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Foram encontradas 50 questões.

1405697 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
As lições da dengue
Não é preciso passar mais do que algumas horas no Rio de Janeiro para se constatar: o pavor da dengue tomou conta das pessoas. O assunto está em todos os jornais, em todos os noticiários de rádio e de tevê, em todas as bocas. O movimento dos hotéis caiu muito, o que, numa cidade que tem no turismo uma importante fonte de renda, é um desastre. Claro, quem precisa ir ao Rio vai de qualquer modo, tomando todas as precauções possíveis. Faz algumas semanas, dei uma palestra numa instituição popular localizada numa antiga fábrica, na zona portuária do Rio: tão logo cheguei, fui atacado por uma feroz onda de mosquitos. Felizmente eu estava protegido; uso tanto repelente, que, no hotel, nem os garçons chegavam perto, mas esta situação, convenhamos, não é das mais agradáveis e está acabando com a paciência dos cariocas. Na seção de cartas de O Globo, na quinta passada, havia 21 mensagens; 18 falavam de dengue. E todas se queixavam das autoridades. Por bons motivos. O recente bate-boca protagonizado pelos responsáveis pelos serviços de saúde foi uma coisa muito triste.
Existem duas frases que o administrador público não pode dizer. A primeira: "Isto não é comigo". Sim, existe uma divisão de tarefas. Mas as pessoas não têm obrigação de conhecer organogramas; e, quando estão desesperadas, não querem saber de organogramas. Qualquer repartição, qualquer servidor, tem de servir como porta de entrada para o sistema que, ao menos teoricamente, vai proporcionar atendimento. Na prática, isto significa dizer: "Eu vou encaminhá-lo para o atendimento". E encaminhar mesmo: pegar o telefone, fazer o contato, instruir a pessoa acerca de como proceder.
A segunda frase a ser evitada é: "Isto é culpa de X" (no lugar deste X vocês podem colocar um órgão, um serviço, o ocupante de um cargo público). No Rio, a troca de acusações enfureceu as pessoas. Perguntava uma leitora: "Até quando prefeito e governador continuarão jogando a culpa um no outro pela epidemia de dengue?" Os políticos não se dão conta de que nesta briga não há vencedores, que é uma conduta suicida. Neste sentido, a idéia de um "gabinete de crise" reunindo no Rio os níveis federal, estadual e municipal foi uma coisa sensata.
As epidemias expõem as entranhas do país, mostram de forma implacável os problemas que não foram resolvidos. Este serviço pelo menos os micróbios, que sabem aproveitar qualquer oportunidade, prestam. Não seria mau aprender com eles.
Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. In Zero Hora, 01 de abril de 2008.
Considere as afirmativas abaixo, a respeito de palavras do texto.
I - A palavra que introduz uma oração que expressa a causa da oração anterior.
II - A palavra indica lugar.
III - A palavra que poderia ser imediatamente precedida da palavra de, sem alterar a correção gramatical nem o significado da frase.
Quais estão corretas?
 

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1404546 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Muitos acidentes industriais ocorrem como consequência de interações inadequadas entre o trabalhador e sua tarefa, máquina e ambiente. Do ponto de vista ergonômico, a ação realmente eficaz para reduzir o número de acidentes consiste em
 

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1401834 Ano: 2010
Disciplina: Economia
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Em um mercado em que se verifica a concorrência perfeita, a curva de demanda da empresa será
 

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1399210 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia de Produção
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Assinale o fator abaixo que NÃO deve embasar um estudo de tamanho de uma planta industrial.
 

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1397315 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia de Produção
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Uma empresa necessita levantar e apresentar, utilizando uma única ferramenta, as causas que podem ter gerado um determinado problema. Dentre as ferramentas da qualidade apresentadas abaixo, qual é a mais adequada para o estudo?
 

