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Foram encontradas 40 questões.

Considere o seguinte texto:

Na de notícias do site da Câmara Municipal de Canoinhas/SC foi publicado um texto, contendo o seguinte trecho: durante a desta terça-feira, 06, o vereador Paulinho Basílio (MDB) fez uso da tribuna para defender a da área ao instituto, com o objetivo de possibilitar a ampliação dos cursos oferecidos pela instituição.

(https://www.canoinhas.sc.leg.br/institucional/noticias/vereadores-defendem-cessao-de-area-para-expansao-do-ifsc)

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem no texto.

 

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Considere as frases abaixo:

1. Instituto de Terras e Reforma Agrária de Alagoas (Iteral) intermedia diálogo entre Justiça e movimentos sociais.

2. Eleições: mais de 10 nomes anseiam pelo comando do país.

3. Supremo remedia caixa das empresas e declara inconstitucional cobrança de taxa.

Está correta a conjugação dos verbos sublinhados em:

 

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Na coluna da esquerda, são apresentadas algumas perguntas feitas à escritora Margaret Atwood, em entrevista concedida ao jornal El País (https://brasil.elpais.com/brasil/2017/11/21/eps/1511282293_560656.html). Numere a coluna da direita, relacionando as respostas às respectivas perguntas.

1. Sua fama passou dos livros para as telas. Um leitor é o mesmo que um espectador?

2. Você se colocou o desafio de testar todos os gêneros?

3. Limitar-se a um gênero a teria fortalecido como autora?

4. Tem equipe de documentalistas?

( ) Na época, não. Era muito difícil publicar um romance. A maioria entre nós publicava poesia.

( ) Só quando escrevi Alias Grace, baseada em um caso real. Faço o resto sozinha, inclusive a parte científica. Cresci cercada de cientistas.

( ) De jeito nenhum. Um romance é o mais próximo que podemos chegar de estar dentro da cabeça de outra pessoa. O cinema e a televisão podem envolver, mas o que está vendo é uma atuação. Com o romance, você está na ação.

( ) Ninguém me disse que não podia fazer isso. Na minha juventude não havia cursos para escritores. Acho que se você vai a um, eles aconselham que se especialize, mas não foi meu caso. Simplesmente escrevi o que quis.

Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.

 

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O trecho a seguir é o início de um texto publicado na BBCBrasil em 01/05/2018 (http://www.bbc.com/portuguese/ geral-43962505):

Uma dieta rica em carboidratos pode provocar menopausa precoce, sugere um estudo da Universidade de Leeds, no Reino Unido,

com 914 mulheres britânicas.

Numere os parênteses a seguir, identificando a ordem textual lógica das ideias que dão continuidade ao parágrafo inicial.

( ) Especialistas dizem, porém, que muitos outros fatores, incluindo genes, influenciam a chegada da menopausa.

( ) Comer muita massa e arroz foi associado à chegada da menopausa um ano e meio mais cedo do que a idade média das mulheres no Reino Unido, de 51 anos.

( ) Eles acrescentam que a dimensão do peso das escolhas alimentares sobre esse aspecto ainda não está clara e alertam que as mulheres não devem se preocupar em mudar o que comem com base nos resultados do estudo.

( ) No entanto, também foi descoberto que uma dieta rica em peixes oleosos, ervilhas e feijões pode atrasar a menopausa natural.

Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta dos parênteses, de cima para baixo.

 

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Considere o seguinte trecho:

Na rede privada, como há excesso de leitos, os hospitais têm interesse em mantê-los ocupados para cobrar diárias dispendiosas dos planos de saúde. Não é incomum que pacientes em condições de ser acompanhados fora da UTI mantidos na unidade por mais tempo. Ou que um estímulo das instituições para que os médicos em procedimentos capazes de prolongar a internação, ainda que o doente não recuperável. Os cuidados paliativos, que trazer conforto e dignidade aos doentes, raramente recebem a mesma valorização.

(Adaptado de: <https://epoca.globo.com/saude/cristiane-segatto/noticia/2017/05/o-que-o-brasileiro-espera-do-fim-da-vida.html>)

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem no texto.

 

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Assinale a alternativa corretamente pontuada.

 

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Um fantasma ronda a imprensa desde os seus primórdios: o temor de reportar casos de suicídio.

