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1407290 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
As lições da dengue
Não é preciso passar mais do que algumas horas no Rio de Janeiro para se constatar: o pavor da dengue tomou conta das pessoas. O assunto está em todos os jornais, em todos os noticiários de rádio e de tevê, em todas as bocas. O movimento dos hotéis caiu muito, o que, numa cidade que tem no turismo uma importante fonte de renda, é um desastre. Claro, quem precisa ir ao Rio vai de qualquer modo, tomando todas as precauções possíveis. Faz algumas semanas, dei uma palestra numa instituição popular localizada numa antiga fábrica, na zona portuária do Rio: tão logo cheguei, fui atacado por uma feroz onda de mosquitos. Felizmente eu estava protegido; uso tanto repelente, que, no hotel, nem os garçons chegavam perto, mas esta situação, convenhamos, não é das mais agradáveis e está acabando com a paciência dos cariocas. Na seção de cartas de O Globo, na quinta passada, havia 21 mensagens; 18 falavam de dengue. E todas se queixavam das autoridades. Por bons motivos. O recente bate-boca protagonizado pelos responsáveis pelos serviços de saúde foi uma coisa muito triste.
Existem duas frases que o administrador público não pode dizer. A primeira: "Isto não é comigo". Sim, existe uma divisão de tarefas. Mas as pessoas não têm obrigação de conhecer organogramas; e, quando estão desesperadas, não querem saber de organogramas. Qualquer repartição, qualquer servidor, tem de servir como porta de entrada para o sistema que, ao menos teoricamente, vai proporcionar atendimento. Na prática, isto significa dizer: "Eu vou encaminhá-lo para o atendimento". E aí encaminhar mesmo: pegar o telefone, fazer o contato, instruir a pessoa acerca de como proceder.
A segunda frase a ser evitada é: "Isto é culpa de X" (no lugar deste X vocês podem colocar um órgão, um serviço, o ocupante de um cargo público). No Rio, a troca de acusações enfureceu as pessoas. Perguntava uma leitora: "Até quando prefeito e governador continuarão jogando a culpa um no outro pela epidemia de dengue?" Os políticos não se dão conta de que nesta briga não há vencedores, que é uma conduta suicida. Neste sentido, a idéia de um "gabinete de crise" reunindo no Rio os níveis federal, estadual e municipal foi uma coisa sensata.
As epidemias expõem as entranhas do país, mostram de forma implacável os problemas que não foram resolvidos. Este serviço pelo menos os micróbios, que sabem aproveitar qualquer oportunidade, prestam. Não seria mau aprender com eles.
Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. In Zero Hora, 01 de abril de 2008.
As palavras ou expressões dei, tão logo e implacável podem ser respectivamente substituídas, sem alterar o significado ou a correção das frases em que se encontram, por
 

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1405697 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
As lições da dengue
Não é preciso passar mais do que algumas horas no Rio de Janeiro para se constatar: o pavor da dengue tomou conta das pessoas. O assunto está em todos os jornais, em todos os noticiários de rádio e de tevê, em todas as bocas. O movimento dos hotéis caiu muito, o que, numa cidade que tem no turismo uma importante fonte de renda, é um desastre. Claro, quem precisa ir ao Rio vai de qualquer modo, tomando todas as precauções possíveis. Faz algumas semanas, dei uma palestra numa instituição popular localizada numa antiga fábrica, na zona portuária do Rio: tão logo cheguei, fui atacado por uma feroz onda de mosquitos. Felizmente eu estava protegido; uso tanto repelente, que, no hotel, nem os garçons chegavam perto, mas esta situação, convenhamos, não é das mais agradáveis e está acabando com a paciência dos cariocas. Na seção de cartas de O Globo, na quinta passada, havia 21 mensagens; 18 falavam de dengue. E todas se queixavam das autoridades. Por bons motivos. O recente bate-boca protagonizado pelos responsáveis pelos serviços de saúde foi uma coisa muito triste.
Existem duas frases que o administrador público não pode dizer. A primeira: "Isto não é comigo". Sim, existe uma divisão de tarefas. Mas as pessoas não têm obrigação de conhecer organogramas; e, quando estão desesperadas, não querem saber de organogramas. Qualquer repartição, qualquer servidor, tem de servir como porta de entrada para o sistema que, ao menos teoricamente, vai proporcionar atendimento. Na prática, isto significa dizer: "Eu vou encaminhá-lo para o atendimento". E encaminhar mesmo: pegar o telefone, fazer o contato, instruir a pessoa acerca de como proceder.
A segunda frase a ser evitada é: "Isto é culpa de X" (no lugar deste X vocês podem colocar um órgão, um serviço, o ocupante de um cargo público). No Rio, a troca de acusações enfureceu as pessoas. Perguntava uma leitora: "Até quando prefeito e governador continuarão jogando a culpa um no outro pela epidemia de dengue?" Os políticos não se dão conta de que nesta briga não há vencedores, que é uma conduta suicida. Neste sentido, a idéia de um "gabinete de crise" reunindo no Rio os níveis federal, estadual e municipal foi uma coisa sensata.
As epidemias expõem as entranhas do país, mostram de forma implacável os problemas que não foram resolvidos. Este serviço pelo menos os micróbios, que sabem aproveitar qualquer oportunidade, prestam. Não seria mau aprender com eles.
Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. In Zero Hora, 01 de abril de 2008.
Considere as afirmativas abaixo, a respeito de palavras do texto.
I - A palavra que introduz uma oração que expressa a causa da oração anterior.
II - A palavra indica lugar.
III - A palavra que poderia ser imediatamente precedida da palavra de, sem alterar a correção gramatical nem o significado da frase.
Quais estão corretas?
 

