa, gente, eu não nasci coisa
Eu não sou brinde de criança
Nem presente de natal.
Não me espere aí na sua estante
Nem agora nem por três vezes sem juros
Nem no seu cheque especial.
Não me leve a mal,
Mas você não me tem.
Eu não sou um chapéu
No armário de alguém.
Não valho um real,
Também não valho cem.
Eu sou problema meu.
Eu sou problema meu.
https://www.vagalume.com.br/clarice-falcao/eu-sou-problema-meu.html.
A partir da análise do texto II, assinale a opção CORRETA.
Questão Anulada

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2526607 Ano: 2016
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Um Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) é uma coleção de programas que permite aos usuários criar e manter um banco de dados. Assinale a opção que apresenta somente exemplos de SGBD.
Questão Anulada

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