As razões desse receio são perfeitamente compreensíveis. O tema é envolto por um véu de sofrimento e perplexidade. Para familiares de suicidas, o sentimento de culpa é inescapável. Como em todo luto, há negação, raiva e tristeza. E há mais: no suicídio é preciso tentar entender e aceitar as razões de quem decidiu abreviar a vida, contrariando o instinto de sobrevivência comum a todas as espécies. Falar sobre quem morreu é sempre uma tarefa delicada para a mídia, mas mesmo nas maiores tragédias humanas o sentimento que prevalece é o da consternação com a morte.

Morrer é uma certeza sobre a qual as dúvidas prevalecem: exceto alguns pacientes desenganados, quase ninguém sabe como, quando, onde ou de quê irá morrer. Matar a si próprio é impor uma certeza sobre todas as dúvidas, exceto uma: como seria o restante da vida se a escolha de morrer não triunfasse.

O suicídio, em muitos casos, pode ser um ato extremo de comunicação: uma busca sem volta de expor sentimentos antes represados. Segundo o alerta “Prevenir suicídio – um imperativo global” (2014), da Organização Mundial de Saúde, uma prevenção eficaz depende de inúmeros fatores – entre eles, informação de qualidade. Negligenciar as ocorrências pode aumentar o risco de novas tentativas.

A mídia tem o dever de dar à sociedade a melhor informação, para evitar que as pessoas se desencantem com a vida.

E talvez estejamos falhando em ajudar quem sofre com a perda de um ente querido a lidar com essa angústia.

“Os Sofrimentos do Jovem Werther”, obra do poeta alemão Goethe lançada em 1774, narra como uma desilusão amorosa levou o personagem do título ao suicídio. A publicação do romance, embora ficcional, provocou uma onda de suicídios pelo mesmo motivo, no que ficou conhecido como “Efeito Werther” – uma das razões pelas quais criou-se o tabu de que a divulgação de um suicídio pode estimular novos casos. Tal crença poderia ser válida no século 18 de Goethe, mas não sobrevive aos tempos atuais de comunicação instantânea, em que tais atos são cometidos ao vivo diante de câmeras de tevê ou transmitidos em tempo real por redes sociais. Negar a existência dessas ocorrências é um equívoco tão grande quanto acreditar que torná-las públicas é decisivo para que outros escolham o mesmo destino. Um dos princípios do jornalismo é buscar a verdade.

(Disponível em: <https://istoe.com.br/por-que-nao-falar-sobre-suicidio/>. Acesso em 28 abr. 2018.)

Na frase “Negar a existência dessas ocorrências é um equívoco tão grande quanto acreditar que torná-las públicas é decisivo para que outros escolham o mesmo destino”, a expressão sublinhada estabelece, entre as ideias, uma relação:

 

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Um fantasma ronda a imprensa desde os seus primórdios: o temor de reportar casos de suicídio.

As razões desse receio são perfeitamente compreensíveis. O tema é envolto por um véu de sofrimento e perplexidade. Para familiares de suicidas, o sentimento de culpa é inescapável. Como em todo luto, há negação, raiva e tristeza. E há mais: no suicídio é preciso tentar entender e aceitar as razões de quem decidiu abreviar a vida, contrariando o instinto de sobrevivência comum a todas as espécies. Falar sobre quem morreu é sempre uma tarefa delicada para a mídia, mas mesmo nas maiores tragédias humanas o sentimento que prevalece é o da consternação com a morte.

Morrer é uma certeza sobre a qual as dúvidas prevalecem: exceto alguns pacientes desenganados, quase ninguém sabe como, quando, onde ou de quê irá morrer. Matar a si próprio é impor uma certeza sobre todas as dúvidas, exceto uma: como seria o restante da vida se a escolha de morrer não triunfasse.

O suicídio, em muitos casos, pode ser um ato extremo de comunicação: uma busca sem volta de expor sentimentos antes represados. Segundo o alerta “Prevenir suicídio – um imperativo global” (2014), da Organização Mundial de Saúde, uma prevenção eficaz depende de inúmeros fatores – entre eles, informação de qualidade. Negligenciar as ocorrências pode aumentar o risco de novas tentativas.

A mídia tem o dever de dar à sociedade a melhor informação, para evitar que as pessoas se desencantem com a vida.

E talvez estejamos falhando em ajudar quem sofre com a perda de um ente querido a lidar com essa angústia.

