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Foram encontradas 40 questões.

Considere as afirmações abaixo sobre o regime disciplinar do servidor público, à luz da Lei 8.112/1990.
I - Será cassada a aposentadoria ou a disponibilidade do inativo que houver praticado, na atividade, falta punível com a demissão.
II - Configura abandono de cargo a ausência intencional do servidor ao serviço por mais de 30 (trinta) dias consecutivos.
III - A ação disciplinar é imprescritível e pode ser intentada a qualquer momento, até a aposentadoria.
Quais estão corretas?
 

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1412135 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Considere que, em 10/05/2007, a empresa Beta S.A. tenha adquirido, por R$ 240.000,00, uma máquina para utilizar em suas atividades profissionais, colocando-a, imediatamente, em funcionamento. A vida útil estimada dessa máquina é de dez anos com um valor residual previsto de R$ 30.000,00. Sendo assim, no Balanço Patrimonial de 31/12/2009, o valor contábil dessa máquina, correspondia a
 

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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
“Duas Vidas”, novela de Janete Clair.
Em 1976, estreava “Duas Vidas”, drama televisivo exibido pela Rede Globo no horário das vinte horas. A autora, Janete Clair, já era uma grande dama da teledramaturgia brasileira.
O enredo mostrava uma rua do bairro do Catete, no Rio de Janeiro, sendo desapropriada para a construção de uma linha do metrô. A partir daí, a novela acompanhava a história dos moradores, o recomeço de suas vidas alteradas pelo progresso da cidade, suas relações familiares e amorosas. A heroína da história, Leda Maria, era a mãe de um menino de uns oito anos que havia sido abandonada por um marido inescrupuloso. Ao reconstruir sua vida, a heroína envolve-se, simultaneamente, com o médico que atendia moradores da rua e com um jovem aspirante a cantor, paixão de adolescência de Leda.
Por conta desse enredo e de seus desdobramentos, Janete Clair travou uma dura luta com a Censura. Chegou a escrever uma carta para a Divisão de Censura e Diversões Públicas do Departamento de Polícia Federal:
“Quem escreve é uma escritora perplexa e desorientada em face dos cortes que vêm sendo feitos pela Censura Federal nos últimos capítulos da novela “Duas Vidas”. Perplexa e desorientada não apenas pela drástica mutilação da obra que venho realizando, como também diante do incompreensível critério que orienta a ação dos censores. De fato, não posso entender que conceitos morais ou de qualquer natureza possam determinar a proibição de um romance de amor entre um jovem e uma mulher madura, ambos solteiros. Não posso entender, igualmente, o porquê da proibição de outra cena em que o dono de uma casa de móveis reclama contra a poeira produzida pelas obras do metrô, que lhe emporcalha os móveis e afugenta a freguesia, quando todos nós sabemos dos transtornos ocasionados por essa obra pública.”
O esforço da autora, no entanto, não surtiu efeito. Afinal, criticar instituições governamentais e enaltecer relações amorosas de uma mãe de família separada destoavam dos padrões da Ditadura Militar vigente à época. Ainda assim, mesmo com os cortes feitos à história, a autora encontrou meios de continuar.
Como se não bastasse, Janete também padeceu com a crítica televisiva, que foi impiedosa. Apesar de tudo, a novela conseguiu alcançar sucesso de público e registrou enorme índice de audiência em seu último capítulo. A autora creditou o êxito final à fidelidade do público feminino a suas histórias.
Adaptado de: Nostalgia: momentos inesquecíveis da história
da TV. Por Paulo Senna em 18/10/2010. Disponível em:
http://oglobo.globo.com/cultura/kogut/nostalgia/
No trecho a poeira produzida pelas obras do metrô, que lhe emporcalha os móveis e afugenta a freguesia, as palavras que e lhe são, respectivamente,
 

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Considere as situações abaixo.
I - Aposentadoria
II - Transferência
III - Demissão
Quais constituem razões para a vacância de cargo público, à luz da Lei 8.112/1990?
 

