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Considere que os valores a seguir referem-se às contas de resultado da empresa Beta, em 31 de dezembro de 2009.
| Contas de Resultado | em R$ |
| Custo dos Produtos Vendidos | 150.000,00 |
| Despesa Financeira | 7.500,00 |
| Despesas Administrativas | 8.500,00 |
| Despesas de Vendas | 13.500,00 |
| Devoluções de Vendas | 11.000,00 |
| Impostos sobre Vendas | 42.500,00 |
| Outras Despesas Operacionais | 2.500,00 |
| Participações de Debêntures | 2.000,00 |
| Provisão para Imposto de Renda e Contribuição Social | 5.000,00 |
| Receita Bruta de Vendas | 250.000,00 |
Com base nos valores acima, assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, a receita líquida de vendas, o lucro bruto, o resultado operacional e o resultado líquido do exercício.
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
“Duas Vidas”, novela de Janete Clair.
Em 1976, estreava “Duas Vidas”, drama televisivo exibido pela Rede Globo no horário das vinte horas. A autora, Janete Clair, já era uma grande dama da teledramaturgia brasileira.
O enredo mostrava uma rua do bairro do Catete, no Rio de Janeiro, sendo desapropriada para a construção de uma linha do metrô. A partir daí, a novela acompanhava a história dos moradores, o recomeço de suas vidas alteradas pelo progresso da cidade, suas relações familiares e amorosas. A heroína da história, Leda Maria, era a mãe de um menino de uns oito anos que havia sido abandonada por um marido inescrupuloso. Ao reconstruir sua vida, a heroína envolve-se, simultaneamente, com o médico que atendia moradores da rua e com um jovem aspirante a cantor, paixão de adolescência de Leda.
Por conta desse enredo e de seus desdobramentos, Janete Clair travou uma dura luta com a Censura. Chegou a escrever uma carta para a Divisão de Censura e Diversões Públicas do Departamento de Polícia Federal:
“Quem escreve é uma escritora perplexa e desorientada em face dos cortes que vêm sendo feitos pela Censura Federal nos últimos capítulos da novela “Duas Vidas”. Perplexa e desorientada não apenas pela drástica mutilação da obra que venho realizando, como também diante do incompreensível critério que orienta a ação dos censores. De fato, não posso entender que conceitos morais ou de qualquer natureza possam determinar a proibição de um romance de amor entre um jovem e uma mulher madura, ambos solteiros. Não posso entender, igualmente, o porquê da proibição de outra cena em que o dono de uma casa de móveis reclama contra a poeira produzida pelas obras do metrô, que lhe emporcalha os móveis e afugenta a freguesia, quando todos nós sabemos dos transtornos ocasionados por essa obra pública.”
O esforço da autora, no entanto, não surtiu efeito. Afinal, criticar instituições governamentais e enaltecer relações amorosas de uma mãe de família separada destoavam dos padrões da Ditadura Militar vigente à época. Ainda assim, mesmo com os cortes feitos à história, a autora encontrou meios de continuar.
Como se não bastasse, Janete também padeceu com a crítica televisiva, que foi impiedosa. Apesar de tudo, a novela conseguiu alcançar sucesso de público e registrou enorme índice de audiência em seu último capítulo. A autora creditou o êxito final à fidelidade do público feminino a suas histórias.
Adaptado de: Nostalgia: momentos inesquecíveis da história
da TV. Por Paulo Senna em 18/10/2010. Disponível em:
http://oglobo.globo.com/cultura/kogut/nostalgia/
Considere as afirmações abaixo sobre os propósitos de Janete Clair com a sua carta para a Censura.
I - Janete Clair pretendia manifestar seu desagrado com os acontecimentos sobre desapropriações no Catete, visto que a obra deixou pessoas sem suas casas.
II - A autora queria manifestar a sua indignação com os cortes que tinham sido feitos nos primeiros capítulos da sua novela.
III - Janete Clair pretendia repudiar a ação dos censores e questionar o modo pelo qual eles haviam interferido no seu texto.