“Os Sofrimentos do Jovem Werther”, obra do poeta alemão Goethe lançada em 1774, narra como uma desilusão amorosa levou o personagem do título ao suicídio. A publicação do romance, embora ficcional, provocou uma onda de suicídios pelo mesmo motivo, no que ficou conhecido como “Efeito Werther” – uma das razões pelas quais criou-se o tabu de que a divulgação de um suicídio pode estimular novos casos. Tal crença poderia ser válida no século 18 de Goethe, mas não sobrevive aos tempos atuais de comunicação instantânea, em que tais atos são cometidos ao vivo diante de câmeras de tevê ou transmitidos em tempo real por redes sociais. Negar a existência dessas ocorrências é um equívoco tão grande quanto acreditar que torná-las públicas é decisivo para que outros escolham o mesmo destino. Um dos princípios do jornalismo é buscar a verdade.

(Disponível em: <https://istoe.com.br/por-que-nao-falar-sobre-suicidio/>. Acesso em 28 abr. 2018.)

Com base no texto, considere as seguintes afirmativas:

1. O texto tematiza o sensacionalismo que cerca a divulgação de casos de suicídio pela imprensa, muitas vezes cometidos ao vivo.

2. A intenção do texto é apresentar as razões que tornam legítimo o receio da imprensa em divulgar casos de suicídio, para respeitar a angústia de quem perde um ente querido.

3. O autor critica a ideia de que a divulgação de casos de suicídio possa induzir outras pessoas a cometerem atos dessa natureza.

4. O objetivo da campanha “Prevenir suicídio – um imperativo global” é fazer com que a imprensa deixe de relatar casos de suicídio.

Assinale a alternativa correta.

 

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Um fantasma ronda a imprensa desde os seus primórdios: o temor de reportar casos de suicídio.

As razões desse receio são perfeitamente compreensíveis. O tema é envolto por um véu de sofrimento e perplexidade. Para familiares de suicidas, o sentimento de culpa é inescapável. Como em todo luto, há negação, raiva e tristeza. E há mais: no suicídio é preciso tentar entender e aceitar as razões de quem decidiu abreviar a vida, contrariando o instinto de sobrevivência comum a todas as espécies. Falar sobre quem morreu é sempre uma tarefa delicada para a mídia, mas mesmo nas maiores tragédias humanas o sentimento que prevalece é o da consternação com a morte.

Morrer é uma certeza as dúvidas prevalecem: exceto alguns pacientes desenganados, quase ninguém sabe como, quando, onde ou de quê irá morrer. Matar a si próprio é impor uma certeza sobre todas as dúvidas, exceto uma: como seria o restante da vida se a escolha de morrer não triunfasse.

O suicídio, em muitos casos, pode ser um ato extremo de comunicação: uma busca sem volta de expor sentimentos antes represados. Segundo o alerta “Prevenir suicídio – um imperativo global” (2014), da Organização Mundial de Saúde, uma prevenção eficaz depende de inúmeros fatores – entre eles, informação de qualidade. Negligenciar as ocorrências pode aumentar o risco de novas tentativas.

A mídia tem o dever de dar à sociedade a melhor informação, para evitar que as pessoas se desencantem com a vida.

E talvez estejamos falhando em ajudar quem sofre com a perda de um ente querido a lidar com essa angústia.

“Os Sofrimentos do Jovem Werther”, obra do poeta alemão Goethe lançada em 1774, narra como uma desilusão amorosa levou o personagem do título ao suicídio. A publicação do romance, embora ficcional, provocou uma onda de suicídios pelo mesmo motivo, no que ficou conhecido como “Efeito Werther” – uma das razões criou-se o tabu de que a divulgação de um suicídio pode estimular novos casos. Tal crença poderia ser válida no século 18 de Goethe, mas não sobrevive aos tempos atuais de comunicação instantânea, tais atos são cometidos ao vivo diante de câmeras de tevê ou transmitidos em tempo real por redes sociais. Negar a existência dessas ocorrências é um equívoco tão grande quanto acreditar que torná-las públicas é decisivo para que outros escolham o mesmo destino. Um dos princípios do jornalismo é buscar a verdade.

(Disponível em: <https://istoe.com.br/por-que-nao-falar-sobre-suicidio/>. Acesso em 28 abr. 2018.)

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem no texto.

 

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Às pessoas com deficiência é assegurado o direito de se inscrever em concurso público para provimento de cargo cujas atribuições sejam compatíveis com a deficiência de que são portadoras, sendo reservado a essas pessoas o percentual de:
Questão Anulada

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