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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
“Duas Vidas”, novela de Janete Clair.
Em 1976, estreava “Duas Vidas”, drama televisivo exibido pela Rede Globo no horário das vinte horas. A autora, Janete Clair, já era uma grande dama da teledramaturgia brasileira.
O enredo mostrava uma rua do bairro do Catete, no Rio de Janeiro, sendo desapropriada para a construção de uma linha do metrô. A partir daí, a novela acompanhava a história dos moradores, o recomeço de suas vidas alteradas pelo progresso da cidade, suas relações familiares e amorosas. A heroína da história, Leda Maria, era a mãe de um menino de uns oito anos que havia sido abandonada por um marido inescrupuloso. Ao reconstruir sua vida, a heroína envolve-se, simultaneamente, com o médico que atendia moradores da rua e com um jovem aspirante a cantor, paixão de adolescência de Leda.
Por conta desse enredo e de seus desdobramentos, Janete Clair travou uma dura luta com a Censura. Chegou a escrever uma carta para a Divisão de Censura e Diversões Públicas do Departamento de Polícia Federal:
“Quem escreve é uma escritora perplexa e desorientada em face dos cortes que vêm sendo feitos pela Censura Federal nos últimos capítulos da novela “Duas Vidas”. Perplexa e desorientada não apenas pela drástica mutilação da obra que venho realizando, como também diante do incompreensível critério que orienta a ação dos censores. De fato, não posso entender que conceitos morais ou de qualquer natureza possam determinar a proibição de um romance de amor entre um jovem e uma mulher madura, ambos solteiros. Não posso entender, igualmente, o porquê da proibição de outra cena em que o dono de uma casa de móveis reclama contra a poeira produzida pelas obras do metrô, que lhe emporcalha os móveis e afugenta a freguesia, quando todos nós sabemos dos transtornos ocasionados por essa obra pública.”
O esforço da autora, no entanto, não surtiu efeito. Afinal, criticar instituições governamentais e enaltecer relações amorosas de uma mãe de família separada destoavam dos padrões da Ditadura Militar vigente à época. Ainda assim, mesmo com os cortes feitos à história, a autora encontrou meios de continuar.
Como se não bastasse, Janete também padeceu com a crítica televisiva, que foi impiedosa. Apesar de tudo, a novela conseguiu alcançar sucesso de público e registrou enorme índice de audiência em seu último capítulo. A autora creditou o êxito final à fidelidade do público feminino a suas histórias.
Adaptado de: Nostalgia: momentos inesquecíveis da história
da TV. Por Paulo Senna em 18/10/2010. Disponível em:
http://oglobo.globo.com/cultura/kogut/nostalgia/
No trecho De fato, não posso entender que conceitos morais ou de qualquer natureza possam determinar a proibição de um romance de amor entre um jovem e uma mulher madura, ambos solteiros, a expressão de fato pode ser substituída, sem prejuízo do sentido do texto, por
 

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1408169 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Analise as assertivas abaixo, assinalando-as com V (verdadeira) e F (falsa).
( ) A conta ações em tesouraria deverá ser destacada no balanço patrimonial, sendo somada à conta do patrimônio líquido que registrar a origem dos recursos aplicados na sua aquisição.
( ) O valor do capital subscrito por acionistas, mas ainda não integralizado, fica em conta específica do patrimônio líquido, retificando o valor do capital social; portanto, essa é uma conta devedora dentro do patrimônio líquido.
( ) Serão classificadas como reservas de capital as contas que registrarem somente o produto da alienação de partes beneficiárias.
Assinale a sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo.
 

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1406977 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Considere que a empresa Beta S.A. obteve, em 31/12/2009, lucro de R$ 200.000,00 antes da incidência do Imposto de Renda e Contribuição Social e da formação da Reserva Legal do período. A Reserva legal acumulada é de R$ 30.000,00. O Imposto de Renda e Contribuição Social do período soma R$ 70.000,00. Com base nesses dados, a Reserva legal do exercício 2009 será de
 

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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
“Duas Vidas”, novela de Janete Clair.
Em 1976, estreava “Duas Vidas”, drama televisivo exibido pela Rede Globo no horário das vinte horas. A autora, Janete Clair, já era uma grande dama da teledramaturgia brasileira.
O enredo mostrava uma rua do bairro do Catete, no Rio de Janeiro, sendo desapropriada para a construção de uma linha do metrô. A partir daí, a novela acompanhava a história dos moradores, o recomeço de suas vidas alteradas pelo progresso da cidade, suas relações familiares e amorosas. A heroína da história, Leda Maria, era a mãe de um menino de uns oito anos que havia sido abandonada por um marido inescrupuloso. Ao reconstruir sua vida, a heroína envolve-se, simultaneamente, com o médico que atendia moradores da rua e com um jovem aspirante a cantor, paixão de adolescência de Leda.
Por conta desse enredo e de seus desdobramentos, Janete Clair travou uma dura luta com a Censura. Chegou a escrever uma carta para a Divisão de Censura e Diversões Públicas do Departamento de Polícia Federal:
“Quem escreve é uma escritora perplexa e desorientada em face dos cortes que vêm sendo feitos pela Censura Federal nos últimos capítulos da novela “Duas Vidas”. Perplexa e desorientada não apenas pela drástica mutilação da obra que venho realizando, como também diante do incompreensível critério que orienta a ação dos censores. De fato, não posso entender que conceitos morais ou de qualquer natureza possam determinar a proibição de um romance de amor entre um jovem e uma mulher madura, ambos solteiros. Não posso entender, igualmente, o porquê da proibição de outra cena em que o dono de uma casa de móveis reclama contra a poeira produzida pelas obras do metrô, que lhe emporcalha os móveis e afugenta a freguesia, quando todos nós sabemos dos transtornos ocasionados por essa obra pública.”
O esforço da autora, no entanto, não surtiu efeito. Afinal, criticar instituições governamentais e enaltecer relações amorosas de uma mãe de família separada destoavam dos padrões da Ditadura Militar vigente à época. Ainda assim, mesmo com os cortes feitos à história, a autora encontrou meios de continuar.
Como se não bastasse, Janete também padeceu com a crítica televisiva, que foi impiedosa. Apesar de tudo, a novela conseguiu alcançar sucesso de público e registrou enorme índice de audiência em seu último capítulo. A autora creditou o êxito final à fidelidade do público feminino a suas histórias.
Adaptado de: Nostalgia: momentos inesquecíveis da história
da TV. Por Paulo Senna em 18/10/2010. Disponível em:
http://oglobo.globo.com/cultura/kogut/nostalgia/
Considerando as ideias contidas no texto, assinale com V (verdadeira) ou F (falsa) as afirmativas abaixo.
( ) A obra de Janete Clair foi mutilada pela Censura, pois a heroína Leda Maria participava de grupos organizados a favor do divórcio.
( ) Na carta que escreveu para a Censura, Janete Clair dizia que compreendia os problemas gerados pelas obras do metrô, mas que não concordava com os danos que causavam à saúde da população.
( ) A novela “Duas Vidas”, apesar das mutilações que a história teve, conseguiu agradar a todos e teve uma repercussão positiva junto à crítica, especialmente no seu último capítulo, visto que alcançou grande audiência.
( ) O romance da heroína com um homem mais jovem foi considerado um comportamento normal pela autora, que alegou não compreender o motivo das mutilações da Censura.
( ) A Polícia Federal recomendou suspender a novela, pois Janete Clair não concordava que a personagem Leda Maria fosse a favor das obras do metrô e a favor do divórcio.
Assinale a alternativa com a sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo.
 