IV - A autora queria manifestar o seu protesto contra a Censura e dizer que não entendia, por exemplo, a partir de qual ponto de vista pessoas prejudicadas por uma obra pública não poderiam sequer reclamar sobre seus inconvenientes.
V - Janete Clair pretendia chamar a atenção da Censura para as causas do Feminismo e para as causas ambientalistas mesmo antes de essas questões serem discutidas institucionalmente no Brasil.
Quais estão corretas?
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
“Duas Vidas”, novela de Janete Clair.
Em 1976, estreava “Duas Vidas”, drama televisivo exibido pela Rede Globo no horário das vinte horas. A autora, Janete Clair, já era uma grande dama da teledramaturgia brasileira.
O enredo mostrava uma rua do bairro do Catete, no Rio de Janeiro, sendo desapropriada para a construção de uma linha do metrô. A partir daí, a novela acompanhava a história dos moradores, o recomeço de suas vidas alteradas pelo progresso da cidade, suas relações familiares e amorosas. A heroína da história, Leda Maria, era a mãe de um menino de uns oito anos que havia sido abandonada por um marido inescrupuloso. Ao reconstruir sua vida, a heroína envolve-se, simultaneamente, com o médico que atendia moradores da rua e com um jovem aspirante a cantor, paixão de adolescência de Leda.
Por conta desse enredo e de seus desdobramentos, Janete Clair travou uma dura luta com a Censura. Chegou a escrever uma carta para a Divisão de Censura e Diversões Públicas do Departamento de Polícia Federal:
“Quem escreve é uma escritora perplexa e desorientada em face dos cortes que vêm sendo feitos pela Censura Federal nos últimos capítulos da novela “Duas Vidas”. Perplexa e desorientada não apenas pela drástica mutilação da obra que venho realizando, como também diante do incompreensível critério que orienta ___ ação dos censores. De fato, não posso entender que conceitos morais ou de qualquer natureza possam determinar a proibição de um romance de amor entre um jovem e uma mulher madura, ambos solteiros. Não posso entender, igualmente, o porquê da proibição de outra cena em que o dono de uma casa de móveis reclama contra a poeira produzida pelas obras do metrô, que lhe emporcalha os móveis e afugenta a freguesia, quando todos nós sabemos dos transtornos ocasionados por essa obra pública.”
O esforço da autora, no entanto, não surtiu efeito. Afinal, criticar instituições governamentais e enaltecer relações amorosas de uma mãe de família separada destoavam dos padrões da Ditadura Militar vigente ___ época. Ainda assim, mesmo com os cortes feitos ___ história, a autora encontrou meios de continuar.
Como se não bastasse, Janete também padeceu com a crítica televisiva, que foi impiedosa. Apesar de tudo, a novela conseguiu alcançar sucesso de público e registrou enorme índice de audiência em seu último capítulo. A autora creditou o êxito final ___ fidelidade do público feminino ____ suas histórias.
Adaptado de: Nostalgia: momentos inesquecíveis da história
da TV. Por Paulo Senna em 18/10/2010. Disponível em:
http://oglobo.globo.com/cultura/kogut/nostalgia/
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas sublinhadas.
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A Lei 8.112/1990 institui o Regime Jurídico dos servidores públicos civis
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
“Duas Vidas”, novela de Janete Clair.
Em 1976, estreava “Duas Vidas”, drama televisivo exibido pela Rede Globo no horário das vinte horas. A autora, Janete Clair, já era uma grande dama da teledramaturgia brasileira.
O enredo mostrava uma rua do bairro do Catete, no Rio de Janeiro, sendo desapropriada para a construção de uma linha do metrô. A partir daí, a novela acompanhava a história dos moradores, o recomeço de suas vidas alteradas pelo progresso da cidade, suas relações familiares e amorosas. A heroína da história, Leda Maria, era a mãe de um menino de uns oito anos que havia sido abandonada por um marido inescrupuloso. Ao reconstruir sua vida, a heroína envolve-se, simultaneamente, com o médico que atendia moradores da rua e com um jovem aspirante a cantor, paixão de adolescência de Leda.