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1400252 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Instrução: A questão refere-se ao Balanço Patrimonial e Demonstração do Resultado do Exercício abaixo.
BALANÇO PATRIMONIAL
ATIVO 2008 2009 2010
CIRCULANTE 38.200 53.300 61.500
Caixa ou Equivalente de Caixa 1.200 1.300 1.500
Créditos 25.000 39.000 45.000
Estoques 12.000 13.000 15.000
NÃO CIRCULANTE 94.200 127.000 132.900
REALIZÁVEL A LONGO PRAZO 35.500 30.500 26.500
Clientes 10.500 11.500 12.500
Empréstimos a Receber 25.000 19.000 14.000
INVESTIMENTOS 5.400 2.700 3.900
Participações em Coligadas 5.000 2.500 3.600
Outras participações 400 200 300
IMOBILIZADO 43.500 85.400 94.900
Máquinas e Equipamentos 36.000 79.200 88.000
Edificações e Prédios 11.500 11.000 11.800
Depreciações Acumuladas - 4.000 - 4.800 - 4.900
INTANGÍVEL 9.800 8.400 7.600
Marcas, Patentes e Direitos Autorais 10.000 8.000 7.000
Software 2.000 3.000 2.500
Amortizações Acumuladas - 2.200 - 2.600 - 1.900
TOTAL DO ATIVO 132.400 180.300 194.400
PASSIVO 2008 2009 2010
CIRCULANTE 25.700 61.800 76.000
Fornecedores 20.000 55.000 68.000
Encargos Sociais a Recolher 2.500 3.500 4.500
Provisão para o Imposto de Renda e Contribuição Social 3.200 3.300 3.500
NÃO CIRCULANTE 22.500 24.000 21.500
Empréstimos a Pagar 10.500 11.000 12.500
Fornecedores 12.000 13.000 9.000
PATRIMÔNIO LÍQUIDO 84.200 94.500 96.900
Capital Social 80.000 90.000 92.000
Reservas de Lucro 4.200 4.500 4.900
TOTAL DO PASSIVO 132.400 180.300 194.400
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO
CONTAS 2008 2009 2010
RECEITA BRUTA DE VENDAS 450.000 460.000 470.000
DEDUÇÕES DA RECEITA BRUTA 76.500 78.200 79.900
RECEITA LÍQUIDA 373.500 381.800 390.100
CUSTO DAS VENDAS 210.000 218.300 235.000
RESULTADO OPERACIONAL BRUTO 163.500 163.500 155.100
DESPESAS OPERACIONAIS 45.000 46.000 47.000
RESULTADO ANTES DO I.R. E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL 118.500 117.500 108.100
PROVISÃO PARA O I.R. E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL 28.440 28.200 25.944
LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO 90.060 89.300 82.156
A análise horizontal do lucro líquido do exercício, nos anos de 2008, 2009 e 2010 foi, respectivamente,
 

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1398913 Ano: 2010
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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São modalidades de licitação:
 