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“Duas Vidas”, novela de Janete Clair.
Em 1976, estreava “Duas Vidas”, drama televisivo exibido pela Rede Globo no horário das vinte horas. A autora, Janete Clair, já era uma grande dama da teledramaturgia brasileira.
O enredo mostrava uma rua do bairro do Catete, no Rio de Janeiro, sendo desapropriada para a construção de uma linha do metrô. A partir daí, a novela acompanhava a história dos moradores, o recomeço de suas vidas alteradas pelo progresso da cidade, suas relações familiares e amorosas. A heroína da história, Leda Maria, era a mãe de um menino de uns oito anos que havia sido abandonada por um marido inescrupuloso. Ao reconstruir sua vida, a heroína envolve-se, simultaneamente, com o médico que atendia moradores da rua e com um jovem aspirante a cantor, paixão de adolescência de Leda.
Por conta desse enredo e de seus desdobramentos, Janete Clair travou uma dura luta com a Censura. Chegou a escrever uma carta para a Divisão de Censura e Diversões Públicas do Departamento de Polícia Federal:
“Quem escreve é uma escritora perplexa e desorientada em face dos cortes que vêm sendo feitos pela Censura Federal nos últimos capítulos da novela “Duas Vidas”. Perplexa e desorientada não apenas pela drástica mutilação da obra que venho realizando, como também diante do incompreensível critério que orienta a ação dos censores. De fato, não posso entender que conceitos morais ou de qualquer natureza possam determinar a proibição de um romance de amor entre um jovem e uma mulher madura, ambos solteiros. Não posso entender, igualmente, o porquê da proibição de outra cena em que o dono de uma casa de móveis reclama contra a poeira produzida pelas obras do metrô, que lhe emporcalha os móveis e afugenta a freguesia, quando todos nós sabemos dos transtornos ocasionados por essa obra pública.”
O esforço da autora, no entanto, não surtiu efeito. Afinal, criticar instituições governamentais e enaltecer relações amorosas de uma mãe de família separada destoavam dos padrões da Ditadura Militar vigente à época. Ainda assim, mesmo com os cortes feitos à história, a autora encontrou meios de continuar.
Como se não bastasse, Janete também padeceu com a crítica televisiva, que foi impiedosa. Apesar de tudo, a novela conseguiu alcançar sucesso de público e registrou enorme índice de audiência em seu último capítulo. A autora creditou o êxito final à fidelidade do público feminino a suas histórias.
Adaptado de: Nostalgia: momentos inesquecíveis da história
da TV. Por Paulo Senna em 18/10/2010. Disponível em:
http://oglobo.globo.com/cultura/kogut/nostalgia/
Considere as afirmações abaixo sobre funções sintáticas das palavras no texto.
I - O sujeito de estreava é a expressão Em 1976.
II - O verbo destoavam tem sujeito oracional.
III - O verbo registrou tem como sujeito público
Quais estão corretas?
 

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1402873 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Considere as seguintes contas, no contexto da escrituração contábil: Bancos, Duplicatas Descontadas, Salários a Pagar, Capital Social e Ações em Tesouraria. Os saldos dessas contas diminuem quando as mesmas são, respectivamente,
 

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