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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
As lições da dengue
Não é preciso passar mais do que algumas horas no Rio de Janeiro para se constatar: o pavor da dengue tomou conta das pessoas. O assunto está em todos os jornais, em todos os noticiários de rádio e de tevê, em todas as bocas. O movimento dos hotéis caiu muito, o que, numa cidade que tem no turismo uma importante fonte de renda, é um desastre. Claro, quem precisa ir ao Rio vai de qualquer modo, tomando todas as precauções possíveis. Faz algumas semanas, dei uma palestra numa instituição popular localizada numa antiga fábrica, na zona portuária do Rio: tão logo cheguei, fui atacado por uma feroz onda de mosquitos. Felizmente eu estava protegido; uso tanto repelente, que, no hotel, nem os garçons chegavam perto, mas esta situação, convenhamos, não é das mais agradáveis e está acabando com a paciência dos cariocas. Na seção de cartas de O Globo, na quinta passada, havia 21 mensagens; 18 falavam de dengue. E todas se queixavam das autoridades. Por bons motivos. O recente bate-boca protagonizado pelos responsáveis pelos serviços de saúde foi uma coisa muito triste.
Existem duas frases que o administrador público não pode dizer. A primeira: "Isto não é comigo". Sim, existe uma divisão de tarefas. Mas as pessoas não têm obrigação de conhecer organogramas; e, quando estão desesperadas, não querem saber de organogramas. Qualquer repartição, qualquer servidor, tem de servir como porta de entrada para o sistema que, ao menos teoricamente, vai proporcionar atendimento. Na prática, isto significa dizer: "Eu vou encaminhá-lo para o atendimento". E aí encaminhar mesmo: pegar o telefone, fazer o contato, instruir a pessoa acerca de como proceder.
A segunda frase a ser evitada é: "Isto é culpa de X" (no lugar deste X vocês podem colocar um órgão, um serviço, o ocupante de um cargo público). No Rio, a troca de acusações enfureceu as pessoas. Perguntava uma leitora: "Até quando prefeito e governador continuarão jogando a culpa um no outro pela epidemia de dengue?" Os políticos não se dão conta de que nesta briga não há vencedores, que é uma conduta suicida. Neste sentido, a idéia de um "gabinete de crise" reunindo no Rio os níveis federal, estadual e municipal foi uma coisa sensata.
As epidemias expõem as entranhas do país, mostram de forma implacável os problemas que não foram resolvidos. Este serviço pelo menos os micróbios, que sabem aproveitar qualquer oportunidade, prestam. Não seria mau aprender com eles.
Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. In Zero Hora, 01 de abril de 2008.
Considere as afirmativas abaixo, a respeito de palavras do texto.
I - A palavra que introduz uma oração que expressa a causa da oração anterior.
II - A palavra aí indica lugar.
III - A palavra que poderia ser imediatamente precedida da palavra de, sem alterar a correção gramatical nem o significado da frase.
Quais estão corretas?
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As medições de ________________ de comunicação devem ir além das medidas de _______________. __________________ de relações públicas podem ser avaliados medindo-se tanto processos de programas de comunicação como os resultados destes.
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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Pela natureza de suas atividades, objeto de estudo, __________ e __________, as relações públicas devem agir __________ em busca da excelência e da comunicação __________.
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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Considere as afirmações abaixo sobre o weblog corporativo.
I - Como ferramenta de comunicação corporativa, deve ser planejado dentro do contexto das estratégias de comunicação e marketing da empresa.
II - Não substitui, mas complementa o website corporativo e pode ser utilizado para reforçar a mudança de imagem e da marca.
III - Pode ser utilizado para apoiar o lançamento de um produto, estruturar a comunicação externa e apoiar a realização de um evento.
Quais estão corretas?
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Assinale a alternativa que define as incumbências do assessor de relações públicas nas organizações.
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Considere as ferramentas abaixo.
I - Análises de cenários, identificação e segmentação de públicos, gerenciamento de assuntos emergentes e comunicação de crise.
II - Planejamento de marketing, gestão de pessoas, marketing social e cultural.
III - Construção de cenários, avaliação de programas de relações públicas, mensuração e estratégias de relacionamentos.
Quais integram o gerenciamento estratégico de relações públicas?