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1398567 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Instrução: A questão refere-se ao Balanço Patrimonial e Demonstração do Resultado do Exercício abaixo.
BALANÇO PATRIMONIAL
ATIVO 2008 2009 2010
CIRCULANTE 38.200 53.300 61.500
Caixa ou Equivalente de Caixa 1.200 1.300 1.500
Créditos 25.000 39.000 45.000
Estoques 12.000 13.000 15.000
NÃO CIRCULANTE 94.200 127.000 132.900
REALIZÁVEL A LONGO PRAZO 35.500 30.500 26.500
Clientes 10.500 11.500 12.500
Empréstimos a Receber 25.000 19.000 14.000
INVESTIMENTOS 5.400 2.700 3.900
Participações em Coligadas 5.000 2.500 3.600
Outras participações 400 200 300
IMOBILIZADO 43.500 85.400 94.900
Máquinas e Equipamentos 36.000 79.200 88.000
Edificações e Prédios 11.500 11.000 11.800
Depreciações Acumuladas - 4.000 - 4.800 - 4.900
INTANGÍVEL 9.800 8.400 7.600
Marcas, Patentes e Direitos Autorais 10.000 8.000 7.000
Software 2.000 3.000 2.500
Amortizações Acumuladas - 2.200 - 2.600 - 1.900
TOTAL DO ATIVO 132.400 180.300 194.400
PASSIVO 2008 2009 2010
CIRCULANTE 25.700 61.800 76.000
Fornecedores 20.000 55.000 68.000
Encargos Sociais a Recolher 2.500 3.500 4.500
Provisão para o Imposto de Renda e Contribuição Social 3.200 3.300 3.500
NÃO CIRCULANTE 22.500 24.000 21.500
Empréstimos a Pagar 10.500 11.000 12.500
Fornecedores 12.000 13.000 9.000
PATRIMÔNIO LÍQUIDO 84.200 94.500 96.900
Capital Social 80.000 90.000 92.000
Reservas de Lucro 4.200 4.500 4.900
TOTAL DO PASSIVO 132.400 180.300 194.400
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO
CONTAS 2008 2009 2010
RECEITA BRUTA DE VENDAS 450.000 460.000 470.000
DEDUÇÕES DA RECEITA BRUTA 76.500 78.200 79.900
RECEITA LÍQUIDA 373.500 381.800 390.100
CUSTO DAS VENDAS 210.000 218.300 235.000
RESULTADO OPERACIONAL BRUTO 163.500 163.500 155.100
DESPESAS OPERACIONAIS 45.000 46.000 47.000
RESULTADO ANTES DO I.R. E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL 118.500 117.500 108.100
PROVISÃO PARA O I.R. E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL 28.440 28.200 25.944
LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO 90.060 89.300 82.156
A liquidez corrente, a liquidez geral, a composição do endividamento, o giro do ativo e a margem líquida, em 2010, foram, respectivamente,
 

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1396422 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
As lições da dengue
Não é preciso passar mais do que algumas horas no Rio de Janeiro para se constatar: o pavor da dengue tomou conta das pessoas. O assunto está em todos os jornais, em todos os noticiários de rádio e de tevê, em todas as bocas. O movimento dos hotéis caiu muito, o que, numa cidade que tem no turismo uma importante fonte de renda, é um desastre. Claro, quem precisa ir ao Rio vai de qualquer modo, tomando todas as precauções possíveis. Faz algumas semanas, dei uma palestra numa instituição popular localizada numa antiga fábrica, na zona portuária do Rio: tão logo cheguei, fui atacado por uma feroz onda de mosquitos. Felizmente eu estava protegido; uso tanto repelente, que, no hotel, nem os garçons chegavam perto, mas esta situação, convenhamos, não é das mais agradáveis e está acabando com a paciência dos cariocas. Na seção de cartas de O Globo, na quinta passada, havia 21 mensagens; 18 falavam de dengue. E todas se queixavam das autoridades. Por bons motivos. O recente bate-boca protagonizado pelos responsáveis pelos serviços de saúde foi uma coisa muito triste.
Existem duas frases que o administrador público não pode dizer. A primeira: "Isto não é comigo". Sim, existe uma divisão de tarefas. Mas as pessoas não têm obrigação de conhecer organogramas; e, quando estão desesperadas, não querem saber de organogramas. Qualquer repartição, qualquer servidor, tem de servir como porta de entrada para o sistema que, ao menos teoricamente, vai proporcionar atendimento. Na prática, isto significa dizer: "Eu vou encaminhá-lo para o atendimento". E aí encaminhar mesmo: pegar o telefone, fazer o contato, instruir a pessoa acerca de como proceder.
A segunda frase a ser evitada é: "Isto é culpa de X" (no lugar deste X vocês podem colocar um órgão, um serviço, o ocupante de um cargo público). No Rio, a troca de acusações enfureceu as pessoas. Perguntava uma leitora: "Até quando prefeito e governador continuarão jogando a culpa um no outro pela epidemia de dengue?" Os políticos não se dão conta de que nesta briga não há vencedores, que é uma conduta suicida. Neste sentido, a idéia de um "gabinete de crise" reunindo no Rio os níveis federal, estadual e municipal foi uma coisa sensata.
As epidemias expõem as entranhas do país, mostram de forma implacável os problemas que não foram resolvidos. Este serviço pelo menos os micróbios, que sabem aproveitar qualquer oportunidade, prestam. Não seria mau aprender com eles.
Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. In Zero Hora, 01 de abril de 2008.
Considere as afirmativas abaixo a respeito do texto.
I - O autor deixa claro que é indispensável que a população seja esclarecida sobre o risco de epidemias e as formas de evitá-las.
II - O caos da saúde pública no Rio de Janeiro é, conforme o texto, consequência do desarranjo entre as diferentes esferas do poder no país.
III - De acordo com o autor, cabe obrigatoriamente aos governos acolher quem recorre aos seus serviços e orientá-lo na busca de satisfação de suas necessidades.
Quais estão corretas?
 