Por conta desse enredo e de seus desdobramentos, Janete Clair travou uma dura luta com a Censura. Chegou a escrever uma carta para a Divisão de Censura e Diversões Públicas do Departamento de Polícia Federal:
“Quem escreve é uma escritora perplexa e desorientada em face dos cortes que vêm sendo feitos pela Censura Federal nos últimos capítulos da novela “Duas Vidas”. Perplexa e desorientada não apenas pela drástica mutilação da obra que venho realizando, como também diante do incompreensível critério que orienta a ação dos censores. De fato, não posso entender que conceitos morais ou de qualquer natureza possam determinar a proibição de um romance de amor entre um jovem e uma mulher madura, ambos solteiros. Não posso entender, igualmente, o porquê da proibição de outra cena em que o dono de uma casa de móveis reclama contra a poeira produzida pelas obras do metrô, que lhe emporcalha os móveis e afugenta a freguesia, quando todos nós sabemos dos transtornos ocasionados por essa obra pública.”
O esforço da autora, no entanto, não surtiu efeito. Afinal, criticar instituições governamentais e enaltecer relações amorosas de uma mãe de família separada destoavam dos padrões da Ditadura Militar vigente à época. Ainda assim, mesmo com os cortes feitos à história, a autora encontrou meios de continuar.
Como se não bastasse, Janete também padeceu com a crítica televisiva, que foi impiedosa. Apesar de tudo, a novela conseguiu alcançar sucesso de público e registrou enorme índice de audiência em seu último capítulo. A autora creditou o êxito final à fidelidade do público feminino a suas histórias.
Adaptado de: Nostalgia: momentos inesquecíveis da história
da TV. Por Paulo Senna em 18/10/2010. Disponível em:
http://oglobo.globo.com/cultura/kogut/nostalgia/
As palavras familiares, televisiva e final são todas
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A empresa Beta S.A. aceitou um pedido de uma determinada mercadoria no valor de R$ 200.000,00, recebendo nesse momento um adiantamento de R$ 80.000,00. O restante será recebido no ato da entrega da mercadoria, que será efetuado em 20 dias. Considere que a mercadoria possui incidência de ICMS de 17%.
Assinale o registro contábil correspondente ao adiantamento ocorrido no momento do pedido das mercadorias.
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
“Duas Vidas”, novela de Janete Clair.
Em 1967, Janete Clair foi chamada às pressas pelo diretor de operações da TV Globo para ajudar a salvar uma novela da emissora. Anastácia, a mulher sem destino, uma adaptação de um folhetim francês, tinha audiência sofrível, produção muito cara e um número excessivo de personagens. Janete Clair compreendeu logo que não havia como continuar a história.
Escreveu, então, um capítulo no qual um terremoto devastava a ilha onde se passava a trama, eliminando mais de 100 integrantes do elenco de uma só vez. Em seguida, a história dava um salto de 20 anos e recomeçava com poucos personagens. Funcionou. A produção reduziu os gastos, ampliou a audiência e a autora garantiu seu lugar na emissora. Assim, podemos dizer que um abalo sísmico salvou uma novela e lançou uma autora.
Adaptado de: Memória Globo, disponível em http:// memoriaglobo.
globo.com
Considere as afirmações abaixo sobre o emprego de vírgulas.
I - As vírgulas no texto após Em 1967 e Em seguida são justificadas por uma mesma regra, o deslocamento de expressões adverbiais para o início da frase.
II - As duas vírgulas que separam o segmento uma adaptação de um folhetim francês foram empregadas em função do aposto que o segue.
III - Alterando-se a frase para Tendo percebido a situação, Janete Clair compreendeu logo que não havia como continuar a história., cometer-se-ia erro de uso de vírgula antes de Janete, pois o sujeito das duas orações é o mesmo.
Quais estão corretas?
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Considere que a empresa Beta S.A. tenha efetuado, na sua contabilidade, o lançamento abaixo.