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Uma das finalidades da área de relações públicas é cuidar da imagem das organizações e/ou contribuir para a construção de sua identidade corporativa. __________ é o que passa na mente dos públicos, no seu imaginário, enquanto __________ é o que a organização é, faz e diz.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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Considere as definições de público abaixo.
I - Conjunto de pessoas ou organizações que se relacionam direta ou indiretamente com uma empresa ou com os quais ela interage.
II - Públicos de interferência são aqueles que não participam da atividade-fim da organização, mas apenas das atividades-meio; estão ligados à prestação de serviços ou à intermediação política ou social.
III - Pessoas ou grupos organizados de pessoas, com ou sem contiguidade espacial, em que há existência de controvérsia e abundância de informações, com oportunidade de discussão, predomínio de crítica e reflexão, e busca de uma atitude comum.
Quais caracterizam públicos em relações públicas?
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
As lições da dengue
Não é preciso passar mais do que algumas horas no Rio de Janeiro para se constatar: o pavor da dengue tomou conta das pessoas. O assunto está em todos os jornais, em todos os noticiários de rádio e de tevê, em todas as bocas. O movimento dos hotéis caiu muito, o que, numa cidade que tem no turismo uma importante fonte de renda, é um desastre. Claro, quem precisa ir ao Rio vai de qualquer modo, tomando todas as precauções possíveis. Faz algumas semanas, dei uma palestra numa instituição popular localizada numa antiga fábrica, na zona portuária do Rio: tão logo cheguei, fui atacado por uma feroz onda de mosquitos. Felizmente eu estava protegido; uso tanto repelente, que, no hotel, nem os garçons chegavam perto, mas esta situação, convenhamos, não é das mais agradáveis e está acabando com a paciência dos cariocas. Na seção de cartas de O Globo, na quinta passada, havia 21 mensagens; 18 falavam de dengue. E todas se queixavam das autoridades. Por bons motivos. O recente bate-boca protagonizado pelos responsáveis pelos serviços de saúde foi uma coisa muito triste.
Existem duas frases que o administrador público não pode dizer. A primeira: "Isto não é comigo". Sim, existe uma divisão de tarefas. Mas as pessoas não têm obrigação de conhecer organogramas; e, quando estão desesperadas, não querem saber de organogramas. Qualquer repartição, qualquer servidor, tem de servir como porta de entrada para o sistema que, ao menos teoricamente, vai proporcionar atendimento. Na prática, isto significa dizer: "Eu vou encaminhá-lo para o atendimento". E aí encaminhar mesmo: pegar o telefone, fazer o contato, instruir a pessoa acerca de como proceder.
A segunda frase a ser evitada é: "Isto é culpa de X" (no lugar deste X vocês podem colocar um órgão, um serviço, o ocupante de um cargo público). No Rio, a troca de acusações enfureceu as pessoas. Perguntava uma leitora: "Até quando prefeito e governador continuarão jogando a culpa um no outro pela epidemia de dengue?" Os políticos não se dão conta de que nesta briga não há vencedores, que é uma conduta suicida. Neste sentido, a idéia de um "gabinete de crise" reunindo no Rio os níveis federal, estadual e municipal foi uma coisa sensata.
As epidemias expõem as entranhas do país, mostram de forma implacável os problemas que não foram resolvidos. Este serviço pelo menos os micróbios, que sabem aproveitar qualquer oportunidade, prestam. Não seria mau aprender com eles.
Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. In Zero Hora, 01 de abril de 2008.
Considere as afirmativas abaixo a respeito do texto.
I - O autor deixa claro que é indispensável que a população seja esclarecida sobre o risco de epidemias e as formas de evitá-las.
II - O caos da saúde pública no Rio de Janeiro é, conforme o texto, consequência do desarranjo entre as diferentes esferas do poder no país.
III - De acordo com o autor, cabe obrigatoriamente aos governos acolher quem recorre aos seus serviços e orientá-lo na busca de satisfação de suas necessidades.
Quais estão corretas?
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Considere as seguintes ações como parte de um processo de comunicação.
I - Estar direcionado para os objetivos do negócio e desenvolver significados compartilhados, transcendendo a dimensão tangível dos produtos e serviços.
II - Gerar conceito em torno do qual mantém seus vínculos internos e estabelecer relacionamentos com os diferentes setores da sociedade.
III - Proporcionar a gestão sustentável dos negócios através da comunicação assimétrica e descendente.
Quais tornam o processo estratégico?
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