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1395460 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Instrução: Na questão, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas da frase.
É a dona da companhia que faz ________ vezes de bilheteiro quando necessário, e é ______ ela, ______ cuja autoridade todos obedecem, que os atores recorrem quase sempre.
 

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1394354 Ano: 2010
Disciplina: Auditoria
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Risco de auditoria é a possibilidade de o auditor expressar uma opinião de auditoria inadequada quando as demonstrações contábeis contiverem distorção relevante. A análise dos riscos de auditoria deve ser feita na fase de planejamento dos trabalhos e prever diversas etapas.
Assinale a alternativa que apresenta ações que NÃO estão previstas na análise de riscos de auditoria.
 

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Considere as afirmações abaixo com relação ao Regimento Geral da UFRGS.
I - De ato ou decisão de autoridade ou órgão da Universidade cabe, por iniciativa do interessado, pedido de reconsideração, fundamentado na alegação de não consideração de elementos passíveis de exame quando da decisão.
II - O pedido de reconsideração deverá ser interposto no prazo de 30 (trinta) dias contados a partir da data de ciência pessoal do ato ou decisão, de sua divulgação oficial por edital afixado em local público e visível ou de publicação em órgão de comunicação interno ou externo à Universidade.
III - Os atos ou decisões de autoridade ou órgão da Universidade, por suas características intrínsecas, são irrecorríveis.
Quais estão corretas?
 

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1392716 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Instrução: A questão refere-se ao Balanço Patrimonial e Demonstração do Resultado do Exercício abaixo.
BALANÇO PATRIMONIAL
ATIVO 2008 2009 2010
CIRCULANTE 38.200 53.300 61.500
Caixa ou Equivalente de Caixa 1.200 1.300 1.500
Créditos 25.000 39.000 45.000
Estoques 12.000 13.000 15.000
NÃO CIRCULANTE 94.200 127.000 132.900
REALIZÁVEL A LONGO PRAZO 35.500 30.500 26.500
Clientes 10.500 11.500 12.500
Empréstimos a Receber 25.000 19.000 14.000
INVESTIMENTOS 5.400 2.700 3.900
Participações em Coligadas 5.000 2.500 3.600
Outras participações 400 200 300
IMOBILIZADO 43.500 85.400 94.900
Máquinas e Equipamentos 36.000 79.200 88.000
Edificações e Prédios 11.500 11.000 11.800
Depreciações Acumuladas - 4.000 - 4.800 - 4.900
INTANGÍVEL 9.800 8.400 7.600
Marcas, Patentes e Direitos Autorais 10.000 8.000 7.000
Software 2.000 3.000 2.500
Amortizações Acumuladas - 2.200 - 2.600 - 1.900
TOTAL DO ATIVO 132.400 180.300 194.400
PASSIVO 2008 2009 2010
CIRCULANTE 25.700 61.800 76.000
Fornecedores 20.000 55.000 68.000
Encargos Sociais a Recolher 2.500 3.500 4.500
Provisão para o Imposto de Renda e Contribuição Social 3.200 3.300 3.500
NÃO CIRCULANTE 22.500 24.000 21.500
Empréstimos a Pagar 10.500 11.000 12.500
Fornecedores 12.000 13.000 9.000
PATRIMÔNIO LÍQUIDO 84.200 94.500 96.900
Capital Social 80.000 90.000 92.000
Reservas de Lucro 4.200 4.500 4.900
TOTAL DO PASSIVO 132.400 180.300 194.400
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO
CONTAS 2008 2009 2010
RECEITA BRUTA DE VENDAS 450.000 460.000 470.000
DEDUÇÕES DA RECEITA BRUTA 76.500 78.200 79.900
RECEITA LÍQUIDA 373.500 381.800 390.100
CUSTO DAS VENDAS 210.000 218.300 235.000
RESULTADO OPERACIONAL BRUTO 163.500 163.500 155.100
DESPESAS OPERACIONAIS 45.000 46.000 47.000
RESULTADO ANTES DO I.R. E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL 118.500 117.500 108.100
PROVISÃO PARA O I.R. E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL 28.440 28.200 25.944
LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO 90.060 89.300 82.156
A composição do endividamento nos anos de 2008, 2009 e 2010 foi, respectivamente,
 

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