Débito Despesa com Provisões R$ 171.100,00
Crédito Provisão para Créditos Liquidação Duvidosa R$ 58.400,00
Crédito Provisão para Férias R$ 42.800,00
Crédito Provisão para perdas em investimentos permanentes R$ 15.200,00
Crédito Provisão para 13º Salário R$ 23.500,00
Crédito Provisão para perdas em estoques R$ 31.200,00
Em virtude desse lançamento, o Passivo Circulante da empresa foi aumentado em
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Considere que o estoque inicial de mercadorias da empresa Beta S.A. era de 200 unidades de um único produto, avaliado pelo custo unitário de R$ 1.000,00, e que, no mês de outubro, a empresa efetuou as seguintes operações:
08/10 Compra de 100 unidades, ao custo unitário de R$ 1.500,00, já sem o ICMS.
16/10 Venda de 250 unidades a R$ 3.500,00 cada unidade.
22/10 Compra de 200 unidades, ao custo unitário de R$ 2.000,00, já sem o ICMS.
Sabe-se que a empresa paga ICMS de 10% sobre o preço de venda e que avalia seus estoques pelo critério PEPS.
Assim, na operação de venda, obteve um lucro bruto de
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“Duas Vidas”, novela de Janete Clair.
Em 1976, estreava “Duas Vidas”, drama televisivo exibido pela Rede Globo no horário das vinte horas. A autora, Janete Clair, já era uma grande dama da teledramaturgia brasileira.
O enredo mostrava uma rua do bairro do Catete, no Rio de Janeiro, sendo desapropriada para a construção de uma linha do metrô. A partir daí, a novela acompanhava a história dos moradores, o recomeço de suas vidas alteradas pelo progresso da cidade, suas relações familiares e amorosas. A heroína da história, Leda Maria, era a mãe de um menino de uns oito anos que havia sido abandonada por um marido inescrupuloso. Ao reconstruir sua vida, a heroína envolve-se, simultaneamente, com o médico que atendia moradores da rua e com um jovem aspirante a cantor, paixão de adolescência de Leda.
Por conta desse enredo e de seus desdobramentos, Janete Clair travou uma dura luta com a Censura. Chegou a escrever uma carta para a Divisão de Censura e Diversões Públicas do Departamento de Polícia Federal:
“Quem escreve é uma escritora perplexa e desorientada em face dos cortes que vêm sendo feitos pela Censura Federal nos últimos capítulos da novela “Duas Vidas”. Perplexa e desorientada não apenas pela drástica mutilação da obra que venho realizando, como também diante do incompreensível critério que orienta a ação dos censores. De fato, não posso entender que conceitos morais ou de qualquer natureza possam determinar a proibição de um romance de amor entre um jovem e uma mulher madura, ambos solteiros. Não posso entender, igualmente, o porquê da proibição de outra cena em que o dono de uma casa de móveis reclama contra a poeira produzida pelas obras do metrô, que lhe emporcalha os móveis e afugenta a freguesia, quando todos nós sabemos dos transtornos ocasionados por essa obra pública.”
O esforço da autora, no entanto, não surtiu efeito. Afinal, criticar instituições governamentais e enaltecer relações amorosas de uma mãe de família separada destoavam dos padrões da Ditadura Militar vigente à época. Ainda assim, mesmo com os cortes feitos à história, a autora encontrou meios de continuar.
Como se não bastasse, Janete também padeceu com a crítica televisiva, que foi impiedosa. Apesar de tudo, a novela conseguiu alcançar sucesso de público e registrou enorme índice de audiência em seu último capítulo. A autora creditou o êxito final à fidelidade do público feminino a suas histórias.
Adaptado de: Nostalgia: momentos inesquecíveis da história
da TV. Por Paulo Senna em 18/10/2010. Disponível em:
http://oglobo.globo.com/cultura/kogut/nostalgia/
A expressão drástica mutilação poderia ser substituída, sem prejuízo do sentido global do texto, por
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