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1396422 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
As lições da dengue
Não é preciso passar mais do que algumas horas no Rio de Janeiro para se constatar: o pavor da dengue tomou conta das pessoas. O assunto está em todos os jornais, em todos os noticiários de rádio e de tevê, em todas as bocas. O movimento dos hotéis caiu muito, o que, numa cidade que tem no turismo uma importante fonte de renda, é um desastre. Claro, quem precisa ir ao Rio vai de qualquer modo, tomando todas as precauções possíveis. Faz algumas semanas, dei uma palestra numa instituição popular localizada numa antiga fábrica, na zona portuária do Rio: tão logo cheguei, fui atacado por uma feroz onda de mosquitos. Felizmente eu estava protegido; uso tanto repelente, que, no hotel, nem os garçons chegavam perto, mas esta situação, convenhamos, não é das mais agradáveis e está acabando com a paciência dos cariocas. Na seção de cartas de O Globo, na quinta passada, havia 21 mensagens; 18 falavam de dengue. E todas se queixavam das autoridades. Por bons motivos. O recente bate-boca protagonizado pelos responsáveis pelos serviços de saúde foi uma coisa muito triste.
Existem duas frases que o administrador público não pode dizer. A primeira: "Isto não é comigo". Sim, existe uma divisão de tarefas. Mas as pessoas não têm obrigação de conhecer organogramas; e, quando estão desesperadas, não querem saber de organogramas. Qualquer repartição, qualquer servidor, tem de servir como porta de entrada para o sistema que, ao menos teoricamente, vai proporcionar atendimento. Na prática, isto significa dizer: "Eu vou encaminhá-lo para o atendimento". E aí encaminhar mesmo: pegar o telefone, fazer o contato, instruir a pessoa acerca de como proceder.
A segunda frase a ser evitada é: "Isto é culpa de X" (no lugar deste X vocês podem colocar um órgão, um serviço, o ocupante de um cargo público). No Rio, a troca de acusações enfureceu as pessoas. Perguntava uma leitora: "Até quando prefeito e governador continuarão jogando a culpa um no outro pela epidemia de dengue?" Os políticos não se dão conta de que nesta briga não há vencedores, que é uma conduta suicida. Neste sentido, a idéia de um "gabinete de crise" reunindo no Rio os níveis federal, estadual e municipal foi uma coisa sensata.
As epidemias expõem as entranhas do país, mostram de forma implacável os problemas que não foram resolvidos. Este serviço pelo menos os micróbios, que sabem aproveitar qualquer oportunidade, prestam. Não seria mau aprender com eles.
Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. In Zero Hora, 01 de abril de 2008.
Considere as afirmativas abaixo a respeito do texto.
I - O autor deixa claro que é indispensável que a população seja esclarecida sobre o risco de epidemias e as formas de evitá-las.
II - O caos da saúde pública no Rio de Janeiro é, conforme o texto, consequência do desarranjo entre as diferentes esferas do poder no país.
III - De acordo com o autor, cabe obrigatoriamente aos governos acolher quem recorre aos seus serviços e orientá-lo na busca de satisfação de suas necessidades.
Quais estão corretas?
 

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1395975 Ano: 2010
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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As estratégias convencionais da Cadeia de Suprimentos são, muitas vezes, classificadas como estratégias empurradas ou puxadas. Em relação à demanda (seus riscos e incertezas) e à economia de escala (na redução do custo), assinale a afirmativa INCORRETA.

 

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1395942 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia de Produção
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda, relacionando os conceitos econômicos às suas respectivas definições.
(1) bens de capital
( ) rendimento sobre os fundos
(2) taxa de retorno sobre o capital
( ) rendimento sobre os fundos descontada a inflação
(3) taxa de juros (% ao ano)
( ) bens duráveis usados para a produção de outros bens
(4) taxa de juros real (% ao ano)
( ) receita anual líquida sobre o capital dividida pelo valor do capital (em unidades monetárias)
(5) aluguel
( ) retorno sobre os bens de capital anuais líquidos (em unidades monetárias)
Assinale a sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo.
 

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1395460 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Instrução: Na questão, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas da frase.
É a dona da companhia que faz ________ vezes de bilheteiro quando necessário, e é ______ ela, ______ cuja autoridade todos obedecem, que os atores recorrem quase sempre.
 

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1394955 Ano: 2010
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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A função logística tem evoluído continuamente e, hoje, constitui-se como fundamental para a competitividade das empresas. Com o objetivo de garantir eficiência e eficácia, as empresas passaram a se preocupar não apenas com as relações binárias com fornecedores e clientes, mas, também, com os principais integrantes de sua Cadeia de Suprimentos. Com relação às melhores práticas de gestão da Cadeia de Suprimentos, analise as afirmativas a seguir.

I - Através de colaboração, as empresas compartilham informações estratégicas, com o objetivo de maximizar a lucratividade global da Cadeia de Suprimentos.

II - O efeito chicote é resultado da colaboração acentuada entre empresas da mesma Cadeia de Suprimentos.

III - Para reduzir o custo total logístico, as empresas devem buscar minimizar, isoladamente, o custo de cada função logística.

IV - as Cadeias de Suprimentos precisam ser projetadas e operacionalizadas em ambientes cercados de incertezas que, por sua vez, geram riscos para as organizações.

Quais estão corretas